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April 3, 2011 21:00 , von Unbekannt - | No one following this article yet.
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Chico Lopes cobra explicações sobre privatização da Eletrobras

October 18, 2017 19:20, von Blog do Arretadinho

Chico Lopes PCdoB CE
Foto Joaquim Dantas/Blog do Arretadinho
O deputado federal Chico Lopes (PCdoB-CE) apresentou na Câmara dos Deputados, na terça-feira (17), requerimento em que solicita ao Ministério de Minas e Energia informações sobre a proposta de desestatização relacionada às Centrais Elétricas Brasileiras S.A. (Eletrobras).

O Brasil não pode ser colocado à venda", defende.

Em sua justificativa, Chico Lopes cita a resolução Nº 13, de 23 de agosto de 2017, do Conselho do Programa de Parcerias de Investimentos da Presidência da República, que opinou favoravelmente a submeter à deliberação do Presidente da República, para qualificação no âmbito do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), as medidas de privatização relacionadas à Centrais Elétricas Brasileiras S.A. (Eletrobras), empresa de controle acionário do Governo Federal brasileiro, ligada ao Ministério de Minas e Energia. A resolução estabelece que “o processo de desestatização seja executado sem prejuízo das eventuais medidas de desinvestimento em curso da Eletrobras ou das empresas por ela controladas”. 

Diante da resolução apresentada, Lopes questiona, dentre outras coisas, sobre quais os estudos realizados sobre o processo de desestatização, quem os realizou e solicita um sumário dos principais resultados e cópias dos próprios estudos. Ele pede informações ainda acerca de quais medidas de desinvestimento para os próximos dois anos; como será tratada a rede de fibras pertencentes ao Sistema Eletrobras; a forma como será tratada a subsidiária Companhia Hidroelétrica do São Francisco e até a oferta de parte das ações representativas do capital da Eletrobras aos seus empregados e aos empregados das empresas por ela controladas direta ou indiretamente.

Ainda no questionamento, Chico Lopes busca informações sobre o cronograma da privatização, se as distribuidoras do sistema Eletrobras também serão privatizadas, se houve deliberação do Conselho Nacional de Pesquisa Energética (CNPE) sobre a questão e cobra respostas até em relação ao reajuste anual e à revisão tarifária. O Ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, tem prazo de 30 dias para responder ao questionamento apresentado no requerimento.

Pautando seu mandato em defesa do patrimônio do país e preocupado com o avanço das propostas de privatizações,, o parlamentar cearense afirma que: “Se confirmadas (as privatizações), causarão grandes prejuízos e riscos ao Estado e à população brasileira. O Brasil não pode ser colocado à venda", defende.

Fonte Portal Vermelho



PCdoB Gama lança Jairo Mendonça a pré-candidato a Deputado Distrital

October 16, 2017 23:21, von Blog do Arretadinho

Foto Sérgio Pedro/Blog do Arretadinho
O PCdoB a fim de cumprir uma tarefa nacional de estruturação, que necessariamente passa pela ampliação de seus quadros e o fortalecimento das ideias do partido, decide lançar pré-candidatos e pré-candidatas aos diversos níveis de disputa.

A direção do PCdoB-DF lançou três pré-candidatos ao governo do Distrito Federal, que já percorreram nesse período quase todo o DF, apresentando suas ideias e a cara do partido. Ontem (15) a Direção do PCdoB de Taguatinga lançou o camarada e professor Manoel Filho a pré-candidato ao Deputado Federal.

E hoje (16) foi a vez do PCdoB- Gama que lança o camarada e professor Jairo Mendonça a pré-candidato a Deputado Distrital. Suas principais bandeiras são a educação pública de qualidade, acesso à cultura, a emancipação das mulheres e as minorias.

Conheça mais de Jairo Mendonça
Jairo Mendonça é casado com a professora Rita de Kacia há 20 anos, pai de 05 filhos, Pedagogo, Especialista em Políticas Públicas e Gestão da Educação pela FE/UnB, professor da Secretaria de Educação do DF, músico, militante dos movimentos sociais, oriundo das Comunidades Eclesiais de Base do seu Tocantins e residente na cidade do Gama, desde 1990.

Atualmente compõe a diretoria colegiada do Sinpro/DF e representa a educação básica pública no Conselho de Educação do DF.

por Eder Brant em PCdoDF



A burrice é uma doença

October 15, 2017 8:56, von Blog do Arretadinho

Ignorância sobre a própria burrice pode explicar muitos dos problemas da sociedade

Natasha Romanzoti 

Várias pesquisas psicológicas estão chegando à conclusão que a incompetência priva as pessoas da capacidade de reconhecer sua própria incompetência. Ou seja: as pessoas burras são burras demais para saber que são burras.

E essa desconexão pode ser responsável por muitos dos problemas da sociedade.

Com mais de uma década de pesquisa, David Dunning, um psicólogo da Universidade de Cornell, demonstrou que os seres humanos acham “intrinsecamente difícil ter uma noção do que não sabem”.

Se um indivíduo não tem competência em raciocínio lógico, inteligência emocional, humor ou mesmo habilidades de xadrez, a pessoa ainda tende a classificar suas habilidades naquela área como sendo acima da média.

Dunning e seu colega, Justin Kruger, agora na Universidade de Nova York, fizeram uma série de estudos nos quais deram às pessoas um teste de alguma área do conhecimento, como raciocínio lógico, conhecimento sobre doenças sexualmente transmissíveis e como evitá-los, inteligência emocional, etc.

Então eles determinaram as suas pontuações, e, basicamente, pediram que eles lhe dissessem o quão bem eles achavam que tinham ido.

Os resultados são uniformes em todos os domínios do conhecimento. As pessoas que realmente se saíram bem nos testes tenderam a se sentir mais confiantes sobre o seu desempenho, mas apenas ligeiramente. Quase todo mundo achou que foi melhor do que a média.

“As pessoas que realmente foram mal – os 10 ou 15% de fundo – acharam que seu desempenho caía em 60 ou 55%, portanto, acima da média”, disse Dunning.

O mesmo padrão aparece em testes sobre a capacidade das pessoas em classificar a graça de piadas, gramática correta, ou até mesmo seu próprio desempenho em um jogo de xadrez.

O pior é que não é apenas otimismo. Os pesquisadores descobriram uma total falta de experiência que torna as pessoas incapazes de reconhecer a sua deficiência.
Mesmo quando eles ofereceram aos participantes do estudo uma recompensa de US$ 100 caso eles classificassem seu desempenho com precisão, eles não o fizeram, achando que tinham ido melhor do que realmente foram. “Eles realmente estavam tentando ser honestos e imparciais”, disse Dunning.

Sociedade burra
Dunning acredita que a incapacidade das pessoas em avaliar o seu próprio conhecimento é a causa de muitos dos males da sociedade, incluindo a negação das alterações climáticas.

“Muitas pessoas não têm formação em ciência, e assim podem muito bem não compreender os acontecimentos climáticos. E como elas não têm o conhecimento necessário para avaliá-los, não percebem o quão ruim suas avaliações podem ser”, disse ele.

Além disso, mesmo se uma pessoa chegue a uma conclusão muito lógica sobre se a mudança climática é real ou não com base em sua avaliação da ciência, isso não significa que a pessoa realmente tinha condições de avaliar a ciência.

Na mesma linha, as pessoas que não são talentosas em uma determinada área tendem a não reconhecer os talentos e boas ideias dos outros, de colegas de trabalho a políticos. Isso pode impedir o processo democrático, que conta com cidadãos com capacidade de identificar e apoiar o melhor candidato ou a melhor política.

Conclusão: você deve se lembrar de que pode não ser tão bom quanto pensa que é. E pode não estar certo sobre as coisas que você acredita que está certo. E, além de tudo, se você tentar fazer piadas sobre isso, pode não ser tão engraçado quanto você pensa. [LiveScience]



Secretaria de Saúde dá calote em presos que prestam serviço para o DF

October 14, 2017 16:26, von Blog do Arretadinho

FUNAP/DIVULGAÇÃO
Detentos do regime semiaberto que trabalham em unidades da Saúde estão há dois meses sem receber a bolsa ressocialização

Presos do regime semiaberto que trabalham em unidades da Secretaria de Saúde estão sem receber a bolsa ressocialização há mais de dois meses. O atraso atinge cerca de 300 homens e mulheres egressos do sistema prisional encaminhados ao mercado de trabalho pela Fundação de Amparo ao Trabalhador Preso (Funap).

Quando algum órgão público, como a Secretaria de Saúde, firma convênio com a Funap, cabe à própria Pasta fazer os repasses dos valores que serão usados para pagar os presidiários. Segundo a fundação, o problema no DF é pontual na Saúde. Os outros 74 contratos ativos não apresentam falhas. No total, cerca de 1,3 mil apenados estão inscritos no programa, que oferece bolsa entre R$ 770 e R$ 1,2 mil, vale-refeição e auxílio-transporte.

Segundo um dos detentos ouvidos pelo Metrópoles, quem integra o programa tem receio de cobrar os pagamentos e sofrer represálias. “A gente tem medo de reclamar e voltar para o regime fechado. Daí, não tem muito o que fazer, só continuar trabalhando e esperar a boa vontade deles pagarem o que devem”, disse o denunciante, sob a condição de anonimato.

Procurada pela reportagem, a Secretaria de Saúde disse que cabe apenas à Funap se pronunciar sobre os contratos. Já a fundação informou, por meio de nota, que os repasses serão regularizados em 15 dias, mas não explicou os motivos do atraso.

Situação recorrente
O atraso no lançamento dos benefícios tem sido recorrente. Em abril, o Metrópoles mostrou a reclamação de centenas de detentos que estavam havia meses sem receber a bolsa. Na ocasião, a situação foi resolvida no mês seguinte.

Cerca de 90% das vagas de emprego destinadas aos presos são para órgãos do GDF e da União. Entre eles, estão administrações regionais de 11 cidades; secretarias de Educação, Saúde, Planejamento e Segurança Pública.

Também participam órgãos governamentais como a Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico do Distrito Federal (Adasa), o Departamento de Trânsito (Detran-DF) e o Instituto Brasília Ambiental (Ibram). Fora do âmbito distrital, a Funap ainda tem convênio com o Supremo Tribunal Federal (STF), o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e o Tribunal Superior do Trabalho (TST).

A empresa privada que contrata um detento em pleno cumprimento da pena fica isenta de pagar a ele encargos trabalhistas — 13º salário, férias e FGTS —, pois os contratos não são regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).

Os detentos escolhidos pela Funap para trabalhar têm de apresentar bom comportamento. Para cada três dias de trabalho, a título de remissão de pena, um é descontado da sentença.

Os convênios entre a Funap e entidades públicas e privadas para a reinserção de presidiários no mercado de trabalho são firmados por meio do programa “Reintegra Brasília”, criado por decreto distrital em novembro de 2003.



O fiasco da turnê de Bolsonaro por churrascarias dos EUA.

October 14, 2017 9:54, von Blog do Arretadinho

O fiasco bancado com dinheiro público da turnê de Bolsonaro por churrascarias dos EUA. Por Kiko Nogueira




Por Kiko Nogueira -  no DCM

O cancelamento do único evento público de Jair Bolsonaro em sua turnê nos EUA foi a tampa no caixão do fiasco de seu tour.

Sua equipe telefonou em cima da hora para os organizadores avisando que o chefe não compareceria à palestra na George Washington University.

Ficou com medo. “Bolsonaro mostrou que não está pronto para um debate democrático, aberto ao público, e a um público misturado, formado por simpatizantes, mas também críticos e curiosos”, disse o professor Mark Langevin à BBC Brasil.

“Nós estávamos extremamente comprometidos com o debate e tínhamos apoio do reitor, que também participaria”.

Langevin também reclamou do abaixo assinado contra a presença de JB na instituição feito por professores, estudantes e pesquisadores.

“Os manifestantes não entendiam que na democracia é preciso diálogo”. Langevin é bem intencionado, mas um tolo.

Que tipo de interlocução é possível com um homem que não propõe isso? Que conversa é possível com alguém que defende a tortura, a homofobia, o racismo e o estupro? Qual o campo de interseção com um fascista?

Por que repetir o vexame da Hebraica, que desonrou a memória de judeus mortos no Holocausto dando microfone para um sujeito enxovalhar negros dos quilombos?

Bolsonaro ficou restrito a churrascarias. Ele é uma versão dos artistas de MPB que vão a Miami, enchem bares vagabundos de imigrantes saudosos da pátria e voltam vendendo que fizeram sucesso no exterior.

Seus compromissos vêm sendo mantidos em segredo, diz a Folha.

Em Nova York, um encontro com investidores da corretora XP Investimentos também não ocorreu. Noves fora a truculência, ele não tem o que oferecer no terreno das propostas.

“Eu entendo muito pouco de economia”, admitiu numa entrevista constrangedora com seu seguidor Danilo Gentili. Seu negócio é apelar para os baixos instintos. “Vou dar carta branca pro policial matar”, declarou num estande de tiro uma semana após o massacre em Las Vegas.

A definição mais precisa do rolê de Bolsie é de Paulo Sotero, diretor do Instituto Brasil do Wilson Center, em artigo no Financial Times.

O objetivo, escreveu Sotero, é “normalizar o senhor Bolsonaro como apoiador da economia liberal e um homem aberto ao diálogo”.

Esse o ponto: ao aceitar um bolsonaro para a mesa, você o está legitimando. A mídia legitima Bolsonaro. Ele será a estrela de um evento da Veja com presidenciáveis.

Gilberto Maringoni escreveu sobre Alberto de Souza (1908-92), herói anônimo da Batalha da Praça da Sé, quando comunistas e democratas colocaram para correr quase 4 mil integralistas em 1934. O episódio ficou conhecido como Revoada dos Galinhas Verdes.

“Com fascistas não se conversa”, repetia Alberto. Bolsonaro é uma galinha verde que foi encontrar outras de sua espécie nos Estados Unidos. Com dinheiro público.