Para andar dentro do sonho
July 8, 2017 20:22Neste sábado, fui ao Museu da Fotografia pela primeira vez. Embora não me perdoe por ter adiado tanto tempo esta visita, ainda vivi a felicidade clandestina de deixar para ver o acervo numa próxima ocasião. Hoje à tarde, o evento era a palestra da querida Izabel Gurgel, sobre Frida Kahlo – e como foi bom passar três horas inteiramente mergulhada numa inteligente conversa sobre artes, culturas, épocas!
Assim como o empenho de Leminski ao biografar personalidades, Izabel estava interessada “em como a Vida se manifesta na forma Frida” – com as múltiplas visadas que o tema permite. As reflexões passaram pela fotografia como uma “insistência na repetição”, pela perda da memória (que equivale à perda do próprio rosto), pela “elaboração estética de si”, por álbuns de família vistos após um luto, pela ficção como “uma potência de desenho interior”… até a ideia de uma Frida-palhaça, com “sua entrega radical de…
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Frankfort Avenue rescued
July 8, 2017 20:22Today, I began an illustration of Frankfort Avenue in Louisville. It is an old avenue with wonderful restaurants, coffee venues and people. The perfect place to sit, sketch and relax.
As the illustration progressed, I was pleased to share my sketch with people passing by and with my friend Kathy. It took me all day to believe I had succeeded in what I started, and to put it aside during dinner. I told myself that if I wished, I could bring out the paint to brighten and make it come “more alive”.
I was wrong. I hurried through the process, became aggravated and worked faster. Haste made waste and the sketch was ruined. I had just told Kathy the other day, that my ability to show patience had much improved. Sigh.
Thankfully, I took a photo of this image before I began painting. It was fun to sketch, yet the…
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Reset
July 8, 2017 20:21Então eu coloquei os sapatos me deitei na areia, eram 19:30 e eu queria que tudo fosse um sonho, mas não era, não era.
(O limbo dos sonhos – Codinome Summer).
Já pensou se a vida fosse realmente um jogo? Desses jogos que as pessoas fazem umas com as outras, deveria existir um botão de reset, uma senha que apagasse tudo e nos levasse ao início, foi o que pensei depois de ter percebido que eram 19h30min e nada era um sonho. É certo que estamos aqui como aprendizes, e estaremos sempre aprendendo a sermos pessoas melhores (ou não), estaremos sempre aprendendo a lidar com as outras pessoas a enfrentar os nossos problemas, e talvez não seja a maturidade que nos entregue uma instabilidade emocional, não mesmo, é que estamos numa escola, repetindo a série, e quanto mais repetimos, mas experientes ficamos, é como se a continuidade dos erros fossem…
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A casa
July 8, 2017 20:20
A casa onírica é um símbolo do centro familiar, a ilha da infância perdida num tempo longínquo. Sendo a casa do sonho, antes de mais, a casa da infância, é um lugar que tenta restituir as relações familiares tal como foram vividas pelo sonhador ou pela sonhadora durante a infância.
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