<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"><channel><title>Brenos RSS Feed</title><link>http://blogoosfero.cc/breno</link><description>Brenos Inhalte publiziert bei Blogoosfero</description><item><title>Tabela, como texto</title><description>&lt;p&gt;Já que a minha tabela ficou muito grande, coloco-a em formato de texto estruturado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Link para o aplicativo:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;https://play.google.com/store/apps/details?id=org.brenoneves.rea.sl&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.brenoneves.org/arq/" target="_blank"&gt;http://www.brenoneves.org/arq/&lt;/a&gt; (pec-rea-sl.apk)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src="http://blogoosfero.cc/articles/0040/9595/app.png" alt="" /&gt;&lt;img style="float: right;" src="http://blogoosfero.cc/articles/0040/9596/rea.png" alt="" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;8 Quem é o aluno que usará meu aplicativo?&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Possui conhecimento básico de informática&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Utiliza softwares proprietários diariamente&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Opcionalmente, professores que atuam no EF/EM.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;8 Que experiências e/ou conhecimentos serão incorporados no meu aplicativo para esses alunos?&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Conhecerá o básico sobre softwares livres e alternativos para os que já está acostumado a utilizar diariamente.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;O aplicativo apresentará as principais semelhanças e diferenças entre os softwares, bem como, a importância da preferência pelas alternativas livres.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;9 Quais autores e conceitos embasarão o que será experienciado e conhecido pelos meus alunos?&lt;/h2&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;BRASIL,Ministério do Planejamento, IN1, Diário Oficial da União, 19/01/2011&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Norma que recomenda o uso de software livre no Brasil.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;A filosofia libertária proposta pelo movimento GNU (Stallman, 1984).&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;A Instrução Normativa recomenda o uso do software livre em detrimento a softwares com apenas um fornecedor.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Stallman conceitua as 4 liberdades básicas, a de uso, de estudo, de modificação e de compartilhamento dos softwares, conceitos estes que são perfeitos em uma época de construção coletiva de conhecimento.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;10 Descrição, Rea? Pea? Ed Aberta na Escrita?&lt;/h2&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;O aplicativo é composto por três partes&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ol&gt;
&lt;li&gt;A primeira apresenta conceitos gerais sobre a informática e o funcionamento das coisas.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;A segunda mostra os conceitos fundamentais de o que é software livre, o que é proprietário, as diferenças e semelhanças.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;A terceira lista softwares populares no Brasil muito utilizados diariamente e por quais podem ser substituidos com funcionalidade semelhante.&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;O app dá a liberdade para estudar onde quiser.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;É dividido em módulos, o aluno pode conhecer a filosofia ou cada software separadamente e pesquisar outras fontes para se aprofundar.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;O aluno será convidado a conhecer a comunidade existente ao redor dos softwares apresentados.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Como PEA, poderá instalar os softwares recomendados e vivenciar o seu uso, numa experiência mais interativa.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;12 Tipo Comunicativo&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;A maior parte da comunicação será feita através de texto.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Elementos visuais / imagens serão utilizadas para exemplificar usos dos softwares e apresentar os respectivos ícones das aplicações.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;13 REA&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Textos e Manuais dos softwares, todos com licenciamento livre, como REAs.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Material visual (ícones), sob licença livre.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Openclipart.org para as imagens.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;softwarelivre.org para o lado legislativo sobre o porquê do SL no Brasil&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;O openclipart.org não aparece citado no "usar-buscar" no rea.net.br mas é um excelente repositório de imagens e desenhos gráficos, todos com licença livre, qualquer pessoa pode desenhar algo em um editor vetorial e enviar.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;h2&gt;14 Avaliação&lt;/h2&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Para avaliar o app é preciso refletir sobre o local onde ele será utilizado e por quem.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;No desenvolvimento do software busquei utilizar uma linguagem clara e direta, para evitar conteúdo não claro.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Após a segunda aula, desisti do fábrica de aplicativos por exigir conexão com a Internet mesmo existindo a possibilidade de ter o conteudo offline.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Ao usar JQuery / Cordova, podemos ir além de aplicativo, mas pode ser um site, pode ser um papel, o conhecimento pode se manifestar de outras formas.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description><pubDate>Tue, 09 Dec 2014 08:07:58 -0200</pubDate><link>http://blogoosfero.cc/breno/blog/tabela-como-texto</link><guid>http://blogoosfero.cc/breno/blog/tabela-como-texto</guid></item><item><title>Tabela</title><description>&lt;table border="1" width="100%"&gt;

&lt;tr&gt;&lt;th&gt;8 Quem é o aluno que usará meu aplicativo?&lt;/th&gt;&lt;th&gt;8 Que experiências e/ou conhecimentos serão incorporados no meu aplicativo para esses alunos?&lt;/th&gt;&lt;th&gt;9 Quais autores e conceitos embasarão o que será experienciado e conhecido pelos meus alunos?&lt;/th&gt;&lt;th&gt;10 Descrição, Rea? Pea? Ed Aberta na Escrita?&lt;/th&gt;&lt;th&gt;12 Tipo Comunicativo&lt;/th&gt;&lt;th&gt;13 REA&lt;/th&gt;&lt;th&gt;14 Avaliação&lt;/th&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Possui conhecimento básico de informática&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Utiliza softwares proprietários diariamente&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Opcionalmente, professores que atuam no EF/EM.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Conhecerá o básico sobre softwares livres e alternativos para os que já está acostumado a utilizar diariamente.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;O aplicativo apresentará as principais semelhanças e diferenças entre os softwares, bem como, a importância da preferência pelas alternativas livres.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;BRASIL,Ministério do Planejamento, IN1, Diário Oficial da União, 19/01/2011&lt;/li&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Norma que recomenda o uso de software livre no Brasil.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;li&gt;A filosofia libertária proposta pelo movimento GNU (Stallman, 1984).&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;O aplicativo é composto por três partes&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ol&gt;
&lt;li&gt;A primeira apresenta conceitos gerais sobre a informática e o funcionamento das coisas.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;A segunda mostra os conceitos fundamentais de o que é software livre, o que é proprietário, as diferenças e semelhanças.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;A terceira lista softwares populares no Brasil muito utilizados diariamente e por quais podem ser substituidos com funcionalidade semelhante.&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;A maior parte da comunicação será feita através de texto.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Elementos visuais / imagens serão utilizadas para exemplificar usos dos softwares e apresentar os respectivos ícones das aplicações.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Textos e Manuais dos softwares, todos com licenciamento livre, como REAs.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Material visual (ícones), sob licença livre.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Openclipart.org para as imagens.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;softwarelivre.org para o lado legislativo sobre o porquê do SL no Brasil&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Para avaliar o app é preciso refletir sobre o local onde ele será utilizado e por quem.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;No desenvolvimento do software busquei utilizar uma linguagem clara e direta, para evitar conteúdo não claro.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;8&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;8&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;A Instrução Normativa recomenda o uso do software livre em detrimento a softwares com apenas um fornecedor.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Stallman conceitua as 4 liberdades básicas, a de uso, de estudo, de modificação e de compartilhamento dos softwares, conceitos estes que são perfeitos em uma época de construção coletiva de conhecimento.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;O app dá a liberdade para estudar onde quiser.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;É dividido em módulos, o aluno pode conhecer a filosofia ou cada software separadamente e pesquisar outras fontes para se aprofundar.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;O aluno será convidado a conhecer a comunidade existente ao redor dos softwares apresentados.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Como PEA, poderá instalar os softwares recomendados e vivenciar o seu uso, numa experiência mais interativa.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;td&gt; &lt;/td&gt;
&lt;td&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;O openclipart.org não aparece citado no "usar-buscar" no rea.net.br mas é um excelente repositório de imagens e desenhos gráficos, todos com licença livre, qualquer pessoa pode desenhar algo em um editor vetorial e enviar.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Após a segunda aula, desisti do fábrica de aplicativos por exigir conexão com a Internet mesmo existindo a possibilidade de ter o conteudo offline.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Ao usar JQuery / Cordova, podemos ir além de aplicativo, mas pode ser um site, pode ser um papel, o conhecimento pode se manifestar de outras formas.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;

&lt;/table&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description><pubDate>Mon, 08 Dec 2014 21:56:14 -0200</pubDate><link>http://blogoosfero.cc/breno/blog/tabela</link><guid>http://blogoosfero.cc/breno/blog/tabela</guid></item><item><title>Docência em EaD, da mediação à e-mediação</title><description>&lt;p&gt;&lt;iframe src="//www.youtube.com/embed/XqXGIUP7GBc" frameborder="0" width="480" height="360"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;Neste vídeo intitulado "&lt;em&gt;Docência na EaD, um olhar sobre a metodologia de mediação online&lt;/em&gt;", Lucila Pesce contextualiza a cultura da virtualidade real (época em que a comunicação eletrônica torna-se cada vez mais integrada e reduz a hegemonia da comunicação em massa), o que traz a necessidade de novas metodologias de ensino e aprendizagem, em uma época de cybercultura.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Pesce apresenta as novas características dos alunos, mais ativos e interativos, que utilizam muitas ferramentas de comunicação, possuem facilidade de acesso ao conhecimento, características estas que devem ser desenvolvidas para realizar a construção coletiva do conhecimento.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Junto com estas características, surge a necessidade de ter planejamentos mais flexíveis, visto que os alunos não são meros receptores de conteudo, mas também produtores e desenvolvedores de conteúdo. Há grande interação, o que faz necessário sair do modelo centralizado para o modelo comunitário, dialógico, em uma rede de aprendizagem que valoriza a participação (em detrimento à moderação).&lt;br&gt;&lt;br&gt;A mediação, segundo Paulo Dias (2010), deve ser partilhada (formação de comunidade, auto-geridas), uma mediação colaborativa que busca ampliar a interação social entre os alunos (e docentes, tutores). No vídeo é citado o termo "e-moderador", que é a figura responsável por buscar e reunir os elementos citados no decorrer das interações espontâneas e improvisadas criando sentido, sequência e significado ao texto conversacional, para efetivamente gerar conhecimento. Pesce ainda cita conceitos de Koch (1997), sobre as inserções e reformulações que devem ser inseridas pelos e-moderadores para evitar eventuais lacunas presentes no decorrer das interações dialógicas.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Em épocas de cybercultura, Perce finaliza sua fala afirmando que se ao final da disciplina não houver uma comunidade forte, de pessoas que continuem interagindo mesmo após o fim da disciplina, não obtivemos êxito na docência.&lt;/p&gt;</description><pubDate>Mon, 08 Dec 2014 20:54:27 -0200</pubDate><link>http://blogoosfero.cc/breno/blog/docencia-em-ead-da-mediacao-a-e-mediacao</link><guid>http://blogoosfero.cc/breno/blog/docencia-em-ead-da-mediacao-a-e-mediacao</guid></item><item><title>O quê é EaD? Do vídeo até hoje.</title><description>&lt;p style="text-align: center;"&gt; &lt;iframe src="//www.youtube.com/embed/pH1tsr069MM" frameborder="0" width="480" height="360"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Eis o vídeo que apresenta alguns conceitos sobre EaD e como sistemas fundamentalmente da EaD estão afetando a educação presencial.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os autores dialogam entre os conceitos chave de presencial, semipresencial e a distância mas enfatizam que não se pode radicalizar os conceitos, como a distância: “Através da mediação de tecnologias, o distante e o presencial se confundem num intercâmbio comunicativo” (Silveira Lobo).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nota-se que desde a época do vídeo até hoje muita coisa mudou. As tecnologias estão muito mais difundidas e presentes na vida das pessoas. Os ambientes virtuais estão cada vez mais interativos e presentes na vida dos alunos. Ferramentas antes concebidas para a EaD hoje são utilizadas no ensino presencia, e a EaD possui ferramentas que aproximam tanto os alunos a ponto de permitirem uma interação e sensação similar a presencial. No vídeo, Maria Luiza Angelim inclui conceitos como o tempo de aprendizaem e o uso criterioso das tecnologias em prol da educação, ainda fala de conceitos como o conectivismo de Lévy e a produção de conhecimento a partir da experiência dos alunos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No vídeo, que aparenta ter aproximadamente 10 anos, nota-se que os especialistas ainda possuem certa dificuldade para explicar aos leigos os conceitos da educação: presencial, semipresencial e a distância. Hoje vivemos em uma época em que ligamos a TV ou acessamos uma página na Internet e vemos propaganda dos mais variados cursos a distância ou semipresenciais que utilizam tecnologias que inserem uma sala de aula no bolso de uma pessoa, uma época em que o intercâmbio comunicativo torna-se uma comunicação imediata, como um teletransporte virtual dos alunos e professores para 30 cm à sua frente.&lt;/p&gt;</description><pubDate>Fri, 05 Dec 2014 07:03:22 -0200</pubDate><link>http://blogoosfero.cc/breno/blog/o-que-e-ead-do-video-ate-hoje.</link><guid>http://blogoosfero.cc/breno/blog/o-que-e-ead-do-video-ate-hoje.</guid></item><item><title>Políticas públicas em EaD no Brasil e no Mundo</title><description>&lt;h2 class="western"&gt;Histórico da EaD no Brasil&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;A Educação a Distância teve sua primeira aparição nas leis brasileiras na &lt;abbr title="Lei de Diretrizes e Bases"&gt; LDB&lt;/abbr&gt; de 1961, lei esta que já previa que o Poder Público deveria incentivar o desenvolvimento e a veiculação de programas EaD em todos os níveis e modalidades de ensino e educação continuada. A &lt;abbr title="Lei de Diretrizes e Bases"&gt;LDB&lt;/abbr&gt; de 1996 abriu o espaço para EaD ao afirmar que todas as concessões de canais comerciais deveriam reservar um tempo mínimo sem custo para o poder público.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A introdução de conteúdo educacional na comunicação em massa no Brasil é datada do código brasileiro de 1967, promulgado durante o regime militar (Formiga, 2009), por força de lei que condicionava a concessão à transmissão de tais conteúdos. Não havia especificação sobre em qual horário o conteúdo deveria ser veiculado, geralmente era escolhido o horário de menor audiência.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em 1971 surgiu a &lt;abbr title="Associação Brasileira de Teleducação"&gt;ABT&lt;/abbr&gt;, a primeira associação de profissionais que buscava utilizar as tecnologias disponíveis para promover a EaD, entidade esta que promoveu 37 seminários brasileiros de tecnologias educacionais e publica até hoje a revista Tecnologia Educacional.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em 1973, a &lt;abbr title="Universidade de Brasília"&gt;UnB&lt;/abbr&gt; fez uma tentativa de inserir a EaD no ensino superior, mas fracassou devido ao momento histórico, de crises econômicas e políticas. Em 1980 a &lt;abbr title="Associação Brasileira de Teleducação"&gt;ABT&lt;/abbr&gt; tentou criar 12 cursos em 5 áreas em nível de pós graduação a distância, mas o programa foi encerrado em 1985 após não ser normatizado na SESu nem na Capes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Um marco na EaD no Brasil foi o Telecurso, iniciado em 1978 para o primeiro grau e em 1981 para o segundo grau, programas estes que formaram 5,5 milhões de pessoas através de programas televisivos no final da madrugada, apostilas encontradas nas bancas e uma prova presencial organizada pelo governo federal. A maior parte do público-alvo destes programas buscava uma educação supletiva, por ainda não ter completado o primeiro ou segundo grau na escola regular.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A partir de 1990, os computadores tornaram-se mais populares e havia conexão com a Internet para o público em geral. Durante a década de 90 e 2000 foram desenvolvidos diversos ambientes virtuais de aprendizagem mediados por computador e baseados na Internet que tornaram a Educação a Distância cada vez mais difundida e já normatizada inclusive a oferta de cursos superiores em EaD (cap IV da LDB 2005) e pós-graduação (cap V)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O &lt;abbr title="Plano Nacional de Educação"&gt;PNE&lt;/abbr&gt; 2001-2010 previa um maior incentivo a EaD, inclusive com financiamento, mas as regras não eram cumpridas pelos programas, como &lt;abbr title="Fundo de Financiamento EStudantil"&gt;FIES&lt;/abbr&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;h2 class="western"&gt;Políticas públicas e EaD no Mundo&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;A primeira universidade aberta, que levou o ensino superior às massas utilizando a educação a distância foi a &lt;abbr title="The Open University"&gt;OU&lt;/abbr&gt;, no Reino Unido, em 1969. Seguindo a sua experiência, outros países da Europa implantaram modelos semelhantes, como &lt;abbr title="Universidad Nacional de Educación a Distancia"&gt;UNED&lt;/abbr&gt; da Espanha em 1972, a alemã &lt;abbr title="FernUniversitat"&gt;FU&lt;/abbr&gt; em 1974, a portuguesa &lt;abbr title="Universidade Aberta"&gt;UAb&lt;/abbr&gt; em 1988. Na Europa há oferta de cursos de todos os níveis, do básico à pós-graduação, até mestrado e doutorado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Uma das principais diferenças entre as universidades europeias e as brasileiras está na criação das mesmas. Na Europa estas instituições são dedicadas à EaD enquanto no Brasil não é possível abrir uma universidade de nível superior em EaD sem que a mesma já possua uma gama de cursos presenciais de elevado nível acadêmico.&lt;/p&gt;
&lt;h2 class="western"&gt;Políticas atuais brasileiras&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Com o PNE 2014-2024 recém aprovado, há um incentivo ainda maior para cursos em EaD, inclusive com financiamento de programas como FIES e ampliação do sistema &lt;abbr title="Universidade Aberta do Brasil"&gt;UAB&lt;/abbr&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O sistema &lt;abbr title="Universidade Aberta do Brasil"&gt;UAB&lt;/abbr&gt;, criado em 2005 e aceito pela capes em 2008 é composto por diversas universidades públicas de ensino superior, busca expandir e interiorizar a oferta de cursos de nível superior no país e ainda cita em seu termo outros objetivos, como ampliar o acesso à capacitação e qualificação, fazer parte da vida cultural do país e democratizar o acesso ao conhecimento. O sistema UAB inspirou-se em experiências bem sucedidas como a Open University britânica e Open Universiteit holandeza, experiências estas que trouxeram o &lt;abbr title="Massive Open Online Course"&gt;MOOC&lt;/abbr&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Fontes:&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://portal.mec.gov.br/seed/arquivos/pdf/dec_5622.pdf"&gt;http://portal.mec.gov.br/seed/arquivos/pdf/dec_5622.pdf&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;HICKEL, Melita, “Educação a Distância: O que a Open University, a UNED, a FernUniversitat in Hage, a Universidade Aberta e a Universidade Aberta do Brasil têm em comum?”, Porto Alegre, 2012.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;BARAÚNA, Silvana M, et al., “Políticas Públicas em Educação a Distância: Aspectos históricos e perspectivas no Brasil”, Porto Alegre, 2013&lt;/p&gt;</description><pubDate>Fri, 05 Dec 2014 06:42:17 -0200</pubDate><link>http://blogoosfero.cc/breno/blog/politicas-publicas-em-ead-no-brasil-e-no-mundo</link><guid>http://blogoosfero.cc/breno/blog/politicas-publicas-em-ead-no-brasil-e-no-mundo</guid></item><item><title>Conceitos e paradigmas históricos da EaD</title><description>&lt;p&gt;O texto de Pereira e Moraes (2009) em seu terceiro capítulo apresenta um histórico do desenvolvimento da EaD e categoriza em 5 gerações, das correspondências à aprendizagem flexível.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os autores citam a quinta geração como o modelo emergente, um modelo flexível e inteligente, destaco o paradigma toyotista (cooperativo) de educação, hoje mediada por computador, que a partir da quinta geração passa a integrar elementos da computação como Inteligência Artificial. A partir desta informação, podemos inferir que a quarta geração era composta por meros sistemas CRUD (CReate, Update, Delete) e documentos hipertexto estáticos, similares a livros didáticos, uma época em que a educação era uma área meramente usuária de sistemas já concebidos, ao contrário da quinta geração que já prevê ambientes virtuais criados especialmente para o uso educacional que integram diversos recursos (hipertexto, software, áudio, vídeo, animação, inteligência) para promover uma educação mais efetiva e personalizada. Podemos prever uma sexta geração, baseada em todas as informações geradas nas gerações anteriores, capaz de entregar aos alunos exatamente o que eles querem e precisam aprender.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O conceito “de um para muitos” de Taylor aproxima a EaD da realidade atual, sendo este “um” não apenas o professor, mas qualquer aluno que possua determinado conhecimento e esteja disposto a compartilhá-lo no ambiente.&lt;/p&gt;</description><pubDate>Thu, 04 Dec 2014 22:51:49 -0200</pubDate><link>http://blogoosfero.cc/breno/blog/conceitos-e-paradigmas-historicos-da-ead</link><guid>http://blogoosfero.cc/breno/blog/conceitos-e-paradigmas-historicos-da-ead</guid></item></channel></rss>