Por João Guilherme Vargas Netto
Terminadas as eleições municipais em que o eleitorado deu um claro recado de normalização da vida política nacional, os dirigentes sindicais e todos os trabalhadores e trabalhadoras voltam à sua rotina.
O presidente Lula deve perceber que os fatos positivos da conjuntura – emprego, salário e projetos vantajosos para a sociedade – não têm, por si sós, garantido o avanço de sua avaliação positiva e deve buscar a correção disto e as ações necessárias para superar esta disfunção.
O movimento sindical poderá ser um parceiro importante nesta correção desde que suas direções se convençam da necessidade de valorizarem aquilo que tem sido feito por eles próprios e pelo governo do presidente Lula.
Causa-me estarrecimento que persista o silêncio, por exemplo, sobre os resultados positivos das campanhas salariais com ganhos reais e baixa inflação.
As necessidades do presidente Lula casam-se com as necessidades do movimento sindical e as duas partes podem e devem agir em conjunto para fortalecer o próprio movimento sindical, enfrentar os problemas e superar as dificuldades.
Dificuldades que ficaram visíveis quando os apoiadores de Ricardo Nunes conseguiram, na semana do segundo turno eleitoral em São Paulo, mobilizar centenas de trabalhadores no centro da cidade em oposição ao desconto de contribuição negocial de um sindicato de funcionários municipais e terceirizados. Mais que nunca fica evidente a necessidade de trabalho correto e persistente, capaz de enfrentar uma situação de desgaste e confusão.
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