Перейти к контенту

Daniela

Full screen

Com texto livre

июня 14, 2012 21:00 , by Daniela - | No one following this article yet.

Acabou o mistério: Serra diz que não tem diploma

августа 21, 2012 21:00, by Unknown - 0no comments yet

Esse post foi publicado no dia 18 de novembro de 2010 no antigo blog Limpinho & Cheiroso que, hospedado no Blogger, foi removido pelo Google. Na campanha presidencial de 2010, já existiam provas concretas de que Serra é economista sem nunca ter cursado a graduação em Economia. Espetacular, né?! Como recordar é viver, aqui vai o post novamente.
Estava navegando pelo Blog Conversa Afiada, quando me deparo com o seguinte comentário:
José Aparecido
17 de outubro de 2010 às 15:46
PHA
Veja a cópia da matéria do Estadão de agosto que ninguém deu bola: mentiradocandidato.blogspot.com.
Ele próprio assume que não fez faculdade!
Abraços
José Aparecido
Fui ao Blog Mentira do Candidato e me deparei como a matéria abaixo.
O São José da Mooca, em O Estado de S. Paulo, 5 de agosto de 2010, 1º caderno, Página 8, diz o seguinte: “Fiz uns exames difíceis e entrei direto no curso de pós-graduação em Economia”. Ou seja, ele não tem diploma mesmo!
Por outro lado, na mesma matéria, o economista Cláudio Salm afirma: “Por causa do golpe, não pôde completar o curso Engenharia. Quando [Serra] chegou [ao Chile] entendeu que deveria estudar Economia. Não entendia nada de Economia, mas se preparou em tempo recorde.”
Fiquei pensando: “Como pode alguém se preparar em tempo recorde para um assunto que não entende nada e passar em exames difíceis.”
São José da Mooca só pode ser um enviado de Deus… Mesmo sem ter graduação em nada, fez um cursinho de Economia de dois anos, mestrado na Universidade do Chile, da qual também foi professor entre 1968 e 1973. Em 1974, fez mestrado e doutorado em Ciências Econômicas na Universidade Cornell, nos EUA.
Na boa: e a gente ainda reclama do ensino universitário no Brasil. No Chile e nos EUA, é muito pior: as pessoas fazem pós-graduação, mestrado e doutorado sem ter a graduação.
Quer dizer, não é qualquer pessoa: é um enviado de Deus.
Texto assinalado na matéria em destaque:
No Limpinho & Cheiroso



PF investiga fazendeiros do MS que ameaçam guerra contra índios

августа 20, 2012 21:00, by Unknown - 0no comments yet

A Polícia Federal instaurou mais um inquérito sobre o conflito fundiário em Mato Grosso do Sul. Desta vez, a ameaça de 'guerra contra os índios' na regiao sul do Estado será alvo da investigação.
O clima é tenso em Paranhos, a 477 quilômetros de Campo Grande, após índios guarani-kaiowá ocuparem fazendas em áreas consideradas terra indígena pelo Governo Federal.
Produtores rurais que possuem propriedades na faixa de fronteira de MS com o Paraguai, onde está a maior parte das terras em disputa, já cogitam partir para o confronto armado com os índios, que chamam as mobilizações de 'retomada' das tekohá, como definem, no idioma nativo, o 'espaço onde se vive'.
“Se o Governo quer guerra, vai ter guerra. Se eles podem invadir, então nós também podemos invadir. Não podemos ter medo de índio não. Nós vamos partir pra guerra, e vai ser na semana que vem. Esses índios aí, alguns perigam sobrar. O que não sobrar, nós vamos dar para os porcos comerem”, dispara ‘Lenço Preto’, como é conhecido Luis Carlos da Silva Vieira.
Ele herdou e produz em uma área a poucos quilômetros da primeira fazenda ocupada. Diz que está convocando os fazendeiros da região para a ‘guerra’. Vieira tem gado na área já ‘retomada’ e diz que a proximidade com o Paraguai facilita a obtenção de armamento, além de admitir que a contratação de pistoleiros paraguaios é uma opção.
O caso está agora sendo conduzido por um delegado da Delinst (Delegacia de Defesa Institucional da Polícia Federal) que já atua com situações envolvendo comunidades indígenas.
Arroyo Corá
No último dia 10 um grupo de aproximadamente 200 índios, incluindo mulheres e crianças, ocupou a fazenda Campina, que fica na tekohá Arroyo Corá. Houve disparos de armas de fogo e os guarani dizem que um homem, de aproximadamente 50 anos de idade, identificado como Eduardo Pires, está desaparecido desde então.
Eles também consideram a morte de um bebê como consequência do ataque. Apesar de o laudo ter apontado causas naturais para o falecimento da menina, Beatriz Centurião, de 20 anos, conta que se desequilibrou no momento em que fugia dos tiros disparados contra os índios e a filha dela, de apenas nove meses de idade, acabou ferida. A menina foi sepultada em Arroyo Corá.
A Funai (Fundação Nacional do Índio) confirmou o confronto. Servidores do órgão estiveram no local com homens da Força Nacional e da Polícia Federal. Cápsulas vazias de diversos calibres foram recolhidas e um inquérito foi instaurado para investigar o episódio a pedido do MPF (Ministério Público Federal).
Segundo a Polícia Federal, a Funai já foi oficiada para ajudar na confirmação da identidade do homem desaparecido. Nos primeiros relatos, o índio chegou a ser confundido com um irmão que acabou localizado na aldeia.
Recentemente, em Aral Moreira, município próximo, o líder indígena Nísio Gomes também desapareceu após um ataque de pistoleiros contra índios na tekohá Guayviry. No começo, a versão dos índios foi questionada e testemunhas chegaram a ser indiciados pela Polícia Federal, que depois admitiu os indícios da morte do indígena.
Dezoito pessoas acabaram na cadeia, incluindo o presidente do Sindicato Rural de Aral Moreira, e houve indiciamentos. Poucos produtores rurais aceitam falar abertamente sobre a situação, com medo de consequências judiciais. "A Polícia Federal tá encima", diz um proprietário que conversou com a equipe, mas exigiu não ser identificado.
‘Para os porcos comerem’
Entre tantos fazendeiros acuados, que preferem não se envolver publicamente no conflito, 'Lenço Preto' fez questão de receber a reportagem e relatou, em entrevista gravada na última quinta-feira (16), como os ruralistas estão se organizando.
O fazendeiro conta que já houve conversas com outros produtores da região e confirma que o conflito armado já é considerado uma opção. Ele diz que a intenção é aguardarem até o final desta semana, para então agirem caso não haja novidades favoráveis.
“A maioria dos fazendeiros está comigo. Arma aqui é só querer. Eu armo esses fazendeiros da fronteira rapidinho, porque o Paraguai fica logo ali, e na guerra não tem bandido”, avisa.
Segundo Lenço Preto, a revolta dos fazendeiros aumentou com a forma como a retomada está acontecendo. “Se viessem numa boa, avisassem a gente, ou se o Governo resolvesse logo, e dissesse que temos de sair mesmo, acho até que a gente podia tirar o gado e aceitar. Mas assim, estão brincando demais com a gente”, diz.
Lavada com sangue
Em Paranhos, produtores rurais contam que já existem fazendeiros maiores desistindo de lutar pela posse da área. Mas afirmam que o sentimento de revolta pode fomentar atos de vingança.
“Tem um fazendeiro conhecido aí da região que falou pra todo mundo aqui: posso até sair, e entregar para os bugres, mas assim que a poeira baixar, eu lavo essa terra de sangue”, relata um dos produtores que falaram com a reportagem.
'Lenço Preto' confirma que a contratação de pistoleiros paraguaios é uma opção para os produtores rurais reagirem. “Eu acredito que vai ser por aí. A guerra vai começar aí. Eu, como a propriedade lá não é minha... Se é minha, já tinha índio estendido à vontade aqui”, diz apontando para o campo às margens da rodovia.
A Superintendência Regional da Polícia Federal de MS garante que, mesmo com boa parte dos servidores em greve, está tomando as medidas cabíveis.
"A Polícia Federal está acompanhando de perto a situação de tensão e pretende apurar, de forma imparcial, todos os atos ilegais cometidos tanto por índios como por fazendeiros. Uma equipe de policiais federais está acompanhando todas movimentações e investigando o que ocorreu de fato", afirma em nota oficial.
Com relação à exigência dos índios de que os fazendeiros retirem imediatamente o gado encontrado nas fazendas 'retomadas', a PF afirma que ainda nesta semana, irá acompanhar a retirada dos animais pertencentes aos fazendeiros da região, "assegurando tranquilidade às partes envolvidas".
No Midiamaxnews



Lula apresenta Haddad no Horário Eleitoral

августа 20, 2012 21:00, by Unknown - 0no comments yet



Charge online - Bessinha - # 1413

августа 20, 2012 21:00, by Unknown - 0no comments yet



O mestre e os aprendizes do terror

августа 20, 2012 21:00, by Unknown - 0no comments yet

O grupo de jovens corria pelas ruas do bairro carioca da Tijuca, em marcha sincronizada, cantando: “Bate, espanca/ Quebra os ossos/ Bate até morrer”. O chefe do bando perguntava: “E a cabeça?”.
A resposta vinha em coro: “Arranca a cabeça e joga no mar!”. O chefe, de novo: “E quem faz isso?”. A resposta afinada não deixava dúvidas: “É o Esquadrão Caveira!”.
A história foi revelada, em julho, pelo colunista Ilimar Franco, de O Globo. Não era um bando de marginais descendo o morro. Era um animado pelotão do I Batalhão da Polícia do Exército berrando a plenos pulmões o ideário truculento que devem ter contraído em seu local de trabalho.
Como lembrou o advogado Wadih Damous, presidente da OAB do Rio de Janeiro, a malta de potenciais assassinos serve no mesmo quartel da rua Barão de Mesquita, 425, no Andaraí, onde operou na década de 70 o notório DOI-CODI do I Exército, um dos maiores centros de tortura do regime militar.
Só a memória insana da ditadura pode explicar o treinamento idiota aplicado aos recrutas do batalhão marcado pelo estigma da violência. E só o paraíso da impunidade pode explicar a falta de indignação dos comandantes que admitem e se omitem diante de uma demonstração pública de desrespeito ao ser humano.
Nada estranho para comandantes militares que, num documento enviado no final de 2010 ao então ministro da Defesa, Nelson Jobim, reclamavam contra a criação da Comissão Nacional da Verdade, alegando que, afinal, “passaram-se quase 30 anos do fim do chamado governo militar…”
Os chefes das Forças Armadas que impuseram uma ditadura de 21 anos ao país, fechando o Parlamento, censurando, cassando, prendendo, torturando e matando dissidentes políticos, ainda têm dúvidas se tudo aquilo pode ser chamado de “governo militar”.
É por isso que garotos saudáveis da tropa ainda hoje fazem exercício físico na rua ecoando sua explícita disposição de espancar, quebrar os ossos, bater até morrer, arrancar a cabeça e jogar no mar…
Em julho do ano passado, o site SUL21 revelou uma descoberta da Associação Nacional de História (Anpuh): os alunos das escolas militares do país continuam ensinando aos recrutas que o golpe de 1964 que derrubou o governo constitucional de João Goulart foi “uma revolução democrática”.
O disparate está publicado no livro História do Brasil: Império de República, de Aldo Fernandes, Maurício Soares e Neide Annarumma, aplicado no 7º ano do Ensino Fundamental das escolas militares. Um mês depois, a Anpuh perguntou ao ministro Jobim: “Que cidadãos estão sendo formados por uma literatura que justifica, legitima e esconde o arbítrio, a tortura e a violência?”.
Só no início de 2011, já no governo de Dilma Rousseff, o Comando do Exército respondeu, dizendo que o livro “atende adequadamente às necessidades do ensino da História”.  É bom lembrar que, 30 anos atrás, o Colégio Militar de Brasília admitiu no seu corpo docente o coronel Wilson Machado.
Meses antes, em abril de 1981, ele sobrevivera à bomba do frustrado atentado ao Riocentro. O futuro educador de Brasília, então capitão, era o terrorista  de Estado que carregava a bomba que explodiu antes da hora no seu Puma, matando na hora seu comparsa, o sargento Guilherme Rosário.
O capitão Machado, como o sargento, servia no DOI-CODI da rua Barão de Mesquita.
É o mesmo quartel da gurizada que hoje ecoa a lição do camarada terrorista que virou professor.
Todos eles, mestres e aprendizes, seguem intocáveis na marcha sincronizada da impunidade.
Luiz Cláudio Cunha é jornalista
cunha.luizclaudio@gmail.com
No Sul21