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Ana Prestes

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Notas rápidas internacionais - 07/05/18

7 de Maio de 2018, 9:15 , por Ana Prestes - | No one following this article yet.
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- Vladimir Putin toma posse hoje para seu quarto mandato presidencial, ficará até 2024. Teve 56 milhões de votos (76%). Está no poder desde 1999, sendo que desde então só não foi presidente em um mandato, quando foi Primeiro Ministro e Dmitry Medvedev foi o presidente (2008 a 2012).

- No sábado (5), dois dias antes da posse de Putin, foi organizado um protesto em Moscou por opositores. Um dos líderes das atividades é Alexei Navalny do Partido Progressista. Advogado e empresário, tem 2 milhões de seguidores em sua conta no Twitter.

- No Líbano, pela primeira vez em 9 anos, os cidadãos voltaram às urnas ontem (6) para eleger um novo parlamento. Serão eleitos 128 deputados. É provável que o Hezbollah conquiste a maioria de parlamentares.

- Argentina: dólar, juros e inflação nas alturas provocam primeira crise de grandes proporções do Governo Macri.

- No México, López Obrador mantém a liderança nas pesquisas eleitorais, com 48% das intenções. Em segundo lugar vem Ricardo Anaya, com 30%, candidato da centro direita (candidato do empresariado).

- Em mais um domingo de protestos (a favor e contra), o Parlamento da Nicarágua criou ontem, domingo (6), uma “Comissão da Verdade” para esclarecer as mortes durante os atos contra o presidente Daniel Ortega das últimas semanas, iniciados em 18 de abril.

- Presidente Muhammadu Buhari, da Nigéria, fortemente pressionado por onda de violência. Mais 45 pessoas morreram neste domingo (6) em um ataque a uma vila ao norte do país.

- Presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, apresentou neste domingo (6) seu programa de governo para as eleições de 24 de junho. Erdogan adiantou o processo eleitoral em um ano e meio pois quer governar de acordo com as recentes mudanças constitucionais que darão ao próximo presidente eleito plenos poderes executivos e eliminará a figura do primeiro-ministro.

- Site oficial da presidência do Irã divulgou discurso do Presidente Hassan Rohani deste domingo (6) em que ele fala sobre os EUA e do arrependimento que Trump terá caso saiam do acordo nuclear de 2015.

- Com faixas de “Pare Macron” e “Um ano basta” manifestantes foram às ruas de Paris neste sábado (5).

- As negociações entre o Governo Colombiano e a ELN estavam ocorrendo no Equador, quando este simplesmente se afastou e quis deixar de ser sede. As negociações serão retomadas em sua 5ª rodada em Havana, Cuba. Foi também em Cuba que ocorreram as exitosas negociações entre Governo da Colômbia e as FARC.

- Partido Comunista da China (PCCh) promoveu na última sexta (4) uma grande conferência em comemoração dos 200 anos de Marx. Segundo Xi Jinping, no evento: “Teoria de Karl Marx, dois séculos depois, ainda brilha com a luz da verdade”.

- A China enviou também para a Alemanha uma estátua de Marx de 5,5 metros (com o pedestal) e que pesa mais de duas toneladas para ser inaugurada em Trier, sua cidade de nascimento. Mais de 50 mil chineses visitam a cidade todos os anos.

- The Economist traz um especial sobre os 200 anos de Karl Marx, com artigo extenso, um vídeo e a recomendação do livro de Isaiah Berlin (1939) sobre Marx.

- Partido Comunista da Ucrânia denuncia avanço do fascismo no país. Com prisões arbitrárias, espancamentos, fechamento de organizações, proibição de livros e materiais. O primeiro de maio foi tenso na Ucrânia.

- Presença de mais de 260 mil pessoas na III Feira Nacional da Reforma Agrária organizada pelo MST em São Paulo repercutiu nos veículos de comunicação dos movimentos sociais na América Latina.

- Venezuela realizou neste domingo uma simulação das eleições como parte da preparação para o 20 de maio. Cerca de 500 centros de votação foram testados em todo o país.

- Plenário da Frente Ampla do Uruguai resolveu no sábado (6) que o Governo não deve fechar acordo de livre comércio com o Chile que vem sendo discutido há vários meses no país. Decisão não afeta negociação do acordo comercial Mercosul/União Europeia.

- Na Colômbia, muitos entraves à aplicação do Acordo de Paz, quase um mês da greve de fome de Jesús Santrich (líder que foi um dos redatores do Acordo), preso com acusação de narcotráfico e investigação do Conselho Nacional Eleitoral (CNE) sobre recursos gastos na campanha eleitoral dos candidatos do partido.

- Casos de adolescentes estupradas e queimadas na Índia têm mobilizado muitos protestos no país ao longo dos dias.


Ana Prestes

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