<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"><channel><title>Feed RSS do(a) CorreiodoBrasil</title><link>http://blogoosfero.cc/correiodobrasil</link><description>Conteúdo do(a) CorreiodoBrasil publicado no Blogoosfero</description><item><title>China busca manter ritmo de crescimento e combate a desemprego</title><description>&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span&gt;Um crescimento de 6,5 %  seria um forte ritmo anual para a maioria dos países, mas seria o mais lento para a China em um quarto de século&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;Por Redação, com &lt;em&gt;Reuters&lt;/em&gt; – de Pequim:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A China enfrenta uma dura batalha para manter sua economia crescendo em pelo menos 6,5 %  pelos próximos cinco anos, criando mais empregos e reestruturando setores ineficientes da indústria, disse o premiê Li Keqiang ao abrir sessão anual do Parlamento chinês neste sábado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Um crescimento de 6,5 %  seria um forte ritmo anual para a maioria dos países, mas seria o mais lento para a China em um quarto de século, à medida que a segunda maior economia do mundo enfrenta voláteis mercados financeiros, comércio global mais moderado e esforços para reduzir a degradação ambiental.&lt;/p&gt;
&lt;figure id="attachment_797020"&gt;&lt;a href="http://www.correiodobrasil.com.br/china-busca-manter-ritmo-de-crescimento-e-combate-a-desemprego/china-30/" rel="attachment wp-att-797020"&gt;&lt;img src="http://www.correiodobrasil.com.br/wp-content/uploads/2016/03/china.jpg" alt="A China enfrenta uma dura batalha para manter sua economia crescendo em pelo menos 6,5 % pelos próximos cinco anos" width="635" height="357"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br&gt;
&lt;figcaption&gt;A China enfrenta uma dura batalha para manter sua economia crescendo em pelo menos 6,5 % pelos próximos cinco anos&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt;– O desenvolvimento de nosso país enfrenta mais e maiores dificuldades… então devemos estar preparados para uma dura batalha – disse Li.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em 2016, Pequim vai mirar uma taxa de crescimento entre 6,5%  e 7 %, conforme informado anteriormente pela agência inglesa de notícias &lt;em&gt;Reuters&lt;/em&gt;, com uma meta de inflação de cerca de 3 %, de acordo com uma série de relatórios que abrirão o parlamento, que tem duração de 12 dias.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.correiodobrasil.com.br/china-busca-manter-ritmo-de-crescimento-e-combate-a-desemprego/"&gt;Mas a meta preliminar&lt;/a&gt; de gerenciar um déficit fiscal equivalente a 3 %  do PIB, embora seja maior do que a meta do ano passado de 2,3 %, ainda decepcionou quem esperava que esse número ficasse mais perto de 4 %.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description><pubDate>Sat, 05 Mar 2016 13:18:41 -0300</pubDate><link>http://blogoosfero.cc/correiodobrasil/negocios/china-busca-manter-ritmo-de-crescimento-e-combate-a-desemprego</link><guid>http://blogoosfero.cc/correiodobrasil/negocios/china-busca-manter-ritmo-de-crescimento-e-combate-a-desemprego</guid></item><item><title>Termina prazo para empregadores domésticos pagar guia do eSocial</title><description>&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span&gt;No eSocial, o empregador recolhe, em documento único, a contribuição previdenciária, que varia de 8% a 11% da remuneração do trabalhador e paga 8% de contribuição patronal para a Previdência&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;Por Redação, com &lt;em&gt;ABr&lt;/em&gt; – de Brasília:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O prazo para os empregadores domésticos pagarem o Documento de Arrecadação do eSocial (DAE) referente ao mês de janeiro termina na próxima segunda-feira. O Simples Doméstico reúne em uma única guia as contribuições fiscais, trabalhistas e previdenciárias que devem ser recolhidas pelos empregadores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para a emissão da guia unificada, o empregador deve acessar a página do eSocial na Internet. Se não for recolhido no prazo, o empregador paga multa de 0,33% ao dia, limitada a 20% do total.&lt;/p&gt;
&lt;figure id="attachment_796981"&gt;&lt;a href="http://www.correiodobrasil.com.br/termina-prazo-para-empregadores-domesticos-pagar-guia-de-fevereiro-do-esocial/esocial/" rel="attachment wp-att-796981"&gt;&lt;img src="http://www.correiodobrasil.com.br/wp-content/uploads/2016/03/esocial.jpg" alt="Para a emissão da guia unificada, o empregador deve acessar a página do eSocial na Internet" width="635" height="357"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br&gt;
&lt;figcaption&gt;Para a emissão da guia unificada, o empregador deve acessar a página do eSocial na Internet&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt;No último balanço da Receita Federal, divulgado na sexta-feira, 1.010.204 de empregadores domésticos já haviam emitido o Documento de Arrecadação eSocial (DAE) no eSocial para pagamento do Simples Doméstico . Desde a adoção do programa, foram cadastrados mais de 1,25 milhão de trabalhadores domésticos para mais de 1,18 milhão de empregadores – alguns empregadores contratam mais de um empregado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No eSocial, o empregador recolhe, em documento único, &lt;a href="http://www.correiodobrasil.com.br/dolar-cai-25-e-encosta-em-r370/"&gt;a contribuição previdenciária, &lt;/a&gt;que varia de 8% a 11% da remuneração do trabalhador e paga 8% de contribuição patronal para a Previdência. A guia  inclui 8% de Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), 0,8% de seguro contra acidentes de trabalho e 3,2% de indenização compensatória (multa do FGTS) e Imposto de Renda para quem recebe acima da faixa de isenção (R$ 1.903,98).&lt;/p&gt;</description><pubDate>Sat, 05 Mar 2016 13:18:41 -0300</pubDate><link>http://blogoosfero.cc/correiodobrasil/negocios/termina-prazo-para-empregadores-domesticos-pagar-guia-do-esocial</link><guid>http://blogoosfero.cc/correiodobrasil/negocios/termina-prazo-para-empregadores-domesticos-pagar-guia-do-esocial</guid></item><item><title>Produção de veículos no Brasil em fevereiro cai 12,5%</title><description>&lt;h4&gt;&lt;strong&gt;A produção de veículos de fevereiro somou 131,3 mil unidades, queda de 12,5% sobre janeiro e baixa de 36,4% sobre o mesmo período de 2015&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;h6&gt;
Por Redação, com &lt;em&gt;Reuters&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Agências de Notícias&lt;/em&gt; – de São Paulo:&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;A produção de veículos no Brasil em fevereiro caiu dois dígitos na comparação com janeiro e sobre o mesmo mês do ano passado, acumulando no bimestre desempenho bem abaixo do esperado para o ano pela associação que representa as montadoras, Anfavea. Segundo a entidade, a produção de fevereiro somou 131,3 mil unidades, queda de 12,5% sobre janeiro e baixa de 36,4% sobre o mesmo período do ano passado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No bimestre, o setor acumulou queda de 31,6 por cento no volume produzido, a 281,4 mil carros, comerciais leves, caminhões e ônibus. A expectativa do setor para 2016 é de alta de 0,5% na produção.&lt;/p&gt;
&lt;figure id="attachment_796904"&gt;&lt;img src="http://www.correiodobrasil.com.br/wp-content/uploads/2016/03/voks.jpg" alt="veículos" width="635" height="357"&gt;&lt;br&gt;
&lt;figcaption&gt;Os licenciamentos de veículos novos no mês passado caíram 5,5% sobre janeiro e 21% sobre fevereiro de 2015&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt;Em fevereiro, várias montadoras do país adotaram esquemas de redução de atividade que incluíram férias coletivas diante de estoques elevados e vendas que seguiram em queda.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os licenciamentos de &lt;a href="http://www.correiodobrasil.com.br/venda-de-veiculos-novos-no-brasil-despenca-em-abril-ante-2014/"&gt;&lt;strong&gt;veículos&lt;/strong&gt; &lt;/a&gt;novos no mês passado caíram 5,5% sobre janeiro e 21% sobre fevereiro de 2015, a 146,8 mil unidades. No bimestre, a queda acumulada foi de 31,3%, a 302,1 mil veículos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O setor segue enxugando seus quadros. O número de postos ocupados nas montadoras em fevereiro foi de 130.262 posições, 8,5$ abaixo do registrado no final de fevereiro do ano passado.&lt;/p&gt;
&lt;h4&gt;&lt;strong&gt;Queda em janeiro&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;A produção de veículos automotores caiu 29,3% em janeiro na comparação com o mesmo mês do ano passado, de acordo com balanço da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), divulgado na primeira semana de fevereiro na capital paulista. Em janeiro de 2016, foram produzidas 145,1 mil unidades, enquanto no mesmo período de 2015 o total ficou em 205,3 mil. Em relação ao mês de dezembro, quando a produção foi de 142,8 mil unidades, houve elevação de 1,6%.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O licenciamento registrou retração de 38,8%, com a venda de 155,3 mil unidades em janeiro deste ano. Em igual mês do ano passado, foram comercializadas 253,8 mil. Na comparação com o mês de dezembro, quando foram vendidos 227,8 mil veículos, houve queda de 31,8%.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;– O desempenho foi bastante negativo, mas nada que nos surpreendesse, porque já havíamos alertado que teríamos quedas relativas mais altas do que a previsão de fechamento do ano – disse o presidente da Anfavea, Luiz Moan.&lt;/p&gt;</description><pubDate>Fri, 04 Mar 2016 13:15:37 -0300</pubDate><link>http://blogoosfero.cc/correiodobrasil/negocios/producao-de-veiculos-no-brasil-em-fevereiro-cai-125</link><guid>http://blogoosfero.cc/correiodobrasil/negocios/producao-de-veiculos-no-brasil-em-fevereiro-cai-125</guid></item><item><title>Dólar cai 2,5% e encosta em R$3,70</title><description>&lt;h4&gt;&lt;strong&gt;O dólar chegou a recuar 3%, a R$ 3,6876, na mínima deste pregão, menor patamar intradia desde 1º de setembro de 2015 (R$ 3,6192)&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;h6&gt;Por Redação, com &lt;em&gt;Reuters&lt;/em&gt; – de São Paulo:&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;O dólar desabava 2,5% frente ao real nesta sexta-feira, após a Polícia Federal lançar nova fase da operação Lava Jato que tem como alvo o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Às 10:01, o dólar recuava 2,52%, a R$ 3,7065 na venda, após cair 5,03% nas três sessões anteriores. O dólar chegou a recuar 3%, a R$ 3,6876, na mínima deste pregão, menor patamar intradia desde 1º de setembro de 2015 (R$ 3,6192).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Se mantiver esse ritmo, o &lt;a href="http://www.correiodobrasil.com.br/dolar-recua-frente-ao-real-3/"&gt;&lt;strong&gt;dólar&lt;/strong&gt; &lt;/a&gt;fechará esta semana com a maior queda acumulada desde outubro de 2008. O dólar futuro caía cerca de 2,5%.&lt;/p&gt;
&lt;figure id="attachment_796867"&gt;&lt;img src="http://www.correiodobrasil.com.br/wp-content/uploads/2016/03/dolar.jpg" alt="dólar " width="635" height="357"&gt;&lt;br&gt;
&lt;figcaption&gt;O dólar fechará esta semana com a maior queda acumulada desde outubro de 2008&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt;– (A presidente Dilma Rousseff) já está muito fragilizada e com isso a oposição ganha mais força – disse o operador da corretora Spinelli José Carlos Amado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;– Se as manifestações do dia 13 forem grandes, a situação fica muito ruim para ela – acrescentou, referindo-se a protestos planejados a favor do impeachment da presidente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A operação Lava Jato lançou nesta manhã nova fase da investigação tendo como alvo Lula, contra o qual foram expedidos mandados de condução coercitiva e busca e apreensões, para apurar possíveis crimes de corrupção e lavagem de dinheiro do esquema envolvendo a Petrobras.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Notícias que aumentam a pressão sobre Dilma, alvo de processo de impeachment, vêm sendo bem recebidos pelo mercado, que entende que uma troca no governo pode trazer de volta a confiança e abrir espaço para mudanças na política econômica. E, agora tendo Lula como alvo direto, a Lava Jato poderia atrapalhar os planos do ex-presidente de concorrer nas eleições de 2018.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ainda assim, alguns analistas ponderam que as turbulências políticas podem dificultar ainda mais a governabilidade no presente. Além disso, não é certo que a saída da presidente resultaria em um governo mais apto a promover as reformas econômicas dolorosas que muitos acreditam ser a chave para a recuperação brasileira.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;– O mercado está apostando em uma retomada da confiança que pode não se concretizar. Há uma certa euforia e acho que algumas pessoas estão indo no embalo, mas tem muita água para rolar ainda – disse o operador de um banco internacional, sob condição de anonimato.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na véspera, o dólar já javia caído mais de 2% sobre o real, reagindo à notícia de suposta delação premiada do senador Delcídio do Amaral (PT-MS) na operação Lava Jato envolvendo a presidente Dilma e Lula.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nesta manhã, o Banco Central fará mais um leilão de rolagem dos swaps que vencem em abril, que equivalem a US$ 10,092 bilhões, com oferta de até 9,6 mil contratos.&lt;/p&gt;</description><pubDate>Fri, 04 Mar 2016 13:15:37 -0300</pubDate><link>http://blogoosfero.cc/correiodobrasil/negocios/dolar-cai-25-e-encosta-em-r370</link><guid>http://blogoosfero.cc/correiodobrasil/negocios/dolar-cai-25-e-encosta-em-r370</guid></item><item><title>Indústria: produção inicia 2016 com crescimento</title><description>&lt;h4&gt;&lt;strong&gt;Segundo os dados da pesquisa indicam que, quando comparada a janeiro de 2015, a indústria, no entanto, caiu 13,8%&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;h6&gt;Por Redação, com &lt;em&gt;ABr&lt;/em&gt; – do Rio de Janeiro:&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;A produção industrial brasileira cresceu 0,4% em janeiro em relação a dezembro de 2015, na série livre de influenciais sazonais, interrompendo um período de sete meses de quedas consecutivas, quando acumulou perdas de 8,7%. Os dados fazem parte da Pesquisa Industrial Mensal Produção Física Brasil (PIM-PF), divulgada nesta sexta-feira.&lt;/p&gt;
&lt;figure id="attachment_796853"&gt;&lt;img src="http://www.correiodobrasil.com.br/wp-content/uploads/2016/03/industria-ABR-1.jpg" alt="indústria" width="635" height="357"&gt;&lt;br&gt;
&lt;figcaption&gt;Segundo o IBGE, o setor industrial, em janeiro de 2016, “volta a mostrar um quadro de maior ritmo produtivo”&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt;Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), os dados da pesquisa indicam que, quando comparada a janeiro de 2015, a indústria, no entanto, caiu 13,8%, a vigésima terceira taxa negativa consecutiva e a mais intensa desde os -14,1% de abril de 2009.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Já a queda de 9% no resultado acumulado nos últimos doze meses (a taxa anualizada) foi a mais intensa desde novembro de 2009, mantendo uma trajetória descendente iniciada em março de 2014 (2,1%).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Segundo o IBGE, o&lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.correiodobrasil.com.br/industria-confianca-cai-15-ponto-em-fevereiro/"&gt; setor industrial&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;, em janeiro de 2016, “volta a mostrar um quadro de maior ritmo produtivo, expresso não só no avanço de 0,4% na comparação com o mês imediatamente anterior, que interrompeu sete meses consecutivos de queda, mas também no predomínio de taxas positivas entre as grandes categorias econômicas e as atividades investigadas”.&lt;/p&gt;</description><pubDate>Fri, 04 Mar 2016 13:15:36 -0300</pubDate><link>http://blogoosfero.cc/correiodobrasil/negocios/industria-producao-inicia-2016-com-crescimento</link><guid>http://blogoosfero.cc/correiodobrasil/negocios/industria-producao-inicia-2016-com-crescimento</guid></item><item><title>PIB fecha 2015 com retração de 3,8%</title><description>&lt;h4&gt;&lt;strong&gt;Em valores correntes, o PIB fechou o ano passado em R$ 5,904 trilhões, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;h6&gt;Por Redação, com &lt;em&gt;ABr&lt;/em&gt; – de Brasília:&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;O Produto Interno Bruto (PIB) – soma de todos os bens e serviços produzidos no país – teve queda de 3,8% em 2015, a maior desde o início da série histórica atual, iniciada em 1996, na série sem ajuste sazonal. Os dados relativos ao fechamento da economia brasileira no ano passado foram divulgados, nesta quinta-feira, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), juntamente com o resultado do PIB do 4º trimestre do ano passado, que fechou com redução de 1,4% na série com ajuste sazonal na comparação com o trimestre anterior. Em valores correntes, o PIB fechou o ano passado em R$ 5,904 trilhões.&lt;/p&gt;
&lt;figure id="attachment_796763"&gt;&lt;img src="http://www.correiodobrasil.com.br/wp-content/uploads/2016/03/ipca.jpg" alt="PIB" width="635" height="357"&gt;&lt;br&gt;
&lt;figcaption&gt;Esta queda é a maior desde o início da série histórica atual, iniciada em 1996, na série sem ajuste sazonal&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt;A retração da economia em 2015 reflete retrações em praticamente todos os setores da economia, com destaque para Formação Bruta de Capital Fixo (investimento em bens de capital), com queda de 14,1%. Os dados divulgados hoje indicam também quedas significativas na Indústria (6,2% ) e nos serviços (2,7%). O único setor avaliado que registrou crescimento no período foi a agropecuária, com crescimento de 1,8%.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ao contrário das exportações de bens e serviços que cresceram 6,1% em 2015, as importações de bens e serviços fecharam com retração de 14,3%. Com o &lt;a href="http://www.correiodobrasil.com.br/analistas-preveem-que-queda-do-pib-chegue-a-34-este-ano/"&gt;&lt;strong&gt;PIB&lt;/strong&gt; &lt;/a&gt;de R$ 5,9 trilhões em valores correntes, o PIB per capita do país fechou em R$ 28,876 mil, o que representa queda de 4,6% sobre 2014.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A queda de 6,2% no setor industrial revela resultados negativos da atividade. A exceção foi a extrativa mineral que cresceu no ano 4,9%. A produção e a distribuição de eletricidade, gás e água caíram 1,4%; a construção civil 7,6% e a indústria de transformação 9,7%.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Segundo o IBGE, a queda do PIB em 2015, na série ampliada (ou seja, anterior a 1996) é a maior desde 1990, ano do confisco da poupança e de outras aplicações financeiras pelo governo do ex-presidente Fernando Collor de Mello. Naquela época, a redução foi de 4,3%. Pelos resultados hoje anunciados, 2015 será o segundo ano sem crescimento da economia. Em 2014, a variação foi de 0,1%, o que é considerada estabilidade.&lt;/p&gt;</description><pubDate>Thu, 03 Mar 2016 13:13:35 -0300</pubDate><link>http://blogoosfero.cc/correiodobrasil/negocios/pib-fecha-2015-com-retracao-de-38</link><guid>http://blogoosfero.cc/correiodobrasil/negocios/pib-fecha-2015-com-retracao-de-38</guid></item><item><title>Confiança do empresário do comércio cresce 2,2%</title><description>&lt;h4&gt;&lt;strong&gt;O Índice de Confiança do Empresário continua em queda ao apresentar um recuo de 19,9% em relação a janeiro de 2015&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;h6&gt;
Por Redação, com &lt;em&gt;ABr&lt;/em&gt; – de Brasília:&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) cresceu 2,2% na passagem de janeiro para fevereiro. É a segunda alta consecutiva do indicador ajustado sazonalmente, isto é, que leva em consideração as variações características de cada mês do ano. Segundo a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), o Icec chegou a 80,2 pontos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Apesar da alta na comparação mensal, o Índice de Confiança do Empresário do &lt;a href="http://www.correiodobrasil.com.br/comercio-confianca-atinge-maior-nivel-desde-agosto/"&gt;&lt;strong&gt;Comércio&lt;/strong&gt; &lt;/a&gt;continua em queda ao apresentar um recuo de 19,9% em relação a janeiro de 2015. A avaliação de empresários é feita em uma escala de zero a 200 pontos, onde a pontuação abaixo de 100 pontos é considerada de pessimismo.&lt;/p&gt;
&lt;figure id="attachment_796648"&gt;&lt;img src="http://www.correiodobrasil.com.br/wp-content/uploads/2016/03/ics.jpg" alt="comércio" width="635" height="357"&gt;&lt;br&gt;
&lt;figcaption&gt;A alta mensal foi influenciada principalmente pela opinião dos empresários em relação ao momento atual&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt;A alta mensal foi influenciada principalmente pela opinião dos empresários em relação ao momento atual, que melhorou 16,3%. Eles estão mais confiantes em relação ao desempenho da economia (35,7%), ao comércio (20,3%) e ao próprio negócio (9,5%).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As avaliações sobre investimentos também melhoraram em relação a janeiro (1,4%). Os entrevistados pretendem investir mais nas empresas (8,3%) e consideram mais adequados seus estoques (2,1%). Apesar disso, eles pretendem investir menos na contratação de funcionários (3,8%).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os empresários estão menos otimistas em relação ao futuro do que estavam em janeiro (-0,7%), devido ao pessimismo em relação ao comércio (-1%) e ao seu próprio negócio (-1,6%). Mas eles melhoraram em 0,9% a expectativa em relação à situação da economia nos próximos meses.&lt;/p&gt;</description><pubDate>Wed, 02 Mar 2016 13:08:49 -0300</pubDate><link>http://blogoosfero.cc/correiodobrasil/negocios/confianca-do-empresario-do-comercio-cresce-22</link><guid>http://blogoosfero.cc/correiodobrasil/negocios/confianca-do-empresario-do-comercio-cresce-22</guid></item><item><title>Inflação cai em sete capitais</title><description>&lt;h4&gt;&lt;strong&gt;A maior queda da inflação ocorreu no Rio de Janeiro: 1,41 ponto percentual, já que a taxa recuou de 2,02%, em janeiro, para 0,61%, em fevereiro&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;h6&gt;Por Redação, com &lt;em&gt;ABr&lt;/em&gt; – de Brasília:&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;A inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) caiu nas sete cidades pesquisadas pela Fundação Getulio Vargas (FGV) na passagem de janeiro para fevereiro deste ano. A maior queda deu-se no Rio de Janeiro: 1,41 ponto percentual, já que a taxa recuou de 2,02%, em janeiro, para 0,61%, em fevereiro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Outras duas capitais tiveram redução da taxa mais acentuada da inflação do que a média nacional, de 1,02 ponto percentual (já que a média do IPC-S caiu de 1,78% para 0,76%): Salvador (1,24 ponto percentual, ao passar de 2,06% para 0,82%) e São Paulo (1,04 ponto percentual, indo de 1,64% para 0,6%).&lt;/p&gt;
&lt;figure id="attachment_796627"&gt;&lt;img src="http://www.correiodobrasil.com.br/wp-content/uploads/2016/03/economia.jpg" alt="inflação" width="635" height="357"&gt;&lt;br&gt;
&lt;figcaption&gt;Salvador e São Paulo tiveram redução da taxa mais acentuada da inflação do que a média nacional&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt;As demais cidades tiveram as seguintes reduções na taxa de &lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.correiodobrasil.com.br/inflacao-analistas-preveem-queda-apos-oito-semanas-em-alta/"&gt;inflação&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;: Brasília (0,62 ponto percentual: de 1,55% para 0,93%), Belo Horizonte (0,93 ponto percentual: de 1,84% para 0,91%), Recife (0,47 ponto percentual: de 1,76% para 1,29%) e Porto Alegre (0,86 ponto percentual: de 1,66% para 0,8%).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O IPC-S é calculado com base na variação de preços em oito classes de despesas: alimentação, habitação, vestuário, saúde e cuidados pessoais, educação e recreação, transportes, despesas diversas e comunicação.&lt;/p&gt;
&lt;h4&gt;
&lt;strong&gt;Inflação em São Paulo&lt;/strong&gt;
&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), medido em São Paulo pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), fechou o mês de fevereiro com alta de 0,89%, variação inferior ao resultado de janeiro (1,37%). No acumulado dos últimos 12 meses, a taxa é de 10,43%.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Três dos sete grupos pesquisados apresentaram perda no ritmo de aumento de preços, entre eles o de alimentação (de 2,36% para 1,02%). No grupo transportes, a taxa foi de 2,19% para 1,09% e, em educação, de 7,62% para 0,39%.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nos quatro grupos restantes houve avanços com destaque para habitação (de 0,64% para 0,91%). Em despesas pessoais, o índice subiu de -0,14% para 0,84%; em saúde (de 0,58% para 0,71%); em vestuário (de -0,39% para 0,36%).&lt;/p&gt;</description><pubDate>Wed, 02 Mar 2016 13:08:48 -0300</pubDate><link>http://blogoosfero.cc/correiodobrasil/negocios/inflacao-cai-em-sete-capitais</link><guid>http://blogoosfero.cc/correiodobrasil/negocios/inflacao-cai-em-sete-capitais</guid></item><item><title>EUA quebram sigilo bancário de brasileiros, com apoio do governo</title><description>&lt;h4&gt;&lt;strong&gt;&lt;span&gt;Em 23 de Setembro de 2014, o Brasil e os EUA assinaram o Acordo Intra-governamental modelo 1A, estabelecendo que os dois países iniciassem a troca de informações. O Brasil reportando as movimentações financeiras dos cidadãos norte-americanos e os EUA fazendo o mesmo sobre os cidadãos brasileiros&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;h6&gt;Por &lt;strong&gt;Darci Belon&lt;/strong&gt; – de São Paulo&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;Os Estados Unidos da América (EUA) e, por consequência, o restante do mundo passaram por uma grave crise financeira em 2008, trazendo a público uma série de fraudes corporativas e fiscais. Para combater os sonegadores, os fraudadores e a evasão de divisas, o governo norte-americano criou, em 2010, uma lei conhecida mundialmente como &lt;em&gt;FATCA – Foreign Account Tax Compliance Act&lt;/em&gt; (do português, Lei de Conformidade Tributária para Contas Estrangeiras).&lt;/p&gt;
&lt;figure id="attachment_796619"&gt;&lt;a href="http://www.correiodobrasil.com.br/wp-content/uploads/2016/03/facta.jpg" rel="attachment wp-att-796619"&gt;&lt;img src="http://www.correiodobrasil.com.br/wp-content/uploads/2016/03/facta.jpg" alt="O FACTA recolhe dados de bancários de cidadãos do mundo todo" width="635" height="357"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br&gt;
&lt;figcaption&gt;&lt;em&gt;O FATCA recolhe dados de bancários de cidadãos daqueles países com os quais os EUA mantêm relações diplomáticas&lt;/em&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt;Esta lei regulamenta que as Instituições Financeiras Estrangeiras (&lt;em&gt;Foreign Financial Institutions – FFIs&lt;/em&gt;) e Entidades Estrangeiras não Financeiras (&lt;em&gt;Non Financial Foreign Entities – NFFEs&lt;/em&gt;) em todo o mundo, controlem e também reportem ao &lt;em&gt;IRS&lt;/em&gt; (Receita Federal norte-americana) todas as informações sobre transações financeiras dos cidadãos norte-americanos, independentemente de onde eles residam (dentro ou fora dos EUA). Caso o envio das informações não seja realizado, o cidadão norte-americano sofrerá uma retenção de 30% sobre os rendimentos de qualquer aplicação financeira, bem como a instituição financeira que não reportar adequadamente ao IRS as informações necessárias, ou não aderir ao programa, também será penalizada a uma retenção dos mesmos 30% de todos os dividendos a receber de fontes dos EUA.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Como os ganhos com investimentos na economia norte-americana giram em torno de 3% a 4%, uma retenção na casa dos 30% levaria a um prejuízo considerável nas operações do território norte-americano, deixando a instituição financeira fora do maior mercado do mundo, considerando o tamanho da economia estadunidense.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para evitar essas penalidades, as instituições financeiras estrangeiras já estão se adequando à nova Lei para não correr o risco de serem taxadas dentro desse mercado. Aí vem a pergunta: Mas qual é a relação entre o FATCA e o e-Financeira?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Desde a promulgação do FATCA, o Departamento do Tesouro norte-americano vem assinando acordos bilaterais com diversos países, com o propósito de trocar informações exigidas por esta Lei. Com isso, não apenas os cidadãos norte-americanos terão o seu sigilo bancário quebrado, mas os cidadãos de outros países que assinaram estes acordos também, pois há uma reciprocidade no envio das informações entre os países.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em 23 de Setembro de 2014, o Brasil e os Estados Unidos assinaram o Acordo Intra-governamental modelo 1A (&lt;em&gt;Inter Governmental Agreement – IGA Model 1A&lt;/em&gt;) estabelecendo que os dois países iniciassem a troca de informações relativas aos cidadãos de ambas nacionalidades. O Brasil reporta as movimentações financeiras dos cidadãos norte-americanos e os EUA fazem o mesmo sobre os cidadãos brasileiros.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para concretizar o acordo assinado entre os dois países, o Governos publicou em 3 de julho de 2015 a Instrução Normativa nº 1.571/2015 no Diário Oficial da União, fazendo com que a Receita Federal instituísse uma nova obrigação acessória, denominada e-Financeira, tendo um leiaute já em conformidade com as exigências do FATCA, para facilitar a captação dos dados dos cidadãos norte-americanos. Com isso, todos os bancos, seguradoras, corretoras de valores, distribuidores de títulos e valores mobiliários, administradores de consórcios e as entidades de previdência complementar são obrigadas a prestar informações mensais de qualquer movimentação, &lt;a href="http://www.correiodobrasil.com.br/microempreendedoras-representam-quase-50-do-setor/"&gt;por tipo de operação financeira&lt;/a&gt;, superior a R$ 2 mil para pessoas físicas e R$ 6 mil para pessoas jurídicas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E onde o Brasil ganha com essa reciprocidade de informações? O governo brasileiro passará a receber do governo norte-americano todas as informações de brasileiros que realizaram movimentações financeiras no país da América do Norte, promovendo um maior controle e cruzamento de dados dos contribuintes, aumentando assim o escopo da fiscalização e, consequentemente, a arrecadação. Em um momento de crise política e financeira que estamos vivendo, nada melhor que ter artifícios para o incremento da receita do governo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com tudo isso que está acontecendo, podemos afirmar com convicção que o mundo nunca assistiu a um controle e transparência bancária dessa magnitude. Não apenas o Brasil, mas diversos países do mundo também estão aderindo a esses acordos bilaterais no intuito de combater a evasão de divisas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A maior vantagem desse processo, que não tem mais volta, é o combate mais agressivo à corrupção e lavagem de dinheiro, principalmente em nosso país, onde essa prática já se tornou comum. Para isso será necessário adequações sistêmicas dos regulatórios FATCA e e-Financeira, com atuações ativas no entendimento, análise de negócio, adequação e implantação de soluções em bancos globais e nacionais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Darci Belon&lt;/strong&gt; &lt;em&gt;é &lt;/em&gt;project leader&lt;em&gt; da GFT Brasil, companhia de Tecnologia da Informação especializada em Digital para o setor financeiro.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Wed, 02 Mar 2016 13:08:48 -0300</pubDate><link>http://blogoosfero.cc/correiodobrasil/negocios/eua-quebram-sigilo-bancario-de-brasileiros-com-apoio-do-governo</link><guid>http://blogoosfero.cc/correiodobrasil/negocios/eua-quebram-sigilo-bancario-de-brasileiros-com-apoio-do-governo</guid></item><item><title>Vendas dos supermercados registram queda de 19,64% em janeiro</title><description>&lt;h4&gt;&lt;strong&gt;Em valores nominais as vendas nos supermercados caíram 18,62% em relação ao mês anterior&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;h6&gt;Por Redação, com &lt;em&gt;ABr&lt;/em&gt; – de Brasília:&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;As vendas do setor de supermercados em valores reais caíram 19,64% em janeiro, na comparação com fevereiro, de acordo com dados divulgados, nesta segunda-feira, pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras), na capital paulista. No acumulado do ano, as vendas tiveram queda de 3,38% em relação ao mesmo período do ano passado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Segundo os dados, em valores nominais as vendas nos &lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.correiodobrasil.com.br/varejo-tem-queda-de-43-nas-vendas-em-2015/"&gt;supermercados&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; caíram 18,62% em relação ao mês anterior e, quando comparadas a janeiro de 2015, houve alta de 7,02%. No acumulado do ano, as vendas nominais cresceram 7,02%.&lt;/p&gt;
&lt;figure id="attachment_796563"&gt;&lt;img src="http://www.correiodobrasil.com.br/wp-content/uploads/2016/02/mercado-ABr.jpg" alt="supermercado" width="635" height="357"&gt;&lt;br&gt;
&lt;figcaption&gt;A cesta Abrasmercado, que abrange 35 produtos de largo consumo, registrou alta de 2,99% em comparação a dezembro de 2015&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt;De acordo com a Abras, o setor iniciou o ano em um ambiente econômico considerado ruim, que resultou em desemprego e inflação em alta, reduzindo a renda disponível do consumidor.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;– A isso se combinou um quadro de incertezas econômicas que causou impacto nas vendas do autosserviço. Mas, enquanto o cenário não melhora, os empresários do setor continuam trabalhando para melhorar a eficiência, para manter seus funcionários e oferecer mix e preços competitivos ao consumidor – disse o presidente do Conselho Consultivo da Abras, Sussumu Honda.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A cesta Abrasmercado, que abrange 35 produtos de largo consumo, registrou alta de 2,99% em comparação a dezembro de 2015 e alta de 17,44% em relação a janeiro do ano passado. As maiores quedas foram do leite em pó integral (-1,51%), frango congelado (-1,08%), carne dianteiro (-1,05%) e creme dental (-1,03%). No sentido oposto aparecem cebola (23,01%), tomate (21,62%), farinha de mandioca (17,76%) e açúcar (10,23%).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Região Norte registrou o maior aumento, ao passar de R$ 474,86 para R$ 494,04 (4,04%), assim como o Nordeste que também aumentou 4.-4%, ao passar de R$ 379,82 para R$ 395,17. Em seguida aparecem o Centro-Oeste, com elevação de 3,18%, passando de R$ 424,46 para R$ 437,96, o Sul, que aumentou 2,10% (de R$ 481,20 para R$ R$ 491,29) e o Sudeste, que aumentou em 2,10% o valor da cesta (de R$ 426,55 para R$ 433,92).&lt;/p&gt;</description><pubDate>Mon, 29 Feb 2016 17:04:45 -0300</pubDate><link>http://blogoosfero.cc/correiodobrasil/negocios/vendas-dos-supermercados-registram-queda-de-1964-em-janeiro</link><guid>http://blogoosfero.cc/correiodobrasil/negocios/vendas-dos-supermercados-registram-queda-de-1964-em-janeiro</guid></item><item><title>Dólar tem leve queda frente a real</title><description>&lt;h4&gt;&lt;strong&gt;Às 10:20, o dólar recuava 0,12%, a R$3,9927 na venda, após subir 1,21% na sessão passada&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;h6&gt;Por Redação, com &lt;em&gt;Reuters&lt;/em&gt; – de São Paulo:&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;O dólar tinha leve queda frente ao real nesta segunda-feira, após o Banco Central anunciar leilão de linha para esta tarde e depois de a China cortar as taxas de compulsório do país, em um mercado sensibilizado pela briga pela Ptax de fevereiro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O cenário externo não era de todo positivo, porém, em meio a nova depreciação do iuan, decepção dos investidores com a ausência de novas medidas ao fim da reunião do G20 e preocupações com a saúde da economia global. Incertezas sobre o cenário político brasileiro também sustentavam o quadro de cautela.&lt;/p&gt;
&lt;figure id="attachment_796495"&gt;&lt;img src="http://www.correiodobrasil.com.br/wp-content/uploads/2016/02/alta-dolar-1.jpg" alt="dólar" width="635" height="357"&gt;&lt;br&gt;
&lt;figcaption&gt;O dólar atingiu R$4,0005 na máxima e R$3,9771 na mínima deste pregão&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt;Às 10:20, o dólar recuava 0,12%, a R$3,9927 na venda, após subir 1,21% na sessão passada. O &lt;a href="http://www.correiodobrasil.com.br/dolar-passa-de-r4/"&gt;&lt;strong&gt;dólar&lt;/strong&gt; &lt;/a&gt;atingiu R$4,0005 na máxima e R$3,9771 na mínima deste pregão.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;– É de se esperar que o dólar não firme tendência sendo que temos um cenário externo misto e a disputa pela Ptax – disse o superintendente regional de câmbio da corretora SLW, João Paulo de Gracia Correa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Operadores afirmaram que o mercado estava mais sensível antes da formação da Ptax de fevereiro, taxa calculada pelo BC que serve de referência para diversos contratos cambiais. Além disso, investidores continuavam atentos ao cenário político incerto.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Barclays ressaltou em relatório que a prisão do marqueteiro João Santana, as críticas do PT ao ajuste fiscal do governo e sinais de afastamento dos movimentos sociais aumentariam as chances de &lt;em&gt;impeachment&lt;/em&gt; da presidente Dilma Rousseff.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O mercado tem reagido positivamente à possibilidade de mudanças no governo, mas analistas ressaltam que um impeachment pode resultar em um quadro pouco favorável a reformas econômicas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Banco Central fará nesta tarde leilão de venda de até US$ 2 bilhões com compromisso de recompra, em operação que tem como fim a rolagem de contratos já existentes. O BC vem promovendo operações desse tipo no último pregão do mês desde novembro passado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Até agora, a autoridade monetária não anunciou o início da rolagem dos swaps cambiais, que equivalem a venda futura de dólares, que vencem em abril. O BC rolou integralmente os últimos sete lotes de swaps e a expectativa é que faça o mesmo com o lote de abril, equivalente a US$ 10,092 bilhões.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nesta sessão, a decisão do banco central da China de reduzir a taxa de compulsório dos bancos pela quinta vez desde fevereiro de 2015, buscando estimular a economia, contribuía para trazer alívio ao mercado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No entanto, a queda das bolsas chinesas e do iuan limitava o otimismo. Além disso, alguns investidores evitavam vender dólares após a reunião do G20 não resultar em estímulos concretos à economia global, que vem dando sinais de fraqueza neste ano.&lt;/p&gt;</description><pubDate>Mon, 29 Feb 2016 13:04:16 -0300</pubDate><link>http://blogoosfero.cc/correiodobrasil/negocios/dolar-tem-leve-queda-frente-a-real</link><guid>http://blogoosfero.cc/correiodobrasil/negocios/dolar-tem-leve-queda-frente-a-real</guid></item><item><title>Indústria: confiança cai 1,5 ponto em fevereiro</title><description>&lt;h4&gt;&lt;strong&gt;A queda do índice da industria ocorreu em 10 dos 19 principais segmentos da pesquisa e foi determinada principalmente pela redução de 2,8 pontos do Índice de Expectativas&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;h6&gt;
Por Redação, com &lt;em&gt;ABr&lt;/em&gt; – de Brasília:&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;O Índice de Confiança da Indústria (ICI), do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre), da Fundação Getulio Vargas (FGV) recuou 1,5 ponto em fevereiro, ao passar de 76,2 para 74,7 pontos, o menor nível desde setembro de 2015, segundo dados divulgados nesta segunda-feira.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A queda ocorreu em 10 dos 19 principais segmentos da pesquisa e foi determinada principalmente pela redução de 2,8 pontos do Índice de Expectativas (IE), para 72,6 pontos, o menor da série histórica. O Índice da Situação Atual (ISA) caiu 0,5 ponto, ficando em 77,1 pontos.&lt;/p&gt;
&lt;figure id="attachment_796473"&gt;&lt;img src="http://www.correiodobrasil.com.br/wp-content/uploads/2016/02/industria-ABr-2.jpg" alt="indústria" width="635" height="357"&gt;&lt;br&gt;
&lt;figcaption&gt;Para especialista da FGV, o resultado reforça a suspeita de que a alta da confiança industrial nos últimos meses poderia não se sustentar ao longo do primeiro semestre&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt;Segundo o superintendente adjunto para Ciclos Econômicos da FGV/Ibre, Aloisio Campelo Jr., o resultado reforça a suspeita de que a alta da confiança industrial nos últimos meses poderia não se sustentar ao longo do primeiro semestre.&lt;/p&gt;
&lt;h4&gt;&lt;strong&gt;Explicações&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;– A queda do ICI devolve mais da metade da alta acumulada entre o mínimo histórico, ocorrido em agosto, e o mês passado. Além de sinalizações de que a demanda interna continua enfraquecendo, a pesquisa mostra uma piora expressiva das expectativas em relação aos próximos meses – disse.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O indicador de ímpeto de contratações nos três meses seguintes, que recuou 5,2 pontos entre janeiro e fevereiro indo para 73,6 pontos, sinalizando que o quadro de funcionários na &lt;a href="http://www.correiodobrasil.com.br/industria-producao-cai-em-12-dos-15-locais-pesquisados/"&gt;&lt;strong&gt;indústria&lt;/strong&gt; &lt;/a&gt;continuará sendo ajustado nos próximos meses.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Segundo o levantamento, a maior contribuição para a redução do ISA em fevereiro foi a queda de 2,3 pontos para 74,8 pontos do indicador que mede o grau de satisfação com o nível de demanda atual. O Nível de Utilização da Capacidade Instalada (Nuci) caiu 0,5 ponto percentual em fevereiro, atingindo 73,6%, o menor nível da série histórica iniciada em 2001.&lt;/p&gt;</description><pubDate>Mon, 29 Feb 2016 13:04:16 -0300</pubDate><link>http://blogoosfero.cc/correiodobrasil/negocios/industria-confianca-cai-15-ponto-em-fevereiro</link><guid>http://blogoosfero.cc/correiodobrasil/negocios/industria-confianca-cai-15-ponto-em-fevereiro</guid></item><item><title>Inflação: analistas preveem queda após oito semanas em alta</title><description>&lt;h4&gt;&lt;strong&gt;Os cálculos sobre a inflação estão distantes do centro da meta de 4,5%, e neste ano superam o teto de 6,5%. O limite superior da meta em 2017 é 6%&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;h6&gt;
Por Redação, com &lt;em&gt;ABr&lt;/em&gt; – de Brasília:&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;Após oito semanas de projeções em alta, as instituições financeiras estimam inflação em queda em 2016. Desta vez, o cálculo para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) passou de 7,62% para 7,57%.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para 2017, a estimativa segue em 6%, de acordo com o boletim Focus, publicação divulgada semanalmente às segundas-feiras pelo Banco Central (BC), com base em projeções de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.&lt;/p&gt;
&lt;figure id="attachment_796463"&gt;&lt;img src="http://www.correiodobrasil.com.br/wp-content/uploads/2016/02/bancocentral-1.jpg" alt="inflação" width="635" height="357"&gt;&lt;br&gt;
&lt;figcaption&gt;A pesquisa do BC também traz a projeção para a inflação medida pelo IGP-DI que caiu de 7,84% para 7,83% este ano&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt;Os cálculos sobre a inflação estão distantes do centro da meta de 4,5%, e neste ano superam o teto de 6,5%. O limite superior da meta em 2017 é 6%.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mesmo com a expectativa de alta da inflação, as instituições financeiras não esperam que o BC suba a taxa básica de juros, a Selic, neste ano de retração da atividade econômica. A projeção para o final de 2016 permanece em 14,25% ao ano e, para 2017, a expectativa é de redução da Selic para 12,50% ao ano.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A taxa é usada nas negociações de títulos públicos no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve como referência para as demais taxas de juros da economia. Ao reajustá-la para cima, o BC contém o excesso de demanda que pressiona os preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Quando reduz os juros básicos, o Copom barateia o crédito e incentiva a produção e o consumo, mas alivia o controle sobre a inflação.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A pesquisa do BC divulgada nesta segunda-feira também traz a projeção para a &lt;a href="http://www.correiodobrasil.com.br/inflacao-perde-forca-mostra-fgv/"&gt;&lt;strong&gt;inflação&lt;/strong&gt; &lt;/a&gt;medida pelo Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI), que caiu de 7,84% para 7,83% este ano. O cálculo para 2017 segue em 5,50%.&lt;br&gt;
Para o Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), a estimativa passou de 7,75% para 7,99% este ano, e permanece em 5,50% em 2017.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A estimativa para o Índice de Preços ao Consumidor, da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (IPC-Fipe), foi mantida de 7,04% para 7,04%, e no próximo ano, em 5,40%. A projeção para os preços administrados permanece em 7,50% este ano e em 5,50% em 2017.&lt;/p&gt;</description><pubDate>Mon, 29 Feb 2016 13:04:16 -0300</pubDate><link>http://blogoosfero.cc/correiodobrasil/negocios/inflacao-analistas-preveem-queda-apos-oito-semanas-em-alta</link><guid>http://blogoosfero.cc/correiodobrasil/negocios/inflacao-analistas-preveem-queda-apos-oito-semanas-em-alta</guid></item><item><title>Microempreendedoras representam quase 50% do setor</title><description>&lt;h4&gt;&lt;strong&gt;Dos 5,6 milhões de empresários cadastrados na categoria Microempreendedor Individual (MEI), 77% querem crescer&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;h6&gt;
Por Redação, com &lt;em&gt;ABr&lt;/em&gt; – de Brasília:&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;No ano de 2006, Reinilda Maria dos Santos e Silva tinha 35 anos e estava desempregada com um filho de apenas 4 anos. Mineira da cidade de Janaúba, mudou-se jovem para Santo André (SP), em busca de vida melhor, mas ficou desamparada, depois que o marido foi preso.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;– Cheguei a um ponto de meu filho me pedir leite e só ter água para dar a ele. Fui na assistência social e pedi ajuda. Eles me deram R$ 50. Com R$ 40 comprei alimentos para o meu filho. Com os R$ 10 que sobraram comprei uma barra de chocolate, uma farinha e fiz pães de mel para vender na rua por R$ 0,99. Vendi tudo e voltei para casa com R$ 30 – conta.&lt;/p&gt;
&lt;figure id="attachment_796400"&gt;&lt;img src="http://www.correiodobrasil.com.br/wp-content/uploads/2016/02/infla%C3%A7%C3%A3o-repr-web-1.jpg" alt="Microempreendedoras" width="635" height="357"&gt;&lt;br&gt;
&lt;figcaption&gt;Menos da metade dos empresários cadastrados na categoria Microempreendedor Individual se relaciona com bancos como pessoa jurídica&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt;Daí em diante, Reinilda não parou mais. Comprou revistas para aprender novas receitas e variou a oferta.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;– Foram dois anos de luta, vendendo os doces de porta em porta, nas feiras, e com meu filho a tiracolo. Passei fome, porque deixava de comer para não faltar nada para ele – dise.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Reinilda não sabia na época, mas tornara-se uma microempreendedora. Com muito esforço, conseguiu juntar R$ 200 e teve a ideia de comprar uma máquina de crepe, puxar uma extensão da casa onde morava e vender crepes na rua. Mas a máquina custava R$ 500. Foi quando soube por uma amiga do Banco do Povo – Crédito Solidário, uma organização não governamental (ONG) que faz empréstimos a juros baixos para empreendedores de baixa renda.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ela conseguiu um empréstimo de R$ 300. Com o dinheiro, comprou uma fritadeira, uma chapa e materiais de cozinha. Meses depois, a fama da confeiteira espalhou-se pela cidade e as coisas começaram, finalmente, a melhorar para Reinilda.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em 2013, ela ganhou o prêmio Pequenas Gigantes: Desafio São Paulo para Microempreendedoras, de R$ 5 mil, promovido pela organização social Aliança Empreendedora.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;– Fomos três eleitas entre 140 mulheres microempreendedoras. Com o dinheiro reformei meu comércio, que ficou bem mais bonito – conta.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mulheres como Reinilda representam quase a metade dos pequenos empresários brasileiros (47,4%), segundo o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). No entanto, apenas 24% delas solicitaram empréstimo bancário em nome da empresa no primeiro semestre de 2015. O estudo do Sebrae aponta ainda que as mulheres costumam pedir valores cerca de 50% menores que os homens.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;De acordo com o presidente do Sebrae, Guilherme Afif Domingos, dos 5,6 milhões de empresários cadastrados na categoria &lt;a href="http://www.correiodobrasil.com.br/dilma-tem-reuniao-com-empresarios-brasileiros/"&gt;&lt;strong&gt;Microempreendedor&lt;/strong&gt; &lt;/a&gt;Individual (MEI), 77% querem crescer e se tornar micro ou pequena empresa. Entretanto, menos da metade se relaciona com bancos como pessoa jurídica.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;– Cerca de 80% utilizam financiamento que não passa por instituições financeiras, como negociação com fornecedores e cheque pré-datado. Nos últimos cinco anos, apenas 40% dos empreendedores individuais obtiveram empréstimo em bancos. Isso mostra que existe espaço enorme de crédito para os microempreendedores individuais. E os empreendedores fogem dos bancos por causa das altíssimas taxas de juros – explica Afif Domingos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Reinilda é exceção nesse universo inóspito para os pequenos empresários. Abriu a lanchonete Sabor e Cia, onde vende doces, lanches e salgados, em Santo André (SP), faz encomendas para festas em diferentes cidades de São Paulo e costuma receber pedidos de bolos de artistas do mundo televisivo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ela continua pegando empréstimos no banco, mas agora no limite do teto – cerca de R$ 15 mil –, para garantir capital de giro. Prestes a concluir um cursos de confeitaria e panificação e com certificados internacionais na área, a empresária não tem descanso. Faz em média um bolo por dia, com a ajuda de uma assistente, dá palestras e faz assessoria. Seu sonho agora é abrir um café para vender seus quitutes e abrir uma escola de confeitaria e passar seus conhecimentos para mulheres que como ela têm talento, são empreendedoras, porém não têm recursos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para quem está começando ela aconselha “a burocracia é muito cruel para os pequenos. Muitos acabam desistindo. Mas hoje há vários cursos online sobre gestão financeira, de assessoria, cursos do Sebrae gratuitos. Há créditos solidários, basta juntar um grupo de amigas ou conhecidos”.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;– Não pode desistir. Comecei com R$ 10. Não tenha vergonha de perguntar, bater porta, de ir atrás do cliente. Fidelize seu cliente. E capacite-se – aconselha.&lt;/p&gt;</description><pubDate>Sun, 28 Feb 2016 17:02:30 -0300</pubDate><link>http://blogoosfero.cc/correiodobrasil/negocios/microempreendedoras-representam-quase-50-do-setor</link><guid>http://blogoosfero.cc/correiodobrasil/negocios/microempreendedoras-representam-quase-50-do-setor</guid></item><item><title>Contas públicas fecham janeiro com saldo de R$ 27,9 bi</title><description>&lt;h4&gt;&lt;strong&gt;O saldo positivo das contas públicas acontece após oito meses seguidos de défícit primário, receitas menos despesas, sem considerar os gastos com juros&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;h6&gt;
Por Redação, com &lt;em&gt;ABr&lt;/em&gt; – de Brasília:&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;A União, os estados e os municípios iniciaram o ano com saldo positivo nas contas públicas de R$ 27,913 bilhões, após oito meses seguidos de défícit primário, receitas menos despesas, sem considerar os gastos com juros. Em janeiro de 2015, o superávit primário foi menor: R$ 21,063 bilhões.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esse foi o maior superávit primário desde novembro de 2013 (R$ 29,745 bilhões). Em janeiro de 2013, o superávit primário ficou em R$ 30,251 bilhões. Os dados foram divulgados, nesta sexta-feira, pelo Banco Central, em Brasília.&lt;/p&gt;
&lt;figure id="attachment_796254"&gt;&lt;img src="http://www.correiodobrasil.com.br/wp-content/uploads/2016/02/ipca-2.jpg" alt="Contas públicas" width="635" height="357"&gt;&lt;br&gt;
&lt;figcaption&gt;Esse foi o maior superávit primário desde novembro de 2013 (R$ 29,745 bilhões)&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt;Em janeiro deste ano, o Governo Central (Previdência, Banco Central e Tesouro Nacional) acusou superávit primário de R$ 20,899 bilhões. Os governos estaduais registraram &lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.correiodobrasil.com.br/governo-vai-reduzir-meta-de-superavit-primario-para-2015/"&gt;superávit&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; primário de R$ 6,401 bilhões, e os municipais, de R$ 1,576 bilhão. As empresas estatais federais, estaduais e municipais, excluídas as dos grupos Petrobras e Eletrobras, tiveram déficit primário de R$ 962 milhões em janeiro último. Os gastos com os juros – que incidem sobre a dívida – totalizaram R$ 56,218 bilhões em janeiro contra R$ 18,022 bilhões no mesmo mês de 2015.&lt;/p&gt;
&lt;h4&gt;&lt;strong&gt;Dívida líquida&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;O déficit nominal, formado pelo resultado primário e as despesas com juros, somou R$ 28,305 bilhões no mês passado, ante o superávit de R$ 3,041 bilhões em janeiro de 2015. A dívida líquida do setor público (balanço entre o total de créditos e débitos dos governos federal, estaduais e municipais) foi de R$ 2,121 trilhões em janeiro, o que corresponde a 35,6% do Produto Interno Bruto (PIB), a soma de todas as riquezas produzidas pelo país, com redução de 0,4 ponto percentual em relação a dezembro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ainda segundo o Banco Central, a dívida bruta, que contabiliza apenas os passivos dos governos federal, estaduais e municipais, chegou a R$ 3,992 trilhões ou 67% do PIB, alta de 0,8 ponto percentual em relação ao mês anterior.&lt;/p&gt;</description><pubDate>Fri, 26 Feb 2016 12:58:00 -0300</pubDate><link>http://blogoosfero.cc/correiodobrasil/negocios/contas-publicas-fecham-janeiro-com-saldo-de-r-279-bi</link><guid>http://blogoosfero.cc/correiodobrasil/negocios/contas-publicas-fecham-janeiro-com-saldo-de-r-279-bi</guid></item><item><title>Renda per capita média do brasileiro atinge R$ 1.113 em 2015</title><description>&lt;h4&gt;&lt;strong&gt;Depois do Distrito Federal, aparecem São Paulo, a segunda maior renda per capita do país (R$ 1.482) e depois Rio Grande do Sul (R$ 1.435)&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;h6&gt;
Por Redação, com &lt;em&gt;ABr&lt;/em&gt; – de Brasília:&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;A renda per capita média do brasileiro em 2015 chegou a R$ 1.113, variando entre os R$ 2.252 do Distrito Federal – o maior valor em todo o país – e os R$ 509 do Maranhão, o de menor peso. Em fevereiro de 2014, a renda era de R$ 1.052. As estimativas de rendimento nominal domiciliar per capita em 2015, para as 27 unidades da Federação, são decorrentes da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua e foram divulgadas, nesta sexta-feira, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As informações também estão sendo encaminhadas ao Tribunal de Contas da União e servirão de base para o rateio do Fundo de Participação dos Estados (FPE), conforme definido pela Lei Complementar nº 143, de julho de 2013. Pelos dados divulgados, se destacam pelo lado positivo, além do Distrito Federal, seis estados com renda per capita acima da média nacional de R$ 1.113.&lt;/p&gt;
&lt;figure id="attachment_796248"&gt;&lt;img src="http://www.correiodobrasil.com.br/wp-content/uploads/2016/02/pi-brasil-2.jpg" alt="renda per capta" width="635" height="357"&gt;&lt;br&gt;
&lt;figcaption&gt;As informações também estão sendo encaminhadas ao Tribunal de Contas da União e servirão de base para o rateio do Fundo de Participação dos Estados&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt;Pela ordem, aparecem São Paulo, a segunda maior &lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.correiodobrasil.com.br/fies-limite-de-renda-passa-para-25-salarios-minimos-por-pessoa/"&gt;renda per capita&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; do país (R$ 1.482; Rio Grande do Sul (R$ 1.435); Santa Catarina (R$ 1.368); Rio de Janeiro (R$ 1.285); Paraná (R$ 1.241); e a Bahia (R$ 1.128). Além do Maranhão, com R$ 509, também aparecem com rendimento médio per capita bem abaixo da média nacional, Pernambuco (R$ 598); Pará (R$ 672) e Ceará (R$ 680).&lt;/p&gt;
&lt;h4&gt;&lt;strong&gt;O que é&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;A Pnad Contínua é uma pesquisa domiciliar que, a cada trimestre, levanta informações socioeconômicas em mais de 200 mil domicílios, distribuídos em cerca de 3.500 municípios. Segundo o IBGE, os rendimentos domiciliares são resultado da soma dos rendimentos do trabalho e de outras fontes, recebidos por cada morador no mês de referência da entrevista, considerando todos os residentes em um domicílio.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ao divulgar o rendimento domiciliar, o IBGE atende ao que dispõe a lei complementar 143/2013, que estabelece novos critérios de rateio do Fundo de Participação dos Estados e do Distrito Federal (FPE) e os compromissos assumidos quanto à definição dos valores a serem repassados pelo Tribunal de Contas da União (TCU) aos municípios.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os valores que estão sendo informados ao TCU foram obtidos a partir dos rendimentos brutos do trabalho e de outras fontes, recebidos no mês de referência da entrevista, tomando o acumulado das primeiras visitas do 1º, 2º, 3º e 4º trimestres da Pnad Contínua que compõem o ano de 2015. No cálculo, são analisados todos os rendimentos. Os moradores são considerados no cálculo, inclusive os classificados como pensionistas, empregados domésticos e parentes dos empregados domésticos.&lt;/p&gt;</description><pubDate>Fri, 26 Feb 2016 12:58:00 -0300</pubDate><link>http://blogoosfero.cc/correiodobrasil/negocios/renda-per-capita-media-do-brasileiro-atinge-r-1.113-em-2015</link><guid>http://blogoosfero.cc/correiodobrasil/negocios/renda-per-capita-media-do-brasileiro-atinge-r-1.113-em-2015</guid></item><item><title>Comércio: confiança atinge maior nível desde agosto</title><description>&lt;h4&gt;&lt;strong&gt;A alta da confiança do comércio em fevereiro atingiu apenas 4 dos 13 principais segmentos pesquisados&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;h6&gt;Por Redação, com &lt;em&gt;ABr&lt;/em&gt; – de Brasília:&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;O Índice de Confiança do Comércio (Icom) subiu 0,7 ponto em fevereiro deste ano, atingindo 69,1 pontos, o maior nível desde os 69,3 pontos de agosto último. O indicador foi divulgado, nesta sexta-feira, pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV) que, no entanto, vê “acomodação da confiança do comércio em um patamar historicamente baixo”.&lt;/p&gt;
&lt;figure id="attachment_796225"&gt;&lt;img src="http://www.correiodobrasil.com.br/wp-content/uploads/2016/02/consumo-ABr-1.jpg" alt="comércio" width="635" height="357"&gt;&lt;br&gt;
&lt;figcaption&gt;O Índice de Confiança do Comércio (Icom) subiu 0,7 ponto em fevereiro&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt;Segundo a FGV, a alta da confiança do comércio em fevereiro atingiu apenas 4 dos 13 principais segmentos pesquisados. Ainda na avaliação da entidade, em termos de horizonte de tempo dos quesitos da pesquisa, a melhora de fevereiro também foi concentrada, com o Índice de Expectativas subindo 2,1 pontos e indo a 75,3 pontos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Índice de Situação Atual, que retrata a percepção dos empresários em relação ao momento atual, caiu 0,7 ponto em relação ao mês anterior, após subir 3,6 pontos em janeiro.&lt;/p&gt;
&lt;h4&gt;&lt;strong&gt;Acomodação&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;Na avaliação do superintendente adjunto para Ciclos Econômicos da FGV, Aloisio Campelo Junior, a alta acontece após o índice ter atingido o menor valor da série em dezembro (65,4). Explica que a confiança do &lt;a href="http://www.correiodobrasil.com.br/movimento-no-comercio-cai-96-em-janeiro/"&gt;&lt;strong&gt;comércio&lt;/strong&gt; &lt;/a&gt;parece que está se “acomodando em um patamar historicamente baixo” neste início de ano, mas continua “com tendência incerta” para os próximos meses.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;– O setor vem enfrentando uma demanda enfraquecida pela piora do mercado de trabalho e da situação financeira das famílias, pelos baixos níveis de confiança do consumidor e pela instabilidade no ambiente político – disse.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para Campelo Junior, “como reflexo do cenário negativo, as perspectivas para o emprego no setor continuaram piorando na sondagem de fevereiro”. Os dados divulgados pela FGV indicam, ainda, que o quesito que mais contribuiu para o avanço do Índice de Expectativa do Comércio foi o que capta o grau de otimismo com as vendas previstas para os próximos três meses, que chegou a crescer 4 pontos, atingindo 76,5 pontos em fevereiro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Já a maior contribuição para a queda do Índice de Situação Atual do Comércio veio do quesito que mede o grau de satisfação com o volume atual da demanda, que caiu 0,9 ponto em relação ao mês anterior, alcançando 65 pontos. Para a edição de fevereiro do Índice de Confiança do Comércio, a FGV coletou informações junto a 1.219 empresas nos primeiros 23 dias deste mês.&lt;/p&gt;</description><pubDate>Fri, 26 Feb 2016 12:58:00 -0300</pubDate><link>http://blogoosfero.cc/correiodobrasil/negocios/comercio-confianca-atinge-maior-nivel-desde-agosto</link><guid>http://blogoosfero.cc/correiodobrasil/negocios/comercio-confianca-atinge-maior-nivel-desde-agosto</guid></item><item><title>Impostos: arrecadação cai 6,71% em janeiro</title><description>&lt;h4&gt;&lt;strong&gt;Entre os principais fatores que influenciaram a arrecadação de impostos, está a retração dos principais indicadores macroeconômicos, diz a Receita&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;h6&gt;Por Redação, com &lt;em&gt;ABr&lt;/em&gt; – de Brasília:&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;O governo federal arrecadou R$ 129,38 bilhões em impostos e contribuições em janeiro de 2016. O resultado representa queda real de 6,71 % em relação ao mesmo período de 2015, com a correção pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), utilizado pelo governo para estabelecer as metas de inflação. O resultado é o pior para meses de janeiro desde 2011. Os dados foram divulgados, nesta quinta-feira, pela Receita Federal.&lt;/p&gt;
&lt;figure id="attachment_796051"&gt;&lt;img src="http://www.correiodobrasil.com.br/wp-content/uploads/2016/02/reais-2.jpg" alt="impostos" width="635" height="357"&gt;&lt;br&gt;
&lt;figcaption&gt;O Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) registrou queda de 31,43%, com destaque para o IPI-Fumo (-55,97%)&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt;Entre os principais fatores que influenciaram a arrecadação, está a retração dos principais indicadores macroeconômicos, diz a Receita. Na produção industrial, a queda chegou a 11,9%, na venda de bens e serviços, a 10,96%, no valor em dólar das importações, a 37,82%, e na massa salarial nominal, a 0,8%.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Outro fator que influenciou a queda na arrecadação foi a redução do &lt;a href="http://www.correiodobrasil.com.br/arrecadacao-de-impostos-tem-pior-maio-em-cinco-anos/"&gt;&lt;strong&gt;Imposto&lt;/strong&gt; &lt;/a&gt;de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ) e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), um indicativo importante do setor produtivo. O recuo nesses dois tributos chegou a 3,17%.&lt;/p&gt;
&lt;h4&gt;&lt;strong&gt;Números&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;O Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) registrou queda de 31,43%, com destaque para o IPI-Fumo (-55,97%), IPI-Bebidas (-46,40%), IPI-Automóveis (-12,5%) e IPI-Vinculado à Importação (-25,15%).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Imposto de Renda Pessoa Física totalizou R$ 1,9 bilhão, um acréscimo de 40,07%, decorrente do aumento de ganhos de capital na alienação de bens. No caso do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), houve crescimento de 14,59%, impactado pelo aumento do tributo sobre operações das pessoas físicas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) acusou queda de 3,79%, e o PIS/Pasep recuo de 4,57%. Segundo a Receita Federal, o resultado foi influenciado pela redução no volume de vendas e da elevação de alíquotas incidentes sobre a gasolina, diesel e na importação de bens e serviços.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A arrecadação da Receita Previdenciária teve redução de 7,13%, em decorrência da elevação das alíquotas da contribuição previdenciária sobre a Receita Bruta e da redução da massa salarial de 10,37%.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Segundo Claudemir Malaquias, chefe do Centro de Estudos Tributários e Aduaneiros da Receita Federal, a retração da economia, com a forte queda no nível de emprego no ano passado, começou a refletir na arrecadação de 2016.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;– Com menos salários sendo pagos, há a influência no indicador da massa salarial, no consumo e na arrecadação da Previdência, por exemplo – disse.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ele destacou, ainda, o fim das desonerações na folha de pagamento, que teve efeito na arrecadação previdenciária de janeiro.&lt;/p&gt;</description><pubDate>Thu, 25 Feb 2016 12:55:40 -0300</pubDate><link>http://blogoosfero.cc/correiodobrasil/negocios/impostos-arrecadacao-cai-671-em-janeiro</link><guid>http://blogoosfero.cc/correiodobrasil/negocios/impostos-arrecadacao-cai-671-em-janeiro</guid></item><item><title>Índice de Confiança do Consumidor cresce pelo segundo mês seguido</title><description>&lt;h4&gt;&lt;strong&gt;Os dados relativos à Sondagem do Consumidor indicam que a alta do ICC nos dois primeiros meses do ano decorreu da evolução favorável dos dois indicadores que o compõem&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;h6&gt;Por Redação, com &lt;em&gt;ABr&lt;/em&gt; – de Brasília:&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;Após ter atingido o menor valor da série histórica em dezembro do ano passado, o Índice de Confiança do Consumidor (ICC) subiu pelo segundo mês consecutivo ao crescer 2,1 pontos em fevereiro, atingindo 68,5 pontos. Este é o maior índice desde agosto passado, quando o indicador fechou o mês em 70 pontos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os dados relativos à Sondagem do Consumidor foram divulgados, nesta quinta-feira, pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV) e indicam que a alta do ICC nos dois primeiros meses do ano decorreu da evolução favorável dos dois indicadores que o compõem.&lt;/p&gt;
&lt;figure id="attachment_796034"&gt;&lt;img src="http://www.correiodobrasil.com.br/wp-content/uploads/2016/02/comercio-abr-2.jpg" alt="consumidor" width="635" height="357"&gt;&lt;br&gt;
&lt;figcaption&gt;Para a FGV, o que mais contribuiu para a alta do Índice de Confiança do Consumidor está relacionado com as perspectivas das finanças familiares&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt;São eles o Índice da Situação Atual (ISA), que subiu 2 pontos, o que acontece pelo segundo mês consecutivo, após ter atingido o mínimo da série histórica em dezembro de 2015, com 64,9 pontos; e o Índice de Expectativas (IE), que avançou 1,8 ponto, chegando a 69,4 pontos, neste caso o maior nível desde agosto passado.&lt;/p&gt;
&lt;h4&gt;&lt;strong&gt;Pessimismo cai&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;Para a coordenadora da Sondagem do &lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.correiodobrasil.com.br/indice-de-confianca-do-consumidor-aumenta-em-janeiro/"&gt;Consumidor&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;, economista Viviane Seda Bittencourt, o resultado é decorre da menor insatisfação e do menor pessimismo do consumidor ao longo do mês.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;– Em fevereiro, brasileiro tornou-se menos insatisfeito com a situação atual das finanças familiares e menos pessimista em relação a sua evolução ao longo dos próximos meses – disse.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na avaliação da economista, “a notícia é favorável, mas o movimento foi ainda insuficiente para alterar a tendência de queda do indicador que mede as intenções de compra de bens duráveis no curto prazo, que atingiu o menor nível da série iniciada em setembro de 2005. O indicador, que mede as intenções de compras com bens duráveis, recuou 6 pontos e atingiu o menor nível da série histórica, constata a pesquisa da FGV.&lt;/p&gt;
&lt;h4&gt;&lt;strong&gt;Média Móvel Trimestral&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;Na análise da tendência por médias móveis trimestrais (quando se leva em consideração os três últimos meses comparativamente ao período equivalente imediatamente anterior) o indicador, que mede o grau de satisfação dos consumidores com a situação econômica atual, que, no mês passado, tinha alcançado o menor nível da série, subiu 2,2 pontos atingindo 73 pontos, maior nível desde setembro de 2015 (73,1).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para a FGV, o quesito que mais contribuiu para o resultado favorável do Índice de Confiança do Consumidor está relacionado com as perspectivas das finanças familiares. “O indicador que mede o grau de satisfação com a situação financeira das famílias nos meses seguintes creesceu 5,9 pontos, de 70,2 para 76,1, o melhor resultado desde fevereiro de 2015 (77,6)”, constatou a sondagem.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os dados divulgados indicam, ainda, que, na análise por classes de renda, a confiança das famílias com renda mensal até R$ 2.100, subiu 6,1 pontos, após ficar estável em janeiro. “Os consumidores com menor poder de compra, no entanto, são os mais otimistas em relação à economia, ao emprego e possibilidade de recuperação da situação financeira no futuro”, avalia a pesquisa.&lt;/p&gt;</description><pubDate>Thu, 25 Feb 2016 12:55:40 -0300</pubDate><link>http://blogoosfero.cc/correiodobrasil/negocios/indice-de-confianca-do-consumidor-cresce-pelo-segundo-mes-seguido</link><guid>http://blogoosfero.cc/correiodobrasil/negocios/indice-de-confianca-do-consumidor-cresce-pelo-segundo-mes-seguido</guid></item><item><title>Desemprego sobe para 7,6% em janeiro</title><description>&lt;h4&gt;&lt;strong&gt;A taxa de desemprego foi a mais alta para janeiro desde 2009, quando foi de 8,2%, informou o IBGE&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;h6&gt;
Por Redação, com &lt;em&gt;Reuters&lt;/em&gt; – de São Paulo:&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;O Brasil iniciou 2016 com mais demissões e a maior taxa de desemprego para janeiro em sete anos nas seis principais regiões metropolitanas, além de recuo na renda média do trabalhador, destacando os reflexos da forte recessão econômica que atinge o país.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Pesquisa Mensal de Emprego (PME) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgada nesta quinta-feira mostrou que a taxa de desemprego atingiu 7,6% em janeiro, após registrar 6,9% em dezembro em Recife, Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre.&lt;/p&gt;
&lt;figure id="attachment_796020"&gt;&lt;img src="http://www.correiodobrasil.com.br/wp-content/uploads/2016/02/desemprego-brasil-1.jpg" alt="desemprego" width="635" height="357"&gt;&lt;br&gt;
&lt;figcaption&gt;A população desocupada, que são as pessoas à procura de uma posição, avançou 8,4% em janeiro contra o mês anterior&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt;Passado o efeito favorável da sazonalidade de fim de ano, a taxa de &lt;strong&gt;desemprego&lt;/strong&gt;  foi a mais alta para janeiro desde 2009, quando foi de 8,2%. Expectativa em pesquisa da agência de notícias britânica &lt;em&gt;Reuters&lt;/em&gt; era de que a taxa ficaria em 7,95% por cento no mês na mediana das previsões.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O IBGE informou ainda que a renda caiu 1,3% em janeiro na comparação com dezembro, chegando a R$ 2.242,90. Sobre o mesmo mês de 2015, despencou 7,4%, em meio ao cenário de inflação e juros elevados.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No mês passado, a população ocupada recuou 1,0% na comparação mensal, e sobre janeiro de 2015 teve recuo 2,7%, o que reflete as dispensas de trabalhadores no início do ano.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A população desocupada, que são as pessoas à procura de uma posição, avançou 8,4% em janeiro contra o mês anterior e teve forte alta de 42,7% sobre um ano antes, chegando 1,879 milhão de pessoas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;– O desemprego cresce em razão da população ocupada menor e mais pessoas foram procurar trabalho. As demissões não parecem ser um fenômeno temporário – disse a técnica da pesquisa no IBGE, Adriana Beringuy.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A fraqueza do mercado de trabalho também fica clara nos dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua, cuja taxa de desemprego permaneceu em 9 por cento no trimestre encerrado em novembro, maior patamar da série iniciada em 2012.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Analistas não veem melhora do mercado de trabalho deste ano, diante do quadro de recessão prolongada. A expectativa na pesquisa Focus do Banco Central, que ouve semanalmente uma centena de economistas, é de contração econômica de 3,40% em 2016, com inflação de 7,62%, acima do teto da meta do governo.&lt;/p&gt;</description><pubDate>Thu, 25 Feb 2016 12:55:40 -0300</pubDate><link>http://blogoosfero.cc/correiodobrasil/negocios/desemprego-sobe-para-76-em-janeiro</link><guid>http://blogoosfero.cc/correiodobrasil/negocios/desemprego-sobe-para-76-em-janeiro</guid></item><item><title>Cartão de crédito: juros sobem para 439,5% ao ano</title><description>&lt;h4&gt;&lt;strong&gt;O rotativo é o crédito tomado pelo consumidor quando paga menos que o valor integral da fatura do cartão&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;h6&gt;Por Redação, com &lt;em&gt;ABr&lt;/em&gt; – de Brasília:&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;As taxas de juros continuam subindo no início deste ano. Segundo dados do Banco Central (BC), divulgados, nesta quarta-feira, a taxa de juros do rotativo do cartão de crédito subiu 8,1 pontos percentuais de dezembro para janeiro, quando atingiu 439,5% ao ano. É a maior taxa já registrada na série histórica do BC, iniciada em março de 2011.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O rotativo é o crédito tomado pelo consumidor quando paga menos que o valor integral da fatura do cartão. Essa é a modalidade com taxa de juros mais alta na pesquisa do BC. A taxa média das compras parceladas com juros, do parcelamento da fatura do cartão de crédito e dos saques parcelados, subiu 8,3 pontos percentuais, de dezembro para janeiro, quando ficou em 144,5% ao ano.&lt;/p&gt;
&lt;figure id="attachment_795924"&gt;&lt;img src="http://www.correiodobrasil.com.br/wp-content/uploads/2016/02/cartao-credito.jpg" alt="cartão de crédito" width="635" height="357"&gt;&lt;br&gt;
&lt;figcaption&gt;O rotativo é a modalidade com taxa de juros mais alta na pesquisa do BC&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt;A taxa do cheque especial chegou a 292,3% ao ano, com alta de 5,3 pontos percentuais. A taxa do &lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.correiodobrasil.com.br/cartao-de-credito-juros-chegam-a-431-ao-ano/"&gt;crédito&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; consignado (com desconto em folha de pagamento) aumentou 0,3 ponto percentual para 26,8% ao ano. A taxa do crédito pessoal subiu 0,7 ponto percentual para 118,4% ao ano.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A taxa média de juros cobrada das famílias cresceu 2,4 pontos percentuais, de dezembro para janeiro, quando ficou em 66,1% ao ano. A inadimplência do crédito, considerados atrasos acima de 90 dias, para pessoas físicas, aumentou 0,1 ponto percentual para 6,2%.&lt;/p&gt;
&lt;h4&gt;&lt;strong&gt;Inadimplência&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;No caso das empresas, a taxa de inadimplência ficou em 4,7%, alta de 0,2 ponto percentual. A taxa média de juros cobrada das pessoas jurídicas subiu 1,8 ponto percentual para 31,5% ao ano.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esses dados são do crédito livre em que os bancos têm autonomia para aplicar o dinheiro captado no mercado e definir as taxas de juros.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No caso do crédito direcionado (empréstimos com regras definidas pelo governo, destinados, basicamente, aos setores habitacional, rural e de infraestrutura) a taxa de juros para as pessoas físicas ficou em 9,9%, alta de 0,2 ponto percentual. A taxa cobrada das empresas subiu 2,3 pontos percentuais para 12,3% ao ano. A inadimplência das famílias ficou em 2,1% e das empresas em 0,9%.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O saldo de todas as operações de crédito concedido pelos bancos caiu 0,6% em janeiro, quando ficou em R$ 3,199 trilhões. Esse valor correspondeu a 53,7% de tudo o que o país produz – Produto Interno Bruto (PIB).&lt;/p&gt;</description><pubDate>Wed, 24 Feb 2016 12:53:32 -0300</pubDate><link>http://blogoosfero.cc/correiodobrasil/negocios/cartao-de-credito-juros-sobem-para-4395-ao-ano</link><guid>http://blogoosfero.cc/correiodobrasil/negocios/cartao-de-credito-juros-sobem-para-4395-ao-ano</guid></item><item><title>Dívida Pública Federal cai para R$ 2,74 tri em Janeiro</title><description>&lt;h4&gt;&lt;strong&gt;A Dívida Pública Mobiliária Federal interna (DPMFi) teve o estoque diminuído 1,63% e foi reduzida de R$ 2,650 trilhões para R$ 2,606 trilhões&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;h6&gt;Por Redação, com &lt;em&gt;ABr&lt;/em&gt; – de Brasília:&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;A Dívida Pública Federal teve redução de 1,54% em janeiro, em comparação a dezembro. De um mês para o outro, caiu de R$ 2,793 trilhões para R$ 2,749 trilhões. Os dados foram divulgados, nesta quarta-feira, pelo Tesouro Nacional. O endividamento do Tesouro pode ocorrer por meio da oferta de títulos públicos em leilões, pela internet (Tesouro Direto) ou pela emissão direta.&lt;/p&gt;
&lt;figure id="attachment_795917"&gt;&lt;img src="http://www.correiodobrasil.com.br/wp-content/uploads/2016/02/credito.jpg" alt="dívida pública federal" width="635" height="357"&gt;&lt;br&gt;
&lt;figcaption&gt;O endividamento do Tesouro pode ocorrer por meio da oferta de títulos públicos em leilões, pela internet (Tesouro Direto) ou pela emissão direta&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O aumento da dívida do Tesouro Nacional pode ocorrer também pela assinatura de contratos de empréstimo. Nesse caso, o Tesouro toma empréstimo de uma instituição financeira ou de um banco de fomento, destinado a financiar o desenvolvimento de uma determinada região. Já a redução ocorre, por exemplo, pelo resgate de títulos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Dívida Pública Mobiliária Federal interna (DPMFi) teve o estoque diminuído 1,63% e foi reduzida de R$ 2,650 trilhões para R$ 2,606 trilhões. A DPMFi é a dívida pública federal interna, em circulação no mercado nacional. O motivo da redução no mês passado foi o resgate líquido de títulos, no valor de R$ 73,19 bilhões.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A &lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.correiodobrasil.com.br/deficit-das-contas-publicas-chega-a-mais-de-r-111-bi-em-2015/"&gt;Dívida Pública Federal&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; Externa (DPFe) permaneceu praticamente estável, em janeiro, com pequena elevação de 0,04% em comparação ao resultado do mês anterior, chegando a R$ 142,9 bilhões, equivalentes a US$ 35,35 bilhões, dos quais R$ 129,47 bilhões (US$ 32,02 bilhões) referem-se à dívida mobiliária (títulos) e R$ 13,43 bilhões (US$ 3,32 bilhões), à dívida contratual.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;DPFe é a dívida pública federal existente no mercado internacional paga em outras moedas. “A variação [da DPFe] deveu-se pela desvalorização do real [de dezembro para janeiro] em comparação a moedas que compõem o estoque da dívida externa”, informou o Tesouro&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;De acordo com o Plano Anual de Financiamento (PAF), o governo estima a Dívida Pública Federal, em 2016, entre R$ 3,1 trilhões e R$ 3,3 trilhões.&lt;/p&gt;</description><pubDate>Wed, 24 Feb 2016 12:53:31 -0300</pubDate><link>http://blogoosfero.cc/correiodobrasil/negocios/divida-publica-federal-cai-para-r-274-tri-em-janeiro</link><guid>http://blogoosfero.cc/correiodobrasil/negocios/divida-publica-federal-cai-para-r-274-tri-em-janeiro</guid></item><item><title>Moody’s retira grau de investimento do Brasil</title><description>&lt;h4&gt;&lt;strong&gt;A Moody’s também citou as dinâmicas políticas desafiadoras, que devem continuar dificultando esforços de consolidação fiscal e atrasando reformas estruturais&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;h6&gt;Por Redação, com &lt;em&gt;ABr&lt;/em&gt; – de Brasília:&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;A agência de classificação de risco Moody’s retirou, nesta quarta-feira, o grau de investimento do Brasil, o que funciona como garantia de que o país não dará calote na dívida pública. A Moody’s rebaixou o Brasil para Ba2, a segunda nota do grau especulativo. Entre as três maiores agências de classificação de risco, a Moody’s era a única que ainda não tinha tirado o selo de bom pagador, que estava em Baa3, último nível do grau de investimento.&lt;/p&gt;
&lt;figure id="attachment_795909"&gt;&lt;img src="http://www.correiodobrasil.com.br/wp-content/uploads/2016/02/reais-1.jpg" alt="Moodys" width="635" height="357"&gt;&lt;br&gt;
&lt;figcaption&gt;A perspectiva negativa contempla os riscos de deterioração adicional para o perfil de crédito do Brasil que emanando de choques macroeconômicos e de disfunção política mais profunda&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt;Além do rebaixamento, a agência colocou o país em perspectiva negativa, o que significa que pode reduzir ainda mais a classificação do país nos próximos meses. Segundo a &lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.correiodobrasil.com.br/moodys-rebaixa-nota-e-petrobras-perde-grau-de-investimento/"&gt;Moodys&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;, um dos motivos que levou ao rebaixamento foi a perspectiva de maior deterioração dos indicadores de dívida do Brasil, em um ambiente de baixo crescimento, com a dívida do governo provavelmente superior a 80% do Produto Interno Bruto (PIB), em três anos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A agência Moody’s também citou as dinâmicas políticas desafiadoras, que devem continuar dificultando esforços de consolidação fiscal e atrasando reformas estruturais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;De acordo com a agência Moody’s, a perspectiva negativa contempla os riscos de deterioração adicional para o perfil de crédito do Brasil que emanando de choques macroeconômicos e de disfunção política mais profunda.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No último dia 17, a agência de classificação de risco Standard &amp;amp; Poor’s (S&amp;amp;P) voltou a rebaixar o país, cinco meses após retirar o selo de bom pagador do Brasil. A nota foi reduzida de BB+ para BB. A agência concedeu ainda perspectiva negativa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A S&amp;amp;P tinha sido a primeira a retirar o grau de investimento em setembro do ano passado. Em dezembro, a Fitch seguiu a decisão.&lt;/p&gt;
&lt;h4&gt;Ajuste fiscal&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;A retirada do grau de investimento do Brasil pela agência de classificação Moody’s não altera o “comprometimento com o ajuste fiscal necessário para a estabilização da trajetória da dívida pública e da perspectiva de recuperação da economia brasileira no médio prazo”, informou em nota o Ministério da Fazenda. Para a pasta, a medida é temporária. “Com sua reversão tão logo se materializem os resultados das medidas em discussão, o que trará o reequilíbrio fiscal e a recuperação do crescimento”, acrescenta o texto.&lt;/p&gt;
&lt;h4&gt;
Ibovespa&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;Após a agência de classificação Moody’s retirar o grau de investimento do Brasil, as ações negociadas na Bolsa de Valores de São Paulo (BM&amp;amp;FBovespa) caem, enquanto a cotação do dólar sobe nesta quarta-feira. O Ibovespa, índice da Bolsa de Valores de São Paulo, caia 2,12%, aos 41.621 pontos, às 10h51. O dólar comercial era vendido a R$ 3,99, alta de 0,84%, às 10h40.&lt;/p&gt;</description><pubDate>Wed, 24 Feb 2016 12:53:31 -0300</pubDate><link>http://blogoosfero.cc/correiodobrasil/negocios/moodys-retira-grau-de-investimento-do-brasil</link><guid>http://blogoosfero.cc/correiodobrasil/negocios/moodys-retira-grau-de-investimento-do-brasil</guid></item><item><title>Inflação perde força, mostra FGV</title><description>&lt;h4&gt;&lt;strong&gt;O grupo educação, leitura e recreação, que sempre pressiona mais a inflação nesta época do ano, diminuiu a intensidade de alta&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;h6&gt;Por Redação, com &lt;em&gt;ABr&lt;/em&gt; – de Brasília:&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;Após começar o mês de fevereiro em alta de 1,8% com acréscimo de 0,02 ponto percentual acima do encerramento de janeiro (1,78%), o Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) atingiu 1,1%, na terceira prévia de fevereiro. Essa variação é 0,32 ponto percentual menor do que o obtido na última apuração (1,42%), representando redução no ritmo de aumento médio dos preços.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A pesquisa – feita pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV) – mostra que seis dos oito grupos analisados apresentaram decréscimos com destaque para alimentação (de 1,94% para 1,40%). Entre os itens que contribuíram, estão as hortaliças e legumes, que passaram de uma alta de 12,23% para 3,75%.&lt;/p&gt;
&lt;figure id="attachment_795804"&gt;&lt;img src="http://www.correiodobrasil.com.br/wp-content/uploads/2016/02/queda-confianca-comercio-1.jpg" alt="inflação" width="635" height="357"&gt;&lt;br&gt;
&lt;figcaption&gt;O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) atingiu 1,1%, na terceira prévia de fevereiro&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt;O grupo educação, leitura e recreação, que sempre pressiona mais a &lt;a href="http://www.correiodobrasil.com.br/projecao-da-inflacao-vai-para-761-projetam-analistas/"&gt;&lt;strong&gt;inflação&lt;/strong&gt; &lt;/a&gt;nesta época do ano, diminuiu a intensidade de alta de 2,57% para 1,50%. O resultado reflete, principalmente, a baixa do ritmo de correção dos cursos formais (de 4,29% para 2,12%). No item habitação (de 0,97% para 0,78%), o que ajudou foi a queda no valor da conta de luz residencial (de 0,27% para -0,90%).&lt;/p&gt;
&lt;h4&gt;&lt;strong&gt;Transportes&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;No grupo transportes (de 1,91% para 1,60%), o decréscimo foi puxado pelas tarifas de ônibus urbanos (4,84% para 3,13%). Em comunicação (de 0,57% para 0,52%), houve a influência da mensalidade dos serviços de tv por assinatura (de 1,54% para 0,96%). Já em despesas diversas (de 1,51% para 1,27%), o índice subiu com menos intensidade por causa da variação de preços das clínicas veterinárias (de 1,72% para 1,01%).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os dois grupos restantes apresentaram movimento oposto. No grupo saúde e cuidados pessoais , o índice aumentou de 0,66% para 0,75% com o avanço, principalmente, dos artigos de higiene e cuidado pessoal (de 0,44% para 1,13%). E, em vestuário, a taxa passou de 0,08% para 0,19%. Neste último caso, foi o reajuste de preços dos calçados que mais pressionou a inflação ao subir de 0,28% para 0,48%.&lt;/p&gt;</description><pubDate>Tue, 23 Feb 2016 12:51:14 -0300</pubDate><link>http://blogoosfero.cc/correiodobrasil/negocios/inflacao-perde-forca-mostra-fgv</link><guid>http://blogoosfero.cc/correiodobrasil/negocios/inflacao-perde-forca-mostra-fgv</guid></item><item><title>Contas externas têm o menor déficit da série para meses de janeiro</title><description>&lt;h4&gt;&lt;strong&gt;No mesmo mês de 2015, o déficit das contas externas ficou em US$ 12,165 bilhões, de acordo com o Banco Central&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;h6&gt;Por Redação, com &lt;em&gt;ABr&lt;/em&gt; – de Brasília:&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;As contas externas fecharam o mês de janeiro com déficit de US$ 4,817 bilhões, segundo dados do Banco Central (BC), divulgados nesta terça-feira. Esse é o menor saldo negativo das transações correntes, que são as compras e as vendas de mercadorias e serviços e transferências de renda do país com o mundo, registrado em janeiro, na série histórica iniciada em 2010. No mesmo mês de 2015, o déficit ficou em US$ 12,165 bilhões.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No balanço das transações correntes, a conta de renda primária (lucros e dividendos, pagamentos de juros e salários) foi a que apresentou o maior saldo negativo no mês passado: US$ 4,316 bilhões. A conta de serviços (viagens internacionais, transportes, aluguel de equipamentos e seguros, entre outros) contribuiu para o resultado negativo com US$ 1,383 bilhão.&lt;/p&gt;
&lt;figure id="attachment_795783"&gt;&lt;img src="http://www.correiodobrasil.com.br/wp-content/uploads/2016/02/dolar-e-real.jpg" alt="contas externas" width="635" height="357"&gt;&lt;br&gt;
&lt;figcaption&gt;Esse é o menor saldo negativo das transações correntes desde 2010&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;h4&gt;&lt;strong&gt;Dados positivos&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;A conta de renda secundária (renda gerada em uma economia e distribuída para outra, como doações e remessas de dólares, sem contrapartida de serviços ou bens) apresentou resultado positivo de US$ 238 milhões. A balança comercial contribuiu para reduzir o déficit das &lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.correiodobrasil.com.br/contas-externas-fecham-2015-com-saldo-negativo/"&gt;contas externas&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; ao apresentar superávit de US$ 643 milhões.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mesmo assim, o país gastou além de sua renda. Quando isso acontece, é preciso financiar esse resultado negativo com investimentos estrangeiros ou tomar dinheiro emprestado no exterior. O investimento direto no país (IDP), recursos que entram no Brasil e vão para o setor produtivo da economia, é considerado a melhor forma de financiar por ser de longo prazo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No mês passado, o IDP chegou a US$ 5,455 bilhões e foi mais que suficiente para cobrir todo o déficit em transações correntes. Em janeiro de 2015, esses investimentos atingiram US$ 5,765 bilhões.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O país registrou entrada de investimento em ações negociadas em bolsas de valores no Brasil e no exterior e em fundos de investimento no total de US$ 4 milhões, em janeiro. A saída líquida de investimento em títulos negociados no Brasil chegou a US$ 1,193 bilhão.&lt;/p&gt;</description><pubDate>Tue, 23 Feb 2016 12:51:13 -0300</pubDate><link>http://blogoosfero.cc/correiodobrasil/negocios/contas-externas-tem-o-menor-deficit-da-serie-para-meses-de-janeiro</link><guid>http://blogoosfero.cc/correiodobrasil/negocios/contas-externas-tem-o-menor-deficit-da-serie-para-meses-de-janeiro</guid></item><item><title>IPCA-15 sobe em fevereiro e acumula alta de 2,35%</title><description>&lt;h4&gt;As influências mais fortes na composição do &lt;strong&gt;IPCA-15&lt;/strong&gt;, segundo o IBGE, são resultado dos grupos Alimentação e Bebidas, com variação de 1,92%&lt;/h4&gt;
&lt;h6&gt;Por Redação, com &lt;em&gt;ABr&lt;/em&gt; – de Brasília:&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;O IPCA-15,  prévia da inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15, teve variação de 1,42%, em fevereiro, e ficou 0,5 ponto percentual acima dos 0,92% da da taxa de janeiro, de acordo com dados divulgados, nesta terça-feira, pelo Instituto Brasileiro de geografia e Estatística (IBGE). O aumento foi o maior para os meses de fevereiro desde 2003, quando a taxa registrou 2,19%.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com o resultado de fevereiro, o IPCA-15 – prévia do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a inflação oficial do país – acumula alta de 2,35% nos dois primeiros meses do ano. Em fevereiro do ano passado, a alta chegou a 1,33%. Considerando os últimos 12 meses, o índice foi para 10,84%, o maior desde novembro de 2003, que chegou a 12,69%.&lt;/p&gt;
&lt;figure id="attachment_795771"&gt;&lt;img src="http://www.correiodobrasil.com.br/wp-content/uploads/2016/02/consumo-ABr.jpg" alt="IPCA-15" width="635" height="357"&gt;&lt;br&gt;
&lt;figcaption&gt;O o IPCA-15 – prévia do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a inflação oficial do país – acumula alta de 2,35% nos dois primeiros meses do ano&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;h4&gt;&lt;strong&gt;Pressão&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;As influências mais fortes na composição do &lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.correiodobrasil.com.br/ipca-15-varia-092-em-janeiro-influenciada-por-alimentos/"&gt;IPCA-15&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;, segundo o IBGE, são resultado dos grupos Alimentação e Bebidas, com variação de 1,92% e impacto de 0,49 ponto percentual, Transportes, com 1,65% e 0,3 ponto, e Educação, com 5,91% e impacto de 0,27 ponto percentual. Juntos, os três grupos responderam por 75% do IPCA-15.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No grupo alimentação, destacam-se individualmente a cenoura, com alta de 24,26%; seguida da cebola (14,16%); do tomate (14,11%); do alho (13,08%); da farinha de mandioca (12,2%) e das hortaliças (8,66%).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A aceleração registrada no grupo Transporte refletiu o aumento das tarifas dos ônibus urbanos, com alta de 5,69%, de trem (6,12%), de metrô (5,27%), ônibus intermunicipais (5,04%) e táxi (3,65%). Houve, ainda, reflexos da alta do litro do etanol (4,92%) e da gasolina (1,2%).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O grupo Educação foi o que mais contribuiu individualmente para o IPCA-15, com a alta de 5,91%, refletindo os reajustes de início do ano letivo, especialmente os aumentos nas mensalidades dos cursos regulares, item que subiu 7,41%. O grupo provocou o maior impacto individual no índice do mês: 0,21 ponto percentual.&lt;/p&gt;
&lt;h4&gt;&lt;strong&gt;IPCA-15 e regiões&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;Regionalmente, a maior alta do &lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.correiodobrasil.com.br/ipca-15-acumulado-nos-ultimos-12-meses-e-o-maior-desde-2013/"&gt;IPCA-15&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; foi registrada em Salvador (2,26%), onde os alimentos tiveram elevação de 4,59%, de janeiro para fevereiro. Já a menor alta foi registrada em Brasília (1,01%), em virtude da queda de 13,14% no item passagens aéreas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Recife fechou com a segunda maior alta da taxa do país – 1,82%. Rio de Janeiro (1,62%), Belém e Porto Alegre, ambas com alta de 1,45%, registraram taxas superiores à variação global, de 1,42%. Em São Paulo, a alta do IPCA-15, em fevereiro foi de 1,24% e, na região metropolitana de Belo Horizonte, de 1,32%.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Prévia da inflação oficial do país, o IPCA-15 tem a mesma metodologia de pesquisa do IPCA, mas com abrangência e período de coleta diferentes. Para a aferição do IPCA-15 os preços são coletados no período compreendendo a metade do mês anterior e a metade do mês de referência, abrangendo as regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, de Porto Alegre, Belo Horizonte, do Recife, de São Paulo, Belém, Fortaleza, Salvador e Curitiba, além de Brasília e Goiânia. Assim como no caso do IPCA, no entanto, o indicador refere-se às famílias com rendimento de 1 a 40 salários mínimos.&lt;/p&gt;</description><pubDate>Tue, 23 Feb 2016 12:51:13 -0300</pubDate><link>http://blogoosfero.cc/correiodobrasil/negocios/ipca-15-sobe-em-fevereiro-e-acumula-alta-de-235</link><guid>http://blogoosfero.cc/correiodobrasil/negocios/ipca-15-sobe-em-fevereiro-e-acumula-alta-de-235</guid></item><item><title>China: expansão do consumo continuará rápida em 2016</title><description>&lt;h4&gt;&lt;strong&gt;Na China, a moeda caiu mais 3% contra o dólar depois que o país desvalorizou sua moeda em quase 2% no dia 11 de agosto&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;h6&gt;
Por Redação, com &lt;em&gt;Reuters e Agências de Notícias&lt;/em&gt; – de Pequim:&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;O consumo na China continuará a crescer a um ritmo rápido em 2016, afirmou nesta terça-feira o ministro do Comércio, Gao Hucheng, em entrevista à imprensa. A desaceleração econômica da China tem agitado os mercados financeiros no momento em que o país busca reequilibrar sua economia para uma expansão mais voltada ao consumo, ante a atual dependência das exportações e investimentos.&lt;/p&gt;
&lt;figure id="attachment_795765"&gt;&lt;img src="http://www.correiodobrasil.com.br/wp-content/uploads/2016/02/iuan-1.jpg" alt="China" width="635" height="357"&gt;&lt;br&gt;
&lt;figcaption&gt;O iuan caiu mais 3% contra o dólar depois que a China desvalorizou sua moeda em quase 2% no dia 11 de agosto&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt;O consumo respondeu por 66,4% do crescimento do PIB da China em 2015, disse a agência de estatísticas em janeiro. As recentes flutuações do iuan não irão impactar o desempenho comercial, disse ainda Gao, acrescentando que nem a depreciação nem a apreciação da moeda beneficiaria o comércio da &lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.correiodobrasil.com.br/china-bancos-concederam-valor-recorde-de-credito-em-janeiro/"&gt;China&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O iuan caiu mais 3% contra o dólar depois que a China desvalorizou sua moeda em quase 2% no dia 11 de agosto.&lt;/p&gt;
&lt;h4&gt;
&lt;strong&gt;Produção da China&lt;/strong&gt;
&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;O excesso de produção das indústrias pesadas na China tem “profundas” consequências na economia mundial, com a produção de aço “completamente” descoordenada da demanda do mercado. De acordo com a Câmara do Comércio da União Europeia, a indústria siderúrgica do país asiático produz mais do que os outros quatro gigantes do setor – Japão, Índia, Estados Unidos e Rússia – juntos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em comunicado, a Câmara alerta que mais de 60% da produção de alumínio na China apresenta resultados financeiros negativos e que, em apenas dois anos, a produção de cimento no país foi igual à quantidade total produzida pelos Estados Unidos durante todo o século 20.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;“A China não deu continuidade aos esforços feitos na década passada para conter o excesso de capacidade”, afirmou o presidente da Câmara do Comércio, Joerg Wuttke, na nota.&lt;/p&gt;</description><pubDate>Tue, 23 Feb 2016 12:51:13 -0300</pubDate><link>http://blogoosfero.cc/correiodobrasil/negocios/china-expansao-do-consumo-continuara-rapida-em-2016</link><guid>http://blogoosfero.cc/correiodobrasil/negocios/china-expansao-do-consumo-continuara-rapida-em-2016</guid></item><item><title>FMI: Brasil é o décimo maior cotista do fundo, informa BC</title><description>&lt;h4&gt;&lt;strong&gt;O aumento se deu no âmbito da 14ª Revisão Geral de Cotas do FMI, informou o Banco Central&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;h6&gt;
&lt;/h6&gt;&lt;p&gt;Por Redação, com &lt;em&gt;ABr&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Agências de Notícias&lt;/em&gt; – de Brasília:
&lt;/p&gt;&lt;p&gt;O Brasil passou a ser o décimo maior cotista do Fundo Monetário Internacional (FMI), informou, nesta segunda-feira, o Banco Central (BC). O país subiu quatro posições após a integralização do aumento de sua cota, na semana passada.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Segundo o BC, o aumento se deu no âmbito da 14ª Revisão Geral de Cotas do FMI. Ao final do processo de integralização de cotas por parte dos países membros, a ser concluído nas próximas semanas, a participação no total das cotas do Brasil no organismo subirá de 1,78% para 2,32%.&lt;/p&gt;
&lt;figure id="attachment_795638"&gt;&lt;img src="http://www.correiodobrasil.com.br/wp-content/uploads/2016/02/FMI.jpg" alt="FMI" width="635" height="357"&gt;&lt;br&gt;
&lt;figcaption&gt;Entre os países que mais aumentarão a participação estão os BRICs, que passarão a figurar entre os dez maiores cotistas do FMI&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt;De acordo com o BC , a 14ª Revisão Geral de Cotas foi resultado de uma longa negociação no período pós-crise de 2008 e culminou em um acordo em 2010, visando dobrar os recursos regulares do &lt;a href="http://www.correiodobrasil.com.br/revisoes-do-fmi-para-economia-brasileira-sao-significativas-diz-tombini/"&gt;&lt;strong&gt;FMI&lt;/strong&gt; &lt;/a&gt;e aumentar a participação relativa das economias emergentes e em desenvolvimento.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Entre os países que mais aumentarão a participação estão os BRICs (Brasil, Rússia, Índia e China), que passarão a figurar entre os dez maiores cotistas do fundo e, conjuntamente, somarão 14,2% em cotas (ou 13,5% com poder de voto) do FMI. O resultado líquido do aumento de cotas não afeta o nível das reservas internacionais do Brasil, informou o BC.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Projeção do FMI&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em janeiro, o Fundo Monetário Internacional (FMI) piorou a projeção de queda da economia brasileira este ano. A estimativa para a retração do Produto Interno Bruto (PIB) passou de 1% para 3,5%. Para o FMI, será o segundo ano consecutivo de queda da economia. Em 2015, de acordo com o fundo, houve retração de 3,8%.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em 2017, a expectativa é de estabilidade, com estimativa de crescimento zero para o PIB. Em outubro do ano passado, o FMI projetava crescimento de 2,3%, em 2017.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A retração do Brasil puxou o resultado negativo para a economia da América Latina. A expectativa para os países da região é de retração de 0,3% este ano. Para 2017, a previsão é de crescimento de 1,6%.&lt;/p&gt;</description><pubDate>Mon, 22 Feb 2016 12:49:02 -0300</pubDate><link>http://blogoosfero.cc/correiodobrasil/negocios/fmi-brasil-e-o-decimo-maior-cotista-do-fundo-informa-bc</link><guid>http://blogoosfero.cc/correiodobrasil/negocios/fmi-brasil-e-o-decimo-maior-cotista-do-fundo-informa-bc</guid></item><item><title>Banco italiano controlado pelo BTG Pactual é comprado</title><description>&lt;h4&gt;&lt;strong&gt;Com a emissão de papéis, o BTG Pactual deverá fechar a operação com participação entre 20% e 30% no BSI&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;h6&gt;
Por Redação, com &lt;em&gt;ABr&lt;/em&gt; – de Brasília:&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;O grupo suíço EFG International anunciou, nesta segunda-feira, a compra do banco italiano BSI, controlado pelo BTG Pactual, em uma operação que envolve dinheiro e ações. O valor do negócio, que inclui lucros futuros estimados do BSI, deve ficar entre 1,5 bilhão e 1,6 bilhão de francos suíços (R$ 6,1 bilhões a R$ 6,5 bilhões), informou o BTG Pactual. O banco também disse que receberá um pagamento em dinheiro de aproximadamente 1 bilhão de francos suíços (R$ 4,085 bilhões).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com a emissão de papéis, o BTG deverá fechar a operação com participação entre 20% e 30% no BSI. O BTG Pactual lembra que a conclusão da aquisição está sujeita à aprovação dos acionistas e dos órgãos reguladores.&lt;/p&gt;
&lt;figure id="attachment_795631"&gt;&lt;img src="http://www.correiodobrasil.com.br/wp-content/uploads/2016/02/pactual.jpg" alt="BTG Pactual" width="635" height="357"&gt;&lt;br&gt;
&lt;figcaption&gt;O BTG Pactual lembra que a conclusão da aquisição está sujeita à aprovação dos acionistas e dos órgãos reguladores&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt;A instituição resultante dessa operação entre BSI e EFG terá aproximadamente 171 bilhões de francos suíços (R$ 698,5 bilhões) de ativos de clientes. Os dois bancos oferecem plataformas e conhecimento complementares, com expressiva presença na Europa, Ásia e América do Sul, e, juntos, constituirão um dos maiores private bankings (instituições que oferecem serviços financeiros para grandes investidores) da Suíça, acrescentou o &lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.correiodobrasil.com.br/btg-fara-investigacao-interna-sobre-atuacao-de-esteves-no-banco/"&gt;BTG Pactual&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;h4&gt;&lt;strong&gt;Prisões&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;O BTG Pactual passou por dificuldades de gestão após a prisão do então presidente André Esteves e do senador Delcídio do Amaral, em novembro do ano passado, na Operação Lava Jato. Ambos já estão soltos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;De acordo com a Procuradoria-Geral da República (PGR), o senador tentou obstruir as investigações e prometeu pagamento de R$ 50 mil mensais ao ex-diretor Área Internacional da Petrobras, Nestor Ceveró Cerveró, para evitar que firmasse acordo de colaboração com o Ministério Público Federal. Segundo a PGR, André Esteves iria arcar com o valor prometido a Cerveró pelo senador. Em dezembro, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Teori Zavascki entendeu que Esteves podia responder as acusações em liberdade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em 31 de dezembro de 2015, os ativos totais do BTG Pactual alcançaram R$ 266,1 bilhões, uma queda de 12% em comparação a 30 de setembro de 2015, de acordo com dados auditados divulgados na noite deste domingo. No ano passado, o lucro líquido do banco chegou a R$ 4,616 bilhões, com aumento de 35,33%.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No dia 19 de janeiro, o BTG divulgou os resultados do ano passado ainda não auditados e preliminares. Os ativos totais eram maiores: R$ 266,6 bilhões. O lucro líquido divulgado em janeiro é o mesmo no relatório publicado nesta segunda.&lt;/p&gt;</description><pubDate>Mon, 22 Feb 2016 12:49:02 -0300</pubDate><link>http://blogoosfero.cc/correiodobrasil/negocios/banco-italiano-controlado-pelo-btg-pactual-e-comprado</link><guid>http://blogoosfero.cc/correiodobrasil/negocios/banco-italiano-controlado-pelo-btg-pactual-e-comprado</guid></item><item><title>Analistas preveem que queda do PIB chegue a 3,4% este ano</title><description>&lt;h4&gt;&lt;strong&gt;As estimativas  sobre a queda do PIB fazem parte do boletim Focus, publicação divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC)&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;h6&gt;Por Redação, com &lt;em&gt;ABr&lt;/em&gt; – de Brasília:&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;A projeção de instituições financeiras para a queda da economia, este ano, está cada vez maior, enquanto a expectativa de recuperação em 2017 diminui há cinco semanas seguidas. As estimativas  para o PIB fazem parte do boletim Focus, publicação divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC), com base em projeções de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A estimativa para a queda do Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país, este ano, passou de 3,33% para 3,40%, no quinto ajuste consecutivo. Para 2017, a estimativa de crescimento do &lt;a href="http://www.correiodobrasil.com.br/pib-tem-continua-e-intensa-piora-informa-fgv/"&gt;&lt;strong&gt;PIB&lt;/strong&gt; &lt;/a&gt;caiu de 0,59% para 0,50%.&lt;/p&gt;
&lt;figure id="attachment_795623"&gt;&lt;img src="http://www.correiodobrasil.com.br/wp-content/uploads/2016/02/pi-brasil-1.jpg" alt="PIB" width="635" height="357"&gt;&lt;br&gt;
&lt;figcaption&gt;Para 2017, a estimativa de crescimento do PIB caiu de 0,59% para 0,50%, segundo o boletim do Banco Central&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt;As instituições financeiras projetam que a inflação, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), feche este ano em 7,62%, no oitavo ajuste seguido. Na semana passada, a estimativa era 7,61%. Essa projeção ultrapassa o teto da meta para 2016, de 6,5%. Para o próximo ano, a expectativa é que o IPCA alcance o teto da meta (6%). O centro da meta de inflação para os dois anos é 4,5%.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em um cenário de retração da economia, as instituições financeiras não esperam por alteração na taxa básica de juros, a Selic, neste ano. A expectativa é que a taxa encerre o período no atual patamar de 14,25% ao ano. A próxima reunião do Copom está marcada para os dias 1° e 2 de março.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para 2017, a mediana das expectativas (desconsidera os extremos nas projeções) é que a Selic encerre o período em 12,63% ao ano, ante a projeção anterior de 12,75% ao ano.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A taxa é usada nas negociações de títulos públicos no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve como referência para as demais taxas de juros da economia. Ao reajustá-la para cima, o BC contém o excesso de demanda que pressiona os preços, porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Quando reduz os juros básicos, o Copom barateia o crédito e incentiva a produção e o consumo, mas alivia o controle sobre a inflação.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;IGP-DI&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A pesquisa do BC também traz a projeção para a inflação medida pelo Índice Geral de Preços-Disponibilidade Interna (IGP-DI), que foi ajustada de 7,98% para 7,84% este ano. Para o Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M), a estimativa passou de 7,72% para 7,75%. A projeção para os dois índices em 2017 segue em 5,50%.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A estimativa para o Índice de Preços ao Consumidor, da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (IPC-Fipe), foi mantida em 7,04%, em 2016, e em 5,40%, no próximo ano.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A projeção para os preços administrados caiu de 7,70% para 7,50% este ano e permanece em 5,50% em 2017.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A projeção para a cotação do dólar foi alterada de R$ 4,38 para R$ 4,36, ao fim de 2016, e segue em R$ 4,40 ao fim de 2017.&lt;/p&gt;</description><pubDate>Mon, 22 Feb 2016 12:49:01 -0300</pubDate><link>http://blogoosfero.cc/correiodobrasil/negocios/analistas-preveem-que-queda-do-pib-chegue-a-34-este-ano</link><guid>http://blogoosfero.cc/correiodobrasil/negocios/analistas-preveem-que-queda-do-pib-chegue-a-34-este-ano</guid></item><item><title>México: investimentos estrangeiros cresceram 25,8% em 2015</title><description>&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span&gt;O governo mexicano tem a expectativa que os investimentos estrangeiros diretos alcancem US$ 30 bilhões em 2016&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;Por Redação, com &lt;em&gt;Reuters&lt;/em&gt; – da Cidade do México:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os investimentos estrangeiros diretos no México em 2015 alcançaram US$ 28,4 bilhões, 25,8 %  a mais do que no ano anterior, empurrados por duas grandes operações nos setores de telecomunicações e industrial, informou neste domingo o Ministério de Economia do país.&lt;span id="midArticle_byline"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure id="attachment_795580"&gt;&lt;a href="http://www.correiodobrasil.com.br/mexico-investimentos-estrangeiros-cresceram-258-em-2015/mexico-5/" rel="attachment wp-att-795580"&gt;&lt;img src="http://www.correiodobrasil.com.br/wp-content/uploads/2016/02/mexico.jpg" alt="Os investimentos estrangeiros diretos no México em 2015 alcançaram US$ 28,4 bilhões, 25,8 %  a mais do que no ano anterior" width="635" height="357"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br&gt;
&lt;figcaption&gt;Os investimentos estrangeiros diretos no México em 2015 alcançaram US$ 28,4 bilhões, 25,8 % a mais do que no ano anterior&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt;Uma das operações foi a aquisição das ações das empresas de telecomunicações Iusacell e Unefon pela norte-americana At&amp;amp;T, ocorrida no primeiro trimestre, por mais de US$ 2 bilhões, informou o ministério. A empresa norte-americana comprou o pequeno operador de telefonia móvel Iusacelll, que tem aproximadamente oito milhões de clientes, e os ativos no México da Nextel, da americana NII Holdings.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A outra operação foi a venda da divisão de embalagens de vidro para bebidas e alimentos da Vitro para a americana Owens-Illinois por US$ 2,15 bilhões. O negócio incluiu cinco fábricas de embalagens no México, uma na Bolívia e a distribuição desses produtos nos Estados Unidos. A Vitro informou no início deste setembro sobre o sucesso da venda.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Medido pelos países de origem, &lt;a href="http://www.correiodobrasil.com.br/deficit-primario-deve-chegar-a-r-70751-bi-diz-pesquisa/"&gt;os investimentos&lt;/a&gt; diretos vieram, em sua maioria – 53,1 %, dos Estados Unidos, seguidos por Espanha, com 9,6 %  e Japão, com 4,7 %. As manufaturas captaram a maior parte dos investimentos, cerca de 50%, seguidas dos serviços financeiros, com 10 %.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O governo mexicano tem a expectativa que os investimentos estrangeiros diretos alcancem US$ 30 bilhões em 2016.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description><pubDate>Sun, 21 Feb 2016 20:47:41 -0300</pubDate><link>http://blogoosfero.cc/correiodobrasil/negocios/mexico-investimentos-estrangeiros-cresceram-258-em-2015</link><guid>http://blogoosfero.cc/correiodobrasil/negocios/mexico-investimentos-estrangeiros-cresceram-258-em-2015</guid></item><item><title>Déficit primário deve chegar a R$ 70,751 bi, diz pesquisa</title><description>&lt;h4&gt;&lt;strong&gt;Para 2017, a estimativa de déficit passou de R$ 30,87 bilhões para R$ 42 bilhões&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;h6&gt;Por Redação, com &lt;em&gt;ABr&lt;/em&gt; – de Brasília:&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;Instituições financeiras consultadas pelo Ministério da Fazenda esperam que o déficit primário do Governo Central (Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central) termine este ano em R$ 70,751 bilhões ante os R$ 68,23 bilhões divulgados em janeiro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A projeção do déficit primário consta da terceira edição da pesquisa Prisma Fiscal, elaborada pela Secretaria de Política Econômica do Ministério da Fazenda, com base em informações de 30 instituições financeiras. O estudo foi divulgado, nesta sexta-feira, em Brasília.&lt;/p&gt;
&lt;figure id="attachment_795345"&gt;&lt;img src="http://www.correiodobrasil.com.br/wp-content/uploads/2016/02/juros-cheque-especial.jpg" alt="déficit primário" width="635" height="357"&gt;&lt;br&gt;
&lt;figcaption&gt;Para 2017, a estimativa de déficit passou de R$ 30,87 bilhões para R$ 42 bilhões&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt;Para 2017, a estimativa de déficit passou de R$ 30,87 bilhões para R$ 42 bilhões. O resultado está bem distante da meta para este ano, que é de superávit primário, receitas maiores que despesas, excluídos gastos com juros, de 0,4% do &lt;a href="http://www.correiodobrasil.com.br/pib-tem-continua-e-intensa-piora-informa-fgv/"&gt;&lt;strong&gt;Produto Interno Bruto (PIB)&lt;/strong&gt; &lt;/a&gt;ou R$ 24 bilhões.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A projeção das instituições financeiras para a arrecadação federal, este ano, caiu de R$ 1,25 trilhão para R$ 1,24 trilhão. Para 2017, a estimativa foi reduzida de R$ 1,40 trilhão para R$ 1,39 trilhão.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A estimativa para a receita líquida do governo central é R$ 1,11 trilhão este ano e R$ 1,2 trilhão, no próximo ano. Para as despesas, a expectativa é R$ 1,18 trilhão, este ano, e R$ 1,25 trilhão, em 2017.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A pesquisa apresenta também a projeção para a dívida bruta do governo central, que na avaliação das instituições financeiras, deve cair de74% do Produto Interno Bruto (PIB) para 73,99% este ano. Para 2017, a estimativa mudou de 78,1% para 78,5% do PIB.&lt;/p&gt;</description><pubDate>Fri, 19 Feb 2016 13:42:25 -0200</pubDate><link>http://blogoosfero.cc/correiodobrasil/negocios/deficit-primario-deve-chegar-a-r-70751-bi-diz-pesquisa</link><guid>http://blogoosfero.cc/correiodobrasil/negocios/deficit-primario-deve-chegar-a-r-70751-bi-diz-pesquisa</guid></item><item><title>Brasil perde 533 mil postos de trabalho em um ano</title><description>&lt;h4&gt;&lt;strong&gt;A maior perda absoluta de postos de trabalho ocorreu na indústria, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;h6&gt;
Por Redação, com &lt;em&gt;ABr&lt;/em&gt; – de Brasília:&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;O Brasil perdeu 533 mil postos de trabalho entre novembro de 2015 e novembro de 2014. Segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgada, nesta terça-feira, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a população ocupada passou de 92,706 milhões de pessoas no trimestre encerrado em novembro de 2014 para 92,173 milhões de pessoas no mesmo período do ano seguinte.&lt;/p&gt;
&lt;figure id="attachment_795324"&gt;&lt;img src="http://www.correiodobrasil.com.br/wp-content/uploads/2016/02/Confian%C3%A7a-da-ind%C3%BAstria-reuters.jpg" alt="postos de trabalho" width="635" height="357"&gt;&lt;br&gt;
&lt;figcaption&gt;De acordo com a pesquisa, a maior perda absoluta de postos de trabalho ocorreu na indústria&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt;No mesmo período, a &lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.correiodobrasil.com.br/desemprego-taxa-atinge-9-em-novembro/"&gt;população desocupada&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; cresceu em 2,68 milhões de pessoas, chegando a 9,13 milhões. Além da perda de postos de trabalho, houve um crescimento no número de pessoas que antes não trabalhavam e passaram a procurar emprego. A força de trabalho brasileira (soma de pessoas ocupadas e desocupadas) cresceu de 99,2 milhões para 101,3 milhões em um ano.&lt;/p&gt;
&lt;h4&gt;&lt;strong&gt;Baixas&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;A maior perda absoluta de postos de trabalho ocorreu na indústria. Em novembro de 2015, havia 12,6 milhões de pessoas empregadas no setor, 821 mil a menos do que em novembro do ano anterior, ou seja, uma queda de 6,1%.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Já a maior queda percentual da população ocupada foi observada no segmento de informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas (-6,3%). O setor teve um recuo de 668 mil postos de trabalho, passando a empregar 9,9 milhões de pessoas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Também tiveram perdas de postos de trabalho os segmentos da agricultura e pecuária (menos 179 mil pessoas) e outros serviços (menos 140 mil).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ao mesmo tempo, seis setores tiveram aumento da população ocupada e, em parte, compensaram as perdas naqueles quatro segmentos. Os maiores aumentos foram observados na administração pública, educação, saúde humana e serviços sociais (com mais 332 mil pessoas) e serviços domésticos (mais 315 mil).&lt;/p&gt;</description><pubDate>Fri, 19 Feb 2016 13:42:25 -0200</pubDate><link>http://blogoosfero.cc/correiodobrasil/negocios/brasil-perde-533-mil-postos-de-trabalho-em-um-ano</link><guid>http://blogoosfero.cc/correiodobrasil/negocios/brasil-perde-533-mil-postos-de-trabalho-em-um-ano</guid></item><item><title>Desemprego: taxa atinge 9% em novembro</title><description>&lt;h4&gt;&lt;strong&gt;O desemprego atingiu 9,1 milhões de pessoas em novembro de 2015, 3,7% a mais do que em agosto&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;h6&gt;Por Redação, com &lt;em&gt;ABr&lt;/em&gt; – de Brasília:&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;A taxa de desemprego no país atingiu 9% no trimestre encerrado em novembro de 2015, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgada, nesta sexta-feira, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O percentual supera os registrados nos trimestres encerrados em agosto de 2015 (8,7%) e em novembro de 2014 (6,5%).&lt;/p&gt;
&lt;figure id="attachment_795315"&gt;&lt;img src="http://www.correiodobrasil.com.br/wp-content/uploads/2016/02/desemprego.jpg" alt="desemprego" width="635" height="357"&gt;&lt;br&gt;
&lt;figcaption&gt;Os empregos com carteira assinada recuaram 3,1% em relação a novembro de 2014&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt;A população desocupada chegou a 9,1 milhões de pessoas em novembro de 2015, 3,7% a mais do que em agosto e 41,5% a mais do que em novembro do ano anterior. Já a população ocupada (92,2 milhões) ficou estável ante agosto e caiu 0,6% em relação a novembro de 2014.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os empregos com carteira assinada (35,4 milhões) se mantiveram estáveis ante agosto e recuaram 3,1% em relação a novembro do ano anterior.&lt;/p&gt;
&lt;h4&gt;
&lt;strong&gt;IBGE&lt;/strong&gt;
&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;Tomando por base a média dos três primeiros trimestres deste ano, a taxa de &lt;a href="http://www.correiodobrasil.com.br/desemprego-taxa-cai-para-75-em-novembro/"&gt;&lt;strong&gt;desemprego&lt;/strong&gt; &lt;/a&gt;prévia do Brasil em 2015 seria de 8,4%, superando as taxas médias registradas no mesmo período de 2014 (6,9%), 2013 (7,4%) e 2012 (7,5%). A pesquisa foi divulgada no dia 30 de dezembro do ano passado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;– Porque tem mais pessoas procurando trabalho – ressaltou o coordenador de Trabalho e Rendimento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), estatístico Cimar Azeredo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os dados consideram os números da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad Contínua). Isso significa, segundo ele, que em termos da taxa de desocupação, o Brasil fecha o ano com mais pessoas procurando emprego do que havia em 2014.&lt;/p&gt;</description><pubDate>Fri, 19 Feb 2016 13:42:24 -0200</pubDate><link>http://blogoosfero.cc/correiodobrasil/negocios/desemprego-taxa-atinge-9-em-novembro</link><guid>http://blogoosfero.cc/correiodobrasil/negocios/desemprego-taxa-atinge-9-em-novembro</guid></item><item><title>Aluguel de imóveis em São Paulo tem a maior queda desde 2004</title><description>&lt;h4&gt;&lt;strong&gt;Na virada de dezembro para janeiro, a maior redução do aluguel atingiu imóveis de dois dormitórios (-0,9%)&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;h6&gt;
Por Redação, com &lt;em&gt;ABr&lt;/em&gt; – de Brasília:&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;Para alugar um imóvel na cidade de São Paulo, em janeiro último os inquilinos conseguiam encontrar unidades com preços variando em média 3,2% abaixo dos valores registrados nos últimos 12 meses. De acordo com levantamento do Sindicato da Habitação (Secovi), foi a maior queda já verificada desde janeiro de 2004, quanto teve início a pesquisa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O recuo descolou do Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) com alta no período de 10,9% e que serve de base de cálculo para a renovação dos contratos de aluguel.&lt;/p&gt;
&lt;figure id="attachment_795219"&gt;&lt;img src="http://www.correiodobrasil.com.br/wp-content/uploads/2016/02/imoveis.jpg" alt="aluguel" width="635" height="357"&gt;&lt;br&gt;
&lt;figcaption&gt;Proprietários de casas térreas ou sobrados estavam levando entre 18 e 42 dias para alugar esses imóveis&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt;O Secovi observa que a retração se refere apenas aos &lt;a href="http://www.correiodobrasil.com.br/vendas-de-imoveis-novos-em-sao-paulo-sobem-33-em-maio/"&gt;&lt;strong&gt;imóveis&lt;/strong&gt; &lt;/a&gt;vagos. O vice-presidente de gestão patrimonial e locação do sindicato, Rolando Mifano, disse, nesta quinta-feira que os valores vêm caindo desde junho de 2015.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na virada de dezembro para janeiro, a maior redução atingiu imóveis de dois dormitórios (-0,9%). As unidades de três quartos tiveram retração de 0,3%, enquanto as que têm apenas um dormitório e que sempre nessa época são bastante procuradas, seguiram na direção contrária, aumentando em média 0,5%.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em janeiro, em 46,5% dos contratos fechados o tipo de garantia mais usado pelos inquilinos foi o fiador. A opção de efetuar o depósito com o adiantamento do valor correspondente a três meses de aluguel correspondeu a 35% dos negócios, enquanto o seguro-fiança foi o recurso empregado em 18% dos contratos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A pesquisa mostra, ainda, que os proprietários de casas térreas ou sobrados estavam levando entre 18 e 42 dias para alugar esses imóveis, prazo mais curto do que em situações envolvendo apartamentos, cuja demora variou entre 25 e 52 dias.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Segundo o Secovi, no bairro da Saúde, localizado na região sul de São Paulo, com acesso a várias melhorias de infra-estrutura, em um imóvel em bom estado de conservação e com vaga na garagem, o metro quadrado oscilou em média R$ 32,66 para as unidades com um dormitório. Já os imóveis residenciais com dois e três quartos, o metro quadrado ficou em R$ 25,19.&lt;/p&gt;</description><pubDate>Thu, 18 Feb 2016 13:40:40 -0200</pubDate><link>http://blogoosfero.cc/correiodobrasil/negocios/aluguel-de-imoveis-em-sao-paulo-tem-a-maior-queda-desde-2004</link><guid>http://blogoosfero.cc/correiodobrasil/negocios/aluguel-de-imoveis-em-sao-paulo-tem-a-maior-queda-desde-2004</guid></item><item><title>OCDE vê contração de 4% do Brasil em 2016</title><description>&lt;h4&gt;&lt;strong&gt;A OCDE cortou sua projeções de crescimento global em 2016 para 3,0% em seu cenário econômico, ante 3,3 por cento na projeção de novembro&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;h6&gt;
Por Redação, com &lt;em&gt;Reuters&lt;/em&gt; – de Paris:&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;A OCDE jogou água fria em qualquer esperança de uma aceleração do crescimento econômico global este ano, ao reduzir nesta quinta-feira suas projeções para Estados Unidos, Europa e Brasil e pedir a líderes mundiais que tomem uma ação de forma conjunta para fortalecer a demanda.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) cortou sua projeções de crescimento global em 2016 para 3,0% em seu cenário econômico, ante 3,3 por cento na projeção de novembro.&lt;/p&gt;
&lt;figure id="attachment_795200"&gt;&lt;img src="http://www.correiodobrasil.com.br/wp-content/uploads/2016/02/ir-repweb1-1.jpg" alt="Brasil" width="635" height="357"&gt;&lt;br&gt;
&lt;figcaption&gt;O comércio, investimento e crescimento da renda permanecem muito fracos, disse a OCDE&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt;Isso significa que o crescimento global deste ano não será mais alto do que o de 2015, que já havia sido o mais fraco dos últimos cinco anos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O comércio, investimento e crescimento da renda permanecem muito fracos, disse a OCDE, pedindo aos líderes globais que usem todas as ferramentas de política econômica para estimular o &lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.correiodobrasil.com.br/indice-de-clima-economico-do-brasil-tem-leve-alta-entre-outubro-e-janeiro/"&gt;crescimento&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; urgentemente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Entre as maiores economias emergentes, o Brasil está entre uma das maiores vítimas da queda dos preços das commodities, com uma recessão esperada este ano de 4% e estagnação em 2017.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os EUA e a Alemanha sofreram as maiores reduções entre as economias desenvolvidas, com a OCDE cortando suas projeções de 2016 em 0,5 ponto percentual para ambos os países, para 2% e 1,3% respectivamente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Agora a organização espera que o crescimento norte-americano e da zona do euro desacelere em relação ao ano passado – para 1,4% no caso da zona do euro – e que acelere apenas marginalmente em 2017, para 2,2% e 1,7% respectivamente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A OCDE deixou suas previsões de crescimento da China inalteradas para os próximos dois anos, mas ainda espera que o crescimento do país desacelere para 6,5% em 2016 e 6,2% em 2017.&lt;/p&gt;</description><pubDate>Thu, 18 Feb 2016 13:40:40 -0200</pubDate><link>http://blogoosfero.cc/correiodobrasil/negocios/ocde-ve-contracao-de-4-do-brasil-em-2016</link><guid>http://blogoosfero.cc/correiodobrasil/negocios/ocde-ve-contracao-de-4-do-brasil-em-2016</guid></item><item><title>Atividade econômica cai 4,08%, diz BC</title><description>&lt;h4&gt;&lt;strong&gt;Em 2014, comparado com o ano anterior, a queda da atividade econômica ficou em 0,15%, de acordo com dados revisados divulgados&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;h6&gt;Por Redação, com &lt;em&gt;ABr e Agências de Notícias&lt;/em&gt; – de Brasília:&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;A atividade econômica em 2015 apresentou o pior desempenho já registrado pelo Banco Central (BC). O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) teve queda de 4,08% no ano passado, o pior resultado da série histórica, que tem início em 2003. O segundo pior resultado ocorreu em 2009, período de crise econômica mundial, quando houve retração de 1,71%.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em 2014, comparado com o ano anterior, a queda ficou em 0,15%, de acordo com dados revisados divulgados, nesta quinta-feira, pelo BC.&lt;/p&gt;
&lt;figure id="attachment_795193"&gt;&lt;img src="http://www.correiodobrasil.com.br/wp-content/uploads/2016/02/bancocentral.jpg" alt="atividade econômica" width="635" height="357"&gt;&lt;br&gt;
&lt;figcaption&gt;O segundo pior resultado ocorreu em 2009, período de crise econômica mundial, quando houve retração de 1,71%, disse o BC&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt;Segundos dados do BC, no último trimestre do ano comparado com o terceiro trimestre, houve queda de 1,87%, de acordo com os dados dessazonalizados (ajustados para o período). Em relação ao quarto trimestre de 2014, a queda foi maior: 6,34% nos dados sem ajustes, já que a comparação é entre períodos iguais. Em dezembro, o IBC-Br também registrou retração de 0,52 %, na comparação com novembro. Comparado a igual mês de 2014, o recuo ficou em 6,51%.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O IBC-Br é uma forma de avaliar a evolução da &lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.correiodobrasil.com.br/bc-nao-levara-a-inflacao-para-o-mais-proximo-de-45-em-2016/"&gt;atividade econômica&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; brasileira. O índice incorpora informações sobre o nível de atividade de três setores da economia: indústria, comércio e serviços e agropecuária.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O indicador oficial sobre o desempenho da economia é o Produto Interno Bruto (PIB), elaborado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No dia 3 de março, o IBGE vai divulgar o resultado do PIB de 2015.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na última segunda-feira foi divulgado que as instituições financeiras estão projentando uma queda do Produto Interno Bruto (PIB), a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, de 3,33%, este ano, na quarta piora seguida. A estimativa anterior era 3,21%.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para 2017, as instituições financeiras esperam por uma recuperação da economia, mas a projeção de crescimento está cada vez menor. No quarto ajuste seguido, a estimativa de expansão foi alterada de 0,60% para 0,59%.&lt;/p&gt;
&lt;h4&gt;&lt;strong&gt;Inflação&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;A projeção de instituições financeiras para a inflação este ano subiu pela sétima vez consecutiva. Desta vez, a estimativa para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) passou de 7,56% para 7,61%. Para 2017, a estimativa segue em 6%, de acordo com o boletim Focus, publicação divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC), com base em projeções de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As estimativas de inflação estão distantes do centro da meta de 4,5%, e neste ano superam o teto de 6,5%. O limite superior da meta em 2017 é 6%.&lt;/p&gt;</description><pubDate>Thu, 18 Feb 2016 13:40:39 -0200</pubDate><link>http://blogoosfero.cc/correiodobrasil/negocios/atividade-economica-cai-408-diz-bc</link><guid>http://blogoosfero.cc/correiodobrasil/negocios/atividade-economica-cai-408-diz-bc</guid></item><item><title>China promete estabilidade econômica antes de reunião do G20</title><description>&lt;h4&gt;&lt;strong&gt;Segundo Zhao Chenxin, porta-voz da Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reforma, principal órgão de planejamento econômico da China, os fundamentos econômicos do país não mudaram&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;h6&gt;Por Redação, com &lt;em&gt;Reuters&lt;/em&gt; – de Pequim:&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;Autoridades chinesas encerraram o feriado do Ano Novo Lunar com uma mensagem coletiva para investidores nervosos tanto no país quanto no exterior: Pequim colocará um limite para a economia em desaceleração, vai manter sua moeda estável e garantir que o emprego permaneça estável mesmo que as indústrias passem por reestruturação.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A série de garantias foi feita antes de dois eventos políticos de alto nível para a China: uma reunião de chefes de Finanças do G20 em Xangai neste mês e o encontro do próximo mês do Legislativo chinês – onde o próximo plano de desenvolvimento econômico de cinco anos será finalizado.&lt;/p&gt;
&lt;figure id="attachment_795095"&gt;&lt;img src="http://www.correiodobrasil.com.br/wp-content/uploads/2016/02/crise-na-china-Reuters-1.jpg" alt="China " width="635" height="357"&gt;&lt;br&gt;
&lt;figcaption&gt;O Produto Interno Bruto (PIB) da China cresceu 6,9% em 2015&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt;– Os fundamentos econômicos da China não mudaram – disse a repórteres em Pequim nesta quarta-feira Zhao Chenxin, porta-voz da Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reforma, principal órgão de planejamento econômico do país.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;– A economia manterá uma taxa de crescimento de média a alta – completou.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;– O status da China de maior detentora de reservas cambiais do mundo não mudou, o superávit comercial de larga escala não mudou e o progresso constante na internacionalização do iuan não mudou – disse Zhao.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas ainda assim, o Produto Interno Bruto (PIB) da &lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.correiodobrasil.com.br/china-bancos-concederam-valor-recorde-de-credito-em-janeiro/"&gt;China&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; cresceu 6,9% em 2015, o ritmo mais lento em 25 anos, e economistas veem mais desaceleração este ano, mesmo se o governo expandir sua campanha de estímulos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;– Nós achamos que o crescimento pode ser de 6,7 a 6,8% este ano – disse o economista-chefe do China Everbright Securities, Xu Gao.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;– O risco de um pouso forçado pode vir de políticas governamentais impróprias. Se as políticas estiverem certas, o risco de pouso forçado é bem pequeno – acrescentou.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Comissão planeja alocar 400 bilhões de iuanes (US$ 61,3 bilhões) para financiar projetos de governos locais em infraestrutura, disse uma filial local do órgão em comunicado antes do feriado do Ano Novo Lunar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A comissão disse nesta quarta-feira que deu aval para 54,1 bilhões de iuanes de investimentos em janeiro, após a aprovação de 2,52 trilhões de iuanes em projetos em 2015, para ajudar no crescimento.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O anúncio se seguiu a medidas reveladas na terça-feira pelo banco central para sustentar as indústrias chinesas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Dados também mostraram que os bancos concederam um recorde de 2,51 trilhões de iuanes em novos empréstimos em janeiro, muito mais do que os mercados esperavam, sugerindo que Pequim está mantendo a política monetária frouxa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;– Para a economia, ainda há muito espaço para o governo aumentar os investimento. 2016 é o primeiro ano do 13º plano quinquenal (2016-2020) e o governo vai garantir crescimento de ao menos 6,5% este ano – disse Xu, do China Everbright Securities.&lt;/p&gt;</description><pubDate>Wed, 17 Feb 2016 17:39:23 -0200</pubDate><link>http://blogoosfero.cc/correiodobrasil/negocios/china-promete-estabilidade-economica-antes-de-reuniao-do-g20</link><guid>http://blogoosfero.cc/correiodobrasil/negocios/china-promete-estabilidade-economica-antes-de-reuniao-do-g20</guid></item><item><title>Setor de Serviços cai 3,6% em 2015</title><description>&lt;h4&gt;&lt;strong&gt;O IBGE constata o “desaquecimento do setor de serviços entre 2014 e 2015, com reduções seguidas das taxas de crescimento de volume, atingindo -5,7% no 4º trimestre de 2015”&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;h6&gt;Por Redação, com &lt;em&gt;ABr&lt;/em&gt; – de Brasília:&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;As atividades do setor de serviços continuam em queda. Em todo o país, em dezembro, o volume de serviços recuou 5% na comparação com o mesmo período de 2014, um pouco menos do que em novembro (6,4%) e outubro (5,8%). A informação foi divulgada, nesta quarta-feira, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Março foi o único mês de 2015 com desempenho positivo. No ano e no acumulado de 12 meses, as perdas atingem 3,6%.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Segundo a Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), entre os cinco setores analisados para compor o indicador, o item outros serviços teve a maior queda: 10%. Em seguida, estão os serviços profissionais, administrativos e complementares (-8,8%), serviços de transportes, serviços auxiliares dos transportes e correios (-6.7%), além de serviços prestados às famílias (7%).&lt;/p&gt;
&lt;figure id="attachment_795034"&gt;&lt;img src="http://www.correiodobrasil.com.br/wp-content/uploads/2016/02/economia-2.jpg" alt="serviços" width="635" height="357"&gt;&lt;br&gt;
&lt;figcaption&gt;Entre os itens com maior queda estão os serviços profissionais, administrativos e complementares e transportes&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt;Já o desempenho do &lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.correiodobrasil.com.br/setor-de-servicos-do-brasil-inicia-o-ano-em-contracao/"&gt;setor de serviços&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; de informação e telecomunicação teve um resultado um pouco melhor: -0,4%, depois de quedas de 4,3% em novembro e 3,2% em dezembro. O movimento é reflexo do crescimento de serviços em tecnologia da informação: 8,2%.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com os dados de dezembro fechados, o IBGE constata o “desaquecimento do setor de serviços entre 2014 e 2015, com reduções seguidas das taxas de crescimento de volume, atingindo -5,7% no 4º trimestre de 2015”. O índice é o menor nessa comparação, indica a pesquisa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A receita nominal do setor serviços aumentou 0,3% em dezembro em relação a dezembro de 2014, depois de cair 0,9% em novembro e 0,4% em outubro. A taxa acumulada da receita nominal, no período de um ano e também no de 12 meses, subiu 1,3%.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Entre as regiões, na comparação entre dezembro de 2015 e de 2014, o resultado do setor é positivo em Roraima (12,6%), Mato Grosso (10,5%) e Rondônia (3%). Já em as menores taxas foram identificadas no Amapá (-16,8%), Maranhão (-13,8%) e na Bahia (-12,7%).&lt;/p&gt;</description><pubDate>Wed, 17 Feb 2016 17:39:23 -0200</pubDate><link>http://blogoosfero.cc/correiodobrasil/negocios/setor-de-servicos-cai-36-em-2015</link><guid>http://blogoosfero.cc/correiodobrasil/negocios/setor-de-servicos-cai-36-em-2015</guid></item><item><title>Setor de Serviços caem 3,6% em 2015</title><description>&lt;h4&gt;&lt;strong&gt;O IBGE constata o “desaquecimento do setor de serviços entre 2014 e 2015, com reduções seguidas das taxas de crescimento de volume, atingindo -5,7% no 4º trimestre de 2015”&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;h6&gt;Por Redação, com &lt;em&gt;ABr&lt;/em&gt; – de Brasília:&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;As atividades do setor de serviços continuam em queda. Em todo o país, em dezembro, o volume de serviços recuou 5% na comparação com o mesmo período de 2014, um pouco menos do que em novembro (6,4%) e outubro (5,8%). A informação foi divulgada, nesta quarta-feira, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Março foi o único mês de 2015 com desempenho positivo. No ano e no acumulado de 12 meses, as perdas atingem 3,6%.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Segundo a Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), entre os cinco setores analisados para compor o indicador, o item outros serviços teve a maior queda: 10%. Em seguida, estão os serviços profissionais, administrativos e complementares (-8,8%), serviços de transportes, serviços auxiliares dos transportes e correios (-6.7%), além de serviços prestados às famílias (7%).&lt;/p&gt;
&lt;figure id="attachment_795034"&gt;&lt;img src="http://www.correiodobrasil.com.br/wp-content/uploads/2016/02/economia-2.jpg" alt="serviços" width="635" height="357"&gt;&lt;br&gt;
&lt;figcaption&gt;Entre os itens com maior queda estão os serviços profissionais, administrativos e complementares e transportes&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt;Já o desempenho do &lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.correiodobrasil.com.br/setor-de-servicos-do-brasil-inicia-o-ano-em-contracao/"&gt;setor de serviços&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; de informação e telecomunicação teve um resultado um pouco melhor: -0,4%, depois de quedas de 4,3% em novembro e 3,2% em dezembro. O movimento é reflexo do crescimento de serviços em tecnologia da informação: 8,2%.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com os dados de dezembro fechados, o IBGE constata o “desaquecimento do setor de serviços entre 2014 e 2015, com reduções seguidas das taxas de crescimento de volume, atingindo -5,7% no 4º trimestre de 2015”. O índice é o menor nessa comparação, indica a pesquisa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A receita nominal do setor serviços aumentou 0,3% em dezembro em relação a dezembro de 2014, depois de cair 0,9% em novembro e 0,4% em outubro. A taxa acumulada da receita nominal, no período de um ano e também no de 12 meses, subiu 1,3%.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Entre as regiões, na comparação entre dezembro de 2015 e de 2014, o resultado do setor é positivo em Roraima (12,6%), Mato Grosso (10,5%) e Rondônia (3%). Já em as menores taxas foram identificadas no Amapá (-16,8%), Maranhão (-13,8%) e na Bahia (-12,7%).&lt;/p&gt;</description><pubDate>Wed, 17 Feb 2016 13:38:50 -0200</pubDate><link>http://blogoosfero.cc/correiodobrasil/negocios/setor-de-servicos-caem-36-em-2015</link><guid>http://blogoosfero.cc/correiodobrasil/negocios/setor-de-servicos-caem-36-em-2015</guid></item><item><title>IGP-10 acelera e registra variação de 1,55%</title><description>&lt;h4&gt;&lt;strong&gt;O IGP-10 é calculado pelo Ibre a partir de dados coletados entre os dias 11 do mês anterior e 10 do mês de referência&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;h6&gt;Por Redação, com &lt;em&gt;ABr&lt;/em&gt; – de Brasília:&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;O Índice Geral de Preços-10 (IGP-10) acelerou em fevereiro e registrou variação de 1,55%, informou, nesta quarta-feira, o Instituto Brasileiro de Economia, da Fundação Getúlio Vargas (Ibre/FGV). O indicador ficou acima da marca de janeiro, quando foi de 0,69%, e também superou fevereiro de 2015, mês em que variou 0,43%&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com o resultado, subiu para 12,05% a variação de preços acumulada nos últimos 12 meses, e, nos dois primeiros meses de 2016, a inflação medida pelo indicador já acumula 2,24%.&lt;/p&gt;
&lt;figure id="attachment_795007"&gt;&lt;img src="http://www.correiodobrasil.com.br/wp-content/uploads/2016/02/aluguel-2.jpg" alt="IGP-10" width="635" height="357"&gt;&lt;br&gt;
&lt;figcaption&gt;Os resultados divulgados hoje se referem ao período de 11 de janeiro a 10 de fevereiro&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt;O aumento da taxa de variação se deu em todos os índices que compõem o&lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.correiodobrasil.com.br/fgv-igp-10-tem-alta-de-043-em-fevereiro/"&gt; IGP-10&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;. O Índice de Preços ao Produtor Amplo passou de 0,63% em janeiro para 1,69% em fevereiro. Bens finais, intermediários e matérias-primas brutas variaram acima do índice geral, puxando o resultado para cima.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Já o Índice de Preços ao Consumidor acelerou de 1,05% para 1,64%, com destaque para a variação do grupo transportes, em que a inflação passou de 0,77% para 2,26% principalmente por causa dos reajustes dos ônibus urbanos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Índice Nacional de Custo da Construção (Incc) também teve alta em fevereiro – 0,37% contra 0,22% em janeiro. Mão de obra, materiais, equipamentos e serviços aumentaram mais em fevereiro que em janeiro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O&lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.correiodobrasil.com.br/igp-10-desacelera-alta-a-052-por-alivio-no-atacado-e-varejo/"&gt; IGP-10&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; é calculado pelo Ibre a partir de dados coletados entre os dias 11 do mês anterior e 10 do mês de referência. Os resultados divulgados nesta quarta-feira se referem ao período de 11 de janeiro a 10 de fevereiro.&lt;/p&gt;
&lt;h4&gt;&lt;strong&gt;IGP-10 em janeiro&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;O Índice Geral de Preços -10 (IGP-10) teve uma inflação de 0,69% em janeiro deste ano, taxa inferior à registrada no mês anterior (0,81%), mas superior ao número de janeiro de 2015 (0,42%). Em 12 meses, o IGP-10 acumula inflação de 10,83%, segundo dados divulgados em janeiro pela Fundação Getulio Vargas (FGV).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Segundo os dados do IGP-10, a queda da taxa na passagem de dezembro para janeiro foi provocada por taxas mais moderadas nos três segmentos analisados pelo IGP-10: atacado, varejo e construção civil.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A inflação do atacado, medida pelo Índice de Preços ao Produtor Amplo, caiu de 0,8% em dezembro de 2015 para 0,63% em janeiro de 2016. Já os preços do varejo, medidos pelo Índice de Preços ao Consumidor, que tinham subido 1,07% em dezembro, tiveram um aumento levemente inferior (1,05%) em janeiro.&lt;/p&gt;</description><pubDate>Wed, 17 Feb 2016 13:38:50 -0200</pubDate><link>http://blogoosfero.cc/correiodobrasil/negocios/igp-10-acelera-e-registra-variacao-de-155</link><guid>http://blogoosfero.cc/correiodobrasil/negocios/igp-10-acelera-e-registra-variacao-de-155</guid></item><item><title>China: bancos concederam valor recorde de crédito em janeiro</title><description>&lt;h4&gt;&lt;strong&gt;Na China, esse aumento do crédito coincidiu com a decisão do Banco Central de fazer uma série de injeções no sistema financeiro&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;h6&gt;Por Redação, com &lt;em&gt;ABr e Agências de Notícias&lt;/em&gt; – de Brasília:&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;Os bancos chineses concederam em janeiro valor recorde de crédito de 2,52 bilhões de yuan (345 bilhões de euros), em um período em que a segunda maior economia mundial cresce ao ritmo mais lento desde 1990.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O valor, quatro vezes superior ao registrado em dezembro, foi divulgado, nesta terça-feira, pelo Banco do Povo da China (Pboc, Banco Central) e supera o recorde anterior, de 1,89 bilhão de yuan (260 bilhões de euros), fixado em março de 2009.&lt;/p&gt;
&lt;figure id="attachment_794921"&gt;&lt;img src="http://www.correiodobrasil.com.br/wp-content/uploads/2016/02/yuan.jpg" alt="China " width="635" height="357"&gt;&lt;br&gt;
&lt;figcaption&gt;A moeda chinesa, o yuan, valorizou nesta segunda-feira mais de 1% em relação ao dólar&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt;Esse aumento do crédito coincidiu com a decisão do Banco Central da &lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.correiodobrasil.com.br/agronegocio-china-prepara-reviravolta-mais-politica-que-economica/"&gt;China&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; de fazer uma série de injeções no sistema financeiro, visando a aumentar a liquidez, que começaram em 19 de janeiro, dia em que foram publicados os dados sobre o crescimento da economia chinesa em 2015 – de 6,9%.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ainda que nesse período do ano seja normal haver um aumento do crédito, o valor representa crescimento de 70,2% em relação ao mesmo mês de 2015.&lt;/p&gt;
&lt;h4&gt;&lt;strong&gt;Valorização do Yuan&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;A moeda chinesa, o yuan, valorizou nesta segunda-feira mais de 1% em relação ao dólar. Foi o maior aumento em mais de dez anos, após o Banco Central chinês ter rejeitado indícios de futuras desvalorizações.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nesta segunda-feira, 6.4944 yuans valiam um dólar norte-americano, 1,14% mais do que em 5 de fevereiro, o último dia de negociação antes das férias do Ano Novo Lunar. A agência Bloomberg informou que esta foi a maior valorização num único dia desde 2005.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Numa entrevista publicada no último fim de semana na revista chinesa Caixin, o presidente do Banco do Povo da China (Pboc, Banco Central), Zhou Xiaochuan, culpou os especuladores estrangeiros pela volatilidade do yuan e afirmou não haver indicador de que a moeda voltará a desvalorizar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;– Não há fundamentos para uma depreciação contínua – afirmou.&lt;/p&gt;</description><pubDate>Tue, 16 Feb 2016 17:35:07 -0200</pubDate><link>http://blogoosfero.cc/correiodobrasil/negocios/china-bancos-concederam-valor-recorde-de-credito-em-janeiro</link><guid>http://blogoosfero.cc/correiodobrasil/negocios/china-bancos-concederam-valor-recorde-de-credito-em-janeiro</guid></item><item><title>Dólar passa de R$4</title><description>&lt;h4&gt;&lt;strong&gt;Às 10:19, o dólar avançava 0,30%, a R$ 4,0081 na venda, após atingir R$ 4,0140 na máxima e R$ 3,9878 na mínima&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;h6&gt;Por Redação, com &lt;em&gt;Reuters&lt;/em&gt; – de São Paulo:&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;O dólar avançava acima de 4 reais nesta terça-feira, com investidores apreensivos com as incertezas políticas e econômicas no Brasil, mas a alta dos preços do petróleo e das bolsas chinesas limitava a alta da moeda norte-americana.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Às 10:19, o dólar avançava 0,30%, a R$ 4,0081 na venda, após atingir R$ 4,0140 na máxima e R$ 3,9878 na mínima. O dólar futuro ganhava 0,25%.&lt;/p&gt;
&lt;figure id="attachment_794871"&gt;&lt;img src="http://www.correiodobrasil.com.br/wp-content/uploads/2016/02/dolar-alta-1.jpg" alt="dólar" width="635" height="356"&gt;&lt;br&gt;
&lt;figcaption&gt;O dólar chegou a 0,30%, a R$ 4,0081 na venda. Já o dólar futuro ganhava 0,25% nesta terça-feira&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt;– Faz sentido buscar proteção (no &lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.correiodobrasil.com.br/dolar-registra-ligeira-queda-frente-ao-real/"&gt;dólar&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;) em um cenário de incertezas locais como o atual, apesar do fluxo de estrangeiros ser positivo – disse o superintendente regional de câmbio da corretora SLW João Paulo de Gracia Correa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Investidores temem que o governo se afaste do rigor fiscal que vem prometendo desde o ano passado diante da profunda recessão econômica e das turbulências políticas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As preocupações locais se contrapunham ao contexto externo favorável nesta sessão, onde a recuperação dos preços do petróleo alimentava a demanda por moedas como os pesos mexicano.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A alta das ações chinesas à máxima em três semanas era outro motivo de alívio, com investidores recebendo bem declarações do premiê do país, Li Keqiang, acenando para a possibilidade de novos estímulos se a economia desacelerar mais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;“Os mercados financeiros globais continuam melhorando”, escreveram analistas do banco Brown Brothers Harriman em nota a clientes, referindo-se à profunda aversão ao risco que vinha marcando o início deste ano.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Operadores ressaltavam ainda que o mercado voltava a ganhar volume nesta sessão, após o pregão de liquidez reduzida na segunda-feira devido ao feriado do Dia dos Presidentes nos Estados Unidos, que manteve os mercados locais fechados.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nesta manhã, o Banco Central fará mais um leilão de rolagem dos swaps que vencem em março, que equivalem a US$ 10,118 bilhões, com oferta de até 11,9 mil contratos.&lt;/p&gt;</description><pubDate>Tue, 16 Feb 2016 13:34:51 -0200</pubDate><link>http://blogoosfero.cc/correiodobrasil/negocios/dolar-passa-de-r4</link><guid>http://blogoosfero.cc/correiodobrasil/negocios/dolar-passa-de-r4</guid></item><item><title>Varejo tem queda de 4,3% nas vendas em 2015</title><description>&lt;h4&gt;&lt;strong&gt;A queda de 4,3% no volume de vendas do verjo em 2015 foi a maior desde o início da série histórica, em 2001&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;h6&gt;
Por Redação, com &lt;em&gt;ABr&lt;/em&gt; – de Brasília:&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;O comércio varejista brasileiro fechou 2015 com uma queda de 4,3% no volume de vendas. No entanto, segundo dados da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), divulgada, nesta terça-feira, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a receita nominal dos oito segmentos do varejo cresceu 3,2% no período.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Considerando-se também os setores de veículos e autopeças e de materiais de construção, os dez setores do chamado varejo ampliado tiveram recuo de 8,6% no volume de vendas e de 1,9% na receita nominal.&lt;/p&gt;
&lt;figure id="attachment_794854"&gt;&lt;img src="http://www.correiodobrasil.com.br/wp-content/uploads/2016/02/comercio-abr-1.jpg" alt="varejo" width="635" height="357"&gt;&lt;br&gt;
&lt;figcaption&gt;Oito setores do comércio varejista tiveram quedas de 2,7% no volume de vendas e de 1,9% na receita nominal&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt;Entre novembro e dezembro, os oito setores do comércio varejista tiveram quedas de 2,7% no volume de vendas e de 1,9% na receita nominal. Já na comparação de dezembro de 2015 com o mesmo período de 2014, houve redução de 7,1% no volume de vendas e alta de 2,8% na receita nominal.&lt;/p&gt;
&lt;h4&gt;
&lt;strong&gt;Maior queda em 15 anos&lt;/strong&gt;
&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;A queda de 4,3% no volume de vendas do &lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.correiodobrasil.com.br/vendas-no-varejo-caem-09-em-maio-informa-ibge/"&gt;comércio varejista&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; em 2015 foi a maior desde o início da série histórica, em 2001, da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Essa também foi a primeira vez que um ano fechou em queda, desde 2003.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;– O comércio varejista reflete o consumo das famílias. Todos os fatores que inibem o consumo das famílias têm um impacto direto no volume de vendas. É uma combinação de enfraquecimento do mercado de trabalho, com a redução da renda real, a confiança do consumidor, a pressão inflacionária, que vem evoluindo principalmente no grupamento de alimentos e combustíveis e a elevação da taxa de juros, que inibe a compra de bens duráveis – disse a pesquisadora do IBGE, Isabella Nunes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os principais impactos para a queda de 4,3% vieram dos segmentos de móveis e eletrodomésticos (-14%), supermercados, alimentos, bebidas e fumo (-2,5%), tecidos, vestuários e calçados (-8,7%) e combustíveis e lubrificantes (-6,2%).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Entre os oito segmentos pesquisados, apenas um teve crescimento no volume de vendas: artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria (3%). Considerando-se também os dois segmentos que misturam atacado e varejo (e compõem o chamado varejo ampliado), a maior queda veio dos veículos, motos, partes e peças: 17,8%. Os materiais de construção tiveram recuo de 8,4%.&lt;/p&gt;</description><pubDate>Tue, 16 Feb 2016 13:34:50 -0200</pubDate><link>http://blogoosfero.cc/correiodobrasil/negocios/varejo-tem-queda-de-43-nas-vendas-em-2015</link><guid>http://blogoosfero.cc/correiodobrasil/negocios/varejo-tem-queda-de-43-nas-vendas-em-2015</guid></item><item><title>Yuan tem maior valorização dos últimos dez anos</title><description>&lt;h4&gt;&lt;strong&gt;O presidente do Banco do Povo da China, Zhou Xiaochuan, culpou os especuladores estrangeiros pela volatilidade do yuan e afirmou não haver indicador de que a moeda voltará a desvalorizar&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;h6&gt;
Por Redação, com &lt;em&gt;ABr&lt;/em&gt; – de Brasília:&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;A moeda chinesa, o yuan, valorizou nesta segunda-feira mais de 1% em relação ao dólar. Foi o maior aumento em mais de dez anos, após o Banco Central chinês ter rejeitado indícios de futuras desvalorizações.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nesta segunda-feira, 6.4944 yuans valiam um dólar norte-americano, 1,14% mais do que em 5 de fevereiro, o último dia de negociação antes das férias do Ano Novo Lunar. A agência Bloomberg informou que esta foi a maior valorização num único dia desde 2005.&lt;/p&gt;
&lt;figure id="attachment_794735"&gt;&lt;img src="http://www.correiodobrasil.com.br/wp-content/uploads/2016/02/iuan.jpg" alt="Yuan" width="635" height="357"&gt;&lt;br&gt;
&lt;figcaption&gt;Nesta segunda-feira, 6.4944 yuans valiam um dólar norte-americano, 1,14% mais do que em 5 de fevereiro&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt;Numa entrevista publicada no último fim de semana na revista chinesa Caixin, o presidente do Banco do Povo da China (Pboc, Banco Central), Zhou Xiaochuan, culpou os especuladores estrangeiros pela volatilidade do yuan e afirmou não haver indicador de que a moeda voltará a desvalorizar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;– Não há fundamentos para uma depreciação contínua – afirmou.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A economia chinesa cresceu em 2015 num ritmo mais lento desde 1990, queda de – 6,9%. O país tem experimentado uma fuga de capital face ao abrandamento econômico e que terá resultado na desvalorização da moeda.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em janeiro, Pequim desvalorizou a moeda em 1,4%, na oitava sessão consecutiva em queda. Em meados de agosto, o &lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.correiodobrasil.com.br/china-mais-exigencias-de-reserva-de-iuan-offshore-para-bancos/"&gt;yuan&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; recuou quase 5% no espaço de uma semana, num período de acentuada queda nas exportações chinesas.&lt;/p&gt;</description><pubDate>Mon, 15 Feb 2016 13:32:38 -0200</pubDate><link>http://blogoosfero.cc/correiodobrasil/negocios/yuan-tem-maior-valorizacao-dos-ultimos-dez-anos</link><guid>http://blogoosfero.cc/correiodobrasil/negocios/yuan-tem-maior-valorizacao-dos-ultimos-dez-anos</guid></item><item><title>Dólar registra ligeira queda frente ao real</title><description>&lt;h4&gt;&lt;strong&gt;Às 10:14, o dólar recuava 0,24%, a R$ 3,9801 na venda, após acumular alta de 2,03% na semana passada. O Banco Central fará mais um leilão de rolagem dos swaps que vencem em março&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;h6&gt;Por Redação, com &lt;em&gt;Reuters&lt;/em&gt; – de São Paulo:&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;O dólar tinha leve queda frente ao real nesta segunda-feira, com o fortalecimento do iuan tranquilizando investidores após feriado de uma semana nos mercados chineses, numa sessão que deve ser marcada por baixa liquidez com os mercados norte-americanos fechados.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Às 10:14, o dólar recuava 0,24%, a R$ 3,9801 na venda, após acumular alta de 2,03% na semana passada. O &lt;a href="http://www.correiodobrasil.com.br/dolar-avanca-frente-ao-real/"&gt;&lt;strong&gt;dólar&lt;/strong&gt; &lt;/a&gt;futuro recuava 0,6%.&lt;/p&gt;
&lt;figure id="attachment_794727"&gt;&lt;img src="http://www.correiodobrasil.com.br/wp-content/uploads/2016/02/dolar-alta.jpg" alt="dólar" width="635" height="356"&gt;&lt;br&gt;
&lt;figcaption&gt;Para analistas, um motivo para a tranquilidade no mercado de câmbio a alta dos preços do petróleo&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt;– O mercado estava com medo de os mercados chineses voltassem do feriado muito negativos e isso não se confirmou – disse o superintendente de câmbio da corretora Intercam, Jaime Ferreira.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O banco central da China fixou o iuan na cotação mais alta em um mês, dando continuidade a seus esforços para combater a especulação sobre a desvalorização recente da moeda apesar de dados mostrando fraqueza no comércio. A decisão reduziu as preocupações com a saúde da segunda maior economia do mundo, que vêm fomentando volatilidade nos mercados globais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ferreira também citou como outro motivo para a tranquilidade no mercado de câmbio a alta dos preços do petróleo, em meio a especulações sobre corte coordenado na produção global.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Operadores não descartavam a possibilidade de volatilidade nesta sessão, com o volume de negócios reduzido devido ao feriado do Dia dos Presidentes nos Estados Unidos, que mantém as praças locais fechadas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Outro motivo para cautela é a volta das atividades do Congresso Nacional, diante das incertezas políticas no Brasil. Temores sobre a estratégia do governo brasileiro para enfrentar a crise econômica, sobretudo no campo fiscal, também deixavam investidores relutantes em assumir grandes posições.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;– As próximas semanas prometem. O mercado deve voltar àquele ritmo alucinante do fim do ano passado conforme o noticiário encorpar – disse o superintendente de derivativos da corretora de um banco nacional.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nesta manhã, o Banco Central fará mais um leilão de rolagem dos swaps que vencem em março, que equivalem a US$ 10,118 bilhões, com oferta de até 11,9 mil contratos.&lt;/p&gt;</description><pubDate>Mon, 15 Feb 2016 13:32:37 -0200</pubDate><link>http://blogoosfero.cc/correiodobrasil/negocios/dolar-registra-ligeira-queda-frente-ao-real</link><guid>http://blogoosfero.cc/correiodobrasil/negocios/dolar-registra-ligeira-queda-frente-ao-real</guid></item><item><title>Projeção da inflação vai para 7,61%, projetam analistas</title><description>&lt;h4&gt;&lt;strong&gt;As estimativas de inflação estão distantes do centro da meta de 4,5%, e neste ano superam o teto de 6,5%. O limite superior da meta em 2017 é 6%&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;h6&gt;Por Redação, com &lt;em&gt;ABr&lt;/em&gt; – de Brasília:&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;A projeção de instituições financeiras para a inflação este ano subiu pela sétima vez consecutiva. Desta vez, a estimativa para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) passou de 7,56% para 7,61%. Para 2017, a estimativa segue em 6%, de acordo com o boletim Focus, publicação divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC), com base em projeções de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As estimativas de inflação estão distantes do centro da meta de 4,5%, e neste ano superam o teto de 6,5%. O limite superior da meta em 2017 é 6%.&lt;/p&gt;
&lt;figure id="attachment_794690"&gt;&lt;img src="http://www.correiodobrasil.com.br/wp-content/uploads/2016/02/infla%C3%A7%C3%A3o-repr-web.jpg" alt="inflação" width="635" height="357"&gt;&lt;br&gt;
&lt;figcaption&gt;Mesmo com inflação alta, as instituições financeiras não esperam que o BC suba a taxa básica de juros,&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt;Mesmo com &lt;a href="http://www.correiodobrasil.com.br/inflacao-em-2017-deve-ficar-no-teto-da-meta-do-governo/"&gt;&lt;strong&gt;inflação&lt;/strong&gt; &lt;/a&gt;alta, as instituições financeiras não esperam que o BC suba a taxa básica de juros, a Selic, neste ano de retração da atividade econômica. A projeção para o final de 2016 permanece em 14,25% ao ano, há duas semanas. No próximo ano, a expectativa é de redução da taxa Selic. Mas a projeção para o fim de 2017 foi ajustada de 12,50% para 12,75% ao ano.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A taxa é usada nas negociações de títulos públicos no Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic) e serve como referência para as demais taxas de juros da economia. Ao reajustá-la para cima, o BC contém o excesso de demanda que pressiona os preços, porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Quando reduz os juros básicos, o Copom barateia o crédito e incentiva a produção e o consumo, mas alivia o controle sobre a inflação.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A pesquisa do BC divulgada, nesta segunda-feira, também traz a projeção para a inflação medida pelo Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI), que subiu de 7,72% para 7,98% este ano. A estimativa para 2017 segue em 5,50%.&lt;br&gt;
Para o Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), a estimativa passou de 7,29% para 7,72% este ano, e permanece em 5,50% em 2017.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A estimativa para o Índice de Preços ao Consumidor, da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (IPC-Fipe), foi alterada de 7% para 7,04%, em 2016, e de 5,30% para 5,40%, no próximo ano. A projeção para os preços administrados permanece em 7,70% este ano e em 5,50% em 2017.&lt;/p&gt;
&lt;h4&gt;&lt;strong&gt;Atividade econômica&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;As instituições financeiras projetam queda do Produto Interno Bruto (PIB), a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, de 3,33%, este ano, na quarta piora seguida. A estimativa anterior era 3,21%.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para 2017, as instituições financeiras esperam por uma recuperação da economia, mas a projeção de crescimento está cada vez menor. No quarto ajuste seguido, a estimativa de expansão foi alterada de 0,60% para 0,59%.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A projeção para a cotação do dólar foi alterada de R$ 4,35 para R$ 4,38, ao fim de 2016, e segue em R$ 4,40 ao fim de 2017.&lt;/p&gt;</description><pubDate>Mon, 15 Feb 2016 13:32:37 -0200</pubDate><link>http://blogoosfero.cc/correiodobrasil/negocios/projecao-da-inflacao-vai-para-761-projetam-analistas</link><guid>http://blogoosfero.cc/correiodobrasil/negocios/projecao-da-inflacao-vai-para-761-projetam-analistas</guid></item><item><title>Membros da Opep mais favoráveis a fim da sobreoferta</title><description>&lt;h4&gt;&lt;strong&gt;Os preços do petróleo caíram mais que 70% para perto de US$ 30 o barril ao longo dos últimos 18 meses conforme a Opep&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;h6&gt;Por Redação, com &lt;em&gt;Reuters&lt;/em&gt; – de Abuja:&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;O sentimento dentro da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) está mudando da descrença para um crescente consenso de que uma decisão deve ser tomada sobre como acabar com a atual derrocada dos preços do petróleo, disse o ministro do petróleo da Nigéria.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os preços do petróleo caíram mais que 70% para perto de US$ 30 o barril ao longo dos últimos 18 meses conforme a Opep, liderada pela Arábia Saudita, procurou retirar do mercado produtores de custo mais alto, recusando cortes de produção apesar de uma sobreoferta global.&lt;/p&gt;
&lt;figure id="attachment_794658"&gt;&lt;img src="http://www.correiodobrasil.com.br/wp-content/uploads/2016/02/petroleo1.jpg" alt="Opep" width="635" height="357"&gt;&lt;br&gt;
&lt;figcaption&gt;A queda dos preços prejudicou seriamente algumas economias que dependiam fortemente das vendas de petróleo&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt;A queda dos preços prejudicou seriamente algumas economias que dependiam fortemente das vendas de petróleo, como a Nigéria e a Venezuela, e mesmo a Arábia Saudita está se preparando para enfrentar uma dolorosa queda de receitas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;– Há mais conversas em andamento agora. Acho que quando nos encontramos em dezembro eles (membros da &lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.correiodobrasil.com.br/petroleo-agencia-descarta-aumento-dos-precos-a-curto-prazo/"&gt;Opep&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;) mal estavam conversando um com o outro. Todo mundo estava protegendo a lógica de sua própria posição – disse o ministro do petróleo nigeriano, Emmanuel Ibe Kachiwku, em entrevista.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os países produtores em dificuldades fizeram reiterados pedidos de um encontro de emergência da Opep, mas para Kachiwku não era o momento certo. O próximo encontro regular do cartel é em junho.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;– Não temos certeza de que se tivéssemos feito esses encontros de emergência poderíamos ter saído com um consenso – disse ele.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;– Muitos barris estão caindo fora do mercado nos países não-membros da Opep, então a filosofia dos sauditas obviamente está funcionando. Mas isso não está influenciando o preço para cima, o que significa que, gostemos ou não, alguns barris estão vindo de membros e não-membros para cobrir os que saíram – completou.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Kachiwku disse que vai encontrar ministros do petróleo de Catar e Arábia Saudita na próxima semana para discutir a situação.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;– Conforme nos aproximamos das datas de reuniões estatutárias (da Opep)…você vai ver muito mais gente entrando ativamente nessas conversas e tentando achar soluções – disse.&lt;/p&gt;</description><pubDate>Sun, 14 Feb 2016 21:30:57 -0200</pubDate><link>http://blogoosfero.cc/correiodobrasil/negocios/membros-da-opep-mais-favoraveis-a-fim-da-sobreoferta</link><guid>http://blogoosfero.cc/correiodobrasil/negocios/membros-da-opep-mais-favoraveis-a-fim-da-sobreoferta</guid></item><item><title>Zika tem impacto passageiro em ações na AL, diz Morgan Stanley</title><description>&lt;h4&gt;&lt;strong&gt;O vírus zika tem sido associado a um aumento de malformações congênitas no Brasil, ainda que evidências concretas não tenham sido encontradas até o momento&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;h6&gt;Por Redação, com &lt;em&gt;Reuters&lt;/em&gt; – de Nova York:&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;A propagação do Zika vírus possivelmente afetará as ações vinculadas aos setores de turismo e transporte na América Latina no curto prazo, mas ainda não surgiu evidência de um impacto prolongado nos mercados e economias locais, afirmaram analistas do Morgan Stanley.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As economias de México e Peru seriam as mais afetadas se o vírus zika se propagasse por toda a América Latina, algo que a Organização Mundial da Saúde (OMS) teme que aconteça neste ano. O turismo representa quase 9% do Produto Interno Bruto (PIB) em ambos os países.&lt;/p&gt;
&lt;figure id="attachment_794551"&gt;&lt;img src="http://www.correiodobrasil.com.br/wp-content/uploads/2016/02/queda-confianca-comercio.jpg" alt="zika" width="635" height="357"&gt;&lt;br&gt;
&lt;figcaption&gt;As economias de México e Peru seriam as mais afetadas se o vírus se propagasse por toda a América Latina&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt;“A Colômbia, ainda que tenha uma menor exposição turística relativamente ao PIB, depende fortemente dos turistas estrangeiros e portanto poderia ver uma perda maior na receita do turismo”, disse o Morgan Stanley em nota.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em contraste, o Brasil, onde estão a maioria dos casos reportados, estaria entre os menos afetados, uma vez que o turismo representa apenas cerca de 3,5% do PIB.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O &lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.correiodobrasil.com.br/oms-recomenda-sexo-seguro-devido-ao-virus-zika/"&gt;vírus zika&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; tem sido associado a um aumento de malformações congênitas no Brasil, ainda que evidências concretas não tenham sido encontradas até o momento.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As ações mais expostas ao tema provavelmente serão de linhas aéreas, assim como de aeroportos e companhias de aluguel de automóveis, disseram os analistas do Morgan Stanley.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Entre as ações, o Morgan Stanley disse que as linhas aéreas Latam e Gol, assim como o operador aeroportuário Asur são as mais expostas a uma escalada da epidemia. A TAM, uma unidade da Latam, disse na segunda-feira que suas reservas não foram afetadas pelo vírus.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para o banco, o registro de um crescimento importante nas mortes relacionadas com o vírus zika e a confirmação de que ele pode ser transmitido entre pessoas poderiam fazer com que um impacto fosse prolongado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;“Esses dois fatores combinados podem levar a um significativo isolamento da população e potencialmente ter um impacto negativo importante na economia e no mercado”, disse o banco.&lt;/p&gt;</description><pubDate>Sun, 14 Feb 2016 17:30:52 -0200</pubDate><link>http://blogoosfero.cc/correiodobrasil/negocios/zika-tem-impacto-passageiro-em-acoes-na-al-diz-morgan-stanley</link><guid>http://blogoosfero.cc/correiodobrasil/negocios/zika-tem-impacto-passageiro-em-acoes-na-al-diz-morgan-stanley</guid></item><item><title>Vendas no varejo chinês saltam durante Ano Novo Lunar</title><description>&lt;h4&gt;&lt;strong&gt;&lt;span&gt;O feriado é especialmente importante para varejistas, que disputam clientes com promoções e descontos
&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;h6&gt;Por Redação, com agências internacionais – de Bruxelas e Pequim&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;As vendas do varejo na China cresceram 11,2% no feriado de uma semana do Ano Novo Lunar, na comparação com o mesmo feriado do ano passado, segundo dados do Ministério do Comércio do país divulgados neste sábado.&lt;/p&gt;
&lt;figure id="attachment_794508"&gt;&lt;a href="http://www.correiodobrasil.com.br/wp-content/uploads/2016/02/ano-novo-lunar.jpg" rel="attachment wp-att-794508"&gt;&lt;img src="http://www.correiodobrasil.com.br/wp-content/uploads/2016/02/ano-novo-lunar.jpg" alt="O Ano Novo Lunar é uma das datas mais comemoradas pelos chineses" width="635" height="357"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br&gt;
&lt;figcaption&gt;O Ano Novo Lunar é uma das datas mais comemoradas pelos chineses&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt;As receitas de varejistas e empresas de catering subiram para cerca de 754 bilhões de iuanes (US$ 115 bilhões) durante o período de 7 a 13 de fevereiro, segundo comunicado do Ministério.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O feriado é especialmente importante para varejistas, que disputam clientes com promoções e descontos. Milhões de pessoas não trabalham no período e aproveitam para viajar e geralmente gastam mais do que o habitual no &lt;a href="http://www.correiodobrasil.com.br/precos-das-acoes-asiaticas-caem-diante-de-incertezas-mundiais/"&gt;varejo local&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;&lt;strong&gt;Turbulência na Europa&lt;/strong&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;A turbulência no mercado financeiro europeu pode adiar a alta da inflação ainda mais e os bancos vão precisar de ajuda com medidas firmes ao longo do tempo, disse o membro da Comissão Executiva do Banco Central Europeu, Benoit Coeuré ao jornal alemão Rheinische Post.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A perspectiva para a inflação da zona do euro já está depreciada por uma forte queda nos preços do petróleo e da desaceleração do crescimento global e a volatilidade do mercado está se misturando ao problema, disse Coeuré ao jornal.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;“Se (essa volatilidade) continuar por muito tempo, ela também pode aumentar o risco de que uma alta da inflação seja adiada”, disse Coeuré.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As ações do setor bancários da zona do euro .SX7E caíram cerca de 30 por cento desde o início do ano por preocupações sobre a rentabilidade, potencialmente aumentando os custos e capital para bancos e segurando os empréstimos. Isso pode reduzir a eficiência do programa de compra de ativos do BCE, sua principal ferramenta de política monetária.&lt;/p&gt;
&lt;h4&gt;&lt;strong&gt;Juros baixos&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;Coeuré disse que os bancos estão enfrentando baixa lucratividade e alguns estão sofrendo com o alto patamar de crédito em atraso, um legado da crise econômica na Europa. Mas eles também estão mais resilientes do que no passado, devido aos aumentos de capital.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;– Nenhum desses desafios é novo: eles já foram identificados, eles exigem ações energéticas e eles serão resolvidos ao longo do tempo – disse Coeuré.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O membro do BCE acrescentou que cabe aos governos da zona do euro agir com políticas favoráveis ao crescimento, o que poderia então impulsionar a atividade e a rentabilidade do setor bancário.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;– Se isso não acontecer, nós termos que manter os juros baixos por um período muito longo – concluiu.&lt;/p&gt;</description><pubDate>Sat, 13 Feb 2016 17:28:06 -0200</pubDate><link>http://blogoosfero.cc/correiodobrasil/negocios/vendas-no-varejo-chines-saltam-durante-ano-novo-lunar</link><guid>http://blogoosfero.cc/correiodobrasil/negocios/vendas-no-varejo-chines-saltam-durante-ano-novo-lunar</guid></item></channel></rss>