<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"><channel><title>Feed RSS do(a) cristiano de lima</title><link>http://blogoosfero.cc/cristianolima</link><description>Conteúdo do(a) cristiano de lima publicado no Blogoosfero</description><item><title>programa de tv faz sátira ao modelo atual de capitalismo...</title><description>&lt;p&gt;&lt;iframe height="350" src="//www.youtube.com/embed/ZZEPuBLj_fw" width="425"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Sat, 17 Jan 2015 22:43:34 -0200</pubDate><link>http://blogoosfero.cc/cristianolima/blog/programa-de-tv-faz-satira-ao-modelo-atual-de-capitalismo...</link><guid>http://blogoosfero.cc/cristianolima/blog/programa-de-tv-faz-satira-ao-modelo-atual-de-capitalismo...</guid></item><item><title>Situação Social da População Negra Segundo as Condições de Vida e Trabalho no Brasil".</title><description>&lt;div class="mbs fwn fcg"&gt;
&lt;div class="_5pcn fwb"&gt;&lt;a href="https://www.facebook.com/IPEA1964/photos/a.427330043973982.100370.427241613982825/928878767152438/?type=1&amp;amp;fref=nf"&gt;Ipea Instituto de Pesquisa&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="mtm _5pco"&gt;
&lt;div class="text_exposed_root text_exposed"&gt;
&lt;p&gt;O Ipea e a &lt;a href="https://www.facebook.com/Seppir" class="profileLink"&gt;Seppir Presidência&lt;/a&gt; lançaram, em dezembro de 2014, o livro "Situação Social da População Negra Segundo as Condições de Vida e Trabalho no Brasil".&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A p&lt;span class="text_exposed_show"&gt;ublicação apresenta dados atualizados sobre as características da população negra, os avanços e as lacunas em termos de desigualdades raciais.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span class="text_exposed_show"&gt;baixe gratuitamente pelo link: &lt;a href="http://www.ipea.gov.br/portal/images/stories/PDFs/livros/livros/livro_situacao-social-populacao-negra.pdf"&gt;http://www.ipea.gov.br/portal/images/stories/PDFs/livros/livros/livro_situacao-social-populacao-negra.pdf&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;</description><pubDate>Fri, 09 Jan 2015 11:17:08 -0200</pubDate><link>http://blogoosfero.cc/cristianolima/blog/situacao-social-da-populacao-negra-segundo-as-condicoes-de-vida-e-trabalho-no-brasil-.</link><guid>http://blogoosfero.cc/cristianolima/blog/situacao-social-da-populacao-negra-segundo-as-condicoes-de-vida-e-trabalho-no-brasil-.</guid></item><item><title>A Internacional do Capital Financeiro, em Porto Alegre</title><description>&lt;p&gt;O Produto Interno Bruto (PIB) mundial em 2012 foi de 65 trilhões de dólares, enquanto os derivativos financeiros somavam algo próximo a 700 trilhões de dólares, segundo estimativas. Debater a financeirização extrema da economia e sociedades, no Brasil e no mundo, suas causas e alternativas, foi um dos objetivos do lançamento do livro A Internacional do Capital Financeiro, realizado nesta segunda-feira, 17, no auditório da Faculdade de Arquitetura da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), na capital gaúcha. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="480" alt="" height="320" src="http://novo.fpabramo.org.br/sites/default/files/styles/large/public/_mg_9842.jpg?itok=nHTA_Xgz" class="media-image" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O livro é uma publicação conjunta da Carta Maior, Fundação Friedrich Ebert, e da Editora Fundação Perseu Abramo, e no lançamento no Rio Grande do Sul contou com debate entre o economista Ladislau Dowbor, o professor Marco Cepik e mediação do jornalista Joaquim Palhares, que abriu o evento, destacando a origem da ideia de transformar o tema da financeirização extrema do capital em debate. “Surgiu da necessidade de cobrir este espaço na imprensa brasileira, que não faz o debate da questão do capital financeiro internacional. Há uma crise que se espalha por todo o jornalismo brasileiro, e os veículos perdem qualidade e credibilidade, ao não trabalharem este tema”, destacou.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="480" alt="" height="320" src="http://novo.fpabramo.org.br/sites/default/files/styles/large/public/_mg_9848.jpg?itok=pYSeBAt6" class="media-image" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na seqüencia, o economista e professor Ladislau Dowbor lembrou que uma das conseqüências diretas da financeirização é a ausência de uma discussão mais ampla sobre juros cobrados em diversas instâncias da vida econômica brasileira. “Os bancos hoje chegam a cobrar 50% de juros no Brasil. Não é possível fazer novas fábricas com 50% de juros, ninguém se desenvolve pagando 50% de juros”, afirmou o economista, exemplificando: “O banco HSBC em São Paulo cobra 65% de juros enquanto a mesma linha de crédito, do mesmo banco, em Londres, é de 5% apenas”.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;A concentração de poder financeiro e oligopolização deste capital também foi ressaltada por Dowbor. “Nos paraísos fiscais temos 519,5 bilhões de dólares, mais ou menos 25% do PIB brasileiro, fruto dos mais diversos delitos. Hoje 147 grupos controlam 40% do sistema econômico mundial, sendo que 75% destes grupos são bancos. São sistemas financeiros, que estão obviamente ligados ao Brasil”, disse. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="480" alt="" height="320" src="http://novo.fpabramo.org.br/sites/default/files/styles/large/public/_mg_9829.jpg?itok=r2Ir6I3C" class="media-image" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Segundo o economista, a financeirização é um processo com efeitos e relações globais, com implicações claras no Brasil. “Não estamos mais em um sistema de mais valia que a empresa explora os trabalhadores, é um processo social. É uma estrutura de poder mundial. Se tentar baixar a taxa Selic no Brasil, logo vem os economistas do setor financeiro falar que a inflação vai subir. A realidade é que a chantagem com a inflação funciona de maneira extremamente forte na população brasileira”.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Dowbor reforça este caráter global, lembrando que hoje há 192 bancos centrais, cada um fazendo o que pode, mas sem capacidade efetiva de controle deste capital. “Temos 1% de patrimônio que tem 50% da riqueza construída no mundo. Estes mecanismos estão permitindo esse tipo de apropriação”, ressaltou.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Já o professor da UFRGS e dirigente do Centro de Estudos Internacionais sobre o Governo (Cegov), Marco Cepik, frisou que o sistema financeiro não é apenas uma fusão do capital industrial, de produção. “A questão que se coloca nos últimos 40 anos é de um entranhamento entre o capital financeiro e capital industrial, e de uma subordinação e escala de penetração mundial que não existia antes”, explicou Cepik.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="480" alt="" height="320" src="http://novo.fpabramo.org.br/sites/default/files/styles/large/public/_mg_9832.jpg?itok=7xbAAqBX" class="media-image" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para o professor da UFRGS, as crises mostraram que há custos muito claros no funcionamento desse sistema. “Com a financeirização do capital houve um aumento na desigualdade no mundo, aumento do autoritarismo como resposta às populações que perdem seus direitos, oligopolização e concentração de capital em grupos econômicos, e criação de vastas áreas cinzentas em torno da financeirização”.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Cepik cita dados mostrando que no fim dos anos 1990, o mercado diário de câmbio internacional era 81% maior do que o volume mundial de exportações anual. “Com isso tivemos algo que escapou de qualquer possibilidade de um indivíduo medianamente informado acompanhar o circuito, de entender como funciona a economia no mundo sensível.&lt;br /&gt;Temos uma alavancagem financeira de uma ordem de grandeza de centenas de milhares de vezes”, afirmou.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esta alavancagem e descolamento do capital financeiro da economia real traz, segundo Cepik, um risco sistêmico, pois não existe hoje um governo mundial ou qualquer possibilidade de controlar esse capital. “Não é um sistema fácil de desmontar, pois em alguma medida, vamos continuar precisando de capital financeiro”, destaca o professor.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="480" alt="" height="320" src="http://novo.fpabramo.org.br/sites/default/files/styles/large/public/_mg_9814_0.jpg?itok=GrCGKAqe" class="media-image" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Neste sentido, acrescenta, a solução depende de coordenação entre países, no plano internacional, coordenação e aliança social, inclusive com setores do capital, de minimização de externalidades geradas por este sistema, e exige clareza, do ponto de vista social, de quem deve arcar com os custos dessa tentativa de marcar minimamente um controle. “A resposta de esquerda é manter os investimentos em bem estar social e produtividade, para gerar bem estar econômico. É resposta é uma necessidade econômica e social, e neste sentido, é uma opção política”, concluiu.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Compartilhado do Sítio da &lt;a href="http://novo.fpabramo.org.br/content/internacional-do-capital-financeiro-em-porto-alegre"&gt;http://novo.fpabramo.org.br/content/internacional-do-capital-financeiro-em-porto-alegre&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Sun, 04 Jan 2015 21:38:09 -0200</pubDate><link>http://blogoosfero.cc/cristianolima/blog/a-internacional-do-capital-financeiro-em-porto-alegre</link><guid>http://blogoosfero.cc/cristianolima/blog/a-internacional-do-capital-financeiro-em-porto-alegre</guid></item></channel></rss>