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| Urubóloga corta os pulsos |
Segundo os chefes das grandes empresas internacionais consultados pela Unctad, os dez destinos favoritos para os investimentos até 2014 são China, Estados Unidos, Índia, Indonésia, Brasil, Austrália, Grã-Bretanha, Alemanha, Rússia e Tailândia.
O estudo mostra ainda que em 2011 os investimentos destinados aos países desenvolvidos registraram um aumento de 21%, a US$ 748 bilhões, e os destinados aos países em desenvolvimento cresceram 11%, para atingir o nível recorde de US$ 684 bilhões.
Entre as grandes potências econômicas, a União Europeia atraiu no ano passado investimentos estrangeiros diretos de US$ 420 bilhões; os Estados Unidos foi o destino de investimentos no valor de US$ 227 bilhões; a China recebeu US$ 123 bilhões; Hong Kong, US$ 83 bilhões; o Brasil, US$ 66 bilhões; a Rússia, US$ 52 bilhões.
Os investimentos estrangeiros diretos nas economias em desenvolvimento registraram um aumento de 25%, situando-se em US$ 92 bilhões.
Apesar disso, pelo terceiro ano consecutivo os investimentos destinados à África e aos países menos avançados retrocederam. A causa dessa contração é amplamente explicada as desinvestimentos na África do Norte.
A UE foi a maior fonte, investindo US$ 561 bilhões no exterior; os Estados Unidos atingiram o recorde de US$ 396 bilhões, o Japão investiu US$ 114 bilhões; Hong Kong, US$ 81 bilhões; a Rússia, US$ 67 bilhões; e a China, US$ 65 bilhões.
De acordo com a Unctad, os IED, que subiram 16% no ano passado, para atingir US$ 1,524 trilhão, devem perder dinamismo em 2012.
Este ano "o ressurgimento da incerteza econômica" e uma eventual desaceleração do crescimento nos países emergentes "podem minar o dinamismo" destes investimentos. Em 2011, o nível de investimentos estrangeiros diretos foi 22% inferior em relação ao ponto máximo de 2007 (1,9 trilhão), revelou a CNUCED em seu informe.
Apesar disso, o investimento é claramente maior em comparação ao seu nível mais baixo, o de 2009, quando foram registrados US$ 1,2 trilhão.
Para 2012, a agência da ONU prevê investimentos estrangeiros diretos de US$ 1,6 trilhão. Este valor deve ser de US$ 1,8 trilhão em 2013 e de US$ 1,9 trilhão em 2014, se não for registrado um choque macroeconômico. A Unctad chegou a estas estimativas com base nos dados dos cinco primeiros meses do ano, que mostram uma redução das fusões e aquisições internacionais e dos investimentos.
No Terra





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