無垢の美・ササユリ
8 de Junho de 2017, 12:38Mulher-Maravilha, de Patty Jenkins
8 de Junho de 2017, 12:34O melhor de Mulher-Maravilha encontra-se em seu miolo. Nem nos primeiros momentos, à beira da cafonice, no treinamento da heroína; nem no encerramento que, de novo, reduz-se à briga fantasiosa entre deuses, artificial e sem emoção. Mesmo com momentos inspirados, não escapa à vala comum a filmes do tipo.
Sobre a abertura: a futura Mulher-Maravilha, Diana, vive em um reino de mulheres, de paraíso à vista (mar azul e infinito) e sol constante. É preparada por outras belas guerreiras, sob os olhos da mãe, para a guerra que, sabe o espectador, é inevitável. O paraíso logo rui e a moça é obrigada a migrar ao mundo real.
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O encerramento restitui a membrana do início, o mundo abertamente mágico, o surgimento de um deus que se assume vilão: a guerra que sempre esteve por lá, e que continuaria para sempre, ora ou outra dando…
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One Tree on a Hill — noblethemes
8 de Junho de 2017, 12:26One tree on the hill standing strong, standing tall Through summer and winter, spring and fall — This aged tree has stood the test for the best — And what has she seen through fat years and lean? So many foibles of humanity born of pure insanity, But also beauty, bravery and much love from […]
via One Tree on a Hill — noblethemes
Limites da nossa ignorância — Blog do Flavio Siqueira
8 de Junho de 2017, 10:35As ciências e as religiões, as artes, as filosofias e toda produção intelectual da humanidade, por mais maravilhosas que sejam, são claros indicadores dos nossos próprios limites. Pensamos produzir conhecimento que nos aponte para o infinito, enquanto, paradoxalmente, tudo o que fazem é revelar nossa completa ignorância.
via Limites da nossa ignorância — Blog do Flavio Siqueira


















