Cesta vez, meu orientador me explicava sobre ser ou não original em meus escritos. Ele dizia que A não era igual a B . Logo, mesmo que haja A no B, ele gerará C. Ou seja, desde que eu unisse vários saberes já discutidos por mim e inserisse novos, eu teria nisso uma nova produção.
Pode até parecer uma conversa de doido, mas fará sentido, não se preocupe.
É mais ou menos isso que leio na primeira série brasileira da Netflix, 3%. As minhas memórias sobre leituras feitas, de filmes ou de livros, sempre eram acesas quando via aos episódios da primeira temporada.
Não é nada de novo. A série não sei se propõe-se ser uma divisora de águas no gênero, mas, em suma, ela brinca com esta memória possível. Creio que ela tem uma expectativa no expectador, para levar com sinceridade estas linhas.

Caso não tenha visto ainda, adianto…
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