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Irã critica presença de tropas dos EUA na Síria

26 de Novembro de 2020, 11:29 , por Correio do Brasil - | No one following this article yet.
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O embaixador questionou o papel atual das forças norte-americanas no país sustentando que, ao invés de lutar para combater o terrorismo, eles “continuam apoiando grupos terroristas definidos pela ONU.

Por Redação, com Sputnik – de Teerã

Majid Takht Ravanchi, o embaixador permanente do Irã na Organização das Nações Unidas (ONU), apelou à retirada completa e imediata das tropas dos EUA da Síria.

Comboio dos EUA na cidade de Raqqa, SíriaComboio dos EUA na cidade de Raqqa, Síria

O embaixador questionou o papel atual das forças norte-americanas no país sustentando que, ao invés de lutar para combater o terrorismo, eles “continuam apoiando grupos terroristas definidos pela ONU, como a Frente al-Nusra (organização terrorista proibida na Rússia e em vários outros países), bem como saqueando petróleo e as riqueza do povo sírio”.

“Todas as forças estrangeiras cuja presença não é permitida pelo governo sírio, devem deixar a Síria”, afirmou o diplomata em uma reunião do Conselho de Segurança da ONU na quarta-feira, em uma aparente insinuação aos EUA.

Anteriormente, o Ministro das Relações Exteriores do Irã, Mohammad Javad Zarif, observou que Teerã continuaria trabalhando com a Síria a fim de fortalecer a cooperação econômica com o país, em meio às medidas restritivas de Washington no abrigo da Lei César.

Organização estrangeira

Na quarta-feira, o Departamento de Justiça dos EUA (DOJ, na sigla em inglês) informou que uma ex-soldada norte-americana foi acusada “de ocultar conscientemente o fornecimento de suporte material ou recursos para uma organização estrangeira designada como terrorista”, diz o comunicado.

A Lei César, assinada no final de 2019 pelo presidente norte-americano, Donald Trump, entrou em vigor no dia 17 de junho de 2020. O ato é um conjunto de sanções contra a Síria que atinge quase todas as áreas econômicas do país, assim como empresas e indivíduos estrangeiros que realizarem negócios com o governo de Assad.


Fonte: https://www.correiodobrasil.com.br/ira-critica-presenca-tropas-eua-siria/

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