Por João Guilherme Vargas Netto
Estes são os quatro mandamentos a serem escrupulosamente seguidos pelos dirigentes sindicais empenhados em bem cumprir suas tarefas e cujas atitudes os definem como líderes.
O primeiro mandamento é não errar. E o erro mais grave é a capitulação, seguido pela bravata sobre as possibilidades de vitória em uma luta (sem as condições necessárias para tanto), ou uma afirmação ou prática destituídas de fundamento.
O segundo mandamento é continuar a fazer o que deve ser feito, entregando aos trabalhadores e as trabalhadoras os resultados da ação coletiva ou de responsabilidade da direção. O funcionamento do sindicato, em todas as suas atribuições, deve ser permanente e efetivo e as conquistas repassadas imediatamente aos interessados.
O terceiro mandamento é o enfrentamento persistente das pressões ideológicas, políticas e econômicas a que está submetida a luta sindical. Nada deve passar em branco e para tanto é indispensável um aparato de comunicação eficaz, desde o olho no olho, as redes sociais de internet e os veículos tradicionais (reuniões, assembleias, boletins e jornais). O dirigente precisa saber na ponta da língua os argumentos em defesa das nossas posições e para o desmanche dos ataques adversários, a começar pelas pressões financeiras e as “cartas de oposição”.
O quarto mandamento é a mobilização, com a “subida” às bases. Toda ocasião deve ser boa para este relacionamento entre o dirigente e os trabalhadores e as trabalhadoras, todo pretexto deve ser invocado para garantir esta aliança, sejam os momentos de vitória, sejam os momentos de dificuldade, sejam os momentos de preparação para as lutas.
Os quatro mandamentos – não errar, entregar resultados, enfrentar os antagonismos e “subir” às bases com mobilização – não resolvem tudo, mas são essenciais na contínua atuação eficaz do dirigente.
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