<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"><channel><title>Flux RSS de assembleiapopular</title><link>http://blogoosfero.cc/assembleiapopular</link><description>Le contenu de assembleiapopular publié à Blogoosfero</description><item><title>Essas redes sociais de assédio não devem ser base de comunicação das instituições</title><description>&lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%;" align="center"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Essas redes sociais de assédio não devem ser base de comunicação das instituições&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%;" align="justify"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;  O filme "A Rede Social" mostra Mark Zuckerberg criando o Facebook para a prática de assédio sexual. Criado para esse fim e esses propósitos de cultuar e cultivar a escrotidão.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%;" align="justify"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;    Quanto maior a dependência da Instituição ao Facebook, maior é o enfraquecimento moral da Instituição e cerceamento do conhecimento acadêmico e intelectual a ondas de escrotice. Um e-mail de turma não deveria NUNCA ter existido e tapar um buraco como esse com isso é mediocridade.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%;" align="justify"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt; Instituições merecem plataformas de comunicação próprias. Administrações democráticas exigem plataformas para a liberdade com inteligência, respeitosa e muito seriamente. Propiciando a justiça social e equalização do acesso à informação e poder do cidadão, a todos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%;" align="justify"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;   Aceitar o que impõem de sermos dependentes e usuários acéfalos de redes sociais externas não ajuda. É acatar o cavalo de tróia dentro da sua casa, e fazer dele seu hóspede enquanto ele espalha os males.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%;" align="justify"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;   A falta dessas plataformas de comunicação Institucionais e para as Nações, em conjunto com uma série de fatores históricos e dependências tecnológicas, tem propiciado cada vez mais um mundo sombrio, de censura e violência gerada, às vezes, pela falta de entendimento entre as pessoas, a impossibilidade da comunicação entre os cidadãos de uma nação que só conhece essas redes e aplicações que vem de fora.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%;" align="justify"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;   Essas redes que vem de fora, que não implicam em mais Ordem e Progresso (nem desenvolvimento tecnológico muito menos crescimento econômico), senão a organização de milícias clandestinas vestindo-se de preto que ficam tentando juntar pessoas para fazer manifestações utilizando-se da fúria delas para gerar a instabilidade política e impossibilitando encontrar soluções definitivas para o problema. Ou porque não querem. Ou nem fazem idéia.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%;" align="justify"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;   Enquanto isso as pessoas do “Centro de Saber” continuam esnobes como sempre foram. O Phillippe Campos e muitos outros se dizem da esquerda política que deveria desprezar o Facebook como forma de fazer Politik. Mas pela teimosia das pessoas que acham-se “sabidões” e desprezo com quem tem por minha parte, estão incapazes de perceber a situação e traçar uma saída política. Cada um sabe um pouco, mas a estupidez humana tapa-lhe os ouvidos e os olhos até quando conseguir.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%;" align="justify"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;   O próprio Philippe sempre disse que é melhor fazer Movimento Social e Estudantil no Facebook “porque é mais fácil pegar mulher”. Como ele se diz de esquerda, eu não sei se acredito porque existem discursos que se contradizem na esquerda.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%;" align="justify"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;   O Facebook não é um meio de superação do problemas políticos. É o próprio agravador que espalha ideias de “fragmentação das nações” e mantenedor do arcaico controlador estatal centralizado por pessoas eleitas, as que os esquerdistas do PSOL tanto criticam. Eu conheço pessoas hipócritas, que se dizem preocupar-se com recentes retrocessos na democracia brasileira, mas não fazem questão de tentar entender a gravidade da dependência tecnológica da nossa polítik às redes sociais externas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%;" align="justify"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt; Essas pessoas estão erradas. Jamais conseguirão atingir os objetivos se tentam fazer da forma errada. E continuarão errando porque não tem humildade intelectual. Tem sérios problemas para entender e aceitar que estão errados. Pessoas que se baseiam em pedestais de abismo. Vivem só no mundo das ideias e aparentam fazer trabalhos sérios, mas para quem conhece bem sabe que não são pessoas sérias no que fazem, diante de tudo o que falam quando não estão sendo gravados. O contraste com o que defendem é muito grande.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%;" align="justify"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;  Chamo de hipócritas porque se houvesse realmente uma preocupação, por exemplo, com as mulheres nesses últimos retrocessos na Câmara dos Deputados, poderia não ter havido se soubéssemos ter nos organizado corretamente na internet. Aconteceu porque mesmo que essa gente teve tempo, os últimos 1 e meio ou 2 anos, para avançar a democratização da comunicação na Rede do Governo Federal e propiciado que a opinião das pessoas não fosse influenciado por uma plataforma em que as pessoas não falam sério, que ficam apenas zombando e publicando desenhos com interpretações grotescas. Que foi criada para assediarem pessoas, e isto é histórico.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%;" align="justify"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0cm; line-height: 150%;" align="justify"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;  As aplicações vinculadas à República Federativa do Brasil e a democracia direta com as decisões do país são elementos possíveis bastante idealizáveis e não deve-se fugir à luta. A democracia representativa precisa ser limitada ao discurso. A realidade atual não atura mais um Estado que se leve a sério sem uma Rede Institucional de Comunicação. Infelizmente as pessoas são muito teimosas, mas depois que é colocado na sua cara a merda que você está fazendo começa-se a perceber que precisa mudar de atitude.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Mon, 09 Nov 2015 16:21:59 -0200</pubDate><link>http://blogoosfero.cc/assembleiapopular/blog/essas-redes-sociais-de-assedio-nao-devem-ser-base-de-comunicacao-das-instituicoes</link><guid>http://blogoosfero.cc/assembleiapopular/blog/essas-redes-sociais-de-assedio-nao-devem-ser-base-de-comunicacao-das-instituicoes</guid></item><item><title>A caixa – 1 milhão vale uma vida? </title><description>&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 8pt;"&gt;&lt;a href="#_ftn1" name="_ftnref1"&gt;[1]&lt;/a&gt;Norma Lewis (Cameron Diaz) é uma professora casada com Arthur (James Marsden), um engenheiro que trabalha para a NASA. Eles têm um filho e levam uma vida tranquila no subúrbio. Um dia surge um misterioso homem, que lhes propõe a posse de uma caixa com um botão. Caso seu dono aperte o botão, ele ficará milionário, mas ao mesmo tempo alguém desconhecido morrerá. Norma e Arthur têm 24 horas para decidir se ficarão ou não com a caixa. &lt;em&gt;(link para assistir ao filme &lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="http://www.filmesonlinegratis.net/assistir-a-caixa-dublado-online.html"&gt;http://www.filmesonlinegratis.net/assistir-a-caixa-dublado-online.html&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;  &lt;em&gt; &lt;/em&gt; &lt;em&gt;abaixo o filme será descrito, portanto é aconselhável vê-lo antes.)&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 8pt;"&gt;Para tudo isso ocorrer, existem condições. 1-Os empregadores e responsáveis não podem ser revelados. 2- Não se pode falar sobre o feito, exceto com a família. 3- A decisão deve ser tomada 24 horas após a visita.  E para constar, a vítima de seu aperto não tem contato algum com você, nunca teve e nunca terá. Uma pergunta aparece: uma vida vale dinheiro? Quais aspectos estão ao redor da decisão de apertar?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 8pt;"&gt;Primeiro, só de pensar na possibilidade já se dá um valor econômico a vida. Caso contrário, ela tem outro tipo de valor. Agora, partindo da decisão de apertar. Quais aspectos residem? Melhorar sua situação financeira, dar segurança a família, cuidar de sua saúde, tudo isso justifica a morte de um desconhecido? Aliás, como definir conhecer? E pior, quem pode ser a pessoa a morrer? Pode ser um pai de família, uma criança, ou alguém já em estado vegetativo. Mas, se o sujeito cogita a possibilidade de apertar, tudo isso importa? Ou pior, será que sequer vai pensar em considerar tudo isso? É válido repetir: Qual o significado de simplesmente cogitar a possibilidade? Mas, suponhamos, o botão foi apertado. O dinheiro foi recebido rapidamente. Qual sensação isso gera? Porque certamente alguém morreu. Por trás da decisão há toda uma condição social de necessidades.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 8pt;"&gt;Aliás, será certeza a ideia de1 milhão resolverem sua vida, ou te fazer feliz? Vale pensar em como saber se o botão foi apertado. Há espiões por ai? Sobre a própria morte da vítima. Será rápida e indolor ou dolorosa e demorada? Qual efeito vai gerar na vida dela e nas pessoas ao redor?  Talvez alguns nem chegassem a essas questões éticas. De resto uma questão tecnológica. Uma frase se destaca: “Nenhuma tecnologia é suficiente para distinguir a verdade da magia”. Aparecem grandes tecnologias muito avançadas, portanto, próximas a mágica. No fim, o botão era um teste alienígena para julgar o merecimento da sobrevivência da humanidade. É preciso questionar qual o valor e o que é o ser humano, quando a maioria cogita a possibilidade de apertar, uma minoria não cogita, e uma minoria menor ainda não pressiona o botão.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 8pt;"&gt;No caso da negação, a vida tem valor inestimável. Caso contrário tem valor econômico. No caso da hipótese cogitada a maioria simplesmente aperta, sem olhar o lado ético da decisão. Uma minoria analisa essas questões e aperta. Uma minoria menor ainda questiona a ética da decisão e não aperta. Ou seja, em geral a vida tem valor econômico, e não inestimável. No fim a humanidade foi exterminada. Uma última pergunta sobre apertar ou não o botão. E se você fosse um estranho a morrer por ele?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 8pt;"&gt;Lembrem- se de referenciar a fonte caso utilizem algo deste blog. Dúvidas, comentários, complementações? Deixe nos comentários.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 8pt;"&gt;Escrito por: Rafael Pisani&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 8pt;"&gt;&lt;a href="#_ftnref1" name="_ftn1"&gt;[1]&lt;/a&gt;Fonte da sinopse:  &lt;a href="http://www.filmesonlinegratis.net/assistir-a-caixa-dublado-online.html"&gt;http://www.filmesonlinegratis.net/assistir-a-caixa-dublado-online.html&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 8pt;"&gt;Referências:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 8pt;"&gt;Disponível em: &lt;a href="http://www.filmesonlinegratis.net/assistir-a-caixa-dublado-online.html"&gt;http://www.filmesonlinegratis.net/assistir-a-caixa-dublado-online.html&lt;/a&gt; Filmes Online Grátis/ &lt;a href="http://www.filmesonlinegratis.net/"&gt;http://www.filmesonlinegratis.net&lt;/a&gt; . Data de acesso: 30 de Agosto de 2015&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Mon, 09 Nov 2015 16:21:58 -0200</pubDate><link>http://blogoosfero.cc/assembleiapopular/blog/a-caixa-1-milhao-vale-uma-vida</link><guid>http://blogoosfero.cc/assembleiapopular/blog/a-caixa-1-milhao-vale-uma-vida</guid></item><item><title>Besouro Verde- o poder da informação</title><description>&lt;p&gt;&lt;a href="#_ftn1"&gt;   &lt;span style="font-size: 8pt;"&gt;[1]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size: 8pt;"&gt;Britt Reid (Seth Rogen) está perto dos 30 anos e não quer saber de responsabilidades, dedicando sua vida à diversão. Até o dia em que seu pai, (Tom Wilkinson) morre misteriosamente e ele precisa assumir os negócios da família, ficando à frente de um grande e respeitado jornal. Milionário e entediado, Reid resolve criar um personagem junto com seu fiel funcionário Kato (Jay Chou), fera das artes marciais e grande inventor de máquinas revolucionárias. Cheios de vontades, surge então o Besouro Verde. Só que a cidade está nas garras de Chudnofsky (Christoph Waltz), um criminoso que busca meios der ser mais ameaçador para as pessoas. &lt;em&gt;(link para assistir ao filme &lt;/em&gt;&lt;a href="http://www.cinemaonlinegratis.com/64/O-BESOURO-VERDE-ASSISTIR-FILME-ONLINE"&gt;http://www.cinemaonlinegratis.com/64/O-BESOURO-VERDE-ASSISTIR-FILME-ONLINE&lt;/a&gt;  &lt;em&gt; &lt;/em&gt; &lt;em&gt;abaixo o filme será descrito, portanto é aconselhável vê-lo antes.)&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 8pt;"&gt;   Britt Reid começa a investigar sobre o passado do pai, até que decide virar heroi. Sua motivação inicial é a raiva que tem deste, e por isso sua primeira missão é destruir uma estátua que o simboliza. Isso faz com que mude de uma vida regada a bebidas e preguiça,  para uma vida cheia de ação, controvérsias e objetivos, assim como grandes mudanças. Britt Reid parece representar o lado ideológico, enquanto Kato a força. Algo interessante é que ao fim, Britt dá um novo significado à sua relação paterna. Percebe que o pai foi um verdadeiro heroi e que se sacrificou, recolocando a cabeça da estátua no lugar.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 8pt;"&gt;   O filme trata de diversos temas, mas em geral relaciona política, crime e mídia. Reid é dono do jornal “&lt;strong&gt;O Sentinela Diário”&lt;/strong&gt;. Scanlon é um político importante da cidade e Chudnofsky é o chefe do crime organizado. O filme mostra que esses três elementos estão extremamente ligados, de forma que Scanlon se utiliza de “&lt;strong&gt;O Sentinela Diário”&lt;/strong&gt; para limpar sua imagem em relação ao crime, pois já que é impossível acabar com ele, cria-se a ilusão de tal. Para isso se utilizou do jornal e foi preciso fazer um trato com Chudnofsky. O pai de Britt estava no centro dessa relação, e até certo tempo se deixou manipular por ela. Porém quando não mais o fez foi morto. Britt se encontra novamente no meio dessa relação, mas agora com oportunidade de mudá-la.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 8pt;"&gt;   Em termos implícitos, o filme discute como as informações na mídia são manipuladas e uma possível ligação com a ideia de crime, nos fazendo questionar: o que de fato é crime? Porque de um lado Britt cometeu um crime dentro de seu meio, mas pela lógica comum Scanlon foi um grande criminoso e o mais inteligente. Através do besouro verde, foi criado um novo arquétipo de heroi, não com super poderes e nem fantástico, mas um ser humano comum que decide lutar pela “justiça” (exceto pelo fato de ser milionário).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 8pt;"&gt;   Mostra em termos muito claros como o “crime organizado” se organiza, isto é, pela força e sua base social. Nos faz perguntar novamente: se nem sabemos o que é crime, o que é combater o crime? Ao fim do filme, uma gravação salva o dia e denuncia aqueles que precisam ser denunciados, fazendo com que o besouro verde tenha cumprido sua missão. Mais implícito ainda, é que o filme mostra uma superioridade do privado em relação ao estatal, como se os empresários e donos de jornais fossem mais importantes que o estado. Aliás, não faz nenhuma menção ao estado exceto com Scanlon. Ou seja, o estado é corrupto e o privado é heroi. Mas a pergunta final é: qual o real poder de uma informação?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 8pt;"&gt;Lembrem- se de referenciar a fonte caso utilizem algo deste blog. Dúvidas, comentários, complementações? Deixe nos comentários.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 8pt;"&gt;Escrito por: Rafael Pisani&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 8pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 8pt;"&gt;Referências:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 8pt;"&gt;Disponível em: &lt;a href="http://www.adorocinema.com/filmes/filme-28983/"&gt;http://www.adorocinema.com/filmes/filme-28983/&lt;/a&gt; Adoro cinema/ &lt;a href="http://www.adorocinema.com/"&gt;http://www.adorocinema.com&lt;/a&gt; . Data de acesso: 30 de Agosto de 2014&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 8pt;"&gt;Disponível em: &lt;a href="http://www.cinemaonlinegratis.com/64/O-BESOURO-VERDE-ASSISTIR-FILME-ONLINE"&gt;http://www.cinemaonlinegratis.com/64/O-BESOURO-VERDE-ASSISTIR-FILME-ONLINE&lt;/a&gt; Cinema Online/ &lt;a href="http://www.cinemaonlinegratis.com/"&gt;http://www.cinemaonlinegratis.com&lt;/a&gt; . Data de acesso: 30 de Agosto de 201&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="#_ftnref1"&gt;[1]&lt;/a&gt; Fonte da sinopse: &lt;a href="http://www.adorocinema.com/filmes/filme-28983/"&gt;http://www.adorocinema.com/filmes/filme-28983/&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description><pubDate>Mon, 09 Nov 2015 16:22:11 -0200</pubDate><link>http://blogoosfero.cc/assembleiapopular/blog/besouro-verde-o-poder-da-informacao</link><guid>http://blogoosfero.cc/assembleiapopular/blog/besouro-verde-o-poder-da-informacao</guid></item><item><title>O Brasil precisa crescer em quais setores? O que precisa fazer para cumpri-los?</title><description>&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Um dos setores é a Tecnologia da Informação. Primeiramente, vamos esclarecer que software livre é importante porque é um gratuito de qualidade, não é qualquer merdinha &lt;em&gt;freeware&lt;/em&gt; não. As pessoas sempre instalam os gratuitos repletos de malwares nos computadores por desatenção e desinformação. Estes programas gratuitos não significam o mesmo que programas livres, porque a liberdade de software representa qualidade e possibilidade de engajamento intelectual na lógica de programação. Tem consigo uma prática de compartilhamento do conhecimento e código-fonte dos programas, mas isto não é necessário que todos os usuários façam, mas apenas os desenvolvedores.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;O usuário é o maior beneficiado do software livre, que dispõe de centenas e até milhares de programas livres facilmente instaláveis, pelo Central de programas. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Programas de computador instaláveis em poucos cliques, que melhoram a qualidade dos softwares executados, e pudermos &lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;span style="font-size: 14pt;"&gt;gerar emprego e renda, aumentando o nível do Brasil&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;. Para a maioria das pessoas, não existe necessidade de emprego e renda no Brasil com relação ao setor da inovação tecnológica de informática. Eles simplesmente aplicam o Windows pirata, e a Microsoft aceita isso, porque desenvolveu seu sistema operacional também roubando as melhroes ideias para implementar em seu sistema operacional.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Isto é história. E devemos mostrar que as pessoas &lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;span style="font-size: 14pt;"&gt;podem mais&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style="font-size: 14pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;com software livre. Podem instalar dezenas de programas de computador na área de ciência &amp;amp; engenharia, multimídia, gráficos e também jogos, mas não jogos de qualidade para computadores. As pessoas podem produzir e fazer mais coisas no computador com um sistema operacional Gnu/Linux. E creio que todos os membros da presidência da República e a Presidenta Dilma Rousseff devem usar software livres brasileiros e mostrar o exemplo de como é que cresceremos economicamente na área.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 14pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;É claro que este não é um movimento para as pessoas deixarem de usar Windows. Este é um movimento pelo crescimento econômico brasileiro no setor da Tecnologia da Informação com soluções nacionais para as pessoas operarem melhor e com mais facilidade os computadores no Brasil. Quando vi um professor dando aula com vídeo baixado do Youtube sem som, vi que ele deveria conehcer os softwares livres para executar seus vídeos, em sala de aula, sem precisar acessar a internet, o vídeo simplesmente não tinha áudio. &lt;em&gt;Bugou&lt;/em&gt;. Não funciona. Que tal usar o que funciona?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 14pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Não apenas o que funciona, mas também o que lhe garante maior conhecimento de lógica da programação. Penso que um professor de lógica em um Laboratório de Lógica e Epistemologia de Filosofia &lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;span style="font-size: 14pt;"&gt;deve&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; usar software livre. Não é simplesmente uma questão metodológica, é também uma questão econômica! Quantos empregos seriam gerados para melhorar softwares livres e torná-los de qualidade e gratuitamente disponibilizados? Este é o futuro do Brasil neste setor econômico. Quanto mais tempo tivermos dependência tecnológica do Windows, mais tempo adiaremos para gerar mais emprego e renda no setor de tecnologia da informação.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 14pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;A Microsoft está no Brasil e isto é inevitável. Mas o que está em jogo é nossa própria capacidade de gerar tecnologias com soberania tecnológica e identidade visual, como as distribuições &lt;a href="http://ekaaty.org/"&gt;Ekaaty&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://kaiana.com.br/"&gt;Kaiana&lt;/a&gt;. O Desenvolvimento do Brasil precisa de mais soberania tecnológica, todos os países precisam. Um pouco que a Microsoft cai, todos ganham. É simples entender isto. E não é dizendo para não usar o Windows, mas é sempre bom frisar que o que é feito no Brasil também está ficando de ótima qualidade. Não deixe estas petecas caírem!!!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description><pubDate>Mon, 09 Nov 2015 16:21:58 -0200</pubDate><link>http://blogoosfero.cc/assembleiapopular/blog/o-brasil-precisa-crescer-em-quais-setores-o-que-precisa-fazer-para-cumpri-los</link><guid>http://blogoosfero.cc/assembleiapopular/blog/o-brasil-precisa-crescer-em-quais-setores-o-que-precisa-fazer-para-cumpri-los</guid></item><item><title>O camelo e o camelô</title><description>&lt;p style="text-align: justify;"&gt;     Sempre que passo no centro vejo um sujeito com uma barraca e nela há pedaços de bolo e garrafas de café. Em todas as vezes que passei, o vi entregando um copo de café e um pedaço de bolo, apenas uma vez. Não vi entrega de dinheiro e suponho que tenha visto só a parte final da troca comercial. De qualquer forma, convivemos diariamente com os ditos camelôs. Tornou-se tão normal no cotidiano, que nem mesmo pensamos sobre essa profissão, se é que assim pode ser chamada.  Assim como no “&lt;a href="http://blogoosfero.cc/verdadeoumentira/verdade-ou-mentira/amolo-faca-tesoura-e-alicate"&gt;amolo-faca-tesoura-e-alicate&lt;/a&gt;”, a história parece ser muito mais complexa.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;     Enquanto ando na rua e observo a movimentação, também observo o modo em como às pessoas andam. Todas apressadas, aparentemente inseguras e ignorando o mundo à sua volta, exceto aquilo que pode afetá-las negativamente.  É como se criassem uma bolha ao redor de si com a função de filtrar diversos estímulos, exceto os perigosos.  A frase “Ado, ado cada um no seu quadrado” parece descrever isso muito bem.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;    A bolha fica tão forte, mas tão forte que essas pessoas, ou até mesmo eu, ignoram a presença dos camelôs. Em todo grau, sua percepção nega percebê-los e é quase como se não existissem, como se estivessem em um universo diferente. Isso é pior ainda para os moradores de rua. Esses só existem quando pedem dinheiro ou estão no chão a frente deles, e é preciso desviar. Talvez Gabriel o pensador esteja certo quando diz na música “&lt;a href="http://www.vagalume.com.br/gabriel-pensador/o-resto-do-mundo.html"&gt;O resto do mundo&lt;/a&gt;”: “A minha sina é suportar viver abaixo do chão...” Ele ainda consegue resumir na mesma música o ato de pedir esmola:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;“Eu tô com fome,&lt;br /&gt;Tenho que me alimentar”. &lt;br /&gt;Eu posso num ter nome, mas o estômago tá lá,&lt;br /&gt;Por isso eu tenho que ser cara-de-pau,&lt;br /&gt;Ou eu peço dinheiro ou fico aqui passando mal...”.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;De toda forma, esses parecem não existirem socialmente. Os noticiários têm culpa pela criação dessa bolha, mas as pessoas são responsáveis por permitir que esta seja criada. Além disso, como ficam os camelôs?&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;    Não sei a origem da palavra camelô, mas ela me lembra de camelo. Sim, aquele animal chamado camelo que é usado como meio de transporte no deserto. Esse animal possui diversas vantagens. Ele pode carregar pessoas e mercadorias por longos dias, apesar de ser um animal seu custo pode não ser tão alto. Além disso, é usado para longas movimentações, necessitando de comida e pouca água. Por esses fatores, é possível andar com muitos camelos no deserto. E os camelôs com isso?&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;    O princípio é quase o mesmo. Estão por toda parte e podem estar em qualquer lugar, possui uma característica nômade. Necessitam de poucos recursos para iniciar, pois seu produto é extremamente barato, e, portanto de baixo custo. Podem estar reunidos em um só local, ou cada um no seu canto. Na primeira, parecem passar mais “confiança”, no segundo parece mais estranho. Vendem desde produtos alimentícios à produtos eletrônicos. Mas tanta vantagem tem um problema.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;    Enquanto o sujeito do &lt;a href="http://blogoosfero.cc/verdadeoumentira/verdade-ou-mentira/amolo-faca-tesoura-e-alicate"&gt;amolo-faca-tesoura-e-alicate&lt;/a&gt; parece ganhar pouco, porém sem risco de perda, esses podem ganhar muito, mas com risco de perda total.  Nunca vi, mas sabe-se que quando não há licença para vender nas ruas, é permitido ao estado confiscar os produtos. Essa é uma questão complexa. Já cheguei a ver um pipoqueiro ser abordado por tal razão, e foi ruim vivenciar, pois o sujeito parecia extremamente pressionado. Em um ato desses perde-se todo o “investimento”. Talvez o pouco que tinha. O estado nem deve ter o que fazer com a mercadoria, talvez até a utilize. Tudo em prol das grandes empresas e seus direitos, autorais ou não! Mas a questão não é tomar as mercadorias. É tomar as esperanças de uma vida, quem sabe até uma vida!&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;    Como dito no &lt;a href="http://blogoosfero.cc/verdadeoumentira/verdade-ou-mentira/amolo-faca-tesoura-e-alicate"&gt;amolo-faca-tesoura-e-alicate&lt;/a&gt;, a aposentadoria não é suficiente para viver com qualidade, assim como o salário mínimo. E muito menos há espaço para todos no mercado de trabalho formal.  Talvez seja essa uma razão para se tornar camelô.  Como o produto é muito barato, seu custo é, portanto muito baixo. Se um CD é cinco reais, seu custo deve ter sido de R$ 1,50. É violência sobre violência!  Disso não se deve esperar tanta qualidade, mas não significa necessariamente baixa qualidade. Deve ser muito ansiolítico trabalhar em um meio onde de uma hora para outra você pode perder todo seu investimento e produtos. Quem dirá saber o tempo de trabalho e quanto ganham ao mês!&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;    Ademais, parece ser diferente comprar em um camelô isolado ou um junto a vários outros, ainda que seja o mesmo camelô. Por outro lado, parecem ser extremante necessários para o consumo. Apesar da lei, ninguém, ou uma minoria tem condições de comprar só produtos originais. As grandes empresas tentam afirmar que é justo elas controlarem o mercado!&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;   Muitos dos “donos” de camelôs não tiveram acesso ao mercado de trabalho formam, e acharam essa saída. O consumo seria extremamente reduzido sem eles.  O que seria dos comerciantes, consumidores e do próprio camelô sem suas corcovas?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Lembrem-se de referenciar a fonte caso utilizem algo deste blog.Dúvidas, comentários, complementações? Deixe nos comentários.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Escrito por: Rafael Pisani&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Referências:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Disponível em: &lt;a href="http://blogoosfero.cc/verdadeoumentira/verdade-ou-mentira/amolo-faca-tesoura-e-alicate"&gt;http://blogoosfero.cc/verdadeoumentira/verdade-ou-mentira/amolo-faca-tesoura-e-alicate&lt;/a&gt; Rafael Pisani Ribeiro/ http://blogoosfero.cc/verdadeoumentiraData de acesso: 09 de Março de 2015&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Disponível em: &lt;a href="http://www.vagalume.com.br/gabriel-pensador/o-resto-do-mundo.html"&gt;http://www.vagalume.com.br/gabriel-pensador/o-resto-do-mundo.html&lt;/a&gt; Gabriel o Pensador/ &lt;a href="http://www.vagalume.com.br/"&gt;http://www.vagalume.com.br&lt;/a&gt; Data de acesso: 09 de Março de 2015&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description><pubDate>Tue, 10 Mar 2015 19:20:10 -0300</pubDate><link>http://blogoosfero.cc/assembleiapopular/blog/o-camelo-e-o-camelo</link><guid>http://blogoosfero.cc/assembleiapopular/blog/o-camelo-e-o-camelo</guid></item><item><title>Amolo faca, tesoura e alicate</title><description>&lt;p&gt;       Recentemente ocorreu um evento estranho. Não foi um estranho postivo e muito menos negativo. Na verdade, foi aquele tipo de evento que altera um pouco a trajetória da vida. Em termos classificatórios, um evento reflexivo. Parado em casa, sem muito o que fazer, a campainha toca. Certamente não foi um evento feliz, ouvi-la tocar. Queria ficar sozinho naquele momento e o toque de uma campainha poderia significar tudo, inclusive o fim de minha solidão intencional. Não uma solidão solitária, mas daquelas que se quer ter, daquelas que servem para dar um tempo a si mesmo. A escolha não era negar a presença do outro, e sim escolher a si mesmo, ao menos por algum tempo. Mas essas ideias não apareceram no momento. O que me veio foi o sentimento que pode ser traduzido pela seguinte frase: “Que incômodo, o que será?”. Porém, apesar de todas as circunstâncias não poderia deixar de atender a campainha.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;       Decidi atender de uma forma mais prática. Uma forma em que nem mesmo ir ao portão era necessário. Bastou abrir a janela e perguntar: “Quem é?”. E eis que vem a resposta marcante. Mas antes, vamos a descrição da cena. Parei em frente à janela, a uma distância considerável do portão, que dirá do sujeito. Fiz a pergunta e eis que me aparece alguém segurando uma espécie de mala de ferramentas, provavelmente adequada ao trabalho e vestido de forma simples. Sua vestimenta não era nem feia nem bonita, alguns podiam julgar mal o indivíduo, mas era a sua roupa própria para o trabalho. Ora, ninguém faz trabalhos manuais de terno e gravata! Então, um senhor que aparentava ter próximo de 40 anos diz: “Amolo faca, tesoura e alicate”. E eu digo: “Não, hoje não senhor.”, de forma mais educada possível. Mas esse foi um evento no mínimo estranho.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;       Primeiro a minha ação. Juro que a resposta não foi intencional, muito menos consciente, aliás, foi inconsciente, mas no sentido de automática, não demandou esforço algum de pensamento. A resposta em si também é estranha. Eu provavelmente contei uma mentira, ou melhor dizendo, uma meia verdade. De fato não era possível querer o serviço naquele dia. Primeiro porque não sou o responsável pela cozinha da casa e segundo porque não tinha dinheiro naquele momento. Isso justificava a resposta: “Não, hoje não senhor.”. Mas essa era a metade verdadeira dela. A metade mentirosa está em sua essência. Provavelmente a resposta correta seria: “Não, nunca senhor.” Não pelo sujeito em si, nem pela profissão, mas pelos motivos que justificam a meia verdade. Todavia, a resposta foi automática e não dá para mudar o passado. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;       Agora pelo lado dele fica um pouco mais estranho, quase uma questão social. O que pensaria esse senhor se dissesse: “Não, nunca senhor.”? Ficaria certamente desapontado, mas a resposta seria a mais sincera possível. Mas sem querer escolhi ser educado, e nesse caso fazer isso, significou ser mentiroso. Será que é sempre assim? Segundo, quantas vezes naquele dia, ou quem sabe naquela semana ele não teria ouvido a mesma frase? Será que foi mais do que uma resposta oposta? Ou pior, quantas pessoas disseram “Pode entrar?”. Esse já é um terceiro ponto a ser analisado. Continuemos nesse. Analisando a situação em si, valorizei o sujeito de uma forma extremamente baixa, ou melhor, o desvalorizei. Nem me dei ao esforço de abrir o portão para ele dizer o que queria ali. Tudo que fiz quanto a minha resposta, foi fazer como que um sim com a cabeça e sair, sem demonstrar emoção. Quem sabe tenha se acostumado com aquilo. E ainda, quem era aquele sujeito?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;       Poderia ser um senhor aposentado querendo aumentar a renda, pois a aposentadoria não era suficiente. Isso é possível porque não sabia sua idade ao certo. Tudo que tenho sobre ele é um chute. Poderia também ser um pai de família desempregado tentando seu sustento, ou ao menos um que tentava aumentar a renda nesses tempos difíceis. O fato é que a aposentadoria de salário mínimo não é suficiente para se viver com qualidade, assim como o salário mínimo. E muito menos há espaço para todos no mercado de trabalho formal. Em todas as possibilidades, a de o sujeito ser alguém bem sucedido me parece mínima, cabendo a reflexão. Pensando agora no contexto geral, porque ao menos não fui abrir a porta?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;       No meu caso específico já foi explicado anteriormente: a solidão desejada. Mas em outros, parece ter a ver com a noção de segurança, ou melhor, insegurança. As pessoas parecem estar com tanto medo, que negam a entrada de qualquer sujeito em sua casa, principalmente se não estiverem bem vestidos. A casa parece ter virado um espaço de segurança privada, na qual ninguém, exceto quem é permitido entra. Por essa razão, a frase extremamente objetiva do indivíduo: “Amolo faca, tesoura e alicate” parece não ter efeito. Não pela frase em si, pela lógica do marketing é o slogan perfeito, diz tudo que tem a oferecer. Talvez a razão seja contextual. Um sujeito aparentemente mal vestido toca a campainha e tenta vender algo em que é preciso entrar no domicílio. O produto não importa, não vai entrar em minha casa! Em certo grau, tal situação demonstra vários aspectos sociais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;       Um deles é a automatização de certas respostas, mesmo para aqueles com alguma capacidade reflexiva e consciência social. O outro, sobre um mercado de trabalho onde não há espaço para todos, e mesmo para quem o alcança, só é o suficiente para sobreviver. E o terceiro, sobre certa insegurança social, pessoas aprisionadas dentro de si e sua casa, sempre prevendo as possibilidades negativas. Estranho é que em termos mercadológicos, a pessoa fez da melhor forma possível, errando só na questão social que não tinha como saber. Tudo através do senso comum. Tinha um bom slogan, e dava a comodidade ao cliente de levar o serviço em casa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;       O mesmo ofício feito em lojas fixas custaria gasolina ou passagem de ida e volta e mais o serviço. Ou seja, em termos de comodidade estava perfeito, e essa ideia genial veio de alguém provavelmente sem estudos na área. Bastou pensar: “Que tal ir de casa em casa tentar ganhar dinheiro com o que faço?”, mas em uma linguagem bem mais simples, talvez “Vou trabalhar”. Apesar de tudo isso há algo extremamente pior. Dentre os que aceitam o serviço, há a possibilidade de querer pagar um valor injusto. Em todo grau, deixo meu respeito nesse texto a esses trabalhadores. Reparem, após tudo, o valor cobrado pelo serviço foi o que teve menos importância. Como fica o vendedor nessa história?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Lembrem-se de referenciar a fonte caso utilizem algo deste blog.Dúvidas, comentários, complementações? Deixe nos comentários.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Escrito por: Rafael Pisani&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description><pubDate>Wed, 04 Mar 2015 19:38:16 -0300</pubDate><link>http://blogoosfero.cc/assembleiapopular/blog/amolo-faca-tesoura-e-alicate</link><guid>http://blogoosfero.cc/assembleiapopular/blog/amolo-faca-tesoura-e-alicate</guid></item><item><title>Agua não serve para produzir energia </title><description>&lt;p&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;    O tema de fevereiro foi “Cadê a Água?”.O primeiro texto foi “&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #000080;"&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;quem-roubou-a-agua&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;”, questionando se há&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt; um culpado de seu sumiço. O segundo tratou sobre “&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #000080;"&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;o-que-seriamos-sem-a-agua&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;” e finalmente o terceiro relacion&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;ou “&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #000080;"&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;coca-cola-mineração-e-a-falta-de-agua&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;”. O último será sobre energias alternativas. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;    No primeiro texto, foi debatido sobre a influência do meio político na crise hídrica. A conclusão foi que não há influência marcante de um único partido político. Eles são nada mais que um elemento na estrutura política democrática. O segundo, sobre como seria a vida sem esse bem natural tão importante e a conscientização gerada pelo problema. No terceiro, dados mostraram que apesar da falta de água, ela não ocorre somente para o consumo humano, pois uma parte significativa vai para a Coca Cola e seus refrigerantes, Mineração, &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Siderurgia, Indústria e Agroindústria. Uma das conclusões foi que parece prevalecer a lógica do lucro. Pois bem, vejamos as energias alternativas e/ou renováveis. As&lt;a class="sdfootnoteanc" href="#sdfootnote1sym" name="sdfootnote1anc"&gt;&lt;sup&gt;1&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #000080;"&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;span style="color: #000080;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;energias disponíveis&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt; são: eólica, hidráulica, biomassa, maremotriz e geotérmica. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;    A Biomassa tem a vantagem de ser nula na produção de CO2, pois recupera a quantidade que cria. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #000080;"&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;span style="color: #000080;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;A eólica&lt;a class="sdfootnoteanc" href="#sdfootnote2sym" name="sdfootnote2anc"&gt;&lt;sup&gt;2&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt; tem vantagens como ser inesgotável, não emitir gases poluíveis e ser positiva para a comunidade onde se instala, o Estado e seus promotores. Por outro lado, ocupa espaço considerável e a energia é gerada de acordo com a quantidade de vento, que não pode ser controlada, além de afetar as aves e produzir um ruído constante&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #ff3333;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;.&lt;a class="sdfootnoteanc" href="#sdfootnote3sym" name="sdfootnote3anc"&gt;&lt;sup&gt;3&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style="color: #000080;"&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;span style="color: #000080;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;A energia sola&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;r pode ter alguma vantagem sobre as hidrelétricas. Isso porque uma casa com esse tipo de abastecimento gera 1000KWh (Quilowatt-hora) de energia por mês com placas unilaterais recebendo 5 horas de sol por dia e custa 40 mil reais. Se considerarmos 10 horas de sol, com 800 milhões de reais, sería possível gerar 20 milhões ou 20MWH (&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Megawatt-hora&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;) por mês. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;span style="color: #000000;"&gt;    Meios para gerar energia sem usar água existem, o problema é quando o lucro atrapalha. Se todos querem ganhar encima, claro que a tecnologia irá ficar cara. Mas o tema em questão serve para todos, isto é, a existência de um bem tão importante quanto a água. Tratá-la assim é pensar na humanidade&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #ff3333;"&gt;. &lt;/span&gt;Além de todas essas fontes já conhecidas, e com diversos textos por ai a descrevê-las, que tal ser criativo?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;sup&gt;    &lt;a class="sdfootnoteanc" href="#sdfootnote4sym" name="sdfootnote4anc"&gt;4&lt;/a&gt;&lt;/sup&gt;&lt;span style="color: #000080;"&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;span style="color: #000080;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Alfredo Moser&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;, um mecânico da cidade de Uberaba, município de Belo Horizonte, conseguiu criar lâmpadas utilizando uma garrafa plástica pet com água e cloro. Ou ainda, a próxima ideia parece ser ainda mais prática. &lt;a class="sdfootnoteanc" href="#sdfootnote5sym" name="sdfootnote5anc"&gt;&lt;sup&gt;5&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;TODO TELHADO É UM GERADOR DE ENERGIA EM POTENCIAL. E demora menos tempo para aplicar que hidroelétricas&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="left"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;span style="color: #000000;"&gt;Lembrem-se de referenciar a fonte caso utilizem algo deste blog.Dúvidas, comentários, complementações? Deixe nos comentários.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="left"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;span style="color: #000000;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Escrito por: Rafael Pisani&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;Referências:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;Disponível em: &lt;/span&gt;&lt;span style="color: #000080;"&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;span style="color: #000080;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;http://blogoosfero.cc/assembleiapopular/blog/energia-solar-para-todos-e-mais-viavel-que-hidreletricas&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt; Thiago Henrique Ferreira Zoroastro/ &lt;/span&gt;&lt;span style="color: #000080;"&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;span style="color: #0563c1;"&gt;http://blogoosfero.cc/assembleiapopular&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;Data de acesso: 20 de Fevereiro de 2015&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;Disponível em: &lt;/span&gt;&lt;span style="color: #000080;"&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;span style="color: #000080;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;http://blogoosfero.cc/assembleiapopular/blog/todo-telhado-e-um-gerador-de-energia-em-potencial&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt; Thiago Henrique Ferreira Zoroastro/ &lt;/span&gt;&lt;span style="color: #000080;"&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;span style="color: #0563c1;"&gt;http://blogoosfero.cc/assembleiapopular&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt; Data de acesso: 20 de Fevereiro de 2015&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;Disponível em: &lt;/span&gt;&lt;span style="color: #000080;"&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;span style="color: #000080;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;http://blogoosfero.cc/verdadeoumentira/verdade-ou-mentira/quem-roubou-a-agua&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt; Rafael Pisani Ribeiro/ &lt;/span&gt;&lt;span style="color: #000080;"&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;span style="color: #0563c1;"&gt;http://blogoosfero.cc/verdadeoumentira&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt; Data de acesso: 20 de Fevereiro de 2015&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;Disponível em: &lt;/span&gt;&lt;span style="color: #000080;"&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;span style="color: #000080;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;http://blogoosfero.cc/verdadeoumentira/verdade-ou-mentira/o-que-seriamos-sem-a-agua&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt; Rafael Pisani Ribeiro/ &lt;/span&gt;&lt;span style="color: #000080;"&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;span style="color: #0563c1;"&gt;http://blogoosfero.cc/verdadeoumentira&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt; Data de acesso: 20 de Fevereiro de 2015&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;Disponível em: &lt;/span&gt;&lt;span style="color: #000080;"&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;span style="color: #000080;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;http://livrevozdopovo.blogspot.com.br/2015/02/brasileiro-inventor-de-luz-engarrafada.html&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt; Damiao Dantas/ &lt;/span&gt;&lt;span style="color: #000080;"&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;span style="color: #000080;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;http://livrevozdopovo.blogspot.com.br&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt; Data de acesso: 20 de Fevereiro de 2015&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;Disponível em: &lt;/span&gt;&lt;span style="color: #000080;"&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;span style="color: #000080;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;http://www.neosolar.com.br/aprenda/saiba-mais/energias-renovaveis-ou-energias-alternativas&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt; neosolar energia/ &lt;/span&gt;&lt;span style="color: #000080;"&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;span style="color: #000080;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;http://www.neosolar.com.br&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt; Data de acesso: 20 de Fevereiro de 2015&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;Disponível em: &lt;/span&gt;&lt;span style="color: #000080;"&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;span style="color: #000080;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;http://www.portal-energia.com/vantagens-desvantagens-da-energia-eolica/&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt; Portal Energia/ &lt;/span&gt;&lt;span style="color: #000080;"&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;span style="color: #000080;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;http://www.portal-energia.com&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt; Data de acesso: 20 de Fevereiro de 2015&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="left"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;_____________________________________________________________&lt;/p&gt;
&lt;div&gt;
&lt;p class="sdfootnote"&gt;&lt;a class="sdfootnotesym" href="#sdfootnote1anc" name="sdfootnote1sym"&gt;1&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Fonte das energias disponíveis e sobre a biomassa: &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #000080;"&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;a href="http://blogoosfero.cc/\h"&gt;&lt;span style="color: #000080;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;http://www.neosolar.com.br/aprenda/saiba-mais/energias-renovaveis-ou-energias-alternativas&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;p class="sdfootnote"&gt;&lt;a class="sdfootnotesym" href="#sdfootnote2anc" name="sdfootnote2sym"&gt;2&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Fonte da energia Eólica: &lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style="color: #000080;"&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;a href="http://blogoosfero.cc/\h"&gt;&lt;span style="color: #000080;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;http://www.portal-energia.com/vantagens-desvantagens-da-energia-eolica/&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;p class="sdfootnote"&gt;&lt;a class="sdfootnotesym" href="#sdfootnote3anc" name="sdfootnote3sym"&gt;3&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Fonte da energia solar: &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #000080;"&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;a href="http://blogoosfero.cc/\h"&gt;&lt;span style="color: #000080;"&gt;&lt;span style="font-family: serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;http://blogoosfero.cc/assembleiapopular/blog/energia-solar-para-todos-e-mais-viavel-que-hidreletricas&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;p class="sdfootnote"&gt;&lt;a class="sdfootnotesym" href="#sdfootnote4anc" name="sdfootnote4sym"&gt;4&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Fonte de Alfredo Moser: &lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style="color: #000080;"&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;a href="http://blogoosfero.cc/\h"&gt;&lt;span style="color: #000080;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;http://livrevozdopovo.blogspot.com.br/2015/02/brasileiro-inventor-de-luz-engarrafada.html&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;p class="sdfootnote"&gt;&lt;a class="sdfootnotesym" href="#sdfootnote5anc" name="sdfootnote5sym"&gt;5&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Fonte da última frase: &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #000080;"&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;a href="http://blogoosfero.cc/\h"&gt;&lt;span style="color: #000080;"&gt;&lt;span style="font-family: serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;http://blogoosfero.cc/assembleiapopular/blog/todo-telhado-e-um-gerador-de-energia-em-potencial&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;</description><pubDate>Tue, 24 Feb 2015 12:55:58 -0300</pubDate><link>http://blogoosfero.cc/assembleiapopular/blog/agua-nao-serve-para-produzir-energia</link><guid>http://blogoosfero.cc/assembleiapopular/blog/agua-nao-serve-para-produzir-energia</guid></item><item><title>Coca Cola, Mineração e a falta de Água  </title><description>&lt;p style="text-indent: 2cm; line-height: 150%;" align="left"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman,serif;"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;Inspirado por um ótimo texto, onde o autor descrevia como seria São Paulo sem água decidi falar sobre essa possibilidade com um olhar diferente. Por isso tentei procurá-lo, mas não achei. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;Para uma compreensão mais detalhada dos dados utilizados é interessante ler as referências.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt; Em todo grau, o &lt;/span&gt;&lt;span style="color: #ff3333;"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;a class="sdfootnoteanc" href="#sdfootnote1sym" name="sdfootnote1anc"&gt;&lt;sup&gt;1&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt; &lt;a href="http://noticias.terra.com.br/brasil/cidades/sp-falta-agua/"&gt;site terra&lt;/a&gt; tem uma notícia do tipo. E não vem desprovido de ideologias, ainda que tente disfarçar. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-indent: 2cm; line-height: 150%;" align="left"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman,serif;"&gt;Passa informações importantes e mostra como se tornaria a vida do cidadão. Essas informações vieram inclusive como uma possibilidade, dando material a imaginação. A questão ideológica, no entanto, não é essa. Em suas possibilidades só o cidadão é responsável pela falta de Água. Só ele paga o preço. Empresas, fábricas e comércios continuam na mesma, ou melhor, tem prejuízo, mas o cidadão paga por ele. O ponto de interesse é exatamente esse. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-indent: 2cm; line-height: 150%;" align="left"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman,serif;"&gt;Primeiro vamos trocar o termo culpa por resposabilidade. O cidadão é sim responsável pela crise hídrica, mas não com maior parcela. É preciso que tome consciência e saiba utilizar um bem tão valioso, mas outras instâncias tem uma responsabilidade ainda maior. Essas instâncias tem a vantagem da proteção informacional, isto é, os meios de comunicação tiram sua responsabilidade e culpam o cidadão. As empresas são responsáveis, os cidadãos culpados. Afinal de contas, quais são essas outras instâncias?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-indent: 2cm; line-height: 150%;" align="left"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman,serif;"&gt;As empresas e atividades listadas no título são grandes exemplos. Vejamos a produção de refrigerantes. Segundo &lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;a class="sdfootnoteanc" href="#sdfootnote2sym" name="sdfootnote2anc"&gt;&lt;sup&gt;2&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.setor1.com.br/bebidas/refrigerantes/a_gua.htm"&gt;esse site&lt;/a&gt; a Água é seu principal componente e é matéria-prima indispensável. Em termos numéricos quanto de Água a produção de refrigerantes gasta? Com certeza não é pequena. Portanto viva a Coca Cola e sua grande responsabilidade sobre a falta de Água! Um possível corte na produção de refrigerantes fez falta na previsão do Site terra. E ainda por cima há outras marcas e produtos aos quais a Coca Cola é possuidora, onde provavelmente a Água também é ingrediente indisponível. E a mineração?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-indent: 2cm; line-height: 150%;" align="left"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman,serif;"&gt;Segundo&lt;span style="color: #800000;"&gt; &lt;a class="sdfootnoteanc" href="#sdfootnote3sym" name="sdfootnote3anc"&gt;&lt;sup&gt;3&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://minaslivre.com.br/plus/modulos/noticias/ler.php?cdnoticia=3006"&gt;esse site, &lt;/a&gt;Minas Gerais pediu ao cidadão Mineiro que economizasse até 30% de Água. Assim como pretende racionar e aplicar multas e sobretaxas para consumos excessivos. O problema não é o cidadão economizar, mas sim torná-lo o maior “culpado” e ainda fazê-lo pagar mais caro por isso. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-indent: 2cm; line-height: 150%;" align="left"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman,serif;"&gt;Mineração, Siderurgia, Indústria e Agroindústria são as maiores consumidoras. Logo após vem o saneamento e por fim o cidadão. Em termos do rio Paraopeba 56,30% de sua Água é utilizada para indústria, mineração e plantações. Equivale a dizer que menos da metade é para consumo humano! Dentre os vários usuários empresariais, somente um deles consome diariamente o suficiente para abastecer uma cidade de 700 mil habitantes por dia. O cidadão é que deve economizar? &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-indent: 2cm; line-height: 150%;" align="left"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman,serif;"&gt;É ilógico responsabilizar o que menos consome, e mesmo com uma economia perfeita o resultado não seria considerável no todo. 30% de quem tem, em um chute estatístico 40% do consumo equivale a um consumo reduzido de 12%. Se as Mineradores consomem muita Água e ela está faltando, que se transfira seu uso para o consumo humano e se reduza para a mineração. Se vai faltar Água para beber, que se dê fim a produção de refrigerantes. Assim aparece a pergunta: metais minerados e refrigerantes são mais importantes que tomar Água?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="line-height: 150%;" align="left"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman,serif;"&gt;Lembrem-se de referenciar a fonte caso utilizem algo deste blog.Dúvidas, comentários, complementações? Deixe nos comentários.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Escrito por: Rafael Pisani&lt;/p&gt;
&lt;p style="line-height: 150%;" align="left"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman,serif;"&gt;Referências:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="line-height: 150%;" align="left"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman,serif;"&gt;Disponível em: &lt;a href="http://noticias.terra.com.br/brasil/cidades/sp-falta-agua/"&gt;http://noticias.terra.com.br/brasil/cidades/sp-falta-agua/&lt;/a&gt; Terra/ &lt;a href="http://noticias.terra.com.br/"&gt;http://noticias.terra.com.br&lt;/a&gt; Data de acesso: 13 de Fevereiro de 2015&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="line-height: 150%;" align="left"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman,serif;"&gt;Disponível em: &lt;a href="http://www.setor1.com.br/bebidas/refrigerantes/a_gua.htm"&gt;http://www.setor1.com.br/bebidas/refrigerantes/a_gua.htm&lt;/a&gt; Setor 1/ &lt;a href="http://www.setor1.com.br/bebidas/refrigerantes/a_gua.htm"&gt;http://www.setor1.com.br&lt;/a&gt; Data de acesso: 13 de Fevereiro de 2015&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="line-height: 150%;" align="left"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman,serif;"&gt;Disponível em: &lt;a href="http://minaslivre.com.br/plus/modulos/noticias/ler.php?cdnoticia=3006"&gt;http://minaslivre.com.br/plus/modulos/noticias/ler.php?cdnoticia=3006&lt;/a&gt; Thaís Mota/ &lt;a href="http://minaslivre.com.br/plus/modulos/noticias/ler.php?cdnoticia=3006"&gt;http://minaslivre.com.br&lt;/a&gt; Data de acesso: 13 de Fevereiro de 2015&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;div&gt;
&lt;p class="sdfootnote"&gt;&lt;a class="sdfootnotesym" href="#sdfootnote1anc" name="sdfootnote1sym"&gt;1&lt;/a&gt;Link comentado: &lt;a href="http://noticias.terra.com.br/brasil/cidades/sp-falta-agua/"&gt;http://noticias.terra.com.br/brasil/cidades/sp-falta-agua/&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;p class="sdfootnote"&gt;&lt;a class="sdfootnotesym" href="#sdfootnote2anc" name="sdfootnote2sym"&gt;2&lt;/a&gt;Fonte: &lt;span style="font-family: Times New Roman,serif;"&gt;&lt;a href="http://www.setor1.com.br/bebidas/refrigerantes/a_gua.htm"&gt;http://www.setor1.com.br/bebidas/refrigerantes/a_gua.htm&lt;/a&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;p class="sdfootnote"&gt;&lt;a class="sdfootnotesym" href="#sdfootnote3anc" name="sdfootnote3sym"&gt;3&lt;/a&gt;Fonte dos dados seguintes: &lt;span style="font-family: Times New Roman,serif;"&gt;&lt;a href="http://minaslivre.com.br/plus/modulos/noticias/ler.php?cdnoticia=3006"&gt;http://minaslivre.com.br/plus/modulos/noticias/ler.php?cdnoticia=3006&lt;/a&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;</description><pubDate>Thu, 19 Feb 2015 09:03:53 -0200</pubDate><link>http://blogoosfero.cc/assembleiapopular/blog/coca-cola-mineracao-e-a-falta-de-agua</link><guid>http://blogoosfero.cc/assembleiapopular/blog/coca-cola-mineracao-e-a-falta-de-agua</guid></item><item><title>A Banalidade da Política</title><description>&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Escrevo este texto em resposta ao Professor Luiz Paulo Rouanet, que possui um texto interessantíssimo neste link: &lt;a href="https://algumafilosofia.wordpress.com/2015/01/08/a-banalidade-da-politica/"&gt;https://algumafilosofia.wordpress.com/2015/01/08/a-banalidade-da-politica/&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Primeiramente eu queria dizer que a política no Facebook será sempre uma banalidade. Enquanto eles continuarem mantendo nossa política totalmente dependente do Faceboook (ter conta no Facebook e fazer o que quiser lá não é o problema) permanecerão deixando a política repleta de banalidade, com direito aos protestos que acabam violentos enquanto as pessoas não ficam sabendo de qualquer novidade democrática por causa da desinformação na mídia.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Eles querem produzir conhecimento, mas conhecimento trancado sem qualquer aplicação. Podem produzir artigos, comunicações, iniciações científicas, mas sem qualquer retorno ao Estado, que financia suas pesquisas. Querem ganhar dinheiro para produzir, não aceitam serem questionados, querem ser donos da verdade e odeiam quando estão sendo mostrados que não tem razão em continuarem a fazer a política totalmente dependente do Facebook.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;A banalidade da política é algo que todos praticam em um lugar que nunca acontece nada de novo. Todos os anos teremos os mesmos fatos se não mudarmos de rede que fazemos a política o Brasil, e eu não gosto dessa ideia de muitas mais manifestações inúteis que não levam a nada, enquanto as TVs não divulgam as Redes e APlicativos Federais, que são a nossa única forma de combater a corrupção.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Já que eles tratam a nossa política como uma das banalidades do Facebook, então não temos autonomia. Nem sequer poder de mudança, porque a política acontecerá sempre no Facebook e terão protestos com gente desinformada o suficiente para causar apenas estragos. Somos uma Pátria Educadora e precisamos levar mais a sério nossa política.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description><pubDate>Tue, 17 Feb 2015 18:51:37 -0200</pubDate><link>http://blogoosfero.cc/assembleiapopular/blog/a-banalidade-da-politica</link><guid>http://blogoosfero.cc/assembleiapopular/blog/a-banalidade-da-politica</guid></item><item><title>ELE DIZ QUE É AUTONOMIA</title><description>&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 14pt;"&gt;“Eu tenho autonomia para usar Facebook e não a rede governamental que o Governo lançou mas as TVs nunca anunciaram porque queriam nos fazer de idiotas para sermos Black Bloc desestabilizando o nosso país. Afinal, governo bom é governo sem direção. Acredito em tudo que as TVs mostram, porque a realidade se resume ao que eles noticiam.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img alt="" src="http://blogoosfero.cc/articles/0042/8253/Viseira-de-cavalo.jpg" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 14pt;"&gt;TENHO AUTONOMIA PARA USAR FACEBOOK, SIM!!!”&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Thu, 12 Feb 2015 12:15:31 -0200</pubDate><link>http://blogoosfero.cc/assembleiapopular/blog/ele-diz-que-e-autonomia</link><guid>http://blogoosfero.cc/assembleiapopular/blog/ele-diz-que-e-autonomia</guid></item></channel></rss>