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Reunião Halloween SERPROS X ASPAS - O Papo Café para ensejar ataque ao Mazoni

14 de Novembro de 2017, 14:35 , por Caspas SerproS - 0sem comentários ainda | No one following this article yet.
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O último boletim da ASPAS é um lauto almoço para o "CASPAS, tantos são os ingredientes disponíveis. Vamos a eles:
 
1 - A data para a tal reunião parece ter sido escolhida propositalmente para a ASPAS explorar seu Halloween de notícias, só que desta vez nem ela, sempre faladeira, conseguiu dizer ao que veio. Você espreme as letras e não encontra uma razão sequer para explicar este PAPO CAFÉ. A justificativa para disfarçar o privilégio concedido à ASPAS foi o fato dela ser "terceiro interessado", uma desculpa esfarrapada. Conduzido com isenção, o assunto poderia, no máximo, motivar uma reunião de trabalho entre os causídicos, NUNCA ocupar o auditório e agrupar toda a diretoria do fundo, que deixou nos participantes a ideia de pouco trabalho e muito oba oba, além de impor um custo e trabalho adicionais para preparar o ambiente, servir o cafezinho entre amigos e limpar tudo ao final.
 
Que o assunto é importante, não resta dúvidas, mas é exatamente por isso que a diretoria do Serpros, se achasse oportuno, deveria ter divulgado comunicado aos participantes ATIVOS e ASSISTIDOS, no lugar de chamar a ASPAS, que representa apenas uma PEQUENA parcela dos aposentados? Foi para ela marcar presença, já que a fonte de fofocas secou e precisa justificar sua existência para manter seus associados? Sim, pois este seu boletim conta apenas uma historia requentada, usada para explorar politicamente o assunto;
 
2 - Na lista de participantes chama atenção o fato de terem sido omitidos os nomes dos advogados do Serpros. Eles não participaram? Ué, mesmo que tenham sido contratados advogados para a causa, é uma desconsideração com aqueles profissionais, uma deselegância brutal com os que deveriam ser vistos como pessoas de confiança da diretoria;
 
3 - Concretamente, os participantes devem estar se perguntando: qual o papel da ASPAS como "terceiro interessado" no citado processo do Porcão? Quando se apresentou nesta condição, sabe-se bem que havia uma motivação, afinal, a diretoria e conselheiros indicados não faziam parte de seu rol de simpatias, mas agora todos são amigos de fé........Acaso a ASPAS dividirá os custos de contratação dos tais advogados trabalhistas com o Serpros ou só está pegando uma carona para mostrar-se viva?
 
4 - A exploração política feita pela ASPAS, que vem sugando a alma da associação e incomodando muitos filiados, fica evidente nos dois trechos abaixo de seu boletim:
 
- "Memorando de Entendimentos" que forja a transformação dos valores aplicados em debêntures, pelo SERPROS, em "ações" do grupo, o que consideramos completamente ilegal e de má-fé, e 
 
-  O "Memorando de Entendimentos" de 2013 foi mais um dos negócios nebulosos ocorridos nas gestões do SERPROS de 2011 a 2015, indicadas pelo ex-Presidente do Serpro Marcos Mazzoni (2007 a 2016)..........
 
Ora, se a própria ASPAS considera que o Memorando foi forjado, ilegal e de má fé, como o classifica em seguida como "um dos negócios nebulosos de gestões passadas? E por que envolve o nome de Mazoni? Notem que faz constar até o período de seu mandato, coisa de louco, que não dá para entender onde quiseram chegar com isso.
 
Esta forma de atuar da ASPAS, pautando sua agenda na exploração política dos fatos, com divulgação de mentiras e ataques à honra de seus desafetos não deve encontrar eco em muitos de seus filiados, aqueles que não são os "bate panelas" do Serpros. A quem interessa esta desvirtuação de propósito?
 
Qual de nós já leu alguma matéria da ASPAS sobre os investimentos feitos por gestões passadas que trouxeram prejuízos muito superiores ao Serpros como Terra Encantada, Letras de Santa Catarina, Chapecó, Terreno da Barra da Tijuca? Façam um exercício sobre o que isto representou em termos percentuais levando em conta que o patrimônio do fundo era de algumas centenas de milhões apenas. Qual o percentual do patrimônio perdido nestas aplicações? A ASPAS PODERIA SE LIVRAR DA PECHA DE NÃO TRATAR DE PERDAS, MAS DE QUEM PERDEU.
 
O déficit do PS I teve como causa principal as perdas com estes investimentos. QUEM ERAM OS DIRIGENTES E CONSELHEIROS DA ÉPOCA? Por que a ASPAS, tão íntima e parceira das atuais diretorias do Serpro e Serpros empossadas neste governo Temer, a ponto de ter conseguido até "emplacar" como diretora do fundo uma pessoa desconhecida dos participantes e que nunca foi gestora, NUNCA FALOU SOBRE ISTO? Ah, sim, entendo. É que alguns daqueles dirigentes hoje devem fazem parte de seu quadro de filiados e da direção e conselhos do Serpros. Trazer seus nomes à baila seria como fazer um gol contra. Mas a ASPAS não está obrigada a acusar ninguém, apenas contar como ocorreram aquelas perdas e quanto representaram. Que credibilidade mostra com este desinteresse em tratar do passado, quando ele não diz respeito aos seus desafetos? Uma pena este desvirtuamento nos propósitos que a fizeram nascer, mas isso é uma discussão que cabe aos seus filiados.   
 

Hallowen meeting


Tags deste artigo: PORCAO MAZONI BOLETIN ASPAS

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