<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"><channel><title>Feed RSS do(a) PROPRIEDADE COLETIVA POSSE PARTILHADA</title><link>http://blogoosfero.cc/propriedade-coletiva-posse-partilhada</link><description>Conteúdo do(a) PROPRIEDADE COLETIVA POSSE PARTILHADA publicado no Blogoosfero</description><item><title>APRESENTAÇÃO DA IDEIA CENTRAL DO A COMUNA RESTAURADA (melhor ler as 2 laudas do resumo nos ARQUIVOS do que assistir esses 3 minutos...)</title><description>&lt;p&gt;&lt;iframe src="//www.youtube.com/embed/EBP8x0KPPQE" width="425" height="350"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Sat, 04 Jul 2015 12:35:02 -0300</pubDate><link>http://blogoosfero.cc/propriedade-coletiva-posse-partilhada/blog/apresentacao-da-ideia-central-do-a-comuna-restaurada-melhor-ler-as-2-laudas-do-resumo-nos-arquivos-do-que-assistir-esses-3-minutos...</link><guid>http://blogoosfero.cc/propriedade-coletiva-posse-partilhada/blog/apresentacao-da-ideia-central-do-a-comuna-restaurada-melhor-ler-as-2-laudas-do-resumo-nos-arquivos-do-que-assistir-esses-3-minutos...</guid></item><item><title>UNIDADE REFERENCIAL DE VALOR</title><description>&lt;p&gt;O GLOBO RURAL reportou as bodas de diamante do casal Heck que em 1935 viajou 600km de carroça de Sta. Cruz do Sul (RS) a Tunápolis (SC) para ocupar o seu lote colonial de terra (25 hectares). Eles tiveram 17 filhos e para cada um o velho Heck comprou um pedaço de terra, exigindo de cada filho beneficiado que ele devolvesse o valor investido nele, pagando ao longo dos anos o preço pago pela terra em quilos de porco vivo, que o velho Heck vend&lt;span class="text_exposed_show"&gt;ia os porcos em pé e assim podia comprar mais terras para os filhos mais novos. Isso é MUTUALISMO e o quilo do porco é uma URV. O quilo do porco serviu perfeitamente para a manutenção dos valores (terra) da família Heck, ele não serviria para nosso propósito de restaurar a Comuna, também não serviria para nós a saca de soja, o valor do CUB ou do saco de cimento. Minha sugestão é no sentido da reserva de valor universal de última instância, que nenhum governo nem corporação tem como manipular o seu valor, que oscila muito em médio prazo, mas apresenta uma estabilidade surpreendente em ciclos de tempo mais longo de 20 anos...&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Sat, 04 Jul 2015 12:30:09 -0300</pubDate><link>http://blogoosfero.cc/propriedade-coletiva-posse-partilhada/blog/unidade-referencial-de-valor</link><guid>http://blogoosfero.cc/propriedade-coletiva-posse-partilhada/blog/unidade-referencial-de-valor</guid></item><item><title>RESUMO DA PROPOSTA - COMUNA RESTAURADA</title><description>&lt;p style="margin-bottom: 0cm;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;strong&gt;MUTUALIDADE E PROPRIEDADE COLETIVA PRODUTIVA&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0cm;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0cm;" align="JUSTIFY"&gt;Fala-se de Economia Solidária como a alternativa viável às relações econômicas pautadas pelo paradigma social que hoje identificamos como “SISTEMA”: relações econômicas que têm como base a lógica capitalista, fundada em juros, salários e aluguéis. Entretanto, cada vez mais se reconhece em tomada individual de consciência ou mesmo, aqui e acolá, se reconhece coletivamente, que a única Economia viável, justa e sustentável de todos os pontos de vista é justamente aquela que consiga abandonar essas categorias mestras impostas pelo dito SISTEMA, categorias que formatam o que conhecemos como Economia Política e que são em si a expressão máxima da alienação dos fatores da produção:&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0cm;" align="JUSTIFY"&gt;&lt;strong&gt;Aluguel: &lt;/strong&gt;alienação dos recursos naturais terra, água e energia, o que impulsiona a poluição;&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0cm;" align="JUSTIFY"&gt;&lt;strong&gt;Salário:&lt;/strong&gt; mercantilização do trabalho que leva à degenerescência humana com a exacerbação do consumo;&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0cm;" align="JUSTIFY"&gt;&lt;strong&gt;Juro:&lt;/strong&gt; mercantilização do crédito, especulação financeira, fuga de recursos dos setores produtivos, resultando em inflação crônica e deflação eventual.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0cm;" align="JUSTIFY"&gt;Logo, a Economia Solidária deveria ter o intuito de evitar juros, salários e aluguéis, resgatando os conceitos do empréstimo solidário, das moedas sociais, do trabalho cooperativo, das trocas e do retorno da propriedade coletiva (comuna). Poder-se-ia dizer que a Economia Solidária nada mais é do que o velho Mutualismo: a receita espontânea para justa solução pacífica das questões econômicas que se perde na noite dos tempos e que compunha originalmente o triplo programa do movimento socialista MUTUALISMO ECONÔMICO – FEDERALISMO POLÍTICO – PLURALISMO IDEOLÓGICO, antes do Manifesto de 1848 que o desviou para os seus opostos.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0cm;" align="JUSTIFY"&gt;A transmutação da mercantilização da terra, do trabalho e do crédito não se impõe apenas por questão moral. É questão de sobrevivência enquanto espécie. Ainda que comezinha aos tempos atuais, a alienação dos fatores da produção é inviável em todos os sentidos, sobremaneira no econômico se tomado em longo prazo. Poucos se recordam das arbitrariedades do Estado moderno para a criação dos mercados de crédito, imobiliário e de trabalho. Alguns até sabem que a propriedade privada da terra foi instaurada no Brasil somente em 1850, na Rússia em 1861 e na França em 1789, e, que o mercado de trabalho se abriu no Brasil entre 1808 e 1888, mas poucos compreendem Karl Polanyi que demonstrou no seu livro “A Grande Transformação”(1944) que a alienação dos fatores da produção com a mercantilização da terra, do trabalho e do crédito (falsas mercadorias) provoca a perversão geral dos mercados, uma vez que, por serem mercadorias fictícias, estes recursos naturais alienados (aluguéis), estes recursos humanos alienados (salários) e estes recursos financeiros alienados (juros) tendem para valores mais elevados relativamente às verdadeiras mercadorias (bens e serviços destacáveis do processo produtivo). Gerando assim, em que pese a alta geral dos preços, um constante achatamento do valor das verdadeiras mercadorias, sendo isto uma equação insustentável sob o regime de produção capitalista. Esta é a deletéria, inexorável e quase despercebida LEI DA MENOS VALIA exposta por Pierre Joseph Proudhon no seu A Filosofia da Miséria (1844) que gerou a polêmica da Miséria da Filosofia de Karl Marx e o enquadramento do Manifesto de 1848. Por sinistras razões o rebaixamento geral do valor das verdadeiras mercadorias em função das três falsas mercadorias sobrevalorizadas (cancerosas) pagas sob os preços de aluguéis, salários e juros foi soberbamente ignorado por todos aqueles interessados tanto em Economia Política como na crítica marxista da Economia Política, justamente porque o Mutualismo põe por terra tanto uma como outra. Em face da MENOS VALIA cada vez o patronato precisa extrair mais MAIS VALIA (lucro) de menos gente empregada, porque o valor das mercadorias tende ao zero, o que é impossível sob o capitalismo, gerando a perversidade de um sistema condenado à morte pela própria insistência em se manter o regime da alienação.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0cm;" align="JUSTIFY"&gt;A tendência ao valor zero nas trocas é a trajetória civilizacional para a consolidação dos valores, rumo à gratuidade universal negociada entre pessoas individuais e coletivas, desde que constituídos mercados livres do arbítrio de quaisquer agentes. Tal consolidação do valor (amortização) se daria após a constituição do valor (valoração transpessoal objetiva). Na dialética de Marx só há lugar para tese e antítese, para o valor de uso e o de troca; na dialética de Proudhon temos uma série quaternária: valor de uso, de troca, valor constituído livre do arbítrio subjetivo e valor consolidado ou amortizado (gratuidade ou bens que caem para o domínio comum).&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0cm;" align="JUSTIFY"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0cm;" align="JUSTIFY"&gt;PRÁXIS&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0cm;" align="JUSTIFY"&gt;É notório o anacronismo da lei positiva em diversos aspectos. Um deles é a persistência no Brasil da proibição da propriedade coletiva produtiva (Lei do Condomínio), ou seja, a proibição que condomínios exerçam atos de comércio. A burguesia triunfante, desde a Revolução francesa, teve como prática a desconsideração e mesmo o aniquilamento das pessoas coletivas como unidades de produção, tais como as comunas, guildas, e até mesmo, já no início do século XX, as firmas coletivas que vieram a ser substituídas pelas sociedades de capitais anônimas ou limitadas. Portanto, frente a este anacronismo legal não há como se restaurar de um só passo a &lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;strong&gt;propriedade rural coletiva produtiva&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; no Brasil. Entretanto, existe uma demanda de pessoas de classe média e de hábitos urbanos desejosas de se associarem para uma vida comunitária no campo por força do instinto de sobrevivência e da consciência da necessidade de um novo paradigma. Frente as dificuldades práticas impostas à copropriedade produtiva pela lei, de viés individualista, prosperam a duras penas comunidades de vida comunal alternativa de índole religiosa ou ideológica, ou então soluções construídas à margem da lei, baseadas na confiança entre os contratantes (contratos de ‘gaveta’ de cessão irregular da posse) que não raro originam desentendimentos, sobremaneira quando da sucessão dos contratantes.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0cm;" align="JUSTIFY"&gt;Ainda que a legislação evolua, tal como na redução das formalidades exigidas para a constituição de uma cooperativa de trabalho (Lei 12.690/2012), há que se entender que uma cooperativa de produção agrícola que solidarize apenas uma dimensão da vida comunitária (a produção) e que exija a divisão do capital social em cotas não é a solução ideal, principalmente quando se pensa em &lt;strong&gt;solidarizar (juntar) poupanças individuais variáveis em um fundo social que venha a incrementar uma mais valia coletiva em prol da coletividade&lt;/strong&gt;. Nossa proposta se assemelha à solução meio informal, contudo legal, da atual emergência da COOPERATIVA INTEGRAL em Espanha que está na prática a restaurar a comuna naquele país.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0cm;" align="JUSTIFY"&gt;Propomos a constituição de &lt;strong&gt;duas coletividades distintas com uma única finalidade estatutária e contratualmente firmada &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;entre &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;ambas, duas coletividades com a quase identidade de membros componentes e legalmente constituídas, uma associação de mutualidade (de poupadores) com &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;a &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;finalidade específica &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;de propiciar a &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;aquisição da terra &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;e dos meios de produção&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt; e uma cooperativa de produção agrícola&lt;/strong&gt; para explorar estes meios produtivos. A finalidade do fundo de mutualidade será reunir os recursos (poupanças individuais, voluntárias e variáveis) que estatutariamente seriam integralmente empregados na capitalização da propriedade coletiva (compra e equipagem), que, mediante contrato de promessa de compra e venda, seria colocada na posse da cooperativa, cuja propriedade passaria para cooperativa, ou seja, em mão indivisa, somente ao cabo do integral pagamento para a entidade reunidora dos fundos e gestora do fundo. Com o ressarcimento dos recursos disponibilizados pelo fundo de mutualidade estarão dadas as condições para o reconhecimento da propriedade comunal (aldeia desenvolvida na propriedade produtiva onde se fixam moradias e espaços de serviço comunal mutuados e cooperativos). A princípio a cooperativa teria como capital, além das cotas partes adquiridas pelos cooperados para nele participarem, apenas o seu fluxo de caixa incrementado pelos recursos disponibilizados pelo fundo mutual, que não poderia investir em outra coisa senão na terra e nas benfeitorias comunais. Ao fim das disposições contratuais, firmadas entre ambas as coletividades, após muitos anos de pagamentos em parcelas trimestrais, com 3 a 5 anos de carência, a cooperativa seria proprietária de tudo ou então toma a decisão de extinguir-se enquanto pessoa jurídica, de forma a restar apenas a pessoa coletiva organizada&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0cm;" align="JUSTIFY"&gt;Ao adotar estatutariamente (interna corporis) e contratualmente (entre uma coletividade e outra) um valor referencial constituído (URV), livremente pactuado entre os mutuantes e aceito pelos cooperados, nossa proposta permite a atualização do valor dos ressarcimentos pagos pela cooperativa ao clube de investimento mutual SEM A INCIDÊNCIA DE JUROS ou de qualquer outro mecanismo governamental ou fictício de correção monetária. No caso, por se tratar de &lt;span style="text-decoration: none;"&gt;&lt;strong&gt;mútuo&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;, não cabe aplicar juros, o que inviabilizaria esta opção de recuperação da propriedade. Ademais, o benefício maior recebido pelo mutuante é o direito a locupletar-se como cooperado da mais valia coletiva, oportunizada pela junção das poupanças individuais. Adotaremos um valor constituído assim como o é o CUB que livra os contratantes no mercado de imóveis do pagamento de juros, contudo, será um valor universal e não específico a determinadas categoriais ou ramo de atividade tal como é o CUB. Nossa proposta permite a reunião de recursos individuais variáveis, que alguém mutue R$500mil, outro 50mil ou mesmo apenas 5mil, e todos tenham iguais direitos e deveres, tanto como cooperado, quanto como mutuante, pois a diferença restará no valor que receberá de volta, em moeda oficial, em correspondência ao valor investido, em equivalência ao valor constituído escolhido. Os estatutos regulamentares de cada uma das instituições sociais, a Mutual e a Cooperativa estabelecerão o marco de direitos e obrigações, formas de integração e participação e causas de suspensão dos direitos sociais e mesmo de expulsão. A Mutual garante o direito de retirada do fundo pelo mutuante. Contudo, tal direito estará condicionado aos termos previamente pactuados. O retirante não tem o direito de exigir a pronta devolução daquilo que mutuou. Poderá se retirar e esperar a devolução no cronograma contratado, ou transferir seus direitos e obrigações de participação para outra pessoa desde que aceita pelo grupo.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0cm;" align="JUSTIFY"&gt;Apesar do propósito de RESTAURAR A COMUNA nosso projeto não parte de dialéticas comunistas, marxistas, socialistas, anarquistas ou outros “ISTAS”. Trata-se de mutualismo orientado pela tradição ancestral e universal de propriedade comum e posse partilhada parcialmente coletiva e parte individual. Cada cooperado investidor terá a prerrogativa de receber um lote de posse individual perpétuo, inalienável e transferível a sucessores caso se conformem aos estatutos da comuna. Inalienável significa que não pode vender para quem bem quiser, só pode transferir para quem o grupo proprietário aceita. No interesse da comuna serão aceitos cooperados avulsos, não mutuantes, que receberão igualitariamente das sobras da cooperativa, sem direito, contudo, de receber lote de posse frente a impossibilidade prática. Aqueles que quiserem investir na propriedade coletiva mas que por insuficiência de recursos ficarem de fora da mutualidade, uma vez que cada fundo se fecha ao atingir sua meta financeira com tantos mutuantes quanto forem os lotes de posse exclusiva por partilhar dentro da propriedade, podem estas pessoas com menos recursos financeiros investir solidariamente as suas economias adquirindo mais cotas partes da cooperativa além do mínimo legal exigido (uma) para participação como cooperado. A princípio a cooperativa bem capitalizada (sobras incrementadas) deve atrair cooperados avulsos. Estes participantes têm natureza flutuante e isto não é prejudicial. Podem até abandonar em massa a cooperativa que restarão os cooperados investidores que deverão criar as dinâmicas para gerar as sobras necessárias para o ressarcimento deles próprios enquanto mutuantes. O mutuante&lt;span style="text-decoration: none;"&gt; t&lt;/span&gt;erá então três fontes regulares de renda: a partilha das sobras da cooperativa conforme as suas horas de trabalho prestadas como cooperado, a devolução do capital mutuado e o usufruto pleno do seu lote individual. O cooperado não-mutuante terá idênticos direitos, exceto o lote de posse exclusiva, e a responsabilidade, entre outras, da aplicação de seu esforço pessoal para gerar a renda para cumprir as metas econômicas assumidas no objetivo de aldear.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0cm;" align="JUSTIFY"&gt;&lt;strong&gt;RESTAURAR A COMUNA RESISTINDO AO ESTADO SEM AFRONTA A SUA LEI&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0cm;" align="JUSTIFY"&gt;A princípio formalizar uma associação civil sem fins lucrativos gestora de fundos de mutualidade e uma cooperativa, pessoas coletivas distintas formadas pela quase identidade de pessoas. Ao fim, o fundo se extingue com a devolução dos mútuos, a associação mutual se mantém gerindo novos fundos para o auto financiamento solidário de outros empreendimentos auto geridos e a cooperativa, pessoa jurídica, se transforma em comuna, pessoa coletiva complexa, que o Estado haverá de reconhecer em seu direito à propriedade coletiva produtiva. Propriedade esta que, sendo comunal, estará amortizada, morta para o mercado imobiliário, impassível de venda ou fracionamento, e este será sem dúvida o maior contributo desta antiga nova sociedade produtiva, que adquiriu o direito de gestionar-se a si mesma, na dignidade de quem resgata para seus filhos (novas gerações) o direito à posse da terra. Direito que se sustenta sem apelar a esmola nem violar as leis do Estado, em pleno exercício dos direitos consagrados na Constituição e em respeito aos direitos humanos.&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 0cm;" align="JUSTIFY"&gt; &lt;/p&gt;</description><pubDate>Sat, 04 Jul 2015 12:28:41 -0300</pubDate><link>http://blogoosfero.cc/propriedade-coletiva-posse-partilhada/blog/resumo-da-proposta-comuna-restaurada</link><guid>http://blogoosfero.cc/propriedade-coletiva-posse-partilhada/blog/resumo-da-proposta-comuna-restaurada</guid></item><item><title>Quem roubou a água? </title><description>&lt;p&gt;   &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;    Há um clima de tensão pela falta de água em São Paulo e as notícias midiáticas tradicionais tendenciosas. Por isso o tema do mês de Fevereiro será: “Cadê a água?”.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;    É preciso analisar a estrutura política democrática. O Brasil possui 26 estados, cada um com seus Municípios. Em termos hierárquicos, o Presidente representa o país, o Governador o Estado, o Prefeito o Município. Nas instâncias de poder existe o&lt;sup&gt;1&lt;/sup&gt;&lt;a href="http://diariocatarinense.clicrbs.com.br/sc/geral/vestibular/noticia/2013/07/conheca-as-funcoes-dos-poderes-legislativo-executivo-e-judiciario-e-a-quem-cabe-questoes-que-estao-em-pauta-4194553.html"&gt;legislativo, executivo e Judiciário&lt;/a&gt;. O primeiro cria as leis, o segundo as executa e o terceiro fiscaliza sua execução. Os Deputados Federais, Estaduais e Vereadores representam o legislativo. Portanto, em tese o sistema é perfeito. Leis são criadas, executadas, podendo ser revistas em ato e necessidade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;    Em função disso, o presidente não pode cuidar de tudo. São as esferas federal, estadual e municipal. O presidente sempre tem participação no todo, mas em um estado ou município, governador ou prefeito são os principais responsáveis. O presidente só é o responsável se algo ocorrer no todo mais ou menos simultaneamente ou com intervalos de tempo curtos. O único modelo político em que uma única pessoa é responsável pelo todo é a ditadura, que possui um ditador. Ainda assim na democracia existem jogos de poder criados pelos elementos, mas sua estrutura se mantém. O que se conclui disso?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;    Nem tudo é culpa dos partidos unicamente, quaisquer que sejam. Eles são os elementos que disputam o poder, mas não derrubam a lógica da Democracia. E a questão da água? São Paulo&lt;sup&gt;2&lt;/sup&gt; &lt;a href="http://www.ebc.com.br/noticias/brasil/2014/12/sao-paulo-sofreu-pior-crise-de-agua-de-sua-historia-em-2014"&gt;foi o primeio Estado a&lt;/a&gt; ter falta dela. Portanto a responsabilidade (não culpa) é principalmente do Governador, com seu respectivo partido. Só se o problema fosse simultâneo em todo o país seria questão do Presidente e seu respectivo partido. O objetivo não é defender ou criticar partidos específicos, mas analisar a estrutura política. No fim eles podem não ter sido de fato culpados, quem sabe meros participantes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;    Evidentemente uma crise não se apresenta sem antes dar avisos. Mas a necessidade de consumo,&lt;sup&gt;3&lt;/sup&gt; l&lt;a href="http://www.ecodebate.com.br/2014/11/05/a-crise-hidrica-em-sao-paulo-e-no-sao-francisco-artigo-de-jose-eustaquio-diniz-alves/"&gt;ucratividade e &lt;/a&gt;movimentação da economia impede qualquer tentativa de pensar em uma resolução. Só é problema quando afeta o lucro. E então?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;   Ninguém roubou a água, talvez tenha sido uma ideologia que o fez.Chega dessa de sempre culpar o Presidente. Se informe para ter opinião!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Lembrem-se de referenciar a fonte caso utilizem algo deste blog.Dúvidas, comentários, complementações? Deixe nos comentários.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Escrito por: Rafael Pisani&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Referências:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Disponível em: &lt;a href="http://diariocatarinense.clicrbs.com.br/sc/geral/vestibular/noticia/2013/07/conheca-as-funcoes-dos-poderes-legislativo-executivo-e-judiciario-e-a-quem-cabe-questoes-que-estao-em-pauta-4194553.html"&gt;http://diariocatarinense.clicrbs.com.br/sc/geral/vestibular/noticia/2013/07/conheca-as-funcoes-dos-poderes-legislativo-executivo-e-judiciario-e-a-quem-cabe-questoes-que-estao-em-pauta-4194553.html&lt;/a&gt; Diário Catarinense/ &lt;a href="http://diariocatarinense.clicrbs.com.br/sc/geral/vestibular/noticia/2013/07/conheca-as-funcoes-dos-poderes-legislativo-executivo-e-judiciario-e-a-quem-cabe-questoes-que-estao-em-pauta-4194553.html"&gt;http://diariocatarinense.clicrbs.com.br&lt;/a&gt; Data de acesso: 30 de janeiro de 2015&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Disponível em: &lt;a href="http://www.ebc.com.br/noticias/brasil/2014/12/sao-paulo-sofreu-pior-crise-de-agua-de-sua-historia-em-2014"&gt;http://www.ebc.com.br/noticias/brasil/2014/12/sao-paulo-sofreu-pior-crise-de-agua-de-sua-historia-em-2014&lt;/a&gt; Fernanda Cruz/: &lt;a href="http://www.ebc.com.br/noticias/brasil/2014/12/sao-paulo-sofreu-pior-crise-de-agua-de-sua-historia-em-2014"&gt;http://www.ebc.com.br&lt;/a&gt; Data de acesso: 28 de janeiro de 2015&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Disponível em: &lt;a href="http://www.ecodebate.com.br/2014/11/05/a-crise-hidrica-em-sao-paulo-e-no-sao-francisco-artigo-de-jose-eustaquio-diniz-alves/"&gt;http://www.ecodebate.com.br/2014/11/05/a-crise-hidrica-em-sao-paulo-e-no-sao-francisco-artigo-de-jose-eustaquio-diniz-alves/&lt;/a&gt; redação/ &lt;a href="http://www.ecodebate.com.br/"&gt;http://www.ecodebate.com.br&lt;/a&gt; Data de acesso: 28 de janeiro de 2015&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;1  Para mais detalhes sobre os três poderes:  &lt;a href="http://diariocatarinense.clicrbs.com.br/sc/geral/vestibular/noticia/2013/07/conheca-as-funcoes-dos-poderes-legislativo-executivo-e-judiciario-e-a-quem-cabe-questoes-que-estao-em-pauta-4194553.html"&gt;http://diariocatarinense.clicrbs.com.br/sc/geral/vestibular/noticia/2013/07/conheca-as-funcoes-dos-poderes-legislativo-executivo-e-judiciario-e-a-quem-cabe-questoes-que-estao-em-pauta-4194553.html&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;2Fonte:  &lt;a href="http://www.ebc.com.br/noticias/brasil/2014/12/sao-paulo-sofreu-pior-crise-de-agua-de-sua-historia-em-2014"&gt;http://www.ebc.com.br/noticias/brasil/2014/12/sao-paulo-sofreu-pior-crise-de-agua-de-sua-historia-em-2014&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;3Sobre a falta de água e o lucro:  &lt;a href="http://www.ecodebate.com.br/2014/11/05/a-crise-hidrica-em-sao-paulo-e-no-sao-francisco-artigo-de-jose-eustaquio-diniz-alves/"&gt;http://www.ecodebate.com.br/2014/11/05/a-crise-hidrica-em-sao-paulo-e-no-sao-francisco-artigo-de-jose-eustaquio-diniz-alves/&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Wed, 04 Feb 2015 12:46:29 -0200</pubDate><link>http://blogoosfero.cc/propriedade-coletiva-posse-partilhada/blog/quem-roubou-a-agua</link><guid>http://blogoosfero.cc/propriedade-coletiva-posse-partilhada/blog/quem-roubou-a-agua</guid></item><item><title>Energia Solar Para Todos é mais viável que Hidrelétricas</title><description>&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Puxa vida, vocês não imaginam, ou imaginam, o quão é difícil escrever para o governo, tentando ajudar em questões cruciais.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Sou defensor da tese de que o Brasil deve implementar placas de energia solar o quanto antes possível. Vejamos os valores de números com base neste produto:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;a href="https://www.energiapura.com/content/sistema-solar-fotovoltaico-grid-tie-7-kw"&gt;https://www.energiapura.com/content/sistema-solar-fotovoltaico-grid-tie-7-kw&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;O Sistema Solar Fotovoltaico Grid-Tie 7 kW promete 1.000 kWh de energia por mês com placas de um lado com 5 horas de sol pleno por dia e custa 40.000 reais investidos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Considerando 2.000 kWh de energia por mês com placas dos dois lados significa 80.000 reais investidos. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Pelo cálculo, 20.000.000 milhões ou 20MWh de energia por mês seriam gerados com 800 milhões de reais, ao colocar um sistema de energia solar que todas as casas pudessem compartilhar energia, livremente.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;O nosso sistema de energia pode e deve ser feita por novas formas. E a melhor é a energia solar!&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Com 1,6 bilhões de reais, poderíamos gerar 40MW. Por favor, corrijam-me se estiver equivocado. E corrijam-se com relação às fontes energéticas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Sun, 25 Jan 2015 11:52:49 -0200</pubDate><link>http://blogoosfero.cc/propriedade-coletiva-posse-partilhada/blog/energia-solar-para-todos-e-mais-viavel-que-hidreletricas</link><guid>http://blogoosfero.cc/propriedade-coletiva-posse-partilhada/blog/energia-solar-para-todos-e-mais-viavel-que-hidreletricas</guid></item><item><title>O Gigante Havia Acordado: O que dizer disso?</title><description>&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 14pt;"&gt;O Gigante Havia Acordado: O que dizer disso?&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Por Thiago Zoroastro&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;“Facebook tem linguagens de software livre, mas não é livre.”&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;As pessoas foram às ruas: por quê? Estavam indignadas com quê? Estavam mesmo indignadas (com a situação política, econômica e ambiental) ou alguns deles sem importar com nada disso se infiltra dentro deles, influencia para as decisões erradas, e estão apenas se aproveitando isso porque o Facebook é mais fácil pegar mulher?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;O facebook só está no estágio que está porque houve uma mídia que se empenhou em difundi-lo. De um intenso poderio geopolítico que influenciou eles a serem dependentes daquela coisa. Não estou dizendo que vocês devem sair do Facebook, estou dizendo que não somos obrigados a sermos dependentes daquilo para todas as coisas da vida. A internet têm de ser descentralizada. E a comunidade universitária merece um ciberespaço respeitoso para debater as questões do conhecimento produzido na Universidade. Ou não quer sair do Facebook porque quer que os assuntos da Universidade se misturem com os besteiróis que acabam, minam, exterminam nosso verdadeiro poder enquanto cidadãos brasileiros.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;E também não adianta de nada ter Bolsa do CNPq, de iniciação Científica, se não há a difusão do conhecimento em ciberespaços propícios para a construção do conhecimento de forma aberta para se aplicar na sociedade. Porque estamos aqui com dinheiro público e o melhor que podemos fazer com o dinheiro que a União investe na gente é retornando à sociedade.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Por isso, é preciso mais que Facebook. Não é uma questão de “aonde é mais fácil pegar mulher”, Philippe. Só que quando eu perguntei-lhe sobre a disponibilidade de sair do Facebook em finais de Junho de 2013, você disse que “no Facebook é mais fácil pegar mulher”. E depois foi ao I Simpósio Internacional de Metafísica com o trabalho “A real politik da Razão”, porque afinal parece que você quer ter sempre razão, né?. Querendo ter razão me obrigou a fazer isso para tentar reverter a situação.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;E de raiva te xinguei, mas isso não é exemplo para ninguém. Você me colocou numa situação constrangedora, cara. Não te respeito porque você não respeita as pessoas. Respeita as pessoas que te interessam. E quer ir na Assembléia Popular de São João Del Rei querendo que aquilo seja dependente do Facebook sem grandes e maiores questionamentos. De burrice moral sua. Todo mundo conhece quem somos de verdade. Por que você estava interessado nas Manifestações, Besta? Isso é merda de touro, você não vai escapar da engenharia da história, chapa. Tudo será contado.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Muito bem cara, se você fosse leal e moralmente certo, eu jamais precisaria abrir isso para todo mundo. Não sou um exemplo de pessoa mas eu defendo as virtudes que nos levam às verdadeiras conquistas históricas. Porque o poder que eu tinha de tirar aquilo do Facebook foi me tirado por você e a grupelha de desinformados de esquerda sem que eu tivesse que abrir ao público o que você pensa e deveria dizer lá. Afinal, havíamos morado juntos e nos conhecemos muito bem. E vocês usam o Facebook para falar de um monte de gente e fazer as coisas sem ter a mínima noção das coisas que estão realmente acontecendo sobre vocês.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;https://www.facebook.com/philippe.campos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Então quando for organizar protesto no Facebook sem grande consciência do que se trata e for dizer "compartilha aí pra gente", lembre-se que o compartilhamento não surgiu do Facebook e tem muito mais sobre isso do que você pensa.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Tue, 25 Nov 2014 04:53:23 -0200</pubDate><link>http://blogoosfero.cc/propriedade-coletiva-posse-partilhada/blog/o-gigante-havia-acordado-o-que-dizer-disso</link><guid>http://blogoosfero.cc/propriedade-coletiva-posse-partilhada/blog/o-gigante-havia-acordado-o-que-dizer-disso</guid></item><item><title>Multidão vazia </title><description>&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;Observo agora&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;Um monte de gente&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;Parado aqui em frente&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;Nada vem a mente&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;Agora penso&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;E olho para frente&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;E me pergunto&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;O que há com essa gente?&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;Parece uma multidão&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;Mas são peças&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;Que não vêem em si&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;Uma união&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Lembrem-se de referenciar a fonte caso utilizem algo deste blog. Dúvidas, comentários, complementações? Deixe nos comentários&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Escrito por: Rafael Pisani&lt;/p&gt;</description><pubDate>Tue, 25 Nov 2014 04:55:51 -0200</pubDate><link>http://blogoosfero.cc/propriedade-coletiva-posse-partilhada/blog/multidao-vazia</link><guid>http://blogoosfero.cc/propriedade-coletiva-posse-partilhada/blog/multidao-vazia</guid></item><item><title>AS MOEDAS SOCIAIS DE UMA COMUNA RESTAURADA</title><description>&lt;p&gt;Chegar até a Comuna, ou seja, à propriedade social da terra que não é nem de pessoas físicas nem de uma pessoa jurídica, o que não é nem proibido, nem é admitido pelas autoridades do Estado, será um longo processo. E desde o seu primeiro dia este processo será apoiado sobre duas colunas, duas instituições: uma MUTUALIDADE ou associação mutual de poupança e investimento com finalidade específica, proprietária dos recursos comuns; e uma COOPERATIVA gestora da posse e dos recursos econômicos desta propriedade comum. Cada uma delas terá a sua MOEDA SOCIAL.&lt;br /&gt; A moeda social da mutualidade será o grama do ouro, sempre na sua equivalência em reais e na cotação da BOVESPA. Muitos torcem o nariz para o ouro, como se ele fosse expressão do capitalismo ou o seu valor fosse manipulado pelas grandes corporações. Não é. Ele guarda o seu valor relativo frente ao conjunto das demais mercadorias desde antes do capitalismo. E graças a sua pulverização em mãos de centenas de milhões de indianos e muçulmanos e outras particularidades do seu universalmente equalizado mercado (um só valor em todas as praças), como, por exemplo, o aumento da sua produção apesar de não se acharem novas jazidas (extraído segundo novas técnicas), NÃO EXISTE AGENTE ECONÔMICO CAPAZ DE MANIPULAR O SEU VALOR.&lt;br /&gt; Quem não gosta de falar em dinheiro, quem confunde capital com capitalismo, é gente que tem problemas psicológicos com o dinheiro. Estes jamais conseguem formar uma poupança ou patrimônio (mesmo assim terão lugar na nossa cooperativa, só não na mutualidade). Apesar de muit@s restarem nesta condição nossa tarefa de SUPERAÇÃO DO CAPITALISMO através do RESGATE DA PROPRIEDADE DA TERRA, libertando assim os recursos naturais do mercado imobiliário com a constituição da propriedade social ou coletiva sobre uma COMUNA, exige o respeito aos capitais alheios, daqueles que vierem a contribuir com recursos materiais a este projeto. Portanto, o grama de ouro é a MOEDA SOCIAL por excelência para este projeto oferecer salvaguarda ao capital, visando a superação do capitalismo, uma vez que o subverte ao permitir o empréstimo SEM JUROS.&lt;br /&gt; Já a MOEDA SOCIAL DA COOPERATIVA servirá para as transações entre os cooperados e entre estes e a cooperativa, liberando assim reais para renderem juros no sistema bancário. Como nossa cooperativa não será grande, penso que a sua moeda pode ser como o ECO da Cooperativa Integral Catalã, anotada numa cartela ou caderneta pessoal. Mediante alguma contraprestação, de serviço ou pagamento em reais, a cooperativa emite a moeda que é anotada na caderneta da pessoa. E de lá ela transfere e adquire moeda social a partir do visto e anotação na caderneta de quem paga e quem recebe. Esta moeda nasce da cooperativa e morre ao retornar para cooperativa, A COOPERATIVA NÃO PAGA REAIS PELA SUA MOEDA SOCIAL, apenas recebe reais por sua moeda social. O câmbio flutuante é sempre melhor que o fixo, logo pensei que nossa moeda cooperativa deveria ser a expressão do VALOR DA HORA DE TRABALHO DO COOPERADO remunerada todos os meses pela cooperativa, mas, para fins contábeis apurada em balancete trimestral (fixada trimestralmente).&lt;br /&gt; A cooperativa subtrai do seu faturamento os seus custos e separa as reservas dos seus fundos obrigatórios e optativos (de eventuais perdas, para educação e saúde dos cooperados, para a devolução do mútuo e para equalização das retiradas dos cooperados), e as SOBRAS LÍQUIDAS precisam ser PARTILHADAS entre os cooperados na proporção de horas de trabalho prestadas por cada um. Quanto maior a produtividade maior o valor da moeda social, se baixar a produtividade desvaloriza a moeda.&lt;br /&gt; Esta moeda social é a solução para o mutuante (pessoa que põe dinheiro na mutualidade) que, nesta condição, quer usufruir de um lote de posse privativo dentro da comuna gerida pela cooperativa, mas não quer ou não pode trabalhar como cooperado. Nossa cooperativa integral, que objetiva o resgate da propriedade privada sobre uma determinada terra, exige que todo cooperado efetivamente preste serviço à cooperativa, gerando assim MAIS VALIA coletiva que servirá para este resgate. Nossa cooperativa integral é assim diversa da Cooperativa Integral Catalã e da OSCIP Aliança Luz, que podem admitir toda gente trabalhando nelas ou não. A moeda social é uma solução porque o mutuante não cooperado, que não trabalha para cooperativa, nem ninguém de sua família, não prestam, digamos, as 150 horas mensais de labor cooperativo remunerado (art. 25 da Lei 5.764/71), pode ele optar por pagar para a cooperativa uma indenização de, digamos, 30 moedas sociais, 30 horas de trabalho que são remuneradas aos cooperados independente da pessoa ou função. Horas ou moedas estas que ele adquire prestando serviços aos demais cooperados detentores desta moeda ou as compra com reais diretamente na cooperativa que as emite.&lt;/p&gt;</description><pubDate>Wed, 18 Jun 2014 05:24:55 -0300</pubDate><link>http://blogoosfero.cc/propriedade-coletiva-posse-partilhada/blog/as-moedas-sociais-de-uma-comuna-restaurada</link><guid>http://blogoosfero.cc/propriedade-coletiva-posse-partilhada/blog/as-moedas-sociais-de-uma-comuna-restaurada</guid></item><item><title>IMITAÇÃO SUBVERSIVA DO FUNDO IMOBILIÁRIO - SUPERAÇÃO DO CAPITALISMO</title><description>&lt;p&gt;Mesmo que o grosso do povo envolvido na superação do capitalismo não reconheça que o atual movimento da Economia Solidária nada mais é que o velho e bom Mutualismo, é consenso que a Economia Solidária busca uma outra Economia imitando cada uma das instituições econômicas centrais subvertendo, contudo, o capitalismo, ao afastar das instituições solidárias as figuras centrais e abomináveis do capitalismo que são os juros, os salários&lt;span class="text_exposed_show"&gt; e os aluguéis. Por exemplo, a Economia Solidária imita descaracterizando o capitalismo com as suas MOEDAS SOCIAIS e os seus BANCOS POPULARES.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;div class="text_exposed_show"&gt;
&lt;p&gt;A MUTUALIDADE aqui proposta, que é coisa corriqueira em tantos países, nada mais é do que uma imitação subversiva da instituição do mercado financeiro chamada FUNDO IMOBILIÁRIO, que é uma criação jurídica (CNPJ próprio) dos bancos, que recolhem dinheiro de investidores, com o qual compram imóveis que põem no nome do Fundo, que é administrado pelo banco, cobrando a sua taxa de administração e aluguéis dos inquilinos destes imóveis. Aluguéis que são distribuídos na forma de dividendos aos investidores cotistas do fundo que ganham (ou perdem) dinheiro duas vezes: dos dividendos decorrentes dos aluguéis e na valorização dos imóveis de propriedade do fundo, umas vez que as suas cotas são comercializadas na Bolsa de Valores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A nossa MUTUALIDADE seria um FUNDO SOLIDÁRIO, uma associação de investimento mutual com finalidade específica definida no estatuto, logo, não teria cotas em Bolsa, nem compraria e venderia ativos, não especularia, apenas investiria nos ativos de uma futura comuna específica. Tampouco terceirizaria a sua gestão, aplicar-se-ia a autogestão do fundo, cujo CNPJ o habilitaria a ser proprietário do investimento comum adquirido com as poupanças dos associados mutuantes. Há centenas de fundos solidários no Brasil e nenhuma notícia de algum nestes termos. O dinheiro investido seria resgatado a tempo e modo definidos, sem juros, mas corrigido com base na atualização de um valor constituído universal. E os dividendos recebidos pelos mutuantes seriam o usufruto coletivo e individual (parcelas de posse individual) de uma terra comum que se destinaria a gerar recursos em empreendimento solidário (cooperativa), recursos para a devolução/resgate das cotas aplicadas no fundo solidário.&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;</description><pubDate>Sat, 24 May 2014 15:08:30 -0300</pubDate><link>http://blogoosfero.cc/propriedade-coletiva-posse-partilhada/blog/imitacao-subversiva-do-fundo-imobiliario-superacao-do-capitalismo</link><guid>http://blogoosfero.cc/propriedade-coletiva-posse-partilhada/blog/imitacao-subversiva-do-fundo-imobiliario-superacao-do-capitalismo</guid></item><item><title>Experiências com Sistemas Operacionais Livres III: As Distribuições Brasileiras</title><description>&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Continuando a série "Experiências com Sistemas Operacionais", irei difundir o que existe de Distribuições GNU/Linux brasileiras.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Isto é importante para promover a justiça social de sistemas operacionais surgidas em âmbito do território nacional para que sejam difundidas e terem a oportunidade de expandir o número do conhecimento plico de sua existência em meio a um tempo de extremos da desinformação e falta de conhecimento da &lt;strong&gt;pluralidade&lt;/strong&gt; de distribuições GNU/Linux que existem no software livre.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Nos links de referências, existe um enorme número de distribuições fossilizadas e já extintas, de pessoas que definitivamente desistiram de seus projetos, provavelmente pela falta de oportunidade para crescer. Por isso, gostaria do apoio de vocês para que possibilitem que tais tentativas de manter sistemas operacionais não caiam no ostracismo e tenham oportunidade de crescer, porque promovê-los também é uma &lt;strong&gt;forma de fazer justiça social com a pluralidade&lt;/strong&gt; do GNU/Linux.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;A distribuição GNU/Linux que surge como novidade e vem muito promissora é Kaiana&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;img alt="Kaiana" height="768" width="1024" src="https://img.installgentoo.com/di/FDXT/screenshot.png" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Como indica o nome, &lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;strong&gt;K&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;aiana usa o ambiente gráfico &lt;strong&gt;KDE&lt;/strong&gt;. O KDE tem sido usado como o mais popular entre os desenvolvedores brasileiros que lançam distribuições de GNU/Linux. Existem outras distribuições brasileiras com KDE que, &lt;a href="http://distrowatch.com/search.php?ostype=All&amp;amp;category=All&amp;amp;origin=Brazil&amp;amp;basedon=All&amp;amp;notbasedon=None&amp;amp;desktop=All&amp;amp;architecture=All&amp;amp;status=All"&gt;no histórico de todas distribuições brasileiras no DistroWatch&lt;/a&gt;, parece terem sido maioria, embora a lista do DistroWatch não signifique que todas, porque nem todas estão cadastradas naquele site que lista sistemas operacionais de computador disponíveis .&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Existe outra distribuição brasileira de GNU/Linux excelente que é o &lt;strong&gt;Metamorphose Linux&lt;/strong&gt;. Este é fantástico pelos efeitos especiais embutidos por padrão, e usa KDE imitando o Windows 7, embora não tenha K no nome:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;img alt="Metamorphose Linux" height="570" width="1015" src="http://1.bp.blogspot.com/-EB50ydvzKaY/UpSwZtcfpNI/AAAAAAAAAIk/8w-HupzXa78/s1600/Desktop+com+fun%C3%A7%C3%B5es+para+telas+TouchScreen.png" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;O &lt;em&gt;trabalhador do código&lt;/em&gt; (programador) responsável modelou os ícones da barra de baixo para fazerem a mesma função dos ícones abertos e minimizados nos quadradinhos no Windows 7. Sugiro o &lt;strong&gt;Metamorphose&lt;/strong&gt; se você quiser descobrir todas as potencialidades de GNU/Linux, utilizando em um computador de, no mínimo, 2 GB de Memória RAM. Ele é rodável via &lt;em&gt;Live&lt;/em&gt;-DVD, ou seja, roda sem instalar em seu computador via &lt;em&gt;boot&lt;/em&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Este vídeo mostra como &lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;o &lt;strong&gt;Metamorphose Linux&lt;/strong&gt; é fantástico&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=_eSvBStGk7M" title="Metamorphose Linux 5 Puma"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=_eSvBStGk7M&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=_eSvBStGk7M&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt; O antigo desenvolvedor de &lt;strong&gt;BigLinux&lt;/strong&gt; é um dos grandes responsáveis pelo &lt;strong&gt;Kaiana&lt;/strong&gt;, mas ele continua tendo atualizações sendo mantidas:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;img alt="BigLinux" height="1024" width="1280" src="http://distrowatch.com/images/cgfjoewdlbc/biglinux.png" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;E o Brasil está servido de uma porção de distribuições GNU/Linux atuais em KDE. &lt;strong&gt;Epidemic&lt;/strong&gt;:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;img alt="Epidemic" height="1024" width="1280" src="http://distrowatch.com/images/cgfjoewdlbc/epidemic.png" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;strong&gt;BRLIX&lt;/strong&gt; é outro que não tem tido últimas versões mas tem tido atualizações do sistema e, por isso, no DistroWatch consta como distribuição ativa:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;img alt="BRLIX" height="1024" width="1280" src="http://distrowatch.com/images/cgfjoewdlbc/brlix.png" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;strong&gt;Ekaaty &lt;/strong&gt;e&lt;strong&gt; Linuxfx&lt;/strong&gt;:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;img alt="Ekaaty" height="1024" width="1280" src="http://distrowatch.com/images/cgfjoewdlbc/ekaaty.png" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt; &lt;img alt="Linuxfx" height="1024" width="1280" src="http://distrowatch.com/images/cgfjoewdlbc/linuxfx.png" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Portanto, estamos muito servidos de KDE. Existem algumas distribuições não listadas no DistroWatch que também são notórias de serem mencionadas, como o &lt;strong&gt;Librix&lt;/strong&gt; e o &lt;strong&gt;Litrix&lt;/strong&gt;:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;img alt="Librix" height="290" width="465" src="https://i0.wp.com/trilux.org/img/librix_small-h320.jpg" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;img alt="Litrix" height="347" width="466" src="https://i0.wp.com/www.litrixlinux.org/screen/photos/snapshot10.jpeg" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;Das que já existiam, havia mais diversidade nos ambientes gráficos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;strong&gt;GEOLivre&lt;/strong&gt;:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;img alt="GEOLivre" height="807" width="1010" src="http://distrowatch.com/images/cgfjoewdlbc/geolivre.png" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt; E outras inúmeráveis distribuições brasileiras de GNU/Linux que encontra-se nos links das referências abaixo, das quais muitas delas nem existem mais, nem obtiveram reconhecimento dos meios de comunicação, muito menos alcançaram grande repercussão. Tantas importantes que não coloquei, por não existirem mais, tão curiosas quanto o GEOLivre, como o tão conhecido &lt;strong&gt;Kurumin&lt;/strong&gt;, o memorável &lt;strong&gt;Kalango&lt;/strong&gt; e o bonitíssimo &lt;strong&gt;BrDesktop&lt;/strong&gt; verde.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;É preciso, portanto, adotar uma política de economia solidária para esses sistemas operacionais tão deixados de lado pelos holofotes dos "meios de comunicação". Com o boicote das mídias, os preconceitos sobre linux e os equívocos acerca do software livre, mais do que nunca torna-se necessário buscar a verdade dos fatos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;&lt;em&gt;No próximo artigo descreverei como o GNU/Linux torna-se mais fácil para os usuários que o Windows.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;strong&gt;Referências&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;http://distros.wikispaces.com/Distribui%C3%A7%C3%B5es+Brasileiras&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;https://informando.wordpress.com/2008/02/12/23-distribuicoes-linux-brasileiras/&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;http://www.linuxdescomplicado.com.br/2011/07/as-distribuicoes-linux-brasileiras-mais.html&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;http://www.bloggi.com.br/2008/06/distribuies-linux-brasileiras-de-a-a-z/&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Sat, 24 May 2014 15:03:14 -0300</pubDate><link>http://blogoosfero.cc/propriedade-coletiva-posse-partilhada/blog/experiencias-com-sistemas-operacionais-livres-iii-as-distribuicoes-brasileiras</link><guid>http://blogoosfero.cc/propriedade-coletiva-posse-partilhada/blog/experiencias-com-sistemas-operacionais-livres-iii-as-distribuicoes-brasileiras</guid></item></channel></rss>