Por João Guilherme Vargas Netto
Há dois aspectos da inominável carta de Trump ao presidente Lula que merecem repúdio, mas requerem tratamento diferenciado.
O primeiro é a agressão à democracia brasileira, às suas instituições e em defesa de Bolsonaro, cujo repúdio é inegociável e deve suscitar as mais firmes iniciativas políticas em resposta.
O segundo é a absurda e antieconômica taxação de 50% sobre todos os produtos brasileiros comercializados com os Estados Unidos depois de 1º de agosto, que merece repúdio também, mas exige e pressupõe negociações que diminuam o dano (levando-se sempre em conta o “morde e assopra” de Trump).
Ambos os aspectos são tratados com clareza pela nota conjunta das centrais sindicais, que orienta as ações do movimento dos trabalhadores.
A nota vertebra as ações das direções sindicais, garantindo a unidade de ação do movimento sindical em três direções.
A primeira delas é junto às bases, que devem ser esclarecidas e mobilizadas, antecipando-se aos efeitos nefastos da taxação e convocadas a serem forças atuantes de resistência e de denúncia.
A segunda é o apelo a uma convocação imediata do Conselhão, onde em conjunto com outras representações, o Brasil expresse sua posição, ecoando as ações corretas do governo e da diplomacia.
E a terceira é o empenho do movimento sindical dos trabalhadores em alcançar com setores patronais, sob a liderança do vice-presidente da República, a diminuição dos aspectos negativos da taxação nos diversos setores envolvidos, garantindo-se com a Lei de Reciprocidade o direito de defesa das empresas, dos empregos e dos trabalhadores.
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