Como fazer uma propaganda eleitoral
October 6, 2012 21:00 - no comments yetDireção: Pepe Mendina
Roteiro: Marcos Piangers, Pepe Mendina, Eduardo Mendonça, Thiago Prade
Argumento: Marcos Piangers
Atores: Eduardo Mendonça, Thiago Prade, Marcos Piangers, Adriano Ramos, Donato Oliveira, Bruno Krieger, Douglas Dias
Direção de Fotografia: Thiago Cauduro
Produção de Elenco: Kelly Goebel
Elenco de Apoio:
Rogério Fernandes
Matheus Silveira Corrêa
Stephanie Borges
Bruno Cardoso
Adriane Guerreiro
Bruno Kauer
Eduardo Weber
Nicky Cerato
Tiago Jardim
Bruna Schuler Eltz
Kelly Goebel
Suelen Antoniazzi
Maurício Peralta
Tayse Conter
Andi Morais
Montagem: Pepe Mendina, Eduardo Mendonça, Marcos Piangers
Edição: Pepe Mendina e Lui Felippe
Áudio direto: Pedro Zani
Locuções: Marcos Piangers e Eduardo Mendonça
Jingle/Composição: Marcos Piangers, Eduardo Mendonça e Pepe Mendina
Jingle/Produção e arranjo: Matheus Zingano
Jingle/Execução: Matheus Zingano e Otto Gomes
Assistência de Direção: Lui Felippe
Finalização: Zé Chico
Produção: Binho Lemes, Pepe Mendina, Eduardo Mendonça, Fábrica de Conteúdo
Agradecimentos: João Xavier, Sergio Costa
O patético discurso de um salafrário
October 6, 2012 21:00 - no comments yet
Não há nada mais farsesco do que FHC falar de decência, quando fez um governo baseado na venda do patrimônio do povo brasileiro a preço vil, mas com direito a gorda propina aos quadrilheiros que o cercavam, tudo depositado em paraísos fiscais, não satisfeito, comprou criminosamente um segundo mandato, cujo desempenho foi tão desastrado que deixou o Brasil em situação semelhante à atual de Grécia, Espanha e outros; em bem estar social, quando relegou metade do povo brasileiro à miséria, quebrando as finanças do país por três vezes e sendo um dependente do socorro frequente do FMI; em democracia, quando administrou o país como se estivesse à frente de uma quadrilha de gangsters que pouco se importava com povo, lei, decência e tudo mais que é obrigação constitucional do governante.
Claro que não há sinceridade alguma no que ele escreve, apenas tenta ludibriar o eleitor que o enxotou e a seu pretenso continuista, desde então impondo a esses malfeitores sucessivas derrotas eleitorais, amortecidas apenas pelo trabalho delinquente de desinformação a que se prestam as corporações midiático/empresariais, cujo papel na história do país é recorrentemente ação deletéria contra a construção de uma nação soberana.
Mesmo assim, é pouco provável que a população brasileira tenha esquecido o mal praticado por esse que foi o mais audacioso assaltante dos cofres públicos, com consequências danosas sentidas até hoje no custo da reconstrução de nossa indústria naval, do nosso sistema de transportes, na desconcentração da renda, no resgate do ensino público, da saúde pública, enfim, na reconstrução de um país cujo triste emblema foi, certa feita, ter seu embaixador revistado em um aeroporto estadunidense. Talvez, os fiscais que procederam a tal revista estivessem procurando algo tão diverso do que se passava na cabeça do revistado, certamente sabedor que o "limite da irresponsabilidade", marca registrada do governo a que servia, já havia sido ultrapassado há tempos. Patético!
No Ilharga