– Salve ! – Como é que vai ? Vivo numa aldeia fechada, suas ruas no mais duro esquecimento, seus habitantes pouco saem, pouco falam, pouca sombra na praça, igrejas às moscas, somente fantasmas, o sol é devagar – dia sim, dia não –, gritos de origens não identificáveis bombeiam a vida, o rio […]
via meditação dominical: aldeia — UAÍMA






