Apos cinco anos de intenso debate dentro só Banco Central, na elaboração de uma lei que garantisse a participação do estado em crises do sistema bancário e após o golpe se estado, magicamente, o Banco Central chegou a um consenso. Dirigido pelo cidadão israelense, Ilan Goldfajn, que teve sua formação profissional toda no mercado financeiro, o BC se posicionou pela inserção de dois itens, sendo um deles o absurdo dos absurdos.
A lei que será enviada ao Presidente ilegítimo da República, Michel Temer, passa a obrigar o Tesouro Nacional, ou seja, o povo brasileiro, a cobrir as falências e as liquidações de bancos insolventes. Esse assalto ao estado, foi escolhido em detrimento a opção correta, que seria a cobrança e aporte de capital dos acionistas do banco.
Em caso de falência de algum ou mais bancos em crise de liquidez, o estado brasileiro tomará o prejuízo para si e recapitalizará o banco. Em resumo, se o banco quebrar, o governo o vai ser obrigado por lei, a tirar dinheiro da saúde, educação, investimentos e outros serviços, para cobrir a barbeiragem e a ganância de banqueiros.
As belas argumentações são de que o governo deve garantir o funcionamento do sistema, mesmo em casos de crise com a de 2008. Mas em 2008, o governo não era estúpido como o de hoje, o mundo quebrou e o Brasil viveu uma “marolinha”, como bem disse o presidente Lula, na época.
De A Postagem
