Para sobreviver, direita agora defende financiamento público de campanha
March 29, 2017 13:17
Para Antônio Augusto de Queiroz, do Diap, políticos estão tentando aproveitar “uma janela de oportunidades”. Foto de Antonio Augusto / Câmara dos Deputados.
“Políticos avaliam que, com as regras atuais, dificilmente conseguiriam renovar os mandatos”, diz analista do Diap. Para Paulo Pimenta, “direita golpista está em busca de alternativa de sobrevivência”.
Eduardo Maretti, via RBA em 20/3/2017
Com a extensa crise política que o país atravessa e a interminável sucessão de escândalos e denúncias de corrupção, propina e caixa 2, a reforma política deixou de ser uma pauta defendida apenas pelo campo político da esquerda do país. Mais do que isso, o financiamento público de campanha e o voto em lista passaram a ser citados pelos políticos mais tradicionais e pelas oligarquias políticas. Mas, como se sabe, não há acaso em política.
Segundo o analista político Antônio Augusto de Queiroz, diretor do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap), esses políticos…
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Ora che sale il giorno – Salvatore Quasimodo
March 29, 2017 13:17
Carmen Laffón, Muchacha de espaldas, 1956
Finita è la notte e la luna
si scioglie lenta nel sereno,
tramonta nei canali.
È così vivo settembre in questa terra
di pianura, i prati sono verdi
come nelle valli del sud a primavera.
Ho lasciato i compagni,
ho nascosto il cuore dentro le vecchie mura,
per restare solo a ricordarti.
Come sei più lontana della luna,
ora che sale il giorno
e sulle pietre batte il piede dei cavalli!
Salvatore Quasimodo
da “Ed è subito sera”, Mondadori, Milano, 1942
quando a água vira água
March 29, 2017 13:16nadei contra a água
feito camelo em chuva de areia
nas costas me nasceram
ondas fracas
e as formigas eram grandes
tentava chorar gotas
e a vida desviava seca
como a mãe que puxa a cria
quando quer brincar com o sapo
papéis viraram pedras
que o rio ignorava existência
e quando eu quase era lá
uma borboleta soprou clareza
eu ia embora aguando a lua
contando história
de quem me viu
mordi estrelas, senti gosto
e de poeta virei rio
Para uma revolução no complexo de posse que corrói a humanidade
March 29, 2017 13:15
Por Christian Ingo Lenz Dunker.
“A obra do escravo é o uso de seu corpo.” Em O uso dos corpos, com sua característica habilidade para comentar os antigos de modo a torná-los mais que contemporâneos, Giorgio Agamben faz dessa afirmação de Aristóteles um ponto de partida para rediscutir o estatuto do que significam posse e propriedade. Esse trabalho sem obra, vida sem memória e desejo sem criação é uma espécie de último capítulo inconcluso e perspectivo da maior saga filosófica do século XXI, conhecida como Homo sacer.
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