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Daniela

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junio 14, 2012 21:00 , por Daniela - | No one following this article yet.

Mulher dá novo fôlego ao separatismo no País Basco

agosto 21, 2012 21:00, por Desconocido - 0no comments yet

O País Basco já está se preparando para uma eleição que poderá ser convocada no segundo semestre e os separatistas, a esquerda radical nacionalista ou esquerda "abertzale", estão confiantes como nunca. Um dos motivos é a popularidade de Laura Mintegi, sua candidata a "abertzale" (presidente do governo autônomo), uma conhecida escritora, doutora em psicologia e professora de literatura.
Diferentemente de Arnaldo Otegi, líder separatista que está na cadeia, Mintegi não tem ligação conhecida com o ETA, grupo armado que neste ano pôs fim à sua declinante campanha de violência. Embora Otegi e seus colegas políticos mereçam crédito pela deposição das armas, Mintegi tem mais condições de se eleger.
Sua coalizão, Bildu, ganhou mais assentos do que o PNV, corrente nacionalista tradicional, nas eleições municipais e gerais de 2011. Isto deveu-se, em parte, a uma reação à proibição, que dura uma década, a seu antecessor, o Batasuna, de laços estreitos com o ETA. Essa época acabou, diz ela. "Usar a violência para fins políticos é impensável, absolutamente terminada; queremos viver em paz."
Até mesmo os separatistas bascos tendem a se orgulhar das conquistas de autogoverno e Mintegi não é diferente. "As coisas têm sido feito de uma maneira diferente, aqui", diz ela. "Mas [o modelo] nunca foi suficiente, e agora está esgotado." A crise do euro evidencia as deficiências da autonomia, mesmo ampla, por distanciar o processo decisório das pessoas que afeta e fazer com que o governo de Mariano Rajoy, de centro-direita, limite o poder regional.
"As decisões precisam ser tomadas aqui, e não em Berlim", diz Mintegi. "Se o PP tentar reverter a devolução [do poder à região] isso poderá ser positivo para nós. Eu às vezes digo, brincando, que não precisamos abandonar [a Espanha]; eles vão nos abandonar."
A nova porta-estandarte do separatismo basco percebe que tem diante de si, ao enfrentar o PNV, uma máquina formidável, e admite similaridades entre o programa econômico do Bildu e os socialistas que hoje governam os bascos. Uma coalizão poderá ser uma opção, diz ela.
Indagada sobre se um governo liderado por ela participaria de um pacto nacional para enfrentar a situação emergencial da Espanha, ela diz: "Sim, nós participaríamos disso, porém não se significar mais da mesma coisa. Não podemos admitir que milhares de pessoas estejam sendo lançadas no sucateamento [do desemprego] todos os dias. Isso é obsceno".



36 anos sem JK – o dom de irradiar esperança que renasceu em Lula

agosto 21, 2012 21:00, por Desconocido - 0no comments yet

Hoje, 22 de Agosto de 2012, completam-se 36 anos do misterioso acidente automobilístico que matou nosso presidente “Bossa Nova”. Republico uma crônica, escrita em 2009, em que traço um paralelo entre as figuras humanas de JK e Lula, bem como suas conturbadas relações com a imprensa.

O dom de irradiar esperança – JK, Lula e a imprensa

- Não posso deixar de dedicar este artigo, com esta temática política tão especial, ao meu mestre e amigo Gilson Caroni Filho. Assim, faço jus a quem irradiou em mim o gosto por analisar a mídia e o encantamento pelas ciências políticas.
Por Ana Helena Tavares
Inúmeras já foram as vezes que Lula se comparou a JK. “Não acredito em quem não tem objetivos, não tem projetos, não sonha alto. Eu acredito em gente como Juscelino”, declarou Lula a Claudio Bojunga para o livro “JK – O Artista do Impossível”.
Incontáveis são as vezes que Lula é atacado por conta desta comparação. “Quando vejo o Lula se comparar com Deus, todo poderoso, não me importo. Quando o vejo se comparar a Getúlio Vargas, também não dou muita importância. Mas eu realmente saio do sério quando vejo o apedeuta (ignorante, pessoa sem instrução) querer se comparar ao JK.”, já chegaram a dizer em um dos milhões de blogs espalhados pela rede. Ora, por que esta comparação tira tanta gente do sério?
Será então porque JK era médico e Lula largou cedo os estudos regulares? Francamente! Como são apedeutas os que pensam assim! Principalmente aqueles que gostam de se colocar na posição de “deuses”, acima dos “meros mortais”, usando palavras como “apedeuta” e achando que é isso que vai mostrar alguma coisa nessa vida. Senão vejamos… Os EUA que o digam… George Bush ostenta diploma de historiador (vejam isso…) e Abraham Lincoln (considerado um dos maiores presidentes dos EUA) jamais cursou escolas regulares. Será que restam dúvidas de que não é isso que influencia?
Que a ascensão à presidência de uma pessoa como Lula incomoda a muitos, nós sabemos. Só o fato de aquele retirante estar lá no Planalto já enfurece muita gente, é de se entender que fiquem mais enfurecidos ainda quando aquele ousado retirante se compara ao “Dr. JK”. Só que JK ganhou a simpatia da história não porque se achava um “Dr.”, mas pelas vezes que sentou-se numa roda de violão cantando que o “peixe vivo não pode viver fora da água fria”.
Explico-me: talvez ele não tenha sido uma figura de grande carisma em sua época, haja visto que foi certamente um dos presidentes mais surrados pela imprensa e é óbvio que isso levava uma fatia da opinião pública a atacá-lo também. Mas a história o acolheu, não só por todas as realizações de seu governo, mas acredito até que principalmente pela fantástica figura humana que ele era. Títulos como o de “Presidente Bossa Nova” não me deixam mentir. Fenômeno semelhante ocorre com Lula.
Possivelmente, entre as classes mais baixas, Lula tenha um apelo carismático bem maior que o de JK, mas, de um modo geral, ele representa uma “bossa (coisa) nova”. Novidade boa pra quem pensa no futuro do país. Ameaça pras elites conservadoras e antiquadas. Assim era JK. Assim é Lula. Figuras humanas com o dom de irradiar esperança por onde passam. E isso dói nos olhos mais amargos.
Em 2008, durante comemoração pelos 106 anos de JK (caso estivesse vivo), Lula afirmou: “A história, como Deus escreve certo por linhas tortas, precisou de algumas décadas para fazer Justiça ao que representou Kubitschek para o nosso país”. Como aconteceu com JK, restará à história o papel de relatar com fidelidade todos os avanços do governo Lula. E não tenho dúvida de que ela o fará. Isso porque a imprensa que, como me disse em entrevista o jornalista Alberto Dines, deveria ser sinônimo de “história instantânea”, infelizmente, tem jogado no lixo essa nobre função.
Curioso e interessante contar que, pouco depois do encerramento de seu mandato como presidente da República, na noite de 21 de janeiro de 1961, JK foi recebido com toda pompa e circunstância na sede da ABI por aquela mesma imprensa que havia passado cinco anos bombardeando seu governo e seu caráter e que, naquela ocasião, oferecia em sua homenagem um farto banquete.
Na “Revista Brasileira de História” há um vasto estudo sobre o assunto, realizado pela cientista política Flávia Biroli, intitulado “Liberdade de Imprensa: margens e definições para a democracia durante o governo de JK”. No estudo, verificamos que era uma relação problemática, porém, pacífica. Ou seja, se a imprensa criticava de forma tão dura é porque tinha liberdade pra isso. O título de uma das matérias que, na época, cobriu o evento ao qual JK foi à ABI dizia: “O adeus com mágoa de JK”. Ao mesmo tempo, porém, naquele final de governo, os jornalistas pareciam profundamente agradecidos por aqueles anos de liberdade.
Sentimento resumido nas palavras de Herbert Moses, então presidente da ABI, que fez mea-culpa, assumindo excessos, exageros e injustiças da imprensa: “O governo Kubitschek não foi apenas um período de trabalho intenso, de dinamismo administrativo, de desenvolvimento apaixonado: foi também o governo em que a imprensa pôde usar mais livremente os seus direitos. A imprensa opinou livremente, informou livremente, criticou livremente. Muitas críticas teriam sido exageradas, muitas excessivas, muitas injustas, com certeza. Mas exageradas ou excessivas ou injustas, puderam ser formuladas, tiveram livre curso, não tiveram sanções.”
Fico imaginando um banquete desses, ao final do governo Lula, e acho que, de ambos os lados, os sentimentos não se fariam diferentes. Lula tem uma centena de motivos totalmente palpáveis pra se dizer magoado com a imprensa. A imprensa, por sua vez, não tem um motivo sequer pra reclamar de Lula quanto a qualquer tipo de censura. Seria no mínimo interessante um banquete desses reunindo Civitas, Frias e Marinhos… Haja mea-culpa!
O grande mérito de quem é ofendido está em não perder a cabeça. Temos aí mais um ponto em comum entre os dois presidentes. Certa vez, Lula disse: “Poucos políticos foram tão achincalhados, tão agredidos verbalmente, tão ofendidos como Juscelino Kubitschek. Entretanto, esse homem nunca levantou a voz nem perdeu a responsabilidade com o país.”
Quem não enxerga a responsabilidade de Lula com o Brasil, que o julga um aventureiro, oportunista, ou coisas do tipo, só pode ser cego. “Devemos seguir o exemplo de Juscelino Kubitschek, que soube transformar seus sonhos em conquistas e benefícios para o Brasil.”, disse Lula em almoço oferecido ao primeiro-ministro da República Tcheca, em Março de 2006. Essas não são palavras ao vento. O espírito empreendedor de JK está sim presente no presidente Lula. Transformar sonhos em realidade faz parte de sua história de vida. É claro que com o seu governo não iria ser diferente.
Eu poderia listar aqui todo o sem número de avanços do governo Lula e comentar cada um deles, mas não é essa a proposta. Em meados do ano passado, ao comentar um deles, Lula, mais uma vez, lembrou-se de JK: “Juscelino Kubitschek, lá de cima, estará rindo pelo que está acontecendo com a indústria naval brasileira.” Arrisco-me a dizer que ele está rindo à toa desde janeiro de 2003.
Não vivemos no país dos sonhos? É claro que não! Mas a enorme confiança que Lula gerou no povo, apesar de a imprensa não cumprir satisfatoriamente seu papel de bem informar, além de tornar visíveis as inúmeras realizações de seu governo, mostra que nenhum outro presidente representou tão bem quanto ele um dos lemas que JK repetia com mais fervor: “Política para mim é esperança”.
Por isso, se eu pudesse falar com Lula, diria: Eu também “não acredito em quem não tem objetivos, não tem projetos, não sonha alto.” Eu acredito em gente como você!
11 de Junho de 2009,
Ana Helena Tavares
P.S. Herbert Moses dizia-se agradecido por aqueles anos em que o governo não havia censurado nenhuma das tantas críticas tão negativas feitas pela imprensa. Muitas injustas, como ele próprio assumiu, tecendo suas desculpas públicas a JK. O problema é quando, na hora de elogiar, a grande imprensa, vendida a interesses mesquinhos, censura-se a si mesma. Periga ter que pedir desculpas à liberdade sem a qual ela não vive e a qual ela própria tolhe. Aí é crise de identidade. Talvez já acontecesse também naquela época…
No Quem tem medo da democracia?



Lewandowski desafia Joaquim Barbosa no par ou ímpar

agosto 21, 2012 21:00, por Desconocido - 0no comments yet

Lewandowski desafia Joaquim Barbosa no par ou ímpar
Na modalidade esgrima, analistas jurídico-esportivos consultados pelo piauí Herald dão vitória certa para Barbosa. “Ele é bom nisso. Se resolver fatiar o Lewandowski como fatiou o seu voto no julgamento, sai de baixo.”
ESTÁDIO MANÉ GARRINCHA – Depois do ouro olímpico, o pentatlo – essa prova que incendeia a plateia no Brasil – começa a viver momentos de glória em Brasília. A capital federal amanheceu em clima de forte expectativa pelo enfrentamento entre o revisor e o relator do julgamento do mensalão no STF. Desafiado por Ricardo Lewandowski para um duelo de par ou ímpar, a ser decidido numa melhor de sete, Joaquim Barbosa reagiu com virulência, dizendo que a proposta lhe causava espécie. Reivindicou que os dois medissem suas forças em modalidades "menos arbitrárias, como convém a um juiz do Supremo". "Mas salto com vara não dá. Tem muito vento", explicou Barbosa, fazendo careta de dor com a mão nas cadeiras.
Seguindo a contraproposta do relator, aprovada por unanimidade pelo STF, os ministros se enfrentarão no sumô, na ginástica artística, na bolinha de gude, no truco e na amarelinha. "Eu preferia um vale-tudo, sem hipocrisia, mas o cinismo venceu mais uma vez", desabafou Gilmar Mendes.
José Serra soltou uma nota: "Esse pentlato é uma manobra olímpico-diversionista para desviar a atenção do mensalão".
Lula, por sua vez, também reclamou: "De truco ninguém entende mais neste país. Deviam fazer um logo um torneio com convidados no STF. Eu ia engolir todos eles", disse.
Perguntada sobre a disputa, a presidente Dilma respondeu com uma única frase: "Imagina só na Olimpíada".
A modalidade que encerra o supremo desafio – o duelo à moda do faroeste – é considerada a grande incógnita pelos especialistas. “Barbosa é conhecido por atirar em todas as direções, mas nem sempre prima pela pontaria”, avaliou um jurista. Mas o campeão do STF nessa modalidade é outro. “Nessa prova ninguém ganha do Gilmar Mendes”.
No The i-Piauí Herald



Para a Forbes, Dilma é a terceira mulher mais poderosa

agosto 21, 2012 21:00, por Desconocido - 0no comments yet




São Paulo cansou de prefeitos de meio mandato

agosto 21, 2012 21:00, por Desconocido - 0no comments yet