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anisio nogueira

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BLOG DO ANISIO

3 de Abril de 2011, 21:00 , por Desconhecido - | No one following this article yet.

Frankfurt – Kunst im Hof der Naxoshalle – Time is running

6 de Setembro de 2016, 14:30, por O LADO ESCURO DA LUA


Temer: a volta da censura

6 de Setembro de 2016, 14:28, por O LADO ESCURO DA LUA

Blog da Boitempo

temer

Por Flávio Aguiar, de Berlim.

Golpalha, golpeste, golpífio, golbolha, golpústula, golpulha. Michel Temer diz que não vai tolerar ser chamado de golpista. Pra bom entendedor, meia palavra basta: isto quer dizer que o resto está liberado. Além do elencado acima, continuemos: traidor, nefasto, nefando, vampiro de filme B, exterminador dos pobres e de suas casas, vendilhão da pátria… Não o chamemos de Judas, que é um personagem grandioso e trágico. Temer é pequeno, mesquinho, medíocre, um zero à esquerda no concerto das nações.

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O AROEIRA DO DIA

6 de Setembro de 2016, 14:25, por O LADO ESCURO DA LUA


Nada pode ser pior do que Dilma?

6 de Setembro de 2016, 14:22, por O LADO ESCURO DA LUA

Blog da Boitempo

diloma-senado

Por Christian Ingo Lenz Dunker.

Temos um fascínio pela ideia de lei, pois ela representa o limite entre o que temos que aceitar e o que é possível mudar, no mundo, nos outros e em nós mesmos. A lei contém dentro de si tudo o que nós repudiamos e interditamos em nós mesmos, mas ao mesmo tempo condiciona nossa liberdade. Em nome da lei aceitamos violência, poder e força. Contudo, a lei pode tornar-se um fetiche quando se unifica em uma totalidade estática e imóvel e sem história. Isso ocorre quando as diferentes formas da lei, como as leis da natureza, a lei da gravidade, as leis de Deus, as leis do Estado e as pequenas leis que regulam nossa vida diária. Cada vez que alguém tem sua razão reconhecida temos o embrião de uma lei. Por isso, com relação às leis ocorre o mesmo que Descartes dizia do bom senso, ou seja, que ele é a coisa mais bem distribuída do mundo…

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Matheus Arcaro e “o nada sem caroço”: O LADO IMÓVEL DO TEMPO

6 de Setembro de 2016, 14:21, por O LADO ESCURO DA LUA

MONTE DE LEITURAS: blog do Alfredo Monte

matheus-arcaroo-lado-imovel-do-tempo-livro

 (A resenha abaixo foi publicada originalmente em A TRIBUNA de Santos, em 06 de setembro de 2016)

Em seu romance de estreia, o jovem Matheus Arcaro (cujo livro de contos, Violeta Velha e Outras Flores, critiquei duramente nesta coluna pela falta de uma personalidade autoral com contornos definidos), ousa um formatado filosófico – usando sua formação na área – muito pouco praticado por aqui. Não que isso seja problema. Basta lembrar da junção entre filosofia e fabulação em A Náusea (1938), de Sartre, e de O Agressor (1943), de Rosário Fusco. Isso sem contar a ficção de tendência cristã que formou um verdadeiro subgênero da prosa, de Dostoievski a Gustavo Corção (autor de Lições do Abismo), com sua temática de culpa e expiação.

O LADO IMÓVEL DO TEMPO (publicado pela Patuá) provavelmente ficará como um romance de exceção como os de Fusco e de Corção. Ele trata da…

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