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Daniela

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Com texto livre

Giugno 14, 2012 21:00 , by Daniela - | No one following this article yet.

A essência da nação militante petista

Ottobre 6, 2012 21:00, by Unknown - 0no comments yet

Temos paixão. Somos convictos e contagiantes. Provavelmente a militância mais numerosa do planeta. Somos autênticos, corajosos e batalhadores. Estamos impregnados de verdade e nossa causa é a mais justa de todas. Por isso não desistimos jamais. O que nos move passa longe de vingança, ódio a um partido ou a um candidato e o que aprendemos não está nas manchetes das cartilhas penduradas nas bancas de jornal. Ao contrário de nossos adversários, não ecoamos preconceito racial e social, individualismo e limpeza étnica. Nossos desejos não se realizam às custas do sofrimento alheio e não pretendemos derrubar o Brasil e humilhar seu povo em nome de nossa vitória.
Não nos enganam mais os apresentadores, os locutores, os porta-vozes, os tradutores, os comentaristas e os novelistas que tentam corromper nossas consciências a todo custo. Não nos interessam mais as teorias, os modelos, as tendências, as fachadas, os apelidos, a maquiagem e as máscaras dos falsos patriotas.
Sonhamos um Brasil forte, justo e soberano. Um Brasil que já quase podemos tocar, que vibra nos rostos iluminados de nossas crianças. Enxergamos um horizonte real, atingível, construído por cada um de nós através dos governos vitoriosos que elegemos. Somos NÓS que estamos lá. Mais do que representados, donos do nosso destino. Estamos encravados na história e no futuro deste novo Brasil e desta nova América para sempre. Não seremos demovidos por qualquer instrumento que não seja a vontade soberana do povo, expressa em eleições justas e democráticas.
Não buscamos lucro ou vantagem pessoal. O que nos move é a confiança, a certeza de que é possível melhorar nossas vidas e a vida de todas pessoas, independente da cor, do sexo e da classe social. Acreditamos que é possível tornar este país mais justo, um lugar melhor de se viver. Para que nossos filhos não tenham vergonha de serem brasileiros. É isso que nossos adversários não compreendem. Essa entrega a uma causa que beneficia milhões de pessoas do norte ao sul do país. Os conservadores estacionados no século passado e sua imprensa podre nos estranham porque só conhecem os caminhos do preconceito, da inveja e da trapaça para se alcançar um objetivo.
Os inimigos da democracia conspiram cada dia mais abertamente em nome de uma elite que decidiu “reaver seu país” a qualquer custo. Mais do que isso, planejam reescrever a história recente deste país. Devolver ao Brasil a condição de vira-latas da comunidade internacional, sempre submisso às vontades dos mercadores e assaltantes estrangeiros.
O desrespeito à constituição e às bases mais elementares do direito e da justiça exibidos pelo STF no julgamento da 470 e festejados pelo PiG durante e em função da campanha eleitoral, mostra que os conspiradores não estão ensaiando. Estão armando o bote – associados agora aos senhores das togas, que a cada dia que passa, tornam-se mais parecidos com seus colegas de cargo paraguaios.
Por isso enfrentamos essas forças predadoras e sua imprensa a cada dois anos. Sabemos que jamais desistirão – seja no voto, seja na marra. E sabemos que somente a vitória das forças progressistas nas eleições deste domingo poderá conter sua voracidade bestial e golpista que ameaça roubar-nos o estado de direito.
Somos amantes da verdade, da justiça e da prosperidade. Não nos vendemos e não nos rendemos.
Tudo isso nos diferencia dos mercenários da outra margem. E é por tudo isso que venceremos!



Campanha de Serra distribui panfleto apócrifo que ataca PT

Ottobre 6, 2012 21:00, by Unknown - 0no comments yet

Panfleto apócrifo pede para que eleitor não vote no PT; um dos CNPJs informados é do PSDB

Malafaia ataca Haddad para defender Serra. Edir Macedo ataca Haddad pra defender Russomanno...

....Este blog apóia Hadadd pra livrar SP desta raia espectral

No Saraiva e Brasil! Brasil!



O apresentador sem programa

Ottobre 6, 2012 21:00, by Unknown - 0no comments yet

 
Mesmo o esquálido volume de propostas revela Russomanno
É difícil saber o que o candidato Celso Russomanno (PRB) faria no comando da Prefeitura de São Paulo caso eleito. O apresentador evitou ao máximo, durante toda a campanha, dizer o que pensa. Quando decidiu se pronunciar, defendeu uma proposta aparentemente lógica, mas perigosa eleitoralmente: quem utiliza mais ônibus, pagará mais pelo transporte.
Como os usuários que andam mais são os moradores da periferia - e, logo, os mais pobres - Russomanno jogou contra o eleitorado que lhe pôs na liderança das pesquisas. Sem ter como voltar atrás e atacado pelos adversários, o ex-deputado federal caiu sete pontos percentuais pelo Ibope, divulgado anteontem, e cinco, pelo Datafolha de ontem.
Russomanno foi obrigado a parar de surfar na popularidade de apresentador de TV, cultivada há quase três décadas, e mergulhar na realidade dos problemas concretos da cidade.
Grandes problemas, complexos, mas cuja abordagem em sua propaganda eleitoral recebeu tratamento estrategicamente superficial, cosmético. Quanto menos se comprometer, melhor.
A questão do transporte público, essencial numa cidade com mais de 11 milhões de habitantes como São Paulo, já havia sido contemplada por Russomanno.
Ao estilo defensor dos direitos dos consumidores, pelo qual fez sua carreira em programas populares, o candidato propôs lutar pela entrega de um produto melhor: ônibus com piso rebaixado e ar-condicionado.
Nada muito sistêmico, estruturador - e sem previsão de custos. E nada muito diferente do restante de suas propostas, sequer organizadas em algo que se poderia chamar de programa de governo. O próprio candidato reconheceu ainda não ter um. Mas somente depois de ser instado a explicar a diferença entre o que anunciou como tal, em debate de TV, e o fino e genérico panfleto que já havia divulgado. Russomanno admitiu, então, que tem só um plano de governo - e não um programa.
Nos primeiros 26 dias de propaganda na TV, o candidato do PRB dedicou menos de 20% de suas inserções, os chamados spots, para tratar de políticas públicas, conforme mostrou o Valor. Em 80% dos spots, Russomanno falou de si mesmo ou de sua liderança nas pesquisas eleitorais.
Seu roteiro foi andar pelas ruas da cidade e apontar problemas como um repórter e apresentar soluções em forma de bandeira: "mais saúde", "melhor educação", "qualidade no transporte", sem entrar demasiadamente no mérito, em como mudar.
Os adversários demoraram a explorar o flanco - talvez até porque, entre eles mesmos, as propostas também não são levadas em alta conta. Queriam mais falar de religião. Enquanto as críticas a Russomanno se resumiam à acusação de pertencer a um partido que seria o braço político da Igreja Universal do Reino de Deus, o candidato do PRB empurrava a discussão para o campo, digamos, laico. A resposta - "Vamos falar de São Paulo?" - virou quase um bordão.
Ironicamente, quando os concorrentes resolveram questioná-lo sobre a cidade, Russomanno pareceu um leigo.
Às pressas, os cardeais - ou bispos - de sua candidatura procuram especialista de renome que possa assinar o incipiente programa de governo.
A falta de um corpo de ideias pode refletir uma decisão estratégica. Candidatos teimam em apresentar programas de governo quando isso deveria ser uma obrigação prévia - a legislação só exige que seja feito o registro de um plano. Também pode refletir o descaso, o despreparo ou a falta de um partido ou grupo político com formulações mais ou menos claras a respeito dos principais problemas a serem enfrentados.
Mas mesmo o esquálido volume de propostas sugerido pelo franzino candidato do PRB pode revelar suas preferências. Governar é fazer decisões políticas, que na maioria das vezes privilegiam um segmento em detrimento do outro.
Russomanno já foi filiado ao PFL (hoje DEM), ao PSDB e ao PP, e no início de sua vida política assessorou o então governador Paulo Maluf e o último vice-presidente do regime militar, Aureliano Chaves, ambos oriundos da Arena, partido que sustentava a ditadura. Sua linhagem partidária é conhecida e coerente. E diz muito sobre seu perfil ideológico, embora Russomanno, como a maioria dos políticos de direita no Brasil, não se assuma como tal.
A proposta do candidato para o transporte público de São Paulo segue a mesma lógica do pensamento que está por trás, por exemplo, das críticas às cotas sociais no ensino público e às transferência de renda para populações mais pobres.
É a lógica da não interferência do Estado na correlação de forças sociais e que leva à manutenção do status quo - uma das premissas clássicas do conservadorismo. A proposta de Russomanno, aparentemente igualitária, é, na verdade, liberal.
Não é um pecado capital para a candidatura, dado que o eleitorado em São Paulo tem se comportado tradicionalmente de modo conservador. Mas causou um estrago. Deu munição, principalmente para o petista Fernando Haddad, que esperava obter uma maior proporção de votos da periferia e tenta desmascarar Russomanno como o legítimo defensor dos interesses da população mais pobre.
É de se perguntar também por que o tropeço de Russomanno ocorreu na área de transporte. Uma explicação plausível é a limitação percebida em outros campos, como a saúde (seara mais afeita ao tucano José Serra, ex-ministro desta Pasta) e a educação (especialidade de Haddad, também ex-ministro, e do pemedebista Gabriel Chalita, ex-secretário estadual).
Se, por um lado, a disputa em São Paulo põe em xeque a importância dos dois principais partidos, o PT e o PSDB, em estruturar as preferências do eleitorado, por outro, a ascensão personalista de Russomanno não ficou imune às pressões dos sempre imponderáveis fatores de campanha. Resta saber se ele vai sobreviver.
Cristian Klein
No Valor



Por que votar em Fernando Haddad?

Ottobre 5, 2012 21:00, by Unknown - 0no comments yet

1. Bilhete Único Mensal
Haddad vai criar uma ótima opção para quem usa o transporte público frequentemente. O Bilhete Único Mensal custará R$140,00 e metade disso, R$70,00, para estudantes. E você vai usar o transporte sem limites, o mês todo, inclusive nos fins de semana. Quem não usa muito poderá continuar com o Bilhete Único de três horas.
Com o Bilhete Mensal do Haddad, mais pessoas poderão deixar seus carros de lado e optar pelo transporte público. Para atender ao aumento da demanda e proporcionar maior velocidade ao transporte público, Haddad criará mais 150 km de corredores de ônibus e mais 150 km de faixas exclusivas. Dará apoio financeiro ao metrô para a ampliação da rede e a integração com o Bilhete Único Mensal, exigindo metas. Também será garantida a acessibilidade universal, ou seja, a toda a frota de ônibus.
2. Rede Hora Certa
Serão 31 centros de saúde – um em cada subprefeitura – para a realização de consultas, exames e cirurgias simples, tudo com hora marcada e no mesmo lugar. Assim, os hospitais terão menos filas, porque vão se dedicar às emergências e às cirurgias que necessitam de internação.
Haddad ainda vai construir três novos hospitais – aqueles prometidos e não entregues pela gestão Serra/Kassab – e cinco novos prontos-socorros, além de implantar o Plano de Carreira para o Médico do Município, estimulando os atuais e atraindo novos profissionais para a rede pública.
3. Educação em tempo integral
O plano de Haddad é intensificar em São Paulo o programa Mais Educação, modelo de ensino em tempo integral que ele criou quando era ministro da Educação. O Mais Educação aumenta de quatro para sete horas a jornada escolar e o aprendizado acontece dentro e fora da escola – em um turno o estudante aprende na sala de aula e, no outro turno, o estudante é levado para museus, teatros e quadras poliesportivas.
A prefeitura de São Paulo não quis ou não soube trabalhar em parceria com o governo federal. Por isso, o Mais Educação avançou pouco em São Paulo. Com Haddad, o programa virá com força para cá.
Haddad também vai oferecer mais e melhor capacitação aos professores da rede pública, trazendo à cidade a Universidade Aberta do Brasil, que fornece aos professores municipais e estaduais cursos à distância de especialização, mestrado e doutorado. A implantação será feita com a participação dos professores, que terão seus direitos respeitados.
4. 20 novos CEUs
A construção de CEUs será retomada na gestão de Haddad. Ele vai fazer 20 novas unidades em quatro anos e ainda criará a Rede CEU, que integrará as demais escolas aos equipamentos e ao projeto pedagógico dos CEUs. Os avanços na educação conquistados no governo Marta serão ampliados.
O projeto pedagógico original dos CEUs vai ser retomado, articulando a educação com o esporte e a cultura. Também serão criados dois novos Centros Culturais, com Escolas Municipais de Artes e Casas de Cultura Digital. Haddad implementará o Fundo Municipal de Fomento à Cultura, ampliando os Pontos de Cultura, o VAI e criando o Bolsa-Cultura. Haddad também iniciará o projeto Internet Popular, com implantação de rede sem fio gratuita na cidade.
5. 172 novas creches
Eleito prefeito, Haddad terá a educação infantil como prioridade. Ele trará imediatamente os recursos federais disponíveis para São Paulo e construirá 172 creches. Em quatro anos, serão criadas 150 mil vagas de educação infantil.
Quando era ministro da educação, Haddad aprovou recursos do Proinfância para a construção dessas 172 creches, mas até hoje providências mínimas, como o preenchimento de um cadastro, não foram tomadas pela Prefeitura. E o dinheiro continua parado. Enquanto a prefeitura perde tempo, 150 mil crianças de 0 a 5 anos de idade esperam vaga em creche e pré-escola.
6. 55 mil novas moradias
Em quatro anos, a meta de Haddad é entregar 55 mil novas moradias, dando oportunidade para que milhares de famílias possam não só mudar de casa, mas mudar de vida, nas comunidades mais afastadas e no centro. Em espaços mal aproveitados, Haddad estimulará o surgimento de centralidades habitacionais, para atrair moradores de todas as classes sociais. Além disso, será retomado o projeto de produção de moradias no centro. Haddad vai trazer o Programa Minha Casa Minha Vida com toda força para a cidade.
O programa de urbanização de favelas será acelerado, para beneficiar 70 mil famílias em quatro anos. Haddad também dará novo ritmo ao processo de regularização fundiária. Em quatro anos, 200 mil famílias terão a segurança do seu título de propriedade.
7. Arco do Futuro
O Arco do Futuro é uma proposta de planejamento estratégico que visa equilibrar a cidade, levando trabalho a regiões periféricas e moradia ao centro, aproximando emprego e serviços públicos de qualidade do lugar onde as pessoas moram.
Com o Arco do Futuro, Haddad pretende resolver um dos problemas mais agudos enfrentados pelos paulistanos: o ir e vir. O projeto traça uma espécie de zona especial, uma linha que se inicia na Avenida Cupecê, na zona sul, segue pelas Avenidas Vicente Rao e Roque Petroni, continua pelas vias expressas que contornam o Centro Expandido, as Marginais Tietê e Pinheiros, e termina entrando para a zona leste, ao longo da ferrovia, até chegar e percorrer a Avenida Jacu-Pêssego.
Imagine essa linha como um Eixo de Desenvolvimento, para onde serão atraídas empresas e levadas construções e melhorias no sistema viário, através de novas vias e melhor aproveitamento das avenidas já existentes. Esse novo polo, além de facilitar a integração com a região metropolitana, vai redirecionar o crescimento, deixando o emprego bem perto de onde moram milhões de paulistanos. Além disso, esse modelo de desenvolvimento é capaz de criar novas centralidades em São Paulo, ou seja, requalificar outras regiões da cidade para atrair pessoas, negócios, serviços públicos e privados e, assim, diminuir a pressão sobre o centro histórico, que precisa ser preservado.
8. Imposto inteligente
Na prefeitura, Haddad vai usar o imposto de forma inteligente, para gerar benefícios reais, como ele já fez no Ministério da Educação. Quando era ministro, Haddad criou o ProUni, que troca os impostos que as universidades particulares já não pagavam pela oferta de vagas.
Na prefeitura, Haddad usará o imposto para levar o desenvolvimento ao eixo formado pelo Arco do Futuro, oferecendo incentivos em razão inversa à demanda do mercado imobiliário. Ou seja, o empresário que investir nas áreas onde há potencial construtivo terá desconto no IPTU. E o ISS vai cair de 5% para 2%.
Outra medida será a revisão das regras de Potencial Construtivo, para permitir a chegada de novos empreendimentos a lugares pouco desenvolvidos.
9. Fim da taxa da inspeção veicular
Haddad acabará com a taxa de inspeção veicular, aquela da Controlar. A prefeitura vai continuar fazendo a inspeção, uma vez que ela diminui a poluição. Mas não haverá custos para o contribuinte, pois este custo já está embutido no IPVA. Haddad sabe que é possível gerir a cidade sem cobrança abusiva de impostos.
Ainda no programa de governo de Haddad, a questão do meio ambiente passa pela redefinição urbanística, por uma descompressão da cidade, que também chega às águas. Os rios paulistanos devem, de fato, integrar a nossa paisagem, voltar à vida, com significado ecológico, social e econômico. Parques e prédios vão chegar ao Tietê e a construção de “prédios verdes” receberá incentivo fiscal.
10. Polícia comunitária
Na gestão de Haddad, a Guarda Civil Metropolitana passará a atuar como polícia comunitária. Será criado o Programa Territorializado de Prevenção da Violência e da Criminalidade, nos moldes dos Territórios da Paz do Pronasci, do Ministério da Justiça. E, em parceria com o governo federal, a prefeitura poderá aumentar sua ação preventiva e implementar ações sociais capazes de afastar os jovens do crime e das drogas, como o programa “Crack, é possível vencer”, do governo Dilma.
Haddad também vai melhorar a iluminação pública e aperfeiçoar o sistema de vigilância por câmeras. O vídeo monitoramento integrará a Guarda Metropolitana com a CET, o Samu, a Defesa Civil, a Polícia Militar e os bombeiros. As informações das câmeras de segurança serão compartilhadas pelos diversos serviços de proteção.
São Paulo ainda terá esporte 24 horas. Na periferia e no centro, quadras e parques serão equipados e iluminados para receber a juventude dia e noite, como acontece em outras cidades do mundo. Será criado também um Parque de Esportes Radicais na cidade. Mais esportes, cultura e lazer na cidade fazem os bairros mais seguros.
11. Controladoria Geral do Município
Com Haddad, a cidade ganhará uma Controladoria Geral do Município, para fiscalizar e prevenir a corrupção. Ela funcionará como a Controladoria Geral da União e vai coibir casos de conduta irregular de funcionários e órgãos da prefeitura. “O prefeito de São Paulo precisa contar com um controle interno. E o controlador terá status de secretário, para que consiga incidir nas demais secretarias, prevenindo o prefeito daquilo que pode acontecer”, explica o candidato.
12. São Paulo sem Miséria
O programa São Paulo sem Miséria de Haddad vai integrar a cidade ao Sistema Único de Assistência Social (SUAS), a rede de proteção social organizada pelo governo federal que reúne um conjunto de programas para atenção aos mais pobres. Com isso, Haddad vai construir, no mínimo, 60 novos Centros de Referência de Assistência Social (CRAS) e um Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREA) em cada subprefeitura.
Com Haddad na prefeitura, São Paulo será uma cidade que garante os direitos humanos de todos. Uma cidade que combate a violência contra as mulheres e as crianças, que respeita a diversidade, valoriza as diferenças e combate o racismo e todas as formas de discriminação.
13. O melhor ministro da Educação
Fernando Haddad bateu todos os recordes de realizações quando foi ministro da Educação, da creche à universidade. Ele desenvolveu dezenas de programas novos, como o ProUni, que colocou 1 milhão de jovens pobres na universidade. Com Lula, Haddad criou 224 escolas técnicas e 618 polos da Universidade Aberta do Brasil. No Fies, beneficiou 530 mil estudantes. E levou a universidade federal para 126 municípios. O trabalho foi tanto que Lula e Haddad triplicaram o orçamento da educação do Brasil.
Com Dilma, a trajetória se repetiu: “Criamos o programa que dá bolsas no exterior a 100 mil brasileiros. Administrei um orçamento de R$80 bilhões, o dobro do de São Paulo, sem uma única denúncia”, conta. Haddad também criou o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Tecnológico e Emprego (Pronatec), ampliando a oferta de cursos de educação profissional e tecnológica.
Haddad também criou o sistema de ensino em tempo integral Mais Educação e o Caminho da Escola, que entregou milhares de ônibus, bicicletas e barcos novos para o transporte escolar. Ainda ampliou a Educação Inclusiva, fazendo com que mais crianças com deficiência estudem em salas de aula regulares. E implantou o Fundeb e o Proinfância, garantindo recursos para milhares de creches em todo o país.
No Limpinho & Cheiroso



Carromero e a fraude Yoani Sánchez

Ottobre 5, 2012 21:00, by Unknown - 0no comments yet

O jornalista da rádio de Bayamo, Yunior Garcia Ginarte, relatou na noite de 4 de outubro, através da rede social do twitter, a detenção da blogueira Yoani Sánchez e de seu marido Reinaldo Escobar nessa cidade. Afirmou que o casal viajava sob “orientações da Sina (Seção de Interesses dos Estados Unidos em Cuba) recebidas na semana passada para criar um show midiático e causar danos ao julgamento” do político espanhol do Partido Popular Ángel Carromero. Ele é acusado de ser o responsável da morte de cubanos quando dirigia um veículo em viagem pela Ilha para assessorar e financiar atividades políticas. Carromero admitiu a sua culpa no acidente.
Garcia Ginarte escreveu que “Yoani Sánchez viajou a Bayamo para fazer um show provocativo e atrapalhar o julgamento de Carromero” e que foi detida por autoridades locais. Segundo informa, as autoridades “têm provas que indicam uma repetição da desgastada historieta da famosa golpista”, numa referência à feroz campanha midiática orquestrada sem provas, em novembro de 2009, que terminou em uma entrevista falsa com o presidente estadunidense Barack Obama.
Yoani é correspondente do diário espanhol El País por milhares de euros, sem estar credenciada pelas autoridades cubanas e, além da entrevista fraudulenta com Obama, difundiu volumes de informações falsas como a invasão policial em uma igreja em Havana que nunca ocorreu, ou um tiroteio em um carro diplomático venezuelano que “não passou de uma pedra lançada por um cortador”. No caso de Carromero, Yoani Sánchez desencadeou uma rede de mentiras que levou o El País a suspender temporariamente sua cobertura e reativar seu correspondente em Cuba, Mauricio Vicent.
São elementos que em qualquer país do mundo seriam tratados como difamação, mas, como disse Garcia Ginarte, é previsível que a indústria midiática tenha construído este personagem e amplificado suas mentiras para repetir desta vez uma farsa similar a de 2009, ignorando seu histórico fraudulento. Em 29 de setembro, a polícia espanhola retirou os jornalistas da Praça Neptuno para atacar os manifestantes e somente o secretário-geral da Esquerda Unida, Cayo Lara, protestou. É possível que agora vejamos que os que se calaram, arranquem os cabelos para defender uma correspondente fraudulenta.
Os correspondentes estrangeiros em Cuba acabam de viver uma amarga experiência quando foram cúmplices em uma “greve de fome” que não passou de uma festança. Esperamos que desta vez sejam melhores profissionais.
Tradução de Sandra Luiz Alves
Iroel Sánchez
No La Pupila Insomne