Prefeito tucano é condenado pela Justiça
August 19, 2012 21:00 - no comments yet![]() |
| Salvaro não foi salvo |
O valor é relativamente pequeno para um ex-deputado e para um prefeito do porte do tucano Clésio Salvaro, de Criciúma-SC, mas o motivo é significativo. Salvaro foi condenado em Florianópolis, a devolver cerca de R$ 6 mil aos cofres da Assembleia Legislativa.
Resultado de uma Ação Popular, da época que ele era deputado. A acusação é que ele teria forjado a venda de duas salas comerciais em Criciúma, de propriedade dele e teria recebido aluguel da Assembleia já que ali estava a extensão de seu gabinete.
“A atitude do réu é condenável. O deputado valeu-se das benesses concedidas pelo Parlamento para praticar ato imoral, ilegal e lesivo aos cofres públicos, sendo que tudo há prova no processo. A compra e venda das salas comerciais de fato nunca existiu” diz parte da setença do Juiz Luiz Antonio Zanini Fornerolli na condenação de Salvaro
Leia também: Candidatura de Clesio Salvaro é indeferida em CriciúmaTentativa de linchar jovem palestino causa choque em Israel
August 19, 2012 21:00 - no comments yet![]() |
| Especialistas questionam suposto racismo em sistema educacional Foto: Cortesia/Olivier Fitoussi/BBC Brasil |
A tentativa de linchamento de um jovem palestino no centro de Jerusalém e a indiferença mostrada por um dos suspeitos, um dos quatro adolescentes israelenses entre 13 e 15 anos, deixaram estupefatos setores da sociedade de Israel.
Na última sexta feira, dezenas de adolescentes israelenses - incluindo meninas e meninos - estiveram envolvidos em uma tentativa de linchamento de quatro jovens palestinos que passavam pela rua Yaffo, no centro de Jerusalém.
Um dos palestinos quase morreu. Um dos suspeitos, um menino de 15 anos cuja identidade não foi revelada, disse nesta segunda feira aos jornalistas que estavam na Corte que "por mim, é melhor que morra", em referência ao ferido.
De acordo com a policia, o conflito se deu quando dezenas de adolescentes começaram a correr atrás dos jovens palestinos gritando "morte aos árabes" e outros xingamentos de conteúdo racista. Não há precedentes na história de Israel de crimes tão graves, motivados por ódio étnico, e cometidos por pessoas tão jovens.
Um dos palestinos, Jamal Julani, 17 anos, ficou em estado critico depois de receber socos e chutes na cabeça, chegou a sofrer parada cardíaca e foi ressucitado pela equipe de salvamento que chegou ao local do crime.
Menores de idade
Nesta segunda feira os suspeitos foram levados à Corte de Jerusalem e o juiz determinou a prolongação da detenção, apesar de serem menores de idade.
Segundo a policia, mais adolescentes que estiveram envolvidos no incidente deverão ser presos em breve. A policia também afirma que uma das meninas do grupo incitou os garotos a agredirem os jovens palestinos.
O representante da policia na Corte, Shmuel Shenhav, disse que "foi um verdadeiro linchamento, o ferido perdeu a consciência e já era considerado morto, até a chegada dos paramédicos que realizaram a ressuscitação. Trata-se de um crime muito grave que, só por um milagre, não terminou em morte".
A policia também mencionou que dezenas de transeuntes foram testemunhas da agressão e não interviram.
"Educação racista?"
A deputada Zahava Galon, do partido social-democrata Meretz, disse que o crime cometido pelos adolescentes é "chocante". Em entrevista à radio Kol Israel, a deputada atribuiu a responsabilidade ao sistema judiciário que, segundo ela, "não trata de maneira suficientemente enérgica aqueles que incitam o ódio na sociedade israelense".
Para a pedagoga Nurit Peled Elhanan, da Universidade Hebraica de Jerusalem, o comportamento dos adolescentes envolvidos na tentativa de linchamento é "resultado direto da educação que recebem tanto nas escolas como de seus pais".
Em entrevista, a pedagoga afirmou que "o sistema de Educação de Israel ensina as crianças a odiarem os árabes em geral e palestinos em particular".
"As crianças são ensinadas, tanto pelas escolas, como por seus pais, que todos os árabes querem matá-las, e crescem sem desenvolver qualquer sentimento de empatia humana com eles", disse.
"Daí, até a agressão fisica, a distância não é grande, e agora estamos vendo os frutos da educação que essas crianças recebem", acrescentou Elhanan. O vice-primeiro-ministro Moshe Yaalon classificou a tentativa de linchamento como "terrorismo".
Guila FlintNo BBC Brasil
Em Curitiba, Aécio Neves começa corrida presidencial em jantar promovido pelo “Cansei”
August 19, 2012 21:00 - no comments yet![]() |
| O senador Aécio Aécio e o governador Beto Richa serão as estrelas do jantar do “Cansei” em Curitiba. Foto: Jornale. |
O senador mineiro Aécio Neves (PSDB) escolheu Curitiba para iniciar sua caminhada rumo ao Palácio do Planalto. O tucano participa na noite de hoje, a partir das 20 horas, de jantar promovido pela seção regional do movimento “Cansei” em apoio à reeleição do prefeito Luciano Ducci (PSB). O senador tucano chegará ao evento, no Clube Curitibano, um local frequentado pelos grã-finos da elite curitibana, a quebrada e a rica, ao lado do governador Beto Richa (PSDB).
Segundo pesquisa CNT/Sensus, realizada entre 18 e 22 de julho, se as eleições presidenciais fossem hoje, Dilma Rousseff (PT) seria reeleita no primeiro turno com 59% das intenções de voto e Aécio Neves ficaria com apenas 14,8%.
Cada convite para o jantar desta noite, organizado pelas madames do “Cansei”, custa R$ 1 mil a unidade. Lotes do ingresso para o rango foram vendidos antecipadamente a empresas que prestam serviços à prefeitura. Quem comprou o “vale-refeição” a peso de ouro não precisa, necessariamente, comparecer ao comício pantagruélico dos tucanos.
A título de comparação, o preço do convite para uma única refeição no jantar do “Cansei” daria para um cidadão comer durante 3 anos em uma das três unidades do Programa Restaurante Popular, mantidos pela prefeitura, ao custo de um real o prato. Ou ainda, com esse único convite, daria para uma família de três pessoas alimentar-se durante um ano inteiro.
O Movimento Cívico pelo Direito dos Brasileiros, conhecido popularmente pelo slogan Cansei, é um movimento da sociedade civil surgido em julho de 2007, logo após o acidente com o vôo 3054 da TAM. O Cansei declara-se apartidário e visa à reflexão sobre os motivos do que considera a desordem da administração pública no governo Lula.
Intelectuais de esquerda apontam o movimento como elitista. A a seção fluminense da Ordem dos Advogados do Brasil teve essa posição (cuja seção paulista é um dos membros e patrocinadores do movimento). Tais acusações são contestadas pelos articuladores do movimento.
Os membros do Cansei foram popularmente denominados de "cansados" por militantes de esquerda e até mesmo por simpáticos ao movimento. De acordo com a página oficial do movimento na internet, a lista dos membros do Cansei é a seguinte:
Apresentadores/atores
Adriana Lessa - Ana Maria Braga - Beatriz Segall - Boris Casoy - Carlos Alberto de Nóbrega - Christiane Torloni - Goulart de Andrade - Hebe Camargo - Irene Ravache - Luana Piovani - Moacyr Franco - Osmar Santos - Paulo Vilhena - Regina Duarte - Sílvia Poppovic - Tom Cavalcante - Victor Fasano
Adriana Lessa - Ana Maria Braga - Beatriz Segall - Boris Casoy - Carlos Alberto de Nóbrega - Christiane Torloni - Goulart de Andrade - Hebe Camargo - Irene Ravache - Luana Piovani - Moacyr Franco - Osmar Santos - Paulo Vilhena - Regina Duarte - Sílvia Poppovic - Tom Cavalcante - Victor Fasano
Cantores
Agnaldo Rayol - Ivete Sangalo - Jair Rodrigues - Léo Jaime - Sérgio Reis - Seu Jorge - Wanderléa - Zezé di Camargo
Agnaldo Rayol - Ivete Sangalo - Jair Rodrigues - Léo Jaime - Sérgio Reis - Seu Jorge - Wanderléa - Zezé di Camargo
Empresários/políticos/afins
Gabriel Chalita - Jesus Sangalo - João Dória Júnior - Lafaiete Coutinho - Luiz Flávio Borges D'Urso - Paulo Zottolo
Gabriel Chalita - Jesus Sangalo - João Dória Júnior - Lafaiete Coutinho - Luiz Flávio Borges D'Urso - Paulo Zottolo
Esportistas
Caio - Fernando Scherer - Lars Grael - Torben Grael
Caio - Fernando Scherer - Lars Grael - Torben Grael
Socialites
Beth Szafir - Patrícia Rollo
Beth Szafir - Patrícia Rollo
Também participarão do jantar do Cansei o presidente nacional do PSDB, deputado Sérgio Guerra (PE), e o presidente nacional do PPS, deputado Roberto Freire (SP).
No Blog do EsmaelGramado monta um santuário do gauchismo de espetáculo
August 19, 2012 21:00 - no comments yetDepois não entendem por que somos motivo de gozação no Brasil inteiro
Em setembro de 2004 eu escrevi um pequeno artigo que chamei de “A Disneylândia de bombacha”, publicado no portal da Agência Carta Maior (leia aqui).
Neste artigo, eu brincava que se o movimento tradicionalista gaúcho (MTG) “tivesse bala na agulha, ousadia, empreendedorismo, poderia associar-se à Walt Disney Corporation no sentido de negociar o direito de ser objeto da dramaturgia materializada em parques temáticos e embalsamar mitologias e histórias”. O MTG, assim, “poderia montar uma mega Disneylandia de bombachas, que é a aspiração mais legítima do tradicionalismo de espetáculo”.
Pois, ontem, lendo o jornal Zero Hora, noto que esse artigo despretensioso foi uma espécie de vaticínio. Em Gramado, segundo o jornal do bairro Azenha, alguém montou uma Disneylândia mirim com temática baseada no mito do gaúcho. O jornal não identifica os “vivarachos”, responsáveis por esse caça-níqueis para arrancar dinheiro de turista desavisado.
Gramado e Canela viraram a sede de oportunistas que montaram uma usina de tradições inventadas. Eles exploram vários imaginários visando transformá-los em mercadorias para a demanda turística: o Natal cristão, o mundo do chocolate, uma ideia de cultura europeia transplantada, uma estética arquitetônica germano-suíça, uma confusa gastronomia da quantidade e do entulho (vide o chamado café-colonial), e a estética do frio, que nos últimos anos exagerou na dose a ponto de inventar a virtualidade da neve (em combinação com a mídia regional).
Todos esses elementos são - evidentemente - fakes, conscientemente falsificados, um simulacro mal ajambrado de um fantasmático imaginário de classe média calcado em ícones da infância-adolescência dos indivíduos. Mas um elemento se destaca pela autenticidade e uma certa originalidade: o festival de cinema, com altos e baixos na organização das edições anuais. Mas isso é outra história, e merece uma análise própria.
Gramadocanela (a conurbação-grife) se transformou numa linha de montagem de produtos turísticos voltados para iludir um público ingênuo e predisposto ao autoengano.
O mito do gaúcho ainda estava de fora deste cenário de espetáculo. Agora não está mais. Foi inaugurado na última sexta-feira (17/8) o Parque do Gaúcho, que segundo o jornal ZH, “é um santuário de estancieiros e indígenas”.
A matéria vai mais além na confusão e na mistura de conceitos tomados emprestados da biologia (“miscigenação”), da antropologia (etnias autóctones), da economia regional da Campanha (a unidade produtiva da estância latifundiária, voltada para a economia mercantil de exportação, subordinado ao circuito mercantil inglês do século 19), e da sociologia (o gaúcho, como constructo mítico do homem-síntese do Rio Grande do Sul, outrora um tipo socialmente marginal, hoje, um gentílico aceito quase universalmente).
O jornal garante que o gaúcho resulta da miscigenação do estancieiro com o indígena. Ora, isso é de uma impossibilidade total. Zero Hora quer cruzar biologicamente - vejam só - um sujeito econômico (estancieiro) com um sujeito étnico-autóctone (índio) e garantir que o resultado disso é o constructo ideológico chamado “gaúcho”. Nem o mais fértil dos mentirosos (ou ficcionista) poderia conceber tal sujeito, fruto híbrido de uma “bricolage” improvável - a combinação não entre seres biológicos - mas entre o tipo ideal (Weber) da economia e o tipo ideal da etnia, que lograram parir o tipo ideal ideológico - o gaúcho. Sem esquecer que esse tipo ideal ideológico ainda sofreu uma completa repaginação moral, que o transformou no seu contrário, uma vez que originalmente era tido como um pária social e passou a ser o gentílico ufanista de todo um povo.
Não satisfeita com esse insólita unidade de materiais tão distintos, numa bricolage que não para de pé, o jornal Zero Hora ousa agregar outra dimensão cultural para sustentar a narrativa do nosso improvável “gaúcho”: refiro-me à religião, uma vez que ao festejado Parque do Gaúcho de Gramado está sendo conferido o grau de “santuário”. É isso mesmo, o gaúcho está sendo entronizado em um santuário em Gramado, ou seja, o antigo andarilho guasca (“sem rei, sem lei e sem fé”), sempre vivendo no limite da lei, da ordem, e da moral vigente, hoje ascende à condição do sagrado, do augusto e do divino.
Eu suspeito mesmo que essa gente desconhece o alcance da tolice que acabaram de cometer e que pode colocar o estado do Rio Grande do Sul e sua gente como objeto de deboche e escárnio dos demais "gauchos" do Uruguai e da Argentina, bem como dos demais brasileiros.
Inventar tradições é uma prática cultural admitida no mundo todo, especialmente depois que o turismo virou uma grande indústria que gera emprego e renda para milhões de pessoas em todos os lugares onde é incentivado. Mas como na arte da literatura de ficção, no Direito e na ciência Estatística não se pode violar um atributo intocável, o da verossimilhança. A narrativa do tal “gaúcho” não pode estar divorciada da realidade, é necessário que haja uma probabilidade de verdade na relação entre ideia e imagem.
Ademais essa súbita divinização do “gaúcho”, além de constituir um exagero passível de troça e riso viral, é um fator de exclusão de tudo quanto a cultura sul-rio-grandense tem de rica e variada. O RS tem certamente o mais colorido mosaico étnico-cultural do Brasil, somos imbatíveis neste quesito. Temos uma coleção de contribuições de nacionalidades e etnias europeias, de etnias autóctones, de afrodescendentes (Porto Alegre é a cidade brasileira com o maior número de manifestações ativas das religiões africanas, mais do que Salvador da Bahia.), etc. Por que, então, representar o sul-rio-grandense somente através do unidimensional “gaúcho”? Está certo, a expressão “gaúcho” virou um gentílico (como carioca, por exemplo), mas daí a garantir que esta projeção idealizada se transforme no sagrado (com direito a santuário), vamos convir, é encaminhar requerimento urbi et orbi para que sejamos motivo de raro estranhamento. De zombaria, mesmo.
P.S.: Alô, editores de Zero Hora, a palavra cacimba se escreve assim: cacimba, e não cassimba, como vocês permitiram escrever e publicar, em claro desrespeito ao público leitor. Ou “consumidor”, como vocês dizem nas internas. Ver fac-símile ao lado.
Recebo mensagem do santuário gaucheiro

A resposta está aqui abaixo:

Aguardemos, pois. E puxem um banco.
No Diário Gauche
A mídia e o ódio à política
August 19, 2012 21:00 - no comments yetComeça nesta terça-feira o horário eleitoral gratuito do pleito municipal de 2012. Com todas as ressalvas cabíveis - a rendição ao publicitarismo desprovido de conteúdo programático é uma delas - constitui uma das raras janelas em que o critério de tempo, e a seleção dos temas tratados, escapa à pauta política imposta pela grande mídia à sociedade. A má vontade dos autointitulados 'formadores de opinião' com essas ilhas de autonomia é conhecida.
Editorial da Folha deste domingo rememora a ladainha: trata-se de um instrumento de natureza impositiva, com veiculação simultânea obrigatória, que subtrai 60 horas da grade de programação das TVs comerciais; estas, como se sabe, oferecem ao país a crème de la crème do repertório cultural e informativo da humanidade.
A repulsa ao horário eleitoral tem sua origem na mesma cepa que identifica na Voz do Brasil não um serviço de utilidade pública suprapartidário, credor de aperfeiçoamento, mas uma agressão do 'leviatã hobesiano' à livre escolha da sociedade civil.
Deriva desta fornalha ainda a ojeriza às televisões públicas, assim como ao chamado "Estado anunciante', cujo efeito deletério, sugestivamente, ganhou os holofotes dos 'pesquisadores' à medida em que o governo desconcentrou a veiculação da publicidade oficial, antes abocanhada quase integralmente pelos 'barões da mídia'.
Aos liberais que não se libertam jamais da canga conservadora, não ocorre arguir se a estrutura de propriedade dos meios de comunicação - sobretudo no caso da televisão - assegura a pluralidade narrativa necessária à formação critica do discernimento nacional.
A verdade é que a indigência política no caso brasileiro tem como um de seus principais tributários a própria mídia. Baratear o debate sonegando espaço e relevância aos grandes temas que afrontem o seu interesse, é uma de suas especialidades.
Um exemplo é o tratamento demonizante dispensado ao tema da regulação democrática do setor; outro, as acusações de chavismo carimbadas contra qualquer opinião favorável à ampliação da democracia participativa (leia a coluna de Laurindo Lalo Leal Filho, A criminalização da política).
A mesma edição dominical da 'Folha' que critica o horário eleitoral gratuito como sinônimo de recurso impositivo e de má qualidade, oferece ao leitor um suplemento ilustrativo dessa contribuição ao aperfeiçoamento do debate político nacional.
Um encarte na forma de quadrinhos, que almeja despertar o interesse decepcionante do distinto público pelo julgamento do chamado mensalão, condensa todo um coquetel tóxico de preconceito e generalização colegial.
O conjunto está na raiz da infantilização e das deformações da vida política que o jornal critica. Aos bordões típicos do conservadorismo contra a instituição partidária, subjaz uma dissimulada genuflexão ao agonizante credo neoliberal, a saber: tudo o que não é mercado é corrupção; tudo o que não é mercado é ineficiente; tudo o que não é mercado é irrelevante, é descartável e suspeito.
Nada mais caricato do que uma caricatura que se presta a baratear a realidade para vender o peixe do conservadorismo obtuso e do atomismo social.
Perto do ódio à política massificado pelo dispositivo midiático conservador, as deficiências efetivas do horário eleitoral são, ao contrário do que sugere a Folha, o mal menor.
Saul Leblon
No Blog das Frases











