Os dados do eleitorado baiano, compilados pelo Portal de Estatísticas do TSE, apontam 11.094.303 eleitores aptos, com alta adesão ao recadastramento biométrico, o que reduz riscos de impugnação e facilita a operação das urnas, a concentração em Salvador e na Região Metropolitana, além de polos do interior, define frentes temáticas, transporte, saúde e emprego, que serão decisivas nas campanhas e na avaliação da gestão pública.
Com um eleitorado tão vasto, as campanhas precisam combinar tecnologia, presença territorial e narrativa clara. A administração estadual, sob a liderança de Jerônimo, dispõe de programas sociais, investimentos em infraestrutura e ações em mobilidade que, se comunicados com indicadores públicos e auditoria social, podem virar provas concretas de governança. A coordenação com prefeitos e lideranças comunitárias será decisiva para evitar ruídos e garantir que o eleitor perceba impacto real no cotidiano, a possibilidade de segundo turno em 25 de outubro exige ainda estratégias de coalizão e mensagens adaptáveis para manter base e conquistar indecisos.
Para o eleitor, o que muda é direto, a eleição deixa de ser apenas disputa de nomes e passa a ser plebiscito sobre gestão. Se Jerônimo conseguir traduzir obras e programas em benefícios mensuráveis, escolas reformadas e implantadas, linhas do metrô eficientes, postos de saúde com atendimento regular, policlínicas no interior, solução na segurança pública com o combate ao crime, a vantagem será tangível nas urnas. A tarefa exige comunicação direta, prestação de contas e presença contínua nas regiões mais afetadas por desigualdades. No fim, vencerá aquele que provar, com dados e relatos, que mudou a vida das pessoas.
