<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"><channel><title>Feed RSS do(a) News</title><link>http://blogoosfero.cc/news</link><description>Conteúdo do(a) News publicado no Blogoosfero</description><item><title>As elites nas universidades públicas?</title><description>&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Estamos com o título querendo entender a afirmação do ministro trapalhão do Governo Bolsonarista de ocupação durante sua apresentação na câmara dos deputados. Afirmou que os filhos e filhas da elite estudam nas universidades públicas.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Para a azar do ministro da educação a ANDIFES (entidade que congrega dirigentes das universidades), apresentaram em reunião hoje no MEC, a V pesquisa sobre o perfil socioeconômico dos estudantes de graduação das Universidades federais. Clique no link: &lt;a title="Pesquisa ANDIFES" href="http://www.andifes.org.br/andifes-se-reune-com-ministro-da-educacao/"&gt;http://www.andifes.org.br/andifes-se-reune-com-ministro-da-educacao/&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Hmmmmm outra trapalhada do ministro bolsonarista, observem os números no conteúdo da matéria, onde 70,2% dos alunos suas rendas per capta tem variação de meio salário mínimo à 3 salários mínimos. Ou seja, são alunos de baixa renda. Não é a casa grande que estuda nas públicas, mas a senzala sim senhor.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Dá pra cantar o refrão daquela música ao ministro trapalhão: Pega na mentira.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;</description><pubDate>Fri, 07 Jun 2019 17:54:12 -0300</pubDate><link>http://blogoosfero.cc/jurubebadigital/galeria/arquivos/as-elites-nas-universidades-publicas</link><guid>http://blogoosfero.cc/jurubebadigital/galeria/arquivos/as-elites-nas-universidades-publicas</guid></item><item><title> Alunos brasileiros participam de festival de robótica no Rio</title><description>&lt;h4&gt;&lt;span&gt;A solenidade de premiação está programada para amanhã à tarde, dia de encerramento do festival. Antes de etapa nacional, no Rio de Janeiro, foram feitas 11 seletivas em 11 municípios brasileiros, das quais participaram 10 mil alunos.&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;Por Redação, com &lt;i&gt;ABr&lt;/i&gt; – do Rio de Janeiro&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Aproximadamente 1.200 alunos de 700 escolas públicas e particulares do país participam neste fim de semana do Festival Sesi de Robótica, no Rio de Janeiro. O evento apresenta três disputas simultâneas com robôs de diferentes tipos e categorias, que acontecem nos armazéns 2 e 3 do Píer Mauá, com entrada gratuita.&lt;/p&gt;
&lt;img src="http://www.correiodobrasil.com.br/wp-content/uploads/2019/03/alunos-1.jpg" alt="" width="1024" height="576"&gt;Festival de Robótica SESI
&lt;p&gt;A solenidade de premiação está programada para amanhã à tarde, dia de encerramento do festival. Antes de etapa nacional, no Rio de Janeiro, foram feitas 11 seletivas em 11 municípios brasileiros, das quais participaram 10 mil alunos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O diretor de operações do Serviço Social da Indústria (Sesi), Paulo Mól, disse que o principal recado que o torneio de robótica dá aos estudantes é que estudar e aprender pode ser muito divertido.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;– Aprender ciências é algo muito divertido. Quando você materializa esse estudo dentro de projetos que tenham uma missão a ser conseguida, e o estudante tem que buscar soluções para problemas reais, eles próprios começam a desenvolver capacidades extraordinárias para resolver esses problemas. E vêm para o Festival de Robótica apresentando coisas fantásticas – afirmou.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os estudantes colocam em prática o que aprenderam nas escolas em ciências, matemática, física e disciplinas ligadas à área tecnológica em três desafios, que são o Torneio Sesi de Robótica &lt;em&gt;Fisrt Lego League&lt;/em&gt;, o Torneio Sesi de Robótica &lt;em&gt;First Tech Challenge&lt;/em&gt; (desafio tecnológico) e o Torneio Sesi F1 &lt;em&gt;in Schools&lt;/em&gt; (Fórmula 1 nas escolas).&lt;/p&gt;
&lt;h4&gt;No espaço&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;No Torneio Sesi de Robótica &lt;em&gt;First Lego League&lt;/em&gt;, para alunos de 9 a 14 anos de idade, a disputa terá a participação de 84 equipes de diversos estados. O tema é &lt;em&gt;Into Orbit&lt;/em&gt; (em órbita) e desafia os estudantes a pesquisar sobre as questões relacionadas a viver e viajar no espaço. “Cada estudante tem que desenvolver um projeto que tenha como temática o espaço”, informou o diretor.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por exemplo, escovar os dentes pode levar as crianças e os jovens a desenvolver uma pasta que o astronauta possa engolir. Comida orgânica e material de limpeza são outros temas para incentivar os estudantes a desenvolver protótipos e a partir dali começar a criar robôs que possam trabalhar na órbita terrestre.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;– É algo extremamente propositivo nesse formato – afirmou Mól. “Você cria, na verdade, um estudante absolutamente curioso e conectado com a realidade de maneira muito firme. Alguém que vai pensar no que tem que ser feito, entender o produto, fazer um modelo de negócio para o produto. Então, se acaba criando um ser muito empreendedor, com várias habilidades, além das questões da ciência e tecnologia que são desenvolvidas”, argumentou.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Segundo Mól, o festival contempla públicos diversos e incentiva um processo lúdico de aprendizado. “Tudo que eu estou aprendendo durante os treinos e pesquisas vou levar para o resto da vida”, afirmou o estudante do 8º ano do Sesi de Barra do Piraí (RJ), João Victor de Castro Faria, de 12 anos de idade.&lt;/p&gt;
&lt;h4&gt;Novidades&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;Este ano, o festival traz uma nova categoria que é o Torneio Sesi de Robótica &lt;em&gt;First Tech Challenge&lt;/em&gt; (desafio tecnológico), do qual participam 16 equipes, formadas por alunos de 15 a 18 anos do ensino médio, oriundos de 15 estados. Nessa categoria, os robôs construídos são mais estruturados para realizar atividades diversas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Outra novidade desta edição do festival é o Torneio Sesi F1 nas Escolas. Trata-se de um programa educacional oficialmente vinculado à Fórmula 1 e que reproduz os desafios da corrida dessa categoria de carros.  Conforme Mól, os alunos se comportam como se formassem uma escuderia e desenvolvem carros que sejam submetidos a testes de provas no festival.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O primeiro colocado vai participar de um grande prêmio real de Fórmula 1, em etapa a ser definida. O torneio é aberto a estudantes de 14 a 18 anos de idade. O programa F1 nas Escolas surgiu na Inglaterra e é promovido em mais de 40 países. Esta é a quarta edição no Brasil e a primeira organizada pelo Sesi.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os melhores times da etapa nacional representarão o Brasil em torneios internacionais. O principal deles, o &lt;em&gt;World Festival&lt;/em&gt;, considerado a Copa do Mundo da robótica, vai ocorrer nos dias 20 e 21 de abril em Houston, Estados Unidos. No ano passado, a equipe &lt;em&gt;Red Rabitt&lt;/em&gt;, do Sesi de Americana (SP), venceu o mundial.&lt;/p&gt;</description><pubDate>Sat, 16 Mar 2019 19:48:51 -0300</pubDate><link>http://blogoosfero.cc/correiodobrasil/cdb/alunos-brasileiros-participam-de-festival-de-robotica-no-rio</link><guid>http://blogoosfero.cc/correiodobrasil/cdb/alunos-brasileiros-participam-de-festival-de-robotica-no-rio</guid></item><item><title>O Brasil nunca dá ouvidos aos sábios</title><description>&lt;p&gt;&lt;img src="/articles/0097/5533/paulofreire.jpeg" alt="Paulofreire" width="100%"&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Wed, 14 Nov 2018 20:24:30 -0200</pubDate><link>http://blogoosfero.cc/news/educacao/o-brasil-nunca-da-ouvidos-aos-sabios</link><guid>http://blogoosfero.cc/news/educacao/o-brasil-nunca-da-ouvidos-aos-sabios</guid></item><item><title>Lista de vagas do Sisu está disponível</title><description>&lt;h4&gt;&lt;span&gt;Pode concorrer às vagas quem fez o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em 2017 e obteve nota acima de zero em redação. Todo o processo de inscrição é feito exclusivamente pela Internet, na página do Sisu&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;Por Redação, com &lt;em&gt;ABr&lt;/em&gt; – de Brasília:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os estudantes que querem concorrer a um lugar no ensino superior em instituições públicas podem consultar as vagas disponíveis no Sistema de Seleção Unificada (Sisu). É possível fazer consultas por curso, por instituição de ensino e por município. As inscrições para o segundo semestre começam nesta terça e vão até a próxima sexta-feira.&lt;/p&gt;
&lt;div id="attachment_847984"&gt;
&lt;img src="https://i1.wp.com/www.correiodobrasil.com.br/wp-content/uploads/2018/06/sisu.jpg?resize=1024%2C576&amp;amp;ssl=1" alt="" width="1024" height="576"&gt;&lt;p&gt;Os estudantes que querem concorrer a um lugar no ensino superior em instituições públicas podem consultar as vagas disponíveis no Sistema de Seleção Unificada&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;Neste processo seletivo, o Sisu vai oferecer 57.271 vagas em 68 instituições públicas de ensino superior; segundo o Ministério da Educação.&lt;/p&gt;
&lt;h4&gt;Enem&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;Pode concorrer às vagas quem fez o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em 2017 e obteve nota acima de zero em redação. Todo o processo de inscrição é feito exclusivamente pela Internet, na página do Sisu.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ao ingressar no sistema, o candidato deverá escolher, por ordem de preferência; até duas opções de curso entre as vagas ofertadas. É possível alterar essas opções durante todo o período de inscrição. A última modificação confirmada é a considerada válida.&lt;/p&gt;
&lt;h4&gt;As Vagas&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;As vagas serão oferecidas em oito instituições públicas estaduais; uma faculdade pública municipal e 59 instituições públicas federais; com dois centros de educação tecnológica; 27 institutos federais de educação, ciência e tecnologia e 30 universidades.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="https://www.correiodobrasil.com.br/avaliacao-negativa-do-governo-temer-atinge-recorde-diz-datafolha/"&gt;O resultado da chamada&lt;/a&gt; regular está previsto para o dia 18 de junho. O período de matrícula vai de 22 até 28 de junho e o prazo para participar da lista de espera é de 22 a 27 de junho.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O post &lt;a href="https://www.correiodobrasil.com.br/lista-de-vagas-do-sisu-esta-disponivel/"&gt;Lista de vagas do Sisu está disponível&lt;/a&gt; apareceu primeiro em &lt;a href="https://www.correiodobrasil.com.br"&gt;Jornal Correio do Brasil&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;</description><pubDate>Tue, 12 Jun 2018 07:55:36 -0300</pubDate><link>http://blogoosfero.cc/correiodobrasil/cdb/lista-de-vagas-do-sisu-esta-disponivel</link><guid>http://blogoosfero.cc/correiodobrasil/cdb/lista-de-vagas-do-sisu-esta-disponivel</guid></item><item><title>Educação deve ser arma contra o racismo</title><description>&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;por José de Ribamar*&lt;br&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;No início do mês, integrante da torcida da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) jogou casca de banana na direção de um atleta negro da Universidade Católica de Petrópolis e, juntamente com seus colegas, entoou cânticos preconceituosos durante os Jogos Jurídicos Estaduais 2018.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img style="border-width: 0px; margin: 3px 2px 3px 2px;" src="/articles/0094/2545/banana-PUC-UFRJ-fotoLuisFelipeRodriguesParanho.jpg" alt="Banana puc ufrj fotoluisfeliperodriguesparanho" width="100%"&gt; foto: Luis Paranhos em Bem Blogado&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;No dia 6 de junho, a escola municipal Áurea Pires da Gama, do quilombo de Santa Rita do Bracuí, em Angra dos Reis, foi depredada. Segundo a coordenadora da Associação de Remanescentes do Quilombo local, Marilda Souza, os ataques começaram em 2015, quando a escola se autodeclarou quilombola. No dia 6, os banheiros foram pichados com tinta vermelha e nas paredes foi escrito"vão morre" (sic). Duas semanas antes, a escola, que conta com 822 estudantes do segundo ciclo, já tinha sido invadida. Em 2017, algumas salas foram incendiadas e houve tentativa de colocar fogo também na biblioteca.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Desigualdade flagrante&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;O Atlas da Violência, organizado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública e pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), mostrou que a desigualdade racial no Brasil “se expressa de modo cristalino no que se refere à violência letal”. No período de uma década, entre 2006 e 2016, a taxa de homicídios de negros cresceu 23,1%, ao passo que o índice entre os não negros teve uma redução de 6,8%. O levantamento demonstra que 71,5% das pessoas assassinadas em 2016 eram negras. Em 2016, 4.645 mulheres foram assassinadas no país, uma taxa de 4,5 homicídios para cada 100 mil brasileiras. O aumento nos últimos 10 anos foi de 6,4%. A taxa de homicídios de mulheres negras foi 71% superior à de mulheres não negras.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Levantamento da Agência Brasil mostrou que entre os formandos de 2000, 2,2% eram negros e pardos e 9,3% brancos. Já em 2017, o índice de negros formandos subiu para 9,3%, quase quatro vezes, o de brancos para 22,9%, pouco mais que o dobro. Em 2015, eram 12,8% de negras e negros espalhados pelas 2.407 instituições de educação superior no país, mais de 87,7% universidades particulares e 12,3% públicas. O Censo do Ensino Superior de 2016 revelou que as matrículas na graduação em 2008 tiveram 11% de negros e pardos; em 2016 esse índice subiu para 30%. Essa ascensão incomoda os privilegiados rascistas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Contra a reação, ação&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Indignado com o comportamente discriminatório durante os jogos, o coletivo Nuvem Negra, da PUC Rio, afixou cartazes no Centro Acadêmico de Direito da instituição com as mensagens “O seu racismo não vai passar em branco”, “Racistas não passarão” e “Jogos sem racismo”. Os cartazes foram imediatamente arrancados.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img style="border-width: 0px; margin: 3px 2px 3px 2px;" src="/articles/0094/2546/atocontraracismo-pucrj-FernandaDias-Agencia_ODia.jpg" alt="Atocontraracismo pucrj fernandadias agencia odia" width="100%"&gt;&lt;br&gt;&lt;span style="font-size: 8pt;"&gt;foto: Fernanda Dias / Agência O Dia&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Eis trechos de algumas letras cantadas pelos futuros advogados, juízes, delegados e promotores nos jogos em Petrópolis: “E já tem cota UFRJ Cota pros pobrim … Quer ajuda pro trem, eu integro Um trocado pro lanche eu dou … No fim do mês a grana vai falta Vai no lixão lá da Central catar lata”. “Ela é cotista e sempre quer que eu banque Mas eu só vou pagar se gozar … É favelada, vou ajudar um pouquinho Toma um trocadinho, vai Toma um trocadinho E faz um lanche ali no bandejão ... Hoje ela se esconde lá no morro do dende Foi lavadeira, já foi faxineira Hoje a cotista ganha vida com…”&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;A Constituição Federal (que esses alunos de Direito tem por dever estudar e aplicar) determina, em seu artigo 5º: “Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade”.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;O artigo 140 do Código Penal brasileiro prevê o crime de injúria racial, definido como o ato de ofender a dignidade de alguém, seja verbalmente, com gestos ou por escrito, com a utilização de elementos referentes a raça, cor, etnia, religião, origem ou a condição de pessoa idosa ou portadora de deficiência. A pena prevista é de um a três anos de prisão.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Já o artigo 20 ea Lei nº 7.716, de 5 de Janeiro de 1989, prevê prisão de até três anos para quem “praticar, induzir ou incitar a discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;Uma educação contrária ao racismo, ao sexismo e ao homofobismo é uma das bandeiras da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino (Contee), que ressalta o seu papel como instrumento de construção da cidadania. Por isso, é fundamental a defesa e a prática de um ensino que reafirme o combate a todo tipo de preconceito e discriminação com a relação à cor da pele, ao gênero e à orientação sexual, fortalecendo os direitos constitucionais. Uma educação de qualidade ensina a ética e o respeito às diferenças, busca a construção de uma sociedade sem preconceitos e sem violência.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;&lt;em&gt;*José de Ribamar Virgolino Barroso, coordenador da Secretaria de Finanças da &lt;a title="CONTEE - Confederação Nacional dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino" href="http://contee.org.br/contee/"&gt;Contee&lt;/a&gt; em &lt;a href="http://www.cartaeducacao.com.br/artigo/educacao-deve-ser-arma-contra-o-racismo/"&gt;Carta Educação&lt;/a&gt;&lt;br&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;E mais:&lt;/strong&gt; &lt;a title="por Táscia Souza" href="http://contee.org.br/contee/index.php/2018/06/frente-ao-racismo-e-preciso-falar-sobre-educacao/"&gt;Frente ao racismo, é preciso falar sobre educação&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;br&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description><pubDate>Mon, 11 Jun 2018 18:08:25 -0300</pubDate><link>http://blogoosfero.cc/news/educacao/educacao-deve-ser-arma-contra-o-racismo</link><guid>http://blogoosfero.cc/news/educacao/educacao-deve-ser-arma-contra-o-racismo</guid></item></channel></rss>