
Escrevi, soltando o que me amarrava.
Súdita das palavras, me escravizei às cores de alma viva.
Se dona de mim, escolho, provo e entro em desacordo.
Acordo que se preze brota frouxidão no largar dos dentes.
Acordo que se preze não precisa de contrato. É no trato.
Na paz harmoniosa, no coração leve, na mente limpa e erro breve.





