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BOCA NO TROMBONE!

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BOCA NO TROMBONE!

3 de Abril de 2011, 21:00 , por Desconhecido - | No one following this article yet.

Seis frases célebres de Emiliano Zapata

8 de Agosto de 2013, 12:12, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

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Emiliano Zapata Salazar, mejor conocido como el Caudillo del Sur, es uno de los personajes más recordados de la historia nacional; además, es considerado una pieza clave en el desarrollo del conflicto armado de la Revolución Mexicana, que cimentó las bases para la construcción de una República democrática.

Nacido el 8 de agosto de 1879 en el poblado de Anenecuilco, Morelos, Zapata tuvo contacto durante sus primeros años de infancia con los campesinos y arrieros, trabajo que desempeñaría años más tarde y que sería fundamental para moldear una ideología de justicia y libertad.

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Os rostos da maracutaia da Siemens | Conversa Afiada

8 de Agosto de 2013, 8:46, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

Os rostos da maracutaia da Siemens | Conversa Afiada.




Thu, 08 Aug 2013 14:05:23 +0000

8 de Agosto de 2013, 8:05, por Desconhecido - 0sem comentários ainda
44 Blog do Esmael by esmael  /  2h  //  keep unread  //  preview

Serra sugeriu fraude na licitação do metrô, revela Folha de S. Paulo

 
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Em e-mail analisado pelo Cade, Nelson Branco Marchetti relata que o então governador de São Paulo e seu secretário de Transportes Metropolitanos, José Luiz Portella, sugeriram à multinacional alemã um acordo em 2008 para evitar que uma disputa empresarial travasse uma licitação da CPTM. O tucano nega e diz que a licitação foi limpa, com vitória da empresa que ofereceu menor preço; pela primeira vez em sua história, Folha levanta suspeições sobre José Serra em uma manchete principal; será reflexo da disputa de 2014, onde o ex-governador ameaça o projeto Aécio Neves?

Em e-mail analisado pelo Cade, Nelson Branco Marchetti relata que o então governador de São Paulo e seu secretário de Transportes Metropolitanos, José Luiz Portella, sugeriram à multinacional alemã um acordo em 2008 para evitar que uma disputa empresarial travasse uma licitação da CPTM. O tucano nega e diz que a licitação foi limpa, com vitória da empresa que ofereceu menor preço; pela primeira vez em sua história, Folha levanta suspeições sobre José Serra em uma manchete principal; será reflexo da disputa de 2014, onde o ex-governador ameaça o projeto Aécio Neves?

do Brasil 247

O nome de José Serra (PSDB) foi formalmente envolvido no caso de cartel delatado pela Siemens. Segundo o diretor Nelson Branco Marchetti, o então governador de São Paulo e seu secretário de Transportes Metropolitanos, José Luiz Portella, sugeriram à multinacional alemã um acordo em 2008 para evitar que uma disputa empresarial travasse uma licitação da CPTM. A informação foi revelada pela Folha.

O teor da conversa foi relatado em e-mail e teria acontecido durante congresso do setor ferroviário em Amsterdã, na Holanda. O documento é analisado pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), do Ministério da Justiça, para examinar a prática de cartel em licitações da CPTM e do Metrô de São Paulo de 1998 a 2008.

Na época, a Siemens tentava desqualificar a espanhola CAF de uma licitação milionária aberta pela CPTM para aquisição de 40 novos trens.

De acordo com a mensagem do executivo da Siemens, Serra avisou que a negociação seria cancelada, mas disse que ele e Portella “considerariam” outras soluções para evitar que a disputa provocasse atraso na entrega dos trens. Uma das saídas apresentadas seria a CAF dividir a encomenda com a Siemens, ou encomendar à alemã componentes dos trens.

Procurado pelo jornal, Serra disse que não se encontrou com executivos das empresas interessadas no contrato da CPTM e afirmou que a licitação foi limpa, com vitória da empresa que ofereceu menor preço.

 
 
 
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DO BLOG DO CADU…

8 de Agosto de 2013, 8:03, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Reforma política: o povo quer, mas o que mudar?

 
 
O Ibope ouviu por telefone, a pedido do Conselho Federal da OAB, a opinião de 1500 pessoas sobre a reforma política. 85% delas se disseram favoráveis a uma reforma política, s e contar apenas as pessoas com nível superior, esse índice sobre para 92% e entre renda de dois a cinco salários mínimos o percentual é de 90%.
 
A pesquisa também detectou que 92% apoiam um projeto de iniciativa popular e 84% querem que ela já valha para 2014. Sobre o financiamento público de campanhas, 74% apoiam a mudança na regra, enquanto 17% a rejeitam. Mais da metade dos entrevistados, 56%, apoiam a votação em lista fechada enquanto 38% preferem o modelo atual.
 
Tudo o que sempre foi defendido pelos partidos e organizações de esquerda. Fim da interferência do capital privado nas eleições que transformam parlamentares em office-boys de seus interesses; fortalecimento dos partidos, mas em uma atmosfera que priorize o debate programático. Além do quê, voto em lista partidária, facilita a fiscalização das contas eleitorais. Não teria mais contas de candidatos – milhares, centenas de milhares em eleições municipais – e sim apenas as contas dos partidos.
 
Há no Congresso a ideia de que pessoas físicas continuem a fazer doações para campanhas eleitorais, mas com um limite de R$ 700,00, não importando se é um peão de fábrica ou um banqueiro. Se isso passar, menos mal.
 

Sem falar das campanhas mais modestas, com menos parafernálias e pirotecnia, colocando o programa e a concepção de sociedade no centro do debate para o parlamento, essa a principal conquista.
 
A pesquisa do Ibope tratou apenas dos temas mais gerais, mas outras devem ser discutidas, como a questão das coligações, modelo de votação e o Senado. Você consegue entender por que existe Senado? Um espaço que revisa a Câmara dos Deputados.  Alguns gostam de dizer que é “a casa da Federação” e a Câmara da do Povo. Ou seja, O Estado brasileiro revisa o povo. É sério isso mesmo? O parlamento não era para ser a representação do povo, com toda a sua diversidade regional e ideológica?
 
Mas tem muita gente que tem medo dele, o povo. Quer empurrar remendo de remendo na goela. Aí o que já não está bom, pode ficar pior.
 
Um bom exemplo de como as coisas pode piorar é se aprovarem o voto distrital. Misto ou puro. Nele as regiões brasileiras ou os estados ou municípios – isso depende do que se entenderá por distrito – elegem seus representantes. É a oficialização do coronelismo. Imaginem aquele “dono” de uma região de sua cidade, que “segura” o povo na unha na hora das eleições, sendo, ao invés de cabo eleitoral, deputado federal.
 
Ou mesmo o brucutu que sempre se elege vereador por ter “na mão” uma comunidade qualquer. Ou um “coronel” que domina três ou quatro municípios, que não tem um grande número de eleitores, sendo eleito e reeleito para a Câmara Federal.
 
É disso que se trata o voto distrital. Além do quê há todo o ambiente favorável para que se discuta no Congresso temas relativos aos dos vereadores. Afinal, quem estria lá teria sido eleito por uma microrregião. Se for misto, aí a confusão dá nas canelas. Você vota no “cara do seu bairro” e em um geral, que represente seu estado. Pense na confusão.
 
As coligações merecem um debate aprofundado. São elas que geram boa parte das distorções que se veem em épocas eleitorais, os chamados jacarés com cobra d’água. Por conta dos altos custos de campanha e da necessidade de tempo de tevê, as coligações perderam o caráter programático. Antes se coligava apenas por causa de um projeto político, hoje o tempo na telinha e a capacidade de arrecadação contam, tanto quanto ou mais, do que o programa.
 
O que tem de partido que não defende nada, mas por causa dos seus preciosos minutos nas rádios e televisões são cortejados não está no gibi e esses não se fazem de rogados, tendem a se juntar com quem consegue mais recursos para a disputa eleitoral.
 
Penso que as coligações deveriam acabar, mas que os partido poderiam formar federações nas casas legislativas, desde que atuam como tal durante toda a legislatura.
 
Quanto mais simples melhor. Vota no partido e pronto. Assim se vota no que eles representam ou se propõem a representar. Sua história e no perfil de seus membros.
 
Porém o mais importante é que o povo quer a reforma política. Que quer ser ouvido por que prefere um projeto de lei de iniciativa popular. Se todo mundo diz que tem que ouvir a “voz das ruas”, então está na hora de fazê-lo no que é mais central. E para o desespero dos agourentos de plantão, Dilma estava certa.
 
 
 



RECEBEM POR FORA?

8 de Agosto de 2013, 7:48, por Desconhecido - 0sem comentários ainda

RECEBEM POR FORA?




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