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BlogueDoSouza

3 de Abril de 2011, 21:00 , por Desconhecido - | No one following this article yet.
Licenciado sob CC (by)

Democratização da Comunicação, Reformas de Base e Direitos Humanos.


Economistas pedem Fora Temer e Diretas Já

31 de Maio de 2017, 8:22, por BlogueDoSouza

Conselho Federal de Economia (Cofecon) divulgou nesta terça-feira (30) nota em pede a saída de Michel Temer e a imediata realização de eleições diretas para seu substituto; segundo entidade dos economistas, presidida por Julio Miragaya, tanto a permanência de Temer quanto a eleição indireta de um novo presidente manterão a economia brasileira 'na UTI' nos próximos 18 meses, com a retração dos investimentos e a consequente ampliação do desemprego, fomentando a desesperança e ampliando o risco de explosão do 'caldeirão social'; "Portanto, afastar Temer, sustar a agenda de 'reformas' e realizar eleições diretas são passos indispensáveis para a tão desejada retomada do crescimento econômico", diz o texto

Do Infomoney - O Conselho Federal de Economia (Confecon) divulgou nota nesta terça-feira (30) em que critica as reformas do governo federal, como a trabalhista e a previdenciária, pede o afastamento do presidente Michel Temer do cargo e ainda prega pela realização de eleições diretas como "passos indispensáveis para a tão desejada retomada do crescimento econômico".

O Cofecon ressalta que já havia pedido, em 19 de maio, a "apuração célere das graves denúncias envolvendo a Presidência" e propôs que "em havendo vacância do cargo de Presidente, que sejam convocadas eleições gerais diretas antecipadas para a Presidência da República e para a Câmara dos Deputados e 2/3 do Senado Federal, com mandatos que excepcionalmente finalizem em 2022, mediante a aprovação de uma Proposta de Emenda Constitucional".

Agora, o Conselho afirma que novos e graves fatos surgiram nos últimos 10 dias: a) a liberação, pela Procuradoria Geral da República, da íntegra da gravação da conversa entre Temer e Joesley Batista; b) entrevista do presidente ao jornal Folha de São Paulo, reconhecendo o teor da gravação; c) a "Marcha dos 100 mil" em Brasília contra as reformas; d) os 13 pedidos de impeachment de Temer já impetrados, em especial o da OAB; e e) o ato com 150 mil manifestantes no Rio de Janeiro pelo impeachment e pelas Diretas Já.

"Tratam-se de fatos que aprofundaram ainda mais a crise político-institucional, com consequências negativas para o cenário econômico", diz a nota.

"Tanto a permanência de Temer quanto a eleição indireta de um novo presidente manterão a economia brasileira 'na UTI' nos próximos 18 meses, com a retração dos investimentos e a consequente ampliação do desemprego, fomentando a desesperança e ampliando o risco de explosão do 'caldeirão social'", diz o texto.

"Portanto, afastar Temer, sustar a agenda de 'reformas' e realizar eleições diretas são passos indispensáveis para a tão desejada retomada do crescimento econômico", conclui a nota do Cofecon.
Brasil247
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Mais uma auditoria internacional inocenta Lula de corrupção na Petrobras

30 de Maio de 2017, 8:10, por BlogueDoSouza

A empresa de auditoria KPMG, uma das mais renomadas do mercado, encaminhou um ofício ao juiz Sérgio Moro informando que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva não cometeu atos de corrupção na gestão da Petrobras. O período analisado vai de 31 de dezembro de 2006 a 31 de dezembro de 2011.

O pedido da auditoria foi feito pelos advogados de defesa do ex-presidente, com o objetivo de trazer algum tipo de prova pericial ao processo que corre na 13ª Vara Federal de Curitiba, que se baseia em testemunhos e convicções.

Essa já é a segunda empresa internacional de auditoria que isenta Lula. A PricewaterhouseCoopers deu o mesmo parecer a respeito da atuação do ex-presidente na Petrobras no mês passado. Segundo a PwC, não existem atos de corrupção ligados a Lula no período entre 2012 e 2016, período que abarca a Operação Lava Jato.

Os pareceres das companhias se somam ao que já foi dito pelas mais de 70 testemunhas ouvidas no processo que corre em Curitiba, que desconhecem qualquer influência ou aval de Lula dentro do esquema irregular que foi montado na estatal petrolífera. Entre os depoentes está Silvio Pettengill Neto, advogado da Petrobras quando Lula presidia o país (atualmente, é procurador da República) e responsável por aferir a legalidade de contratos e procedimentos adotados na companhia. Diante do juiz Moro, ele afirmou que jamais teve conhecimento de qualquer desvio de valores ou pagamento de propina que tenha tido participação ou chegado ao conhecimento de Lula.
Leia também:

- Moro ouve 4 delatores em menos de uma hora em ação contra Lula

Lula.com
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Ato histórico no Rio de Janeiro reúne milhares de pessoas por diretas já

28 de Maio de 2017, 20:36, por BlogueDoSouza


Convocadas por artistas e movimentos sociais, dezenas de milhares de pessoas participaram neste domingo (28) de um grande comício pela realização de eleições diretas para substituir o presidente Michel Temer – caso ele renuncie, seja cassado pelo TSE ou sofra um impeachment – na Praia Copacabana, no Rio de Janeiro.


Uma verdadeira onda humana cantou, embalada por artistas como Caetano e Milton Nascimento, e gritou a plenos pulmões a cada intervalo, pedindo “Diretas já”. Milton Nascimento, que reapareceu em atos políticos depois de algumas décadas, ainda nos lembrou que o papel do artista é estar ao lado do povo. “Todo artista precisa estar onde o povo está”. E o povo está nas ruas.


Organizado pelas frentes Povo sem Medo e Brasil Popular, o evento contou com a apresentação de artistas como Caetano Veloso, Mano Brown, Criolo, Maria Gadu,Teresa Cristina, Mart’nália, Mosquito, Cordão da Bola Preta e BNegão. Além disso, contou com participações e falas de artistas – como Wagner Moura, Daniel Oliveira e Gregório Duvivier -, políticos – como Marcelo Freixo (PSOL), Jandira Feghali (PCdoB) e Lindbergh Farias (PT) – e de movimentos sociais – como Guilherme Boulos, do MTST, e Vagner Freitas, da CUT.

Sul21Midia Ninja / Revista Forum
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Artistas e movimentos de esquerda convocam ato no Rio por diretas

26 de Maio de 2017, 8:00, por BlogueDoSouza


Movimentos de esquerda e artistas convocaram para este domingo (28), na praia de Copacabana, no Rio, um grande ato por eleições diretas.


A manifestação terá apresentações de Caetano Veloso, Mano Brown, Criolo, Teresa Cristina, Mart'nalia, Mosquito, Pretinho da Serrinha, Cordão da Bola Preta, Digital Dubs e Bnegão. O evento está marcado para as 11h, na orla de Copacabana, na altura da rua Siqueira Campos.

O ato está sendo organizado pelas frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo, que reúnem grupos sindicais e movimentos de esquerda.

Artistas divulgam em redes sociais chamamentos para a mobilização. Entre eles estão os atores Adriana Esteves, Wagner Moura, Fábio Assunção, Emanuelle Araújo e o colunista da Folha Gregório Duvivier.

"A nossa crise é uma crise de legitimidade. não podemos permitir que este Congresso, com mais de 200 deputados investigados eleja o nosso próximo presidente. Este não é um movimento de esquerda, não é de direita, é um movimento pela democracia", diz Wagner Moura, em vídeo.

Este deve ser o maior ato pela renúncia do peemedebista e convocação de eleições diretas desde a manifestação da última quarta-feira (24), que acabou em violência, em Brasília.

Uma proposta de emenda à Constituição prevê novas eleições em caso de vacância da Presidência. Pela regra atual, a substituição de Temer seria feita por eleição indireta, já que ele ultrapassou a metade do mandato.



"Vamos botar gente na rua e pressionar para que Temer saia de onde nunca deveria ter estado e para que a gente tenha direito de escolher o próximo presidente da República", diz o ator Wagner Moura.

Venha cantar por #DiretasJá junto com Caetano Veloso, Mano Brown, Criolo, Teresa Cristina, Mart'nália, Mqt Mosquito, Pretinho da Serrinha, Cordão da Bola Preta e muito mais. É neste DOMINGO, dia 28, às 11h, na praia de Copacabana (altura da R. Siqueira Campos)!

O Rio pelas Diretas JÁ :: 28/5 :: Copacabana: https://www.facebook.com/events/1835404203445419/
ASCOM - Assessoria de Comunicação
Receba mais informações sobre o nosso mandato aderindo ao canal: http://telegram.me/jeanwyllys_real

Folha de São Paulo
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Lula aponta farsa da Lava Jato em conluio com a mídia

25 de Maio de 2017, 20:51, por BlogueDoSouza


O Instituto Lula denuncia "conluio" entre procuradores da Lava Jato e Rede Globo, Folha de S. Paulo O Estado de S. Paulo na produção de "mais uma farsa contra o ex-presidente"; "Agendas de ex-diretores da Petrobras, anexadas pelos procuradores à ação sobre o tríplex do Guarujá, foram manipuladas pela imprensa de forma a apontar uma falsa contradição no depoimento de Lula ao juiz Sergio Moro", diz a assessoria; "A juntada de 'documentos' sobre supostas 'reuniões' de Lula com a diretoria da Petrobras não foi fruto da descoberta de algum segredo em um trabalho de investigação sério, mas uma tentativa tosca de reescrever a história e criminalizar atos como viagens oficiais ao exterior, reuniões interministeriais e cerimônias da Presidência acompanhadas pela imprensa", diz a nota; "Parece que para a equipe de Deltan Dallagnol, o crime de Lula foi ter sido presidente da República"


247 - O Instituto Lula divulgou uma nota em que denuncia "conluio" entre procuradores da Lava Jato e Rede Globo, Folha de S. Paulo O Estado de S. Paulo na produção de "mais uma farsa contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva".
"Agendas de ex-diretores da Petrobras, anexadas pelos procuradores à ação sobre o tríplex do Guarujá, foram manipuladas pela imprensa de forma a apontar uma falsa contradição no depoimento de Lula ao juiz Sergio Moro", diz a assessoria.
Confira a íntegra:
NOTA À IMPRENSA
Lava Jato e imprensa montaram farsa com agendas da Petrobras
São Paulo, 25 de maio de 2017,

Em conluio com procuradores da Lava Jato em Curitiba, a Rede Globo, a Folha de S. Paulo e O Estado de S. Paulo produziram semana passada mais uma farsa contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Agendas de ex-diretores da Petrobras, anexadas pelos procuradores à ação sobre o tríplex do Guarujá, foram manipuladas pela imprensa de forma a apontar uma falsa contradição no depoimento de Lula ao juiz Sergio Moro.
A juntada de “documentos” sobre supostas “reuniões” de Lula com a diretoria da Petrobras não foi fruto da descoberta de algum segredo em um trabalho de investigação sério, mas uma tentativa tosca de reescrever a história e criminalizar atos como viagens oficiais ao exterior, reuniões interministeriais e cerimônias da Presidência acompanhadas pela imprensa.
Uma irresponsabilidade que atenta contra o papel institucional do Ministério Público em uma democracia. Parece que para a equipe de Deltan Dallagnol, o crime de Lula foi ter sido presidente da República. E a mesma imprensa que acompanhou e divulgou essas agendas durante os dois mandatos de Lula, agora dá manchetes sem checar nem mesmo seus próprios arquivos.
A fraude começou a ser montada em 15 de maio, cinco dias depois do depoimento de Lula. Naquela data, os procuradores anexaram 78 documentos aos autos, sem explicitar o propósito. 27 destes documentos são cópias de agendas de ex-diretores, registrando “reuniões”, “almoços” e “jantares” com Lula. As cópias de agendas foram entregues pela Petrobrás aos acusadores de Lula, mas não a sua defesa.
Na manchete de 17 de maio, a Folha afirmou: “Lava Jato contraria com documentos fala de Lula a Moro”. Segundo o jornal, as agendas mostrariam que Lula não teve apenas duas reuniões com a diretoria da Petrobrás em seu governo, como ele havia declarado a Moro, mas pelo menos 23. O Estadão destacou “reuniões de Lula” com três ex-diretores condenados na Lava Jato. O Jornal Nacional juntou as duas coisas, elevou para 28 as supostas “reuniões” e citou o Ministério Público como fonte de suas ilações, numa reportagem de três minutos.

A farsa desmorona quando se compara o que está escrito nas agendas da Petrobrás e o que Lula realmente fez nas datas indicadas. Por exemplo: das 27 agendas, três se referem a recepções oferecidas por chefes de Estado a Lula e sua comitiva, em viagens internacionais: uma pelo presidente da China Hu Jintao, outra pelo rei da Arábia Saudita, Abdullah bin Abdul Aziz, e outra pela presidenta do Chile, Michelle Bachelet.
Pelo menos 14 agendas referem-se à participação de ex-diretores em cerimônias públicas nas quais Lula estava presente, em inaugurações, visitas a instalações da Petrobrás ou em reuniões interministeriais, como as do Conselho Nacional de Política Energética. Não se tratam, portanto, de reuniões com a diretoria da Petrobrás, muito menos de agendas com diretores específicos. E tudo realizado com cobertura da mídia.
Para verificar a veracidade das agendas (o que no jornalismo se chama checagem), basta conferir as datas mencionadas com a agenda de viagens nacionais e internacionais do ex-presidente Lula, que está disponível no site da Presidência da República.
As agendas da Petrobras mencionam duas supostas reuniões do delator Paulo Roberto Costa em Brasília, que não podem ser confirmadas porque o atual governo retirou do site da Presidência as agendas diárias de Lula. Mas o próprio delator afirmou, em dois depoimentos ao juiz Sergio Moro, um deles feito ontem (24), que nunca teve reuniões individuais com o ex-presidente Lula. Confira aqui.
Paulo Roberto da Costa fez essa declaração como testemunha, ou seja, com a obrigação de falar a verdade. Ele já havia dito o mesmo em depoimento anterior, mas a imprensa ignorou este fato para sustentar a farsa das agendas.
Não há dúvida de que as agendas foram plantadas no processo para desqualificar o depoimento de Lula em 10 de maio, o que nem mesmo seus maiores adversários conseguiram fazer. Uma imprensa imparcial ao menos teria checado os fatos antes de publicá-los sob o viés dos detratores de Lula. E não precisaria se esforçar tanto, pois boa parte dessas agendas foram noticiadas pelos próprios jornais, como está registrado neste documento.
Lula foi o presidente brasileiro que mais visitou as diversas instalações da Petrobrás em todo o País, em eventos públicos relacionados à empresa, que viveu forte valorização durante o seu mandato. Mais de 60 dessas visitas foram registradas pela imprensa. Quanto às reuniões com a diretoria, conforme declarou no depoimento, foram mesmo raríssimas. E Lula citou duas: uma para discutir o plano estratégico da empresa e outra para decidir o cancelamento de leilões para exploração de petróleo em áreas do pré-sal, quando ele foi descoberto, em 2008.
Os dados a seguir mostram a verdade sobre as agendas da Petrobrás, revelam o golpe baixo dos procuradores de Curitiba e denunciam a indigência e parcialidade de jornalistas que se comportam como papagaios da Lava Jato para difamar Lula.

Veja aqui o documento.
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