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Daniela

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June 14, 2012 21:00 , par Daniela - | No one following this article yet.

Revelada a identidade do cinegrafista que filmou Aécio no "porrinho básico" na noite carioca

August 28, 2012 21:00, par Inconnu - 0Pas de commentaire

No Maria da Penha Neles!



Charge online - Bessinha - # 1425

August 27, 2012 21:00, par Inconnu - 0Pas de commentaire



Prefeitura de SP descumpre liminar e não oferece abrigo para despejados

August 27, 2012 21:00, par Inconnu - 0Pas de commentaire

Moradores de ocupação no centro da cidade, colocados hoje na rua, dizem não ter para onde ir e relatam peregrinação pela cidade
Prefeitura de SP descumpre liminar e não oferece abrigo para despejados
Os moradores afirmam que a dívida do proprietário apenas em serviços de água e esgoto chega a R$ 8 milhões
(Foto: Diogo Moreira. Folhapress)
São Paulo – Duzentos e dezessete famílias tiveram de sair de um prédio ocupado há 9 meses na avenida Ipiranga, região central de São Paulo, na manhã de hoje (28). A prefeitura descumpriu decisão proferida em julho pelo Tribunal de Justiça determinando o oferecimento de alojamentos. “Conversamos com a prefeitura, com a Polícia Militar e acertamos não resistir. A prefeitura tinha uma determinação de disponibilizar moradia, mas não cumpriu. Mais uma vez”, afirma Maria do Planalto, coordenadora da ocupação e integrante da Frente de Luta por Moradia (FLM).
A decisão, tomada pela juíza Regina Capistrano em 12 de julho, indicava que as famílias deveriam ser "alojadas em abrigos provisórios, e ali mantidas, até o final julgamento deste recurso" por conta do risco envolvido na violação do direito básico à moradia. Esta é a segunda vez apenas neste ano que a administração de Gilberto Kassab (PSD) descumpre uma determinação judicial relativa a moradia. Em fevereiro, a Secretaria de Negócios Jurídicos não obedeceu a liminar que obrigava a oferecer abrigo aos despejados de uma outra ocupação no centro da cidade.
Tampouco foi colocado à disposição aluguel social ou qualquer outro programa assistencial. O prédio estava abandonado há 9 anos. Segundo líderes da ocupação, as dividas do proprietário do imóvel apenas com a Sabesp, a companhia estadual de saneamento, chegam a R$ 8 milhões, ou seja, seria possível promover a desapropriação do imóvel com base na legislação existente.
Sem ter para onde ir, parte dos ocupantes diz que vai permanecer na rua. “Eu estou desempregada. Tenho dois filhos, um deles especial, e não tenho pra onde ir. Vou dormir na calçada hoje”, conta Gisele Oliveira, de 30 anos.
Márcia Alves, de 33 anos, também reclama que seus três filhos não poderão ir para a escola nos próximos dias. “Eles estudavam aqui perto. Agora não sei o que vai acontecer. Aluguel não tem como eu pagar, com os R$ 722 reais que eu ganho só dá pra nos sustentar mesmo”, explica.
“As pessoas dizem que nós somos favelados. Favelado tem um teto. A gente, não. Somos sem-teto mesmo”, define a empregada doméstica Cicera de Almeida, de 59 anos. Ela conta que antes de morar na ocupação precisou abandonar o antigo trabalho para cuidar do marido, que morreu meses depois em decorrência de um câncer. Durante o tratamento, eles moraram "de favor" na casa de uma familiar. Depois da morte do companheiro, sem trabalho, ela resolveu aderir ao movimento de moradia. A primeira ocupação de que participou foi no inicio de 2010 em um prédio bem em frente ao desocupado hoje. A experiência durou poucos meses e ela voltou a morar com parentes. Até que a oportunidade de ocupar outro imóvel surgiu. “Perdi tudo que eu tinha lá naquela desocupação”, lembra. “Dessa vez não perdi nada, já que não tinha quase nada. Quem mora de favor não pode ter muita coisa”.
Cícera diz ganhar R$ 600 reais por mês e não ter condições de pagar um aluguel. “As favelas estão cheias. Não tem lugar para a gente morar”, diz. “Vai em qualquer imobiliária aí. Não tem como comprar nada com esse salário. A gente não quer nada de graça. Queremos pagar conforme o que a gente ganha. É isso que a gente espera da prefeitura. Mas eles só prometem”, explica.
Até o momento, a Secretaria Municipal de Habitação não se manifestou sobre o caso.
Gisele Brito
No Rede Brasil Atual



Vale tudo: Prefeitura de São Paulo comete crime para beneficiar Serra e atacar Haddad

August 27, 2012 21:00, par Inconnu - 0Pas de commentaire

A quebra de sigilo pela prefeitura paulistana é semelhante ao caso que causou
o afastamento de Antônio Palocci do Ministério da Fazenda.

A Prefeitura de São Paulo divulgou na segunda-feira, dia 27, dados do prontuário de um paciente do sistema público da saúde com o objetivo de beneficiar Serra. A divulgação de dados médicos sem autorização do paciente configura quebra de sigilo. Ou seja, é crime.
Do ponto de vista legal, liberar dados de um prontuário médico sem autorização do paciente é igual a invadir uma conta bancária e mostrar a movimentação do correntista. Ou seja, o que dupla Kassab e Serra fez não é nada diferente da acusação que levou Palocci a ser afastado do cargo de ministro da Fazenda do governo Lula no episódio do caseiro.
Segundo o Conselho Federal de Medicina, é proibido que o médico, sem consentimento do paciente, revele o conteúdo de um prontuário ou de uma ficha médica. A revelação do segredo médico somente é permitida, diz o órgão, em casos extremos, como abuso sexual, aborto criminoso ou perícias médicas judiciais.
“É quebra de sigilo [divulgar sem autorização]. O hospital ou o diretor técnico que responde por ele não pode falar da doença, por mais que o paciente esteja errado”, afirmou Renato Azevedo Júnior, presidente do Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo para o jornal O Estado de S. Paulo.
O professor de Bioética da USP, Reinaldo Ayer, também a O Estado de S.Paulo, disse que isso “caracteriza uma infração ética a divulgação do prontuário médico por parte do médico ou hospital, sem autorização”.
A Prefeitura de São Paulo se tornou um quartel-general do serrismo-kassabismo. Há militares da reserva espalhados por todos os cantos da administração e o que impera a lógica da ditadura. Vale tudo quando é para incriminar os adversários. Antes eram os “terroristas”. Agora, os petistas.
Clique aqui para ler a matéria do jornal O Estado de S.Paulo e assista ao programa que apresenta as propostas de Haddad para a saúde de São Paulo.
Renato Rovai
No Limpinho & Cheiroso



Serra entre os diálogos de Cachoeira

August 27, 2012 21:00, par Inconnu - 0Pas de commentaire

Pela primeira vez, o nome do ex-governador de São Paulo e candidato à Prefeitura, José Serra, aparece na boca do contraventor Carlos Cachoeira, numa conversa com o já cassado Demóstenes Torres. "Ocê vai tá com o Serra aí hoje?", pergunta o bicheiro. "Marca uma audiência com ele", insiste. "Vou marcar com ele e venho aqui", atende o ex-senador. Negócios da Delta com São Paulo são o próximo alvo da CPI
14 de maio de 2009. José Serra era governador de São Paulo. Executava, no Estado, obras bilionárias, como a construção do trecho Sul Rodoanel e as ampliações das marginais – algumas, com a participação da construtora Delta, de Fernando Cavendish. Amanhã, o empreiteiro estará na CPI, que investiga as atividades do bicheiro Carlos Cachoeira. Assim como Cavendish, também irá depor o engenheiro Paulo Vieira de Souza, conhecido como Paulo Preto, que era o homem forte da Dersa, empresa de desenvolvimento rodoviário de São Paulo, e já disse que Serra era sua "bússola" na estatal.
Um diálogo, obtido com exclusividade pelo Brasil 247, aponta agora, pela primeira vez, o nome de José Serra nas conversas de Cachoeira. É num telefonema dele ao ex-senador Demóstenes Torres. Cachoeira quer uma audiência do governador para um personagem chamado Dino. E Demóstenes promete marcá-la.
"Ocê vai tá com o Serra aí hoje?", pergunta Cachoeira. Com naturalidade, Demóstenes diz que não. Afirma ter estado na Companhia Siderúrgica Nacional, do empresário Benjamin Steinbruch. Cachoeira faz então uma brincadeira dizendo que quem gosta muito de Steinbruch é o atual ministro da Educação, Aloizio Mercadante.
E, depois, insiste para que Demóstenes, que foi cassado por ser uma espécie de despachante de luxo do bicheiro, marque uma audiência com Serra. "Vou marcar com ele e venho aqui", atende o ex-senador.
Escute aqui o primeiro diálogo entre Demóstenes e Cachoeira.
Numa outra conversa, de 26 de abril de 2009, Cachoeira também liga a Demóstenes para tratar de negócios em São Paulo. O ex-senador estava no apartamento 1.105 do Hotel Meliá, no bairro do Itaim-Bibi de São Paulo. O bicheiro, que representava interesses da Delta em São Paulo, pede para o senador se encontrar com um espanhol chamado Carlos Sanchez. Trata-se do chefe do Departamento de Engenharia do Metrô de Madri – o modelo usado é o mesmo usado em São Paulo.
Escute aqui o segundo diálogo entre Cachoeira e Demóstenes.
Na terceira conversa, Cachoeira fala com o próprio Sanchez sobre o encontro no Hotel Meliá. Onde? Na rua João Cachoeira, em São Paulo.
Escute aqui o diálogo entre Cachoeira e Sanchez
Neste diálogo, Cachoeira sugere a Sanchez que entre na página da internet do Senado para reconhecer a face de Demóstenes Torres. O espanhol, pelo tom de voz, já festeja um negócio que será "muy bueno".
Há ainda um último diálogo em que um homem não identificado conversa com um certo Geovane, ligado ao grupo de Cachoeira, sobre um encontro com Serra.
Brasil 247 entrou em contato, via telefone e e-mail, com o assessor de imprensa da campanha de José Serra à Prefeitura para conhecer a opinião do candidato sobre as revelações. Ele tem memória sobre a audiência que o senador Demóstenes Torres iria pedir? Ocorreu? O que foi tratado? Sem dúvida, a palavra de Serra sobre o assunto pode ser esclarecedora. Até 14h..., o retorno ainda não havia ocorrido.