Перейти к контенту

Dimas Roque

Назад в Blog
Full screen

Lula grita “GENOCÍDIO” e peita poderes na faixa de gaza

января 28, 2026 9:13 , by Dimas Roque - | No one following this article yet.
Viewed 16 times

Imagem da internet
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva iniciou 2026 reforçando a posição brasileira diante da tragédia humanitária em Gaza, classificando os ataques israelenses como genocídio e defendendo uma resposta internacional urgente. Em conversas recentes com líderes como Donald Trump, Xi Jinping e Vladimir Putin, Lula insistiu que o Brasil não pode se calar diante da escalada de violência contra civis palestinos, destacando que a diplomacia brasileira tem tradição de atuar em favor da paz e da autodeterminação dos povos. Essa postura foi respaldada por notas oficiais do Itamaraty, que condenaram a expansão de assentamentos e pediram cessar-fogo imediato.

Ao assumir esse protagonismo, Lula recoloca o Brasil como voz ativa em debates internacionais, contrariando a lógica de neutralidade que muitas nações preferem adotar em conflitos delicados. A defesa explícita da Palestina, somada à crítica ao governo israelense, mostra que o presidente aposta em uma política externa que privilegia direitos humanos e solidariedade internacional. Essa atitude tem repercussão direta na imagem do país, que passa a ser visto como articulador de soluções diplomáticas em meio ao caos. Para Lula, não se trata apenas de discurso, mas de reafirmar que o Brasil pode influenciar decisões globais e pressionar por medidas concretas.

A narrativa brasileira também se conecta com a opinião pública interna, já que diversos movimentos sociais e organizações da sociedade civil têm denunciado o massacre em Gaza e exigido posicionamento firme do governo. Lula, ao vocalizar esse sentimento, fortalece sua base política e mostra sintonia com setores que historicamente apoiam sua trajetória. Além disso, ao se alinhar com líderes que discutem a criação de um Conselho da Paz, o presidente sinaliza que o Brasil quer participar ativamente da construção de mecanismos internacionais capazes de conter tragédias semelhantes no futuro.

O impacto dessa postura é duplo, se de um lado, projeta Lula como estadista que não teme confrontar potências e desafiar consensos frágeis; de outro, reafirma o compromisso brasileiro com a defesa da vida e da dignidade humana. Em um cenário global marcado por disputas e omissões, o Brasil escolhe o caminho da coragem política. Ao chamar o conflito pelo nome de genocídio, Lula não apenas denuncia a barbárie, mas também convoca o mundo a agir. Essa ousadia, típica de sua trajetória, recoloca o país no centro das discussões internacionais e reforça a ideia de que a diplomacia brasileira pode ser instrumento de transformação real.


Источник: http://www.dimasroque.com.br/2026/01/lula-grita-genocidio-e-peita-poderes-na.html

Dimas Roque

Сообщения блога