
Por Christian Ingo Lenz Dunker.
“A obra do escravo é o uso de seu corpo.” Em O uso dos corpos, com sua característica habilidade para comentar os antigos de modo a torná-los mais que contemporâneos, Giorgio Agamben faz dessa afirmação de Aristóteles um ponto de partida para rediscutir o estatuto do que significam posse e propriedade. Esse trabalho sem obra, vida sem memória e desejo sem criação é uma espécie de último capítulo inconcluso e perspectivo da maior saga filosófica do século XXI, conhecida como Homo sacer.
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