Robert Skidelsky e Edward Skidelsky, no livro “Quanto é Suficiente? – O Amor Pelo Dinheiro e a Economia da Vida Boa”, afirmam que as explicações para o fato de a média de horas de trabalho não estar em linha com o crescimento do rendimento divide-se em três tipos genéricos. Diz-se que as pessoas trabalham as horas que trabalham:
- porque gostam,
- porque são obrigadas ou
- porque querem cada vez mais.
Lenine proclamou, citando São Paulo: “quem não trabalha não come”.
Keynes seguiu a política econômica do seu tempo, tratando o trabalho como o custo de obter coisas absolutamente essenciais.
Adam Smith escreveu: “o verdadeiro preço de todas as coisas […] é o trabalho árduo e a dificuldade de adquiri-las”.
Jeremy Bentham disse: “Na medida em que o trabalho é visto no seu sentido próprio, o amor pelo trabalho é um paradoxo”.
Não havia nenhuma novidade…
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