#39 Ganhando um presente divino através do pecado
1 de Abril de 2017, 16:49Ótimo
Hoje em dia a gestante tem tanta opções que é possível que antes do parto venha a dúvida: Fazer o normal, cesariano, na água, de cócoras, parto de Leboyer, induzido, pélvico, domiciliar, ou partir pro aborto?
Estavam sentadas na parte da frente do bar, onde é mais ventilado, pois era uma quinta-feira quente, que em São Luís significa uma noite como outro qualquer.
— E agora? como você vai explicar pro seu pai? — perguntou com um sussurro que não escondia sua preocupação, a sua melhor amiga, a Fabiana, uma negra como a noite e redonda como a lua cheia.
A Barbara pegou um guardanapo e com ele limpou o suor do seu rosto branco e fino, deu algumas mordidas no hambúrguer que estava comendo, enquanto pensava em alguma resposta, porém não conseguiu formular nada, pois já estava com bastante coisas para pensar. Em vez de falar algo, apenas continuou…
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Cyranny’s Jukebox…
1 de Abril de 2017, 16:47Now, here’s one most of you will be able to understand 
Groenland is a band from Montréal, who shot this videoclip based on the true story of Peter Skyllberg, a Swedish man who was saved after spending two months in his car, in a hibernation state, after having an accident.
Québec music… Scandinavian link… Fun fact.
What more can you ask for? LOL
Destronar a dor.
1 de Abril de 2017, 16:47Mais uma manhã como tantas outras, o sol brilhava e os pássaros trinavam
Os risos inocentes das crianças feriam-me a alma profunda e violentamente.
Ninguém tinha o direito a ser feliz enquanto o meu coração sangrava.
Estava a enlouquecer, lenta e dolorosamente, e nem me importava.
A porta e janelas permaneciam fechadas, a luz do sol não entrava.
Já não me reconhecia, o som do meu riso… que som tinha o meu riso?
Os meus olhos já não brilhavam, a vida fugia-lhes lentamente.
Outrora cada criança era uma alegria, o meu riso fluía com facilidade,
Os olhos brilhavam, em tudo percebia a beleza e poesia… era feliz.
O meu mundo ruíra e, com ele toda a minha razão de viver.
A dor corroía-me lentamente. Sentia-a nas entranhas.
Meu coração morreu com ele, a minha vida foi com ele.
Calem-se todos os risos, murchem todas as flores, sequem os rios.
Escureçam…
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Fonemas do meu peito
1 de Abril de 2017, 16:46Ótimo texto.
Amor.
Palavra com quatro fonemas. Todos eles representados pelo som do meu coração quando te vê. O amor é só uma palavra, segundo o livro que tenho na estante capenga da minha sala caquética. Mas, amor é o que me veste de manhã, quando seus braços me apertam contra seu corpo quente. É o que me acalma na dor e caos de cada dia e o que me desmonta todas as noites em frente de seus olhos selvagens, que devoram meus anseios e mastigam meu juízo mal articulado. Amor é a forma como nossos corpos irregulares se encaixam na mais imperfeita sincronia morfológica.
São tantas variações constantes de interpretações, sentidos e jeitos, que, talvez o amor seja realmente apenas uma palavra sintaticamente ligada a algo muito maior.
Como as manhãs onde o céu se pinta de rosa e lilás; as flores amarelas daquele bistrô na Avenida Portugal; as janelas velhas…
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Barbary Coast~by Paul F. Lenzi
1 de Abril de 2017, 16:43Barbary Coast

“Ruins – San Francisco Earthquake” by M. DeNeale Morgan
rush of gold carried wild
down waterless rivers
terrific street flowing
with women and whiskey
beneath bawdy hills
where the bay rollers
lapping at lawlessness
gave a dull metronome
backbeat to rinky-tink
tempo of player-pianos
insistent insidious fog
smearing yellow-lit nights
giving cover to hell-raising
gamblers and gunmen
madams and mountebanks
plying nefarious trades
a geography utterly
lacking in conscience
new paths to perdition
impenitent cobbles and
insolent boardwalks
resounded with squander
of riches and character
moving unwittingly closer
to downfall to cleansing
destruction by punishing
means of calamitous
physical forces upheaval
and fire unleashed by
the terrible earthquake
of nineteen ought six
and the barbary coast
was forever no more





