
28/03/2017
Maria Adélia Menegazzo* / Correio do Estado
De tudo o que vem acontecendo não dá para ter certeza de nada. O imponderável começa por levar a melhor. O que podemos contra o desencanto e o desemprego? O que nos recusamos do que já temos e do que nos andam retirando de crenças e direitos? O novo, que não se vislumbra, e o velho, que não se renova? Os trabalhos e os dias estão incertos e a esperança, esta será, ainda, a última que morre?
Converso com pessoas que têm as mais diversas formações e trabalhos e, nos últimos dias, parece que a coisa virou. Ninguém para dizer que tudo vai bem no melhor dos mundos possíveis. Impossível cultivar, panglossianamente, um jardinzinho que seja.
Nem a versão mais comum de Poliana tem tido vez. Policarpo Quaresma, então, desistiu de manter seu sítio e tocar modinha no violão, há muito tempo…
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