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Revista Espírito Livre

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EspíritoLivre

апреля 3, 2011 21:00 , by Unknown - | 1 person following this article.
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Tecpar lança o Centro de Inovação da Microsoft

октября 20, 2013 19:53, by Unknown - 0no comments yet

Bandeiras Estados do Brasil

O Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar), vinculado à Secretaria de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, terá um Centro de Inovação da Microsoft, como parte do protocolo de intenções assinado pelo governador Beto Richa com a empresa, na terça-feira (9). O anúncio é decorrente da primeira reunião de trabalho, ocorrida no Rio de Janeiro, entre o instituto, a Secretaria, a Companhia de Informática do Paraná (Celepar) e a Secretaria da Segurança Pública com a direção da Microsoft no Brasil.

O protocolo prevê a utilização pelo Estado de soluções tecnológicas para capacitação de pessoas em tecnologia da informação (TI) e uso de plataformas de aprendizagem virtual. A cooperação terá vigência inicial de dois anos.

PROGRAMAS – Pela parceria firmada com a Microsoft, ficam disponíveis ao Governo do Estado programas e softwares das áreas de educação, qualificação, inovação e empreendedorismo. Entre eles estão capacitação básica em tecnologia da informação e design, comunicação instantânea entre alunos e professores, softwares para projetos de alfabetização em informática e desenvolvimento de empresas iniciantes.

A parceria entre o governo e a Microsoft também será importante como ferramenta de apoio ao desenvolvimento da plataforma do Parque Tecnológico Virtual e da Universidade Virtual, que estão em desenvolvimento pela Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior e pelo Tecpar.

“Na busca de um processo de contínuo desenvolvimento, a Secretaria tem investido no aprimoramento das universidades estaduais, por meio de programas e projetos estratégicos de governo e de interesse da sociedade. Esses programas fomentam as atividades em ciência, tecnologia e inovação”, explica o secretário da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Alípio Leal.

OPÇÕES – De acordo com ele, o protocolo de intenções assinado com a Microsoft abre grande leque de opções, que podem contribuir com os diferentes projetos que envolvem a tecnologia da informação.

Segundo o diretor-presidente do Tecpar, Júlio C. Felix, o órgão tem mantido o esforço em incentivar o empreendedorismo inovador como instrumento de competitividade do Paraná. “Para isso o Tecpar busca soluções e ferramentas de apoio às empresas de base tecnológica em todo o território paranaense. Nesse processo, o acordo com a Microsoft vem dinamizar o empreendimento, que inclui o Parque Tecnológico Virtual, a Universidade Virtual do Paraná e o braço de educação de Tecpar, que é o Tecpar Educação”.

E você, o que acha disso?

Com informações de Tecpar.



É preciso entender as redes e as ruas

октября 20, 2013 19:53, by Unknown - 0no comments yet

Blog

O caso Snowden é o último elo de uma cadeia que vem vindo de várias outras que já entenderam o enorme potencial das redes, de politizar as questões simplesmente pela circulação dos fluxos de informação. Por quê? Porque se o Estado e o mercado podem saber tudo sobre a população, explorando isso do ponto de vista do controle, por outro lado os movimentos também podem.” A ponderação é de Laymert Garcia dos Santos, doutor em Ciências da Informação pela Universidade de Paris VII e professor titular do Departamento de Sociologia do Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Unicamp, e remete à importância de se debater o funcionamento das redes e sua relação com as ruas, algo que veio à tona com as manifestações de junho no Brasil.

Para Laymert, o advento do Wikileaks fez com que se prestasse mais atenção sobre quais informações as elites gostariam que não fossem reveladas. “O conflito de classes, em escala global, começa a acontecer nas redes, porque existe uma política de controle e hierarquização da informação nas redes, e, do outro lado, há gente trabalhando para a desobstrução dos canais”, afirma. “E isso é democracia, porque se você começa a fazer todo o fluxo de informação passar, as pessoas ficam sabendo o que os de cima não querem que elas saibam.” Confira abaixo trechos da entrevista, que está na edição 127 de Fórum.

Fórum – Dentro dessa sua ideia de entender o digital como o futuro e remetendo um pouco às manifestações. Nós tínhamos esse setor do Gil, com o Juca Ferreira, no governo Lula, que tinha esse entendimento muito claro do papel da tecnologia aliada à cultura. Mas as manifestações também não mostraram para certos setores que estão analógicos demais? Ou seja, nossos partidos de esquerda, muitos sindicatos e movimentos sociais não tratam desse tema ainda.

Laymert – Concordo plenamente com a análise que você faz, tem uma questão que para mim é complicada, a incapacidade que governos do PT tiveram em lidar com a questão da mídia. De certo modo, ela permaneceu intocada, até quando houve momentos em que alguma coisa de mais forte poderia ter sido feito, quando a Globo fez uma aposta errada no mercado financeiro e entrou em uma situação de crise. Ali havia um flanco aberto, mas o governo Lula foi lá e bancou, sem colocar condições.

Isso continua até hoje. Em parte, isso se deve ao fato de a esquerda brasileira nunca ter feito a crítica de fundo da mídia. E nem da tecnologia. A posição de esquerda de partidos, sindicatos etc. é de que os meios são neutros e tudo depende de quem se apropria dessa técnica e, portanto, quando chegar o momento de a esquerda estar no poder, se faz uma inversão de signos. Isso é o máximo que a esquerda pensou sobre essa questão, e há muitos anos venho pensando e batalhando por um outro entendimento, porque não é possível você considerar a tecnologia como algo meramente instrumental, quando ela modifica completamente todos os tipos de relação. A tecnologia, sobretudo depois da virada cibernética, mudou a vida, o trabalho e a linguagem. Ou seja, mudaram as relações. Nessas condições, se você não fizer uma crítica de fundo, vai acabar fazendo aquilo que critica em seu adversário, vai fazer isso achando que colocou um conteúdo de esquerda, mas as práticas serão as mesmas. Assim, vai ser tão manipulatório e antidemocrático quanto antes e, de certo modo, desconhecendo o próprio potencial que a tecnologia traz.

Por exemplo, voltando um pouco, há uma questão que me espantou, que mostra como se pode ao mesmo tempo estar no jogo não sabendo que se está no jogo. Nas grandes manifestações, em junho, todo mundo se volta para o Estado para ver qual será a reação deste Estado. A Dilma vai para a televisão e faz uma proposta de uma Assembleia Constituinte específica para a reforma política. Ela deu uma resposta política que era absolutamente crucial, porque respondeu a uma demanda de poder dos movimentos nas ruas, com algo que ampliava a participação em poder, já não seria o Congresso o ator principal dessa operação. E foi interessantíssimo, bastante elucidativo, porque, ao fazer essa proposta, os conservadores e a classe política inteira se mobilizaram para boicotá-la, primeiro para transformá-la em um plebiscito para que nada acontecesse. Esses setores estão no seu papel, quem não está em seu papel são os manifestantes, que pediam mais poder e, quando você tem a autoridade máxima do Estado acenando e dizendo: “Vamos nessa?”, o outro lado não responde. Não houve manifestações para isso e nem um entendimento sobre o que significava esse gesto. Ouvi gente dizendo: “Ah, mas era um cálculo político”. Não importa. As ruas emitiram um sinal, e a Dilma emitiu um outro sinal em resposta num sentido de ampliação da democracia como nunca havia acontecido. Os setores da direita imediatamente souberam ler o que estava em jogo, e os manifestantes não souberam. Por quê? Despolitização? Não souberam avaliar? O que aconteceu? Isso me fez pensar que as reivindicações do movimento são restritas, de certa maneira têm um certo fôlego, que não é muito grande, e sendo atendidas algumas reivindicações, você consegue esvaziar. De qualquer maneira, se perdeu uma oportunidade naquele momento, havia uma abertura para uma potência, que não se concretizou.

Para mim, essa perda de oportunidade diz muito sobre a leitura de campos de forças e do entendimento sobre o que é este jogo de forças. Em relação às novas tecnologias, para o PT, para os sindicatos e movimentos sociais, ainda não caiu a ficha da sua importância e que isso pode ser trabalhado de uma outra lógica, colocando em xeque políticas de controle global. O caso Snowden é o último elo de uma cadeia que vem vindo de várias outras que já entenderam o enorme potencial das redes, de politizar as questões simplesmente pela circulação dos fluxos de informação. Por quê? Porque se o Estado e o mercado podem saber tudo sobre a população, explorando isso do ponto de vista do controle, por outro lado os movimentos também podem, e isso o Wikileaks começou a fazer, a prestar atenção sobre quais informações os super-ricos querem suprimir. O conflito de classes, em escala global, começa a acontecer nas redes, porque existe uma política de controle e hierarquização da informação nas redes, e, do outro lado, há gente trabalhando para a desobstrução dos canais. E isso é democracia, porque se você começa a fazer todo o fluxo de informação passar, as pessoas ficam sabendo o que os de cima não querem que elas saibam. É o que está acontecendo com o Snowden de novo. Isso a própria tecnologia permite como a lógica de funcionamento em rede auxilia na distribuição da informação. O que as pessoas não entendem de jeito nenhum é que a informação é a diferença que faz a diferença, e também é o valor do capitalismo contemporâneo.

Quando a informação se tornou valor, e isso começou na década de 1970, a questão se colocou: “Como ganhar dinheiro com a informação?”. Porque a informação não tinha preço. Foi reelaborada e inventada uma coisa que se chama direito de propriedade intelectual, que não é só uma extensão do direito autoral e do direito de invenção da propriedade industrial, é muito mais do que isso. É o que alguns especialistas chamam de “a última enclosure”, o último cercado que começou na Inglaterra com o começo do capitalismo, quando se cercou a terra. Agora vamos criar um que vai cercar essa unidade mínima que é a diferença que faz a diferença, para garantir a exploração desse valor como unidade mínima, e, ao mesmo tempo, com um alcance global. A lógica das redes, de seu funcionamento e aperfeiçoamento, é colaborativa, e, sendo colaborativa, ela escapa, é da sua própria lógica que as informações circulem. Se não circulam é porque começam a colocar gargalos para cercar e fazer a captura dentro do sistema que permite que isso vire uma propriedade. A esquerda ainda não entendeu o alcance que isso tem como luta política. Se pegarmos, por exemplo, esse sistema anglo-americano de espionagem, porque são americanos, mas os ingleses estão acoplados, como eles chamam as primeiras operações por meio desses sistemas? Vão dar os nomes das primeiras batalhas imperialistas, tanto dos EUA quanto da Inglaterra. Por quê? Porque começou, em outro plano, um outro tipo de imperialismo, e se você não estiver preparado para lutar neste outro plano, como vai perceber o que está em jogo? Existe uma guerra, hoje, no mundo digital, mas  é real também porque a dimensão virtual da realidade é tão real quanto a física. Mas a ficha ainda não caiu que esse conflito está lá, e é claro que isso precisa ser entendido, se tornar uma questão política de ponta. Ainda não vi as pessoas se mobilizando para defender o marco regulatório da internet; inclusive, se a gente fizer isso, ou vier a fazer num futuro próximo, vamos ser modelo para outros países que estão com o mesmo problema. Mas precisamos fazer.

Não se faz democracia sem informação, e a maneira de fazer democracia atualmente é expondo, para os ricos, aquilo que eles fazem para o resto da população. Se eles podem fazer tudo e levantar tudo sobre a população, e estão o tempo inteiro se protegendo e protegendo essa informação, sobretudo para destruir aquilo que não deve ser conhecido, os caras que aparecem, de certa maneira, e levantam esse movimento, mostram como essa lógica de captura funciona, estão trabalhando para uma desobstrução de canais, algo absolutamente fundamental. Só pela desobstrução de canais e por uma luta entendendo o que é a propriedade intelectual e o que é fechar a informação para uma apropriação é que você vai poder lutar no futuro, porque não se pode mais voltar para trás. Quando se observa a geração de agora, de 20 anos, eles não conseguem nem lembrar, aliás, nem conseguem saber o que é o mundo sem internet. Nós também não. Algum de nós consegue viver sem internet? Claro que não.

Confira a entrevista no site da Revista Fórum.

Com informações da Revista Fórum.



Jornalismo de dados, expedição de dados e escola de dados

октября 20, 2013 19:53, by Unknown - 0no comments yet

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Como continuidade ao lançamento da Escola de Dados, o mais novo projeto da Open Knowledge Foundation Brasil lançado no último domingo no Rio de Janeiro, durante a Conferência Global de Jornalismo Investigativo, estaremos desenvolvendo duas atividades em São Paulo com o apoio do Cinese e do iMasters.

Também contaremos com a participação da Milena Marin, coordenadora global da Escola de Dados (School of Data), que nos acompanhará  durante os eventos de sexta-feira à noite, no Cinese, e sábado à tarde, no iMasters, além de algumas pessoas do time da Escola de Dados, como o Marco Túlio e o Everton Zanella Alvarenga (o Tom).

A ideia principal de uma Expedição de Dados é o processo de aprendizagem em si do que os resultados alcançados. Nossas principais atividades nessa expedição de dados, que estará ocorrendo em paralelo globalmente, será:

  • Geolocalizar fábricas de roupas com a comunidade do Open Street Maps
  • Criar visualizações para explorar e explicar os dados da cadeia global de abastecimento de roupas
  • Investigar as cadeias de abastecimento globais: encontrar novas fontes de dados e ir mais a fundo em questões chaves na cadeia de abastecimento de roupas

Local: Alameda Santos, 2395 (próximo à estação Consolação – linha verde)

Inscrições: Você pode inscrever-se no evento no seguinte formulário.

Com informações de Open Knowledge Foundation Brasil.



Controladoria apresenta segunda versão da minuta de PL do Conselho de Transparência da cidade de São Paulo

октября 20, 2013 19:53, by Unknown - 0no comments yet

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Já está disponível no site da Controladoria Geral do Município (CGM) a segunda versão da minuta de Projeto de Lei (PL) que criará o Conselho Municipal de Transparência e Controle Social da cidade de São Paulo (CMTCS).

A divulgação cumpre o cronograma estabelecido para a construção participativa do Conselho, que teve início em julho deste ano. Além do texto com as alterações, também estão disponíveis quadros comparativos das versões com as propostas aceitas na nova minuta e justificativas para aquelas que não foram incorporadas (veja lista de documentos abaixo).

O PL ficou disponível por 30 dias no site Controladoria Consulta, entre os dias 1º de setembro e 1º de outubro. Nesse período, foram recebidas 38 contribuições que auxiliaram na criação da nova minuta.

Até o dia 27 de outubro, será possível apresentar comentários a respeito das alterações na redação da minuta, por meio deste formulário online (as respostas também são tornadas públicas automaticamente). A previsão da CGM é de que o texto final de criação do Conselho seja lançado em 4 de novembro deste ano.

Construção participativa
Na construção da primeira versão da minuta foram consideradas três fontes de contribuições: deliberações da Conferência Nacional de Transparência e Controle Social (Consocial), sugestões dadas durante seminário ocorrido em 30 de julho e propostas enviadas por formulário online. Um texto de devolutiva foi apresentado nessa primeira fase.

Na segunda fase, além da consulta pública virtual, uma audiência publica foi realizada em 10 de setembro e um seminário com o presidente do CMTCS de Londrina, Fábio Cavazotti, ocorreu em 26 de setembro. Ambos os eventos forneceram insumos para a construção da segunda versão da minuta.

Devolutiva da Segunda Fase de Debates – Documento Consolidado | DOC | ODT | PDF

Documentos disponíveis para download separadamente:

Minuta V2. Consolidada | DOC | ODT | PDF

Minuta V2. Com marcas de alterações | DOC | ODT | PDF

Quadro comparativo das Minutas V1 e V2 | DOC | ODT | PDF

Quadro com justificativa sobre propostas não incorporadas | DOC | ODTPDF

Planilha “bruta” de propostas da consulta pública | XLS | ODS

Transcrição da audiência de 10 de setembro de 2013 | DOC | ODT | PDF

Com informações do Portal da Prefeitura de São Paulo.



Lançado Ubuntu 13.10 Saucy Salamander

октября 19, 2013 22:53, by Unknown - 0no comments yet

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A mais recente versão do Ubuntu foi lançada e já está disponível para download.

O Ubuntu 13.10 Saucy Salamander é o primeiro Ubuntu que oficialmente terá uma simbiose com o Ubuntu Touch e portanto espera-se que este Ubuntu traga muitas alegrias neste novo mundo que é o ecossistema Ubuntu.

Este novo Ubuntu conta com inúmeras novidades. No geral, ele conta com o Gnome 3.8 ao nível de aplicações, Kernel 3.11 e conta com algumas funcionalidades novas na interface, o Unity, nomeadamente as novas scopes que pesquisam diretamente na internet por uma “infinidade” de temas e de forma inteligente.

Com informações de Ubuntued.