Os mortos Ruy Espinheira Filho Há uma luz suave em que respiram. Não mudaram nada e fingem não ver como sou mais moço na fotografia. Contam histórias, sempre, mesmo quando em silêncio (e tanto quanto se contam, contam-me também de mim). Não mais precisam beber, só se refletem […]
via Os mortos, poema de Ruy Espinheira Filho — Peregrinacultural’s Weblog





