Go to the content

Daniela

Full screen

Com texto livre

June 14, 2012 21:00 , by Daniela - | No one following this article yet.

Charge online - Bessinha - # 1415

August 22, 2012 21:00, by Unknown - 0no comments yet



DEMo só gosta de Lula na hora de pedir voto

August 22, 2012 21:00, by Unknown - 0no comments yet

O DEMo passou 8 anos criticando o governo Lula.
Mais que isso: ajuizou ADIN contra o PROUNI, a Lei das Cotas, contra o Bolsa Família, a quem chama de Bolsa-Esmola, votou majoritariamente contra a prorrogação da CPMF.
Agora, só para aparecer bem na fita e ganhar alguns votos, o DEMo não tem nenhum pudor em colar Mendonça Filho à imagem de Lula.
.
No Terror do Nordeste



Cuba acusa EUA de pagar jornalistas para influenciar condenação de cubanos

August 22, 2012 21:00, by Unknown - 0no comments yet

O governo de Cuba acusou os Estados Unidos de pagar milhões de dólares a jornalistas para publicar informações contra cinco agentes cubanos condenados à prisão perpétua, em 2001, por espionagem, informou o Blog Jornalismo nas Américas.
O advogado Martin Garbus acusou os jornais El Nuevo Herald, The Miami Herald e Diario las Américas, assim como a Radio TV Martí e a WAQI (Radio Mambí) de receber dinheiro para publicar notícias que pudessem influenciar a condenação de supostos espiões cubanos.
Em 2006, investigações do jornal The Miami Herald revelaram que foi enviado dinheiro a dezenas de jornalistas pela emissora Radio/TV Martí para participar de seus programas durante o julgamento.
Em 1998, cinco agentes cubanos foram presos na Flórida (EUA) acusados de conspiração contra o governo norte-americano. À época, Cuba afirmou que a missão deles era de apenas se infiltrar em grupos de dissidentes no estado para descobrir futuros atos de terrorismo.



EUA já têm acusação pronta contra Assange, revela vazamento do Wikileaks

August 22, 2012 21:00, by Unknown - 0no comments yet

Executivos da empresa de segurança Stratfor referiram-se ao jornalista australiano como "babaca"
O Wikileaks teve acesso em janeiro do ano passado à caixa de e-mails do vice-presidente da companhia de métodos de espionagem Stratfor e encontrou mensagens que comprovam que os Estados Unidos possuem "uma acusação selada contra Julian Assange".
De acordo com o jornal espanhol Público, o executivo Fred Burton refere-se a Assange em diversos momentos como “babaca” e garante que armazenou todas as publicações do Wikileaks em seus servidores para usá-las em favor da empresa.
Em uma troca de e-mails datada de 26 de janeiro deste ano, Burton reconhece que a justiça norte-americana havia emitido há um mês uma ordem secreta de prisão contra Assange por práticas de espionagem.
Em outras mensagens obtidas pelo Wikileaks e divulgadas pelo Público, é o analista tático Sean Noonan quem atesta os esforços de seu país pela prisão de Assange.
Em uma delas ele se questiona quanto à rapidez com que a Interpol (Polícia Internacional) ordenou a detenção do jornalista. Para Noonan, “as questões de crimes sexuais raramente geram alertas especiais da Interpol”, o que “não deixa dúvidas de que se tenta impedir a publicação dos documentos do governo pelo Wikileaks".
Um dia antes, Chris Farnham, membro da Stratfor na China, diz possuir um amigo próximo da família de uma das jovens que denunciou Assange por estupro. Essa fonte teria assegurado a Farnham que "não há absolutamente nada por trás a não ser procura dos fiscais por um nome”.
Antes do vazamento
Antes mesmo do vazamento dos documentos diplomáticos, Assange já era procurado pela Stratfor. Em junho de 2010, o especialista em segurança Shane Harris entra em contato com Fred Burton para avisar que Assange organizaria uma conferência em Las Vegas e ressalta que "nosso pessoal poderia detê-lo pela suspeita de seu envolvimento com os vazamentos".
"Como estrangeiro, poderíamos revogar seu estatus de turista e deportá-lo. Poderíamos ter uma acusação selada e prendê-lo. Depende do quão avançado é este caso militar", respondeu Burton na ocasião, referindo-se ao processo contra o soldado Bradley Manning, o responsável pelo vazamento de dados da missão norte-americana do Iraque e no Afeganistão. Assange cancelou essa viagem por questões de segurança.
"Descobrir quem são seus cúmplices também é chave. Checar quais trapaceiros infelizes existem dentro do grupo e fora. É preciso levá-lo de um país a outro para que seja obrigado a se defender de acusações pelos próximos 25 anos. Tomar dele tudo o que ele e sua família têm”, chegou a defender Burton.
Antes de ocupar seu cargo atual, Burton foi o responsável pelo departamento de prevenção de práticas terroristas do serviço de segurança diplomática do Departamento de Estado dos Estados Unidos. 



Isso que chamam "jornalismo"

August 21, 2012 21:00, by Unknown - 0no comments yet

Assistam: o jornalismo da TV Globo e da mídia nacional
As lutas de classes não se detêm às portas dos “jornais”.
Cada dia mais medíocre, mais corrupto e mais servil é isso o que chamam “jornalismo” nas empresas mercantilistas de “notícias” ou “informação”, constitui hoje uma das máquinas de guerra ideológica capitalistas mais degenerada.
Sua degeneração é seu fracasso e ao mesmo tempo sua delação.
Sua própria definição já está distorcida, pois quando deveria servir para orientar a sociedade, na realidade, não passa de um negócio para desorientar.
Não é “jornalismo” a mercantilização da notícia. Ainda que a idéia perversa se tenha instalado de que somente o que vende jornal é a informação e com isto se criou cátedras, pós-graduação e especialidades... Ainda que reine na cabeça de muitos a idéia de que “jornalismo” é a arte mercenária de vender a caneta pelo melhor preço... ainda que prevaleça o critério devocional de quem um jornalista é um comerciante de confiabilidade... E ainda que se martele com a falácia de que o jornalismo é a arte demagógica da “objetividade” burguesa...
O certo é que o que chamam e praticam de “jornalismo” nas empresas, nada mais é, que uma mercadoria submetida às piores leis do capitalismo. E disto sabem muito bem, aqueles que nelas trabalham.
Os fatos que geram a vida social, econômica, política, artística, cultural... A partir de seu motor histórico que é a luta de classes, não podem ser privatizados por nenhuma manobra comercial ainda que esta seja capaz de convertê-los, segundo seus interesses, em “informação” ou “notícia”. Os fatos cotidianos (ocorram quando ocorram) produtos das relações sociais, até hoje divididas em classes, além de requerer registros e análises científicas, exigem capacidade de um relato esclarecedor, criativo e emancipador, para contribuir para elevar o nível da consciência coletiva inclusive na resolução de problemas individuais.
A tarefa de produzir análise e informação jornalística além de ser uma práxis ética cotidiana, deve ser um trabalho organizador para a transformação do mundo.
Assim o exercitou o próprio John Reed (biografia)
Filme sobre John Reed 'Reds' (dublado)
Nas empresas que fizeram da informação uma mercadoria caprichosa e desleal com a verdade, o trabalho dos “jornalistas” foi deformado até a ignomínia da escravidão do pensamento e a exploração de pessoas obrigadas a trair a consciência (individual e coletiva) sobre a realidade.
Vivemos diariamente um desfalque informativo contra todo o senso comum e se humilha a inteligência dos trabalhadores da informação os submetendo aos princípios e fins empresariais a cada dia mais medíocres, corruptos e mafiosos.
A Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP) conhece bem esta história.
Nas escolas não são poucas as tendências empenhadas em “formar” mão de obra barata, gentil e acrítica disposta a anular-se, com o disfarce academicista, às condições trabalhistas mais aberrantes em troca de ilusões da fama burguesa, prestígio de mercadores e claro, rentabilidade de cúmplices muito criativos ao ponto de inviabilizar as verdades mais duras, criminalizar àqueles que lutam por emancipar-se e assegurar as vendas dos “informativos”.
Títulos universitários de “jornalista” amasiados com o capitalismo e seus ódios, assim sendo necessário mentir, caluniar ou matar. Para as teles, web, rádios... aos impressos.
Dignificar o trabalho do “jornalista” é uma meta social enorme que não se resolve somente de maneira “gremista”, nem somente com “educação de excelência”, nem somente com “boa vontade”. Trata-se de uma profissão, um ofício e uma tarefa políticas... afundam no pântano da guerra ideológica e na guerra midiática burguesa.
Dignificar a definição e a função de jornalista compreende fatores muito diversos que partem da base concreta de lutar contra o trabalho alienado e contra as condições de insalubridade ideológica extrema em que, sob o capitalismo, se desenvolve.
Dignificar o trabalho jornalístico implica empreender, diariamente, uma revolução de consciência e ação que devolva à produção informativa sua alma socialista e seu poder como ferramenta emancipadora de consciências... implica portanto devolver ao “jornalismo” suas bússolas e suas responsabilidades no caminho da revolução.
Isso implica exigências programáticas, organizativas e disciplinares cuja base é a luta de classes e cuja práxis deve andar ao lado das lutas emancipadoras da classe trabalhadora.
Já basta de que qualquer palhaço capaz de publicar, sob qualquer método e meio, suas canalhices se faça chamar “jornalista” ao custo de degenerar a verdade que é de todos.
Freá-los em seco, implica desenvolvimento científico e político para conquistar um poder profissional e militante capaz de colocar-se ao serviço da classe que emancipará a humanidade. Esse é seu melhor lugar. Isso implica impulsionar escolas novas, estilos novos, sintaxe, comunicação e consciência revolucionárias. Isso implica impulsionar gerações novas de trabalhadores do jornalismo emancipados da lógica do mercado informativo. Nada menos.
Agora que estamos enojados pela desfaçatez e pela impunidade com que exibem suas canalhices de forma onipresente os amos e seus servos “jornalísticos”, temos que nos fortalecer para combatê-los.
Agora que a náusea nos sacode e a irracionalidade do mercado informativo se torna comando golpista e magnicida, no mundo inteiro, é preciso nos organizar de maneira democrática, plural e combativa.
Agora que se desdobram as acometidas mais ferozes das máfias comerciais que vendem “jornais” contra a verdade dos povos em luta e contra suas conquistas mais importantes... nós requeremos a unidade e a ação organizada e a partir da base como causa ética suprema.
Agora que se aliam as máfias midiáticas e formam seu exército de “jornalistas” para nos bombardear com mísseis de injúrias e mentiras...nós devemos fazer do “jornalismo” uma frente rigorosa em seus princípios e adaptável em sua organização para somarmos abertamente a todas as forças da comunicação emancipadora onde se propicie colaboração revolucionária irrestrita. Ao menos.
Assim, isso que chamam “jornalismo” deixará de ser, rapidamente, reduto de farsantes mercenários doentes consuetudinários (fundados no uso, no costume, na prática) da mentira para converterem-se, de uma vez por todas, em ferramenta criativa da verdade a serviço da Revolução.
E já há muitos trabalhadores que avançam nesta rota.
Diariamente.
Dr. Fernando Buen Abad Domínguez, Rebelión/Universidad de la Filosofía/Escuela de Cuadros para la Comunicación Emancipadora