Por Altamiro Borges
Ao decretar a prisão domiciliar de Jair Bolsonaro nesta segunda-feira (4), o ministro Alexandre de Moraes citou nominalmente o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG), o infantil Nikolas Chupetinha, acusando-o de tentar coagir o Supremo Tribunal Federal (STF). A crítica, porém, não resultou em nenhuma punição ao parlamentar, que segue impune e ainda dobrou sua aposta contra a Justiça.
“O réu atendeu ligação telefônica por chamada de vídeo do deputado federal Nikolas Ferreira, oportunidade em que o parlamentar usou Jair Messias Bolsonaro para impulsionar as mensagens proferidas na manifestação na tentativa de coagir o Supremo e obstruir a Justiça e com o amplo conhecimento das medidas cautelares impostas”, escreveu Alexandre de Moraes.
Após a citação, Nikolas Ferreira decidiu radicalizar a sua posição. “Prisão domiciliar decretada de Jair Bolsonaro por Moraes. Motivo: Corrupção? Rachadinha? Desvio de bilhões? Roubou o INSS? Não. Seus filhos postaram conteúdo dele nas redes sociais. Que várzea!!”, postou o provocador. Já em um vídeo postado no X, o fedelho fascista esbravejou: “Lei Magnitsky é pouco para o ministro Alexandre de Moraes. O que resta para ele mesmo é uma boa cadeia”.
Nos últimos dias, Nikolas Chupetinha andava meio sumido das redes digitais. O oportunista evitou comemorar as sanções impostas pelo “imperador” Donald Trump contra o Brasil – talvez temendo a reação da sua base eleitoral em Minas Gerais. Seu sumiço inclusive foi alvo de críticas do fujão Eduardo Bolsonaro, vulgo Dudu Bananinha, e do jornalista Paulo Figueiredo, neto do ditador João Batista Figueiredo e ex-jagunço da Jovem Pan. Fustigado, ele revolveu radicalizar. Conta que ficará impune!
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