Lançado o Deepin 15.1 trazendo melhorias e correções de bugs
febrero 2, 2016 14:25Deepin 15.1 é o resultado de um mês de trabalho duro, durante o qual a equipe de desenvolvimento deu ouvidos às sugestões dos usuários para corrigir diversos bugs, além de implementarem várias otimizações, especialmente para Dock, Launcher, Control Center e alguns outros componentes e aplicativos do sistema operacional.
Além disso, a nova atualização também traz a nova ferramenta Deepin Cloud Print, aplicação que permite aos usuários imprimir através da web, como podemos ver no vídeo abaixo, a Deepin Store foi atualizada com alguns aplicativos como o Android Studio, Straight Flush, AliWangwang e WizNote. Os desenvolvedores também conseguiram corrigir alguns erros menores, a fim de tornar o app Deepin Store mais confiável e estável.
Se você estiver executando Deepin 15 (qualquer versão começando com a compilação Alpha 2), você pode obter esta nova atualização através do aplicativo Deepin Control Center, em Informações do sistema.
Para mais detalhes sobre o Deepin 15.1, confira o anúncio oficial, clicando aqui.
Com informações de Softpedia, Deepin, LinuxBuzz.
Cliente cria bot para reclamar de operadora de internet no Twitter
febrero 2, 2016 14:25
Já pensou se, automaticamente, sempre que a velocidade de sua conexão fosse muito reduzida, uma mensagem reclamando do fato fosse postada no Twitter, ainda por cima citando a sua operadora? Pois é exatamente isso que um usuário do Reddit relata ter feito. De acordo com a postagem na plataforma virtual, ele usou um computador Raspberry Pi para criar um mecanismo que monitora a velocidade da rede e, caso necessário, reclamar no Twitter citando a norte-americana Comcast, prestadora do serviço.
O usuário AlekseyP informa que contratou junto à operadora um plano com velocidade de 150 MB/s, porém, não é sempre que a velocidade é oferecida nesta abundância. Então, sempre que a velocidade de download fica inferior a 50 MB/s, ou seja, cai para menos de um terço do contratado, uma postagem no Twitter é feita automaticamente. “Eu sei que algumas pessoas poderão dizer que eu não deveria reclamar de 50 MB/s”, escreveu. “Mas quando eles fazem propaganda de 150 MB/s e eu recebo 10-30, fico insatisfeito”.
E o trabalho do sujeito não para por aí: o bot que ele criou compila informações em forma de gráfico, exibindo as diferentes variações de velocidade ao longo de diferentes períodos — clique aqui para conferir. Mais tarde, AlekseyP editou a sua postagem adicionando novas informações que reforçam os problemas na prestação de serviços da Comcast.
“Muitas pessoas levantaram a questão de que os resultados [dos testes de velocidade] possivelmente estão distorcidos devido ao nosso uso da rede”, escreveu. “Nós não baixamos torrent em nossa casa; usamos a rede basicamente para transmitir serviços de TV e jogar no PC e no Xbox One”, explica o usuário. Uma ferramenta dessas cairia muito bem por aqui, não é?
Com informações de Reddit e Canaltech.
X-Apps: devs do Linux Mint querem trabalhar em seus próprios aplicativos
febrero 2, 2016 14:25Os desenvolvedores do Linux Mint estão planejando trabalhar nos chamados X-Apps, novos aplicativos que estarão disponíveis nas edições Cinnamon, MATE e Xfce a partir da série 18.x da distribuição. A decisão foi tomada por conta das mudanças trazidas pelo ambiente gráfico GNOME 3.18 e pela base Ubuntu.
Diversos projetos já estão fazendo seus próprios aplicativos, principalmente quando os desenvolvedores não encontram o que desejam. Distros como Manjaro, Solus e elementary OS possuem as suas próprias aplicações e agora é a vez do Linux Mint entrar nesta lista.
“X-Apps será uma coleção de aplicativos GTK3 genéricos usando interfaces tradicionais que podem ser usados como componentes de desktop padrão no Cinnamon, MATE e Xfce. No Mint 18, os “X apps” nos permitirá manter uma aparência natural e um bom nível de integração, porque eles vão ser utilizados em substituição de aplicativos GNOME que agora são bem diferentes (usando headerbars e um layout diferenciado)”, explica Clement Lefebvre, líder do projeto Linux Mint.
“A longo prazo, o projeto X-App nos permitirá inovar e desenvolver novas funcionalidades e melhorias nos próprios aplicativos (isso é algo que não poderia se fazer através de patches, forks temporários ou forks DE específicos de aplicações para o MATE porque era muito caro)”, continuou Clement.
Os X-Apps serão “desktop-agnostic”, em teoria, pelo menos para Cinnamon, MATE e Xfce. Isso permitirá que os desenvolvedores façam alterações e melhorias nas aplicações, sem exigir ajustes adicionais para cada ambiente gráfico, diferente do que acontece agora.
O primeiro X-App vai estrear com o Linux Mint 18.x, o editor de textos Xedit, que será baseado no Ubuntu 16.04 LTS e deverá ser lançado dois meses depois o anúncio oficial do SO da Canonical.
Mais detalhes sobre os X-Apps podem ser conferidos no anúncio oficial, através deste link.
Com informações de Softpedia, Linux Mint e LinuxBuzz.
Agora é possível obter a plataforma Swift, da Apple, através do Ubuntu Make
febrero 2, 2016 14:25Didier Roche, principal desenvolvedor e criador do Ubuntu Make, anunciou nesta quinta-feira (28) que a versão 16.01.2 do software já está disponível para download. Entre as novidades, podemos citar o suporte para a linguagem de programação open source da Apple, a Swift, que você pode facilmente instalar em seu sistema operacional Ubuntu usando o comando umake swift no Terminal.
O suporte à linguagem de programação Swift foi implementado por Galileo Sartor, que também adicionou a possibilidade de instalar através do Ubuntu Make 16.01.2 as IDEs (Ambiente de Desenvolvimento Integrado) Eclipse PHP e Eclipse C/C++.
“Na semana passada, durante o UbuCon Summit, eu tive o prazer de anunciar na ensolarada Pasadena [nos EUA] um novo lançamento do Ubuntu Make! Marcando o milestone 16.01.2, este fornece, graças às contribuições da comunidade, suporte para 3 novos frameworks”, diz Didier Roche, em seu anúncio.
Há outra grande contribuição para o Ubuntu Make 16.01.2, desta vez por Evan McIntire, que conseguiu implementar o suporte para páginas de manuais geradas diretamente a partir da opção make –help, permitindo assim que os desenvolvedores tenham uma melhor ajuda para softwares suportados.
Instalando o Ubuntu Make 16.01.2
O Ubuntu Make é um aplicativo de linha de comando e você pode instalá-lo no Ubuntu 15.10 (Wily Werewolf), Ubuntu 15.04 (Vivid Vervet) e Ubuntu 14.04 LTS (Trusty Tahr) executando o comando abaixo no seu Terminal. E não se esqueça de informar a senha root quando ela for solicitada:
sudo apt-add-repository ppa:ubuntu-desktop/ubuntu-make && sudo apt-get update && sudo apt-get install -y ubuntu-make
O Ubuntu Make 16.01.2 também está disponível por padrão nos repositórios do Ubuntu 16.04 LTS (Xenial Xerus). Para mais detalhes, confira o anúncio oficial clicando aqui.
Com informações de Softpedia, DidRocks’ blog e LinuxBuzz.
A Canonical agora está fornecendo imagens certificadas do Ubuntu para o Oracle Cloud
febrero 2, 2016 14:25Graças a uma parceria com a Oracle, a Canonical já está fornecendo imagens certificadas do Ubuntu para os usuários do Oracle Cloud. Isto significa que o SO já está disponíveis no Oracle Cloud Marketplace, proporcionando aos clientes corporativos da Oracle uma nova opção para os seus workload. Como estamos falando da Oracle, é fácil ver o por que a Canonical tem conseguido fazer uma boa parceria.
O sistema operacional da empresa de Mark Shuttleworth já é considerado um líder em uma série de implantações de nuvem, um exemplo disso é que até a própria Microsoft está prestes a revelar o primeiro Technical Preview do Azure Stack com o Ubuntu.
Ubuntu está na nuvem
Quando você ouve as pessoas dizendo que o Ubuntu está dominando a nuvem, elas não estão erradas. De acordo com dados da Canonical, 70% dos workload de nuvens pública e 55% das clouds OpenStack estão sendo executadas no Ubuntu. Além disso, uma série de empresas escolheram a Canonical e o Ubuntu para o seu negócio, uma delas que merece destaque é a AT&T.
“A importância das imagens certificadas do Ubuntu está crescendo conforme as empresas procuram maneiras de simplificar o desenvolvimento de nuvens e impulsionam flexibilidade no gerenciamento de cargas de trabalho de produção, mantendo o mais alto nível de segurança e estabilidade”, diz a Canonical no anúncio oficial.
O Ubuntu no Oracle Cloud faz muito sentido, especialmente quando a Canonical já é um membro do nível Gold da Oracle PartnerNetwork (OPN). Além disso, uma vez que alguns dos sistemas operacionais Ubuntu usados na nuvem são na verdade versões LTS, os clientes da Oracle terão suporte por cinco anos para as versões particulares; para não mencionar o fato de que a Canonical está prestes a lançar um novo Ubuntu LTS em dois meses que vai ser suportado até 2020.
Mais detalhes você confere no anúncio oficial feito pela Canonical, através deste link.
Com informações de Softpedia, Ubuntu e LinuxBuzz.











