Chrome para Android vai se comunicar com dispositivos inteligentes ao seu redor
11 de Fevereiro de 2016, 23:22Parte do plano do Google para abordar a Internet das Coisas envolve colocar beacons, que funcionam via Bluetooth de baixa energia, em diversos cantos do mundo para que eles se comuniquem com smartphones. O próximo passo em direção a esse objetivo é o lançamento da versão 49 do Chrome para Android, que será capaz de interagir com estes dispositivos.
A tecnologia de beacon do Google, chamada Eddystone, foi anunciada no ano passado juntamente com o suporte para a versão iOS do Chrome. Na primeira vez que o usuário entra em contato com um beacon, ele recebe uma notificação perguntando se quer autorizar o que o Google chama de “Web física”. Se o recurso for ativado, o usuário passa a receber notificações relacionadas aos dispositivos interativos que estão ao seu redor.
“Descubra páginas da Web relevantes à sua volta usando a Web física com o Chrome para Android e iOS. Por exemplo, se você está perto do pôster de um filme que faz parte da Web física, o Chrome pode mostrar uma página da Web com um trailer e horários de exibição nas proximidades”, explica o Google em sua página de ajuda sobre a Web física.
Em uma demonstração do recurso, o Google cita uma máquina de venda automática que oferece àqueles que passam perto dela a possibilidade de ganhar doces.
Os beacons ainda não têm sido amplamente utilizados, mas a fabricante Radius Networks, por exemplo, implantou 1.500 dispositivos do tipo na Consumer Electronics Show, que aconteceu no início deste ano, para ajudar os participantes a se encontrarem pelos vastos estandes.
A possibilidade de se localizar no interior de edifícios com precisão é um dos benefícios da tecnologia, mas agora é hora de explorar seu potencial para comerciantes e lojas que desejam utilizá-la para chamar a atenção de quem passa próximo a eles.
Com informações de Chromium Blog e Canaltech.
Canonical torna mais fácil para os usuários conhecerem os sabores do Ubuntu
11 de Fevereiro de 2016, 23:22Michael Hall, da Canonical, anunciou na última terça-feira (09) que o site oficial do Ubuntu agora possui uma nova página dedicada apenas aos sabores do sistema operacional, onde são exibidos algumas introduções rápidas sobre as distribuições Linux. A ideia é tornar mais fácil para os usuários conhecerem as distros que são oficialmente derivadas do SO da companhia.
Para quem não está muito familiarizado com o assunto, quando dizemos sabores do Ubuntu, queremos dizer distribuições Linux como o Edubuntu, Ubuntu Studio, Kubuntu, Xubuntu, Lubuntu, Ubuntu MATE, Ubuntu GNOME, Ubuntu Kylin e Mythbuntu.
Quem é usuário Linux de longa data, certamente já sabe onde obter as últimas versões dessas distros, mas se você é novo no mundo Linux/Ubuntu, você pode acessar a nova página dedicada aos “Ubuntu flavours” clicando aqui.
Como mencionado anteriormente, além da introdução rápida para cada um dos sabores oficiais do Ubuntu, você também será capaz de acessar os sites oficiais dos respectivos sistemas operacionais baseados no sistema operacional da Canonical para mais informações e links de download adicionais.
Com informações de Softpedia, Ubuntu e Canaltech.
Google ampliará “direito de ser esquecido” para mais países da Europa
11 de Fevereiro de 2016, 23:22Há quase dois anos, a União Europeia (UE) começou a obrigar o Google a fornecer a todos os cidadãos dos países integrantes o chamado “direito de ser esquecido”. Por meio deste, os usuários da região podem solicitar que a empresa retire quaisquer informações indesejadas sobre eles mesmos nos resultados de buscas do site. Só nos três primeiros meses em que a regra entrou em vigência, a companhia americana recebeu mais de 90 mil pedidos de retirada de links.
Agora, um porta-voz do Google disse que a empresa vai reforçar seu compromisso junto aos internautas e ampliar seus direitos de serem esquecidos na internet — pelo menos no continente europeu. Segundo o informante, a gigante de Mountain View passará a filtrar os resultados de pesquisas em todas as suas versões europeias quando uma pessoa fizer uma busca a partir do país onde a solicitação de remoção foi feita. Tudo isso acontecerá com base no endereço de IP do usuário.
Atualmente, o procedimento de remoção funciona da seguinte maneira: se um usuário francês fizer a requisição para retirar um determinado conteúdo do ar, apenas os resultados linkados ao Google.fr são removidos das buscas, e não de outras vertentes do Google na Europa, como Google.pt (Portugal), Google.co.uk (Reino Unido) e até mesmo do domínio global Google.com.
Com as possíveis mudanças, o pedido daquele usuário francês valeria para todas as versões do Google, desde que quem estiver fazendo a pesquisa também esteja no território francês. Na prática, isso significa que uma pessoa que mora na França não conseguiria acessar o conteúdo removido a pedido de outro usuário (também da França) em nenhuma das versões do Google nos países que compõem a União Europeia. Usuários fora da Europa não seriam afetados por essa medida.
Embora a solução planejada pelo Google possa não parecer tão eficiente — afinal, usuários podem usar serviços que mascaram sua localização —, a decisão seria um grande passo na conturbada relação da companhia com os países da UE, que cobra da gigante das buscas mais transparência e proteção à privacidade dos usuários. Há alguns anos, órgãos reguladores e autoridades de proteção de dados disputam por uma regra mais específica quanto ao destino das informações coletadas por empresas de tecnologia — além do Google, a Microsoft e sua plataforma Bing também são alvos das entidades europeias.
Desde a decisão da Corte, em maio de 2014, o Google tem travado uma campanha agressiva com políticos e com o público europeu. A empresa chegou a alegar que tem dificuldades de cumprir o acordo, pois muitas vezes não recebe informações suficientes para decidir se determinados links sobre usuários devem ou não ser removidos do site. Em junho do ano passado, Comissão Nacional da Informática e das Liberdades (CNIL), órgão regulador francês de proteção de dados, ordenou que o Google expandisse o direito de ser esquecido para todas as versões do motor de buscas.
Até então, o Google recebeu mais de 368 mil pedidos de remoção de links que possuem informações irrelevantes ou inadequadas sobre uma determinada pessoa. Segundo a companhia, 42% desses pedidos foram recebidos e removidos dos resultados das pesquisas.
Com informações de BBC, Reuters e Canaltech.
Conheça o Lavagna, um gestão de projetos de código aberto
11 de Fevereiro de 2016, 23:22O que não faltam hoje em dia são ferramentas que ajudam a gerenciar projetos, desde o onipresente trello ao clássico Mantis (este último voltado à gestão de tarefas e erros), tendo para todos os gostos e necessidades, e hoje mostraremos mais uma interessante opção: Lavagna.
Feito em JAVA, Lavagna é voltado para a gestão de pequenos projetos, prometendo tanto facilidade em seu uso como em sua instalação (compatível com todas as plataformas, claro).
Com um painel de controle das atividades, permite visualizar as tarefas em estilo de quadros, como mostrado na imagem abaixo, ajudando a ter uma visão completa de todo o desenvolvimento do projeto.
Além de estatísticas e monitoramento de metas, Lavagna inclui um buscador bastante potente que ajuda a encontrar qualquer tarefa de qualquer projeto, independente de seu status, permitindo, também, a classificação com etiquetas e a identificação usando contas do google, twitter e github (mas nada de facebook).
Certamente, também tem gestão de permissões de usuário, adicionando a possibilidade de criar um perfil para o cliente final, que só visualizará a informação atualizada em tempo real.
A versão 1.0.5.2 foi lançado em janeiro e o código-fonte está disponível no github.
Com informações de Wwwhat’s New.
O Ubuntu Touch deve receber em breve novo patch para corrigir bug sério no Mir
11 de Fevereiro de 2016, 23:22Łukasz Zemczak, da Canonical, publicou mais um de seus relatórios diários nesta terça-feira (09) para revelar informações sobre os mais recente trabalho realizado pelos desenvolvedores do Ubuntu Touch em preparação para os próximos lançamentos de atualizações OTA (over the air).
De acordo com o texto, a equipe responsável pelo desenvolvimento do Mir está trabalhando para corrigir um bug sério no servidor de exibição que fez com que os dispositivos dos usuários ficassem inutilizáveis durante chamadas recebidas, um problema que passou a ocorrer após a instalação da atualização OTA-9.
“Como os desenvolvedores do Mir me informaram, eles podem ter uma possível correção/solução para, pelo menos, a maior parte do problema em questão e será preparado um patch para ele [o bug] em breve. A equipe ainda precisa testar e avaliar assim que tudo estiver pronto, mas pelo menos eles estão chegando perto. Vamos informar você assim que tudo estiver pronto e disponível”, diz Łukasz Zemczak.
Enquanto isso, os desenvolvedores do Ubuntu Touch continuam os trabalhos nas próximas atualizações OTA, bem como em melhorias para o Ubuntu Tablet, o BQ Aquaris M10. Como de costume, assim que saírem mais informações, ou quando a correção para o Mir estiver disponível, manteremos você informado.
Com informações de Softpedia, Launchpad e LinuxBuzz.












