Nietzsche, Friedrich
4 de Outubro de 2016, 14:49“E aqueles que foram vistos dançando foram julgados insanos por aqueles que não podiam escutar a música.”
(Friedrich Nietzsche – filósofo, filólogo, crítico cultural, poeta e compositor alemão)
Pentágono trabalhou com agência para fazer vídeos falsificados sobre Al-Qaeda
4 de Outubro de 2016, 14:49Os militares dos EUA, durante a guerra no Iraque, usaram os serviços da agência de publicidade Bell Pottinger, que se ocupava da propaganda negativa das atividades da organização terrorista Al-Qaeda. Entre as tarefas estava a divulgação de vídeos falsificados.

O jornal The Daily Beast escreve que, segundo resultados da investigação do Serviço de Jornalismo Investigativo (Bureau of Investigative Journalism), o Pentágono pagou à Bell Pottinger cerca de 540 milhões de dólares para a agência cobrir a guerra no Iraque de 2007 a 2011. De acordo com o redator de vídeos da empresa, Martin Wells, a agência tinha três tipos de tarefas: produção de publicidade que retratasse negativamente a Al-Qaeda, criação de notícias falsificadas e publicação de vídeos falsificados sobre a Al-Qaeda.
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Os 4 Estágios de vida de acordo com Carl Jung
4 de Outubro de 2016, 14:46Achei muito interessante , traduzi e postei. 

“Os 4 Estágios de vida de acordo com Carl Jung
28 de outubro de 2015 por Justin Gammill
ATLETA
O atleta é a fase em nossas vidas quando estamos em focados em nós mesmos. Existem pessoas em nossas vidas que nunca sairam desta fase, ou muitas vezes voltam a ela. Das 4 fases, esta é a menos madura. Caracteriza-se pela obsessão com nossos corpos e aparência. Para um exemplo da fase atleta, basta observar um adolescente assistir um adolescente passar por um espelho. A fase atleta pode ser narcisista, crítica, ou ambos.
O GUERREIRO
Avançando em nossas vidas, chegamos à fase de guerreiro. Este é o lugar onde nós começamos a assumir responsabilidades e ter o desejo de conquistar o mundo. Bem, talvez não o mundo para alguns de nós, mas é quando nos tornamos mais orientados para atingir objetivos. De repente…
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Habitar o esconderijo do Outro: sobre Clarice Lispector e Eu
4 de Outubro de 2016, 14:45
Normalmente uma crítica especializada, constante em jornais e revistas magazines, bem como em blogs e outros sites afins, tentaria descrever a peça que ora critico –no sentido artístico do termo – a partir de um linguajar mais acessível ao público. Passaria, então, à descrição do figurino e das pessoas que compõe e/ou ajudaram a compor a peça e entremearia a tal exercício uma série de palavras poéticas que, como todas as poesias dignas do nome, lançariam luz na mesma medida em que ofuscariam a compreensão do leitor. Tendo vista saber que esse lugar já é ocupado –e, por vezes, até ocupado demais -, aventuro-me aqui numa exploração filosófica da peça, posto ser esse o meu quinhão na partilha dos saberes formais e posto não ser eu alguém com gosto ou aptidão para as explorações por mim referidas. À psicanálise, que também é meu quinhão, é bem verdade, deixo de lado…
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