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Daniela

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June 14, 2012 21:00 , by Daniela - | No one following this article yet.

21 anos

August 29, 2012 21:00, by Unknown - 0no comments yet

Anders Behring Breivik vai ficar um mínimo de 21 anos preso por ter matado aquelas 77 pessoas na Noruega, no ano passado. Um tribunal o considerou mentalmente são.
Depois de ouvir a sentença, Breivik, que matou por uma causa — supremacia racial, anti-islamismo, anti-imigrantes — pediu desculpas aos que pensam como ele por ter matado tão poucos. No fim de 21 anos, a Justiça norueguesa decidirá se Breivik pode ser solto, presumivelmente regenerado, ou se aproveitaria a liberdade para terminar o serviço e portanto deve continuar preso.
Na prisão, ele não deve se tornar menos radical do que é, talvez fique mais. Ou talvez se arrependa do que fez e saia depois de 21 anos como um cidadão exemplar. Ou talvez, com o tempo, se transforme num mártir da causa, que tem cada vez mais adeptos numa Europa conflitada.
O tribunal deve ter pensado nisso, ao pesar todas as consequências da sua decisão. Recusando-se a considerá-lo louco, reconheceu que muita gente pensa como ele. Não fez como os que atribuem o fascismo a uma patologia passageira na história europeia, o que é quase uma forma de absolvição.
Como deveria ser o castigo de Breivik? Qual é a forma matemática de repartir 21 anos por 77 mortos? Como se contabiliza a culpa por uma chacina para que pareça justiça? A justiça bíblica tinha a vantagem da simetria: um olho por um olho, um dente por um dente, uma quantidade de chibatadas proporcional ao tamanho do pecado. Ou, sempre que possível, uma retribuição que imitasse a ofensa, uma morte por uma morte.
A pena de morte, que não existe mais na Noruega e na maioria dos países civilizados, é um castigo irracional, ou só explicado como uma recaída na simetria primitiva.
Para ensinar alguém a não cometer o crime mais hediondo, o de tirar uma vida, o estado repete nele o crime hediondo. Mas, se nenhuma forma de retribuição parece adequada aos crimes de Breivik, ficamos nós apenas com nossa perplexidade diante do comportamento humano, do ódio e da constatação de que não é preciso ser louco para lamentar que 77 mortos foi pouco.
Luís Fernando Veríssimo



Réquiem de José Serra. 2% é a diferença entre Serra e Haddad

August 29, 2012 21:00, by Unknown - 0no comments yet

2% é a diferença entre Serra e Haddad.
A pesquisa Datafolha parece ser o réquiem do candidato titular do conservadorismo em São Paulo.
A margem de erro é de 3%.
Serra: 22% - 3% = 19%.
Haddad: 14% + 3% = 17%.
Portanto, no limite, 2% é a diferença entre Serra e Haddad.
Haddad à frente na próxima pesquisa!
A rejeição de Serra é de 43%. No limite, pode ser de 46%.
Na próxima rodada de pesquisas, o candidato tem plenas condições de ultrapassar os 50% de aversão.
Rejeição com 5 letras = Serra
Rejeição tem nome: Serra.
#RejeiçãoSerra®
Sinônimo de Rejeição, Repulsa, Aversão, Ojeriza, Repugnância, Asco?
Com 5 letras?
Serra.
#PrivatariaTucana
#SPnãoQuerSerra
#EfeitoPSDB Aécio toma um porre e Serra sente a ressaca: rejeição dispara!
Serra diz que Rejeição é seu sobrenome e reivindica acréscimo desta (em alta) em suas intenções de votos (em baixa).
José Serra -43%, -44%, -45%, -46%, -47%, -48%, -49%, -50%... de rejeição!
#SerraPodeMais ser rejeitado
José Serra dispara e bate recorde do rejeitômetro. #GuinessBookRejeição
E nem começou a CPI da #PrivatariaTucana
José Serra tem hipotermia de intenções de votos.
Abaixo de 20% o sujeito nem vai para o 2º turno.
José, EnCerra!



Serra 45

August 29, 2012 21:00, by Unknown - 0no comments yet

Miguel Baia Bargas



Joaquim Barbosa já pensa no outro mensalão

August 29, 2012 21:00, by Unknown - 0no comments yet



Datafolha: rejeição a Serra vira epidemia

August 29, 2012 21:00, by Unknown - 0no comments yet

Nenhum candidato com rejeição em torno de 40% consegue prosperar numa disputa política e chegar ao 2º turno.
Esse consenso entre pesquisadores soa agora à candidatura municipal do PSDB em São Paulo como a descrição do percurso ao cadafalso e não às urnas.
Vive-se na capital paulista um fenômeno de esgotamento histórico que assume contornos de nitidez vertiginosa, dificilmente reversível: a rejeição esférica, espontânea, ascendente e incontrolável de uma cidade a um político e a tudo o que ele representa, seus métodos e metas.
Já não se trata apenas de rejeição, mas de um fenômeno epidêmico que a palavra ojeriza descreve melhor e a expressão 'fim de um ciclo' não soa adjetiva,mas objetiva.
A rejeição a José Serra em seu berço político e principal casamata do PSDB no país, é o aspecto mais significativo da atual disputa. Sobretudo porque cercada de uma 'coincidência' cuidadosamente programada, o julgamento do STF, que deveria impulsionar as coisas no sentido inverso. Se influência teve, foi oposta. De 30% em meados de junho,a repulsa a Serra saltou para 38% em agosto e explodiu na pesquisa divulgada pelo Datafolha nesta 4ª feira, batendo em massacrantes 43%.
A sangria sugere que se trata de sentimento espraiado, que contagia segmentos sitiados além dos bolsões progressistas, atingindo núcleos da própria classe média, mais ou menos conservadora, tradicionalmente tributária do vertedouro tucano.
A contrapartida nas sondagens de intenções de votos parece confirmar essa observação. E o faz cristalizando tendências talvez só reversíveis por um acontecimento de proporções diluvianas.
Para desespero do dispositivo midiático conservador, o julgamento do chamado 'mensalão', embora tangido pelo jornalismo 'isento', dificilmente terá esse efeito.
Nessa São Paulo em transe, Russomano lidera as intenções de votos com 31% (tinha 26% em junho); Serra, afundou para 22% (contra 31% em junho) e, como previsto, Haddad ao sair do anonimato no horário eleitoral, saltou de 7% em junho para 14% agora, dobrando as intenções de votos.
A agressividade estridente da campanha tucana está explicada.
O som da marcha fúnebre previsto para ensurdecer o governo, o PT, suas lideranças, candidatos e eleitores, a partir da melodia das condenações emitidas no STF, eleva-se na verdade em altos decibéis no ambiente irrespirável de uma campanha e de um político já derrotados nacionalmente em 2002 e 2010, e agora execrados em seu próprio berço.
Saul Leblon
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