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anisio nogueira

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BLOG DO ANISIO

3 de Abril de 2011, 21:00 , por Desconhecido - | No one following this article yet.

APOCALÍPSE POLÍTICO

7 de Maio de 2017, 9:52, por O LADO ESCURO DA LUA

UNOBTAINIUM

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APOCALÍPSE POLÍTICO

por Cláudio El-Jabel

Hoje é aquele tipo de noite,

Com Hip Hop ao fundo,

Servindo de inspiração,

Esse teclado já dando tic,

E minha paciência se perdendo,

É quando rio de mim mesmo,

Afinal de que adianta reclamar?

Ou adianta?

O mundo anda cansado demais,

A moda agora partiu da tal Federal,

Alvo certo numa corrida contra corrupção,

Quando iremos parar com isso?

Não sei,

Acho que após as eleições,

Ou quem sabe a volta das inflações,

É sempre a mesma história,

Sempre o mesmo conto de carochinha,

Enojar-me já não consigo,

Pois convivo com isso quase sempre,

Reuniões que se prometem muito,

E não se cumprem nada,

A culpa é do governo, grita um louco,

Não é dos fascistas, o outro louco retruca,

E eu que também escuto uivarem resolvo me meter,

– E tem isso aqui, tem? Pergunto.

– Bem não sei, mas eu grito o…

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Out for a Stroll

7 de Maio de 2017, 9:50, por O LADO ESCURO DA LUA


A mi Madre – Sonrisas en el Camino

7 de Maio de 2017, 9:49, por O LADO ESCURO DA LUA

[A mi Madre – Sonrisas en el Camino] é bom. Dê uma olhada! http://www.sonrisasenelcamino.es/a-mi-madre/




No hay perdón

7 de Maio de 2017, 9:47, por O LADO ESCURO DA LUA

LA POESÍA NO MUERDE

Ahora  vuelves a mí arrepentido

ahora me juras que el mundo es mejor a mi lado

cómo te atreves a tocar mi puerta

y  me ruegas que te perdone

dónde estabas cuando  tu ausencia me mataba

no te pido que justifiques nada

se acabo

nunca volveremos a ser como éramos

tu amor ya lo eché al olvido

ya no te quiero en mi vida

entiéndelo de una vez

solo vete.


Joulnar Khaldi (Ciudad: Fez, Marruecos)
https://joulnarkhaldi.wordpress.com

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Tantas lágrimas

7 de Maio de 2017, 9:46, por O LADO ESCURO DA LUA

versosconvidapropia

Tanto dolor en medio de mis días,

tantas dudas y abrazos en el viento,

tantos recuerdos presos en mi aliento

que se escapan de miedo y cobardías.
En tu aroma se pierden alegrias

que fueron, y ahora son del firmamento

que la luna es tu luz y hasta te siento

en mis horas de historias ya tardías.
Mis lágrimas se enredan en tu pelo,

en tu risa, en tus manos, en tu ausencia,

se transforman en negro terciopelo.
Huerfana del calor de tu presencia,

sola, presa del tiempo, sin anhelo,

hija de la tristeza por tu ausencia.
María del Mar Ponce López

Reservados todos los derechos de autor
Dedicado a mi madre, aunque este soneto es uno más de tantos que ya le he escrito.

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