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Polícia Civil faz ação contra esquema de TV a cabo clandestina

20 de Outubro de 2017, 14:37 , por Jornal Correio do Brasil - | No one following this article yet.
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As cinco empresas terceirizadas investigadas no esquema são acusadas de causar um prejuízo de R$ 10 milhões às empresas legalizadas

Por Redação, com ABr – do Rio de Janeiro:

Agentes da Polícia Civil fizeram nesta sexta-feira uma operação para cumprir 15 mandados de prisão preventiva e 33 mandados de busca e apreensão no Rio de Janeiro. Os alvos são acusados de envolvimento com um esquema de fraude em planos de TV a cabo e de internet.

Polícia Civil faz ação contra esquema de TV a cabo clandestina

As cinco empresas terceirizadas investigadas no esquema são acusadas de causar um prejuízo de R$ 10 milhões às empresas legalizadas.

A chamada Operação Node foi desencadeada pela Delegacia de Roubos e Furtos de Cargas. Ao todo, 16 pessoas foram denunciadas à Justiça no esquema.

Envolvidos em investigação da Linha 4 do metrô

A Justiça Federal ouviu, na quinta-feira, quatro réus envolvidos na Operação Tolypeutes, que investiga pagamento de propina na construção da Linha 4 do metrô do Rio, inaugurada poucos dias antes dos Jogos Olímpicos. Eles foram interrogados pelo juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal.

O primeiro a ser ouvido foi o ex-diretor da Companhia de Transportes sobre Trilhos (RioTrilhos), empresa estatal que administra o metrô do Rio, Heitor Lopes de Souza Júnior, que se encontra preso desde março deste ano, quando foi deflagrada a Tolypeutes.

– Existiu a propina, mas em nenhum momento eu solicitei. Eu recebi da Carioca, da Odebrecht e da Queiroz Galvão. Este valor recebido, cerca de R$ 2,5 milhões, está na minha conta e está disponível para ser retirado, porque é um dinheiro ilegal, ilícito e tem que ser devolvido ao estado – disse Heitor, afirmando que gastou todo o dinheiro no sustento da família e na reforma da casa.

O ex-diretor da RioTrilhos, ao final do depoimento, chorou e se disse arrependido de ter aceitado propina das empreiteiras. “Esse dinheiro foi uma coisa ilícita, foi um erro absurdo que eu fiz na minha vida, porque eu tenho 37 anos de metrô e nunca fiz nada de errado. O arrependimento é grande, mas a vergonha é muito maior”, disse ele.

Também falaram os réus Jean Louis de Billy, ex-sócio de Heitor na empresa ArcLine, especializada em arquitetura de estações de metrô; Luciana Cavalcanti Gonçalves, sócia da ArcMetrô, empresa sucessora da ArcLine; e esposa de Heitor; e Manoel José Salino Cortes, da empresa MC Link Engenharia. Todos negaram saber do pagamento de propina a Heitor.

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Fonte: https://www.correiodobrasil.com.br/policia-civil-faz-acao-contra-esquema-de-tv-cabo-clandestina/

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