Estas ações contra a Organização Criminosa bolsonarista me lembram a subida de uma escada. A Polícia Federal esta subindo degrau a degrau na Escada e parece estar se aproximando do topo dela.
“Fontes avaliam que a “porteira foi aberta” após as operações contra Carlos Jordy (PL-RJ) e Alexandre Ramagem (PL-RJ), autorizadas pelo ministro Alexandre de Moraes“, diz Ricardo Noblat no Metrópoles, entre assustado e demonstrando uma indignação que não demonstrava enquanto vibrava com as ações da Criminosa Lava Jato contra Lula.
Por enquanto 18 deputados são investigados em inquéritos que correm no STF e operações contra eles devem se tornar mais frequentes.
E é bem do gabinete de Moraes que saem os inquéritos de maior interesse de Bolsonaro e seus sectários.
O ministro cuida dos inquéritos das milícias digitais (que investiga desde o desvio de joias sauditas, existência do gabinete do ódio à fraude no cartão de vacina), das manifestações antidemocráticas e o inquérito da Abin (Agência Brasileira de Espionagem).
A expectativa também atinge os próprios bolsonaristas.
Na Procuradoria-Geral da República, o atual chefe, Paulo Gonet, pode reanalisar investigações contra quatro deputados e divulgar parecer contra eles.
Sob Augusto Aras, André Fernandes (PL-CE), Silvia Waiãpi (PL-AP), General Girão (PL-RN) e Clarissa Tércio (PP-PE) foram preservados, já que a PGR pediu o arquivamento dos casos ao Supremo Tribunal Federal.
