Por João Guilherme Vargas Netto
Nos fins do primeiro ano do mandato do presidente Lula há uma evidente contradição entre os indicadores positivos e coerentes da economia que beneficiam milhões e o ambiente conturbado nos mundos político, ideológico e comunicacional (mídia grande e redes sociais) com uma polarização que se mantém, alimentada por fatos diversos, uma oposição negacionista e renitente e parece empurrar o Brasil para o abismo, um abismo que tem até biografia editada em livro recente.
Para o movimento sindical dos trabalhadores, interessado em garantir e manter sua relevância, é essencial que se apoie na conjuntura econômica positiva que beneficia suas bases e fuja das desorientações provocadas pela polarização (às vezes artificial) e por um identitarismo exagerado.
A ação sindical, como é evidente, torna-se mais efetiva e eficiente quando se tem mais de 100 milhões de brasileiros e de brasileiras empregados e trabalhando, quando as negociações coletivas garantem aumentos reais de salários, quando o próprio salário mínimo continua sendo valorizado (uma das políticas governamentais que alimentam a positividade da economia), quando a inflação é exígua, os juros Selic cadentes e o PIB cresce (desmentindo sistematicamente as cassandras cujas opiniões, sempre negativas, ganham com o esquecimento).
Não interessa, pois, à ação sindical atravessar a rua para escorregar em casca de banana na outra calçada, mas sim pisar firme no terreno da conjuntura econômica positiva que deve se manter no próximo ano.
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