
Por Juliano Fiori.
No Brasil de hoje, tudo é o que parece. O ventre da política foi aberto, teve suas entranhas repugnantes expostas, derramando fluidos fétidos e corrosivos na adoecida corrente sanguínea da sociedade. A conspiração é uma prática palpável, não uma teoria. As redes sociais e os meios de comunicação são os principais campos de batalha. O sigilo está perdendo seu valor, e a vantagem política é determinada pela velocidade de ação. Diversas facções adversárias se apressam em impedir as ofensivas alheias, que parecem ultrapassar e estilhaçar a flecha do tempo. O presente se encolhe. O amanhã é agora. O “homem de hoje” de Plutarco já está morto.
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