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April 3, 2011 21:00 , von Unbekannt - | No one following this article yet.
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Polícia do Senado reprimem sindicalistas

March 24, 2017 22:13, von Blog do Arretadinho

Polícia do Senado tenta proibir dirigente da CTB e da CNTE de distribuir revista no Congresso
A presidenta da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil no Amazonas (CBT-MA), Isis Tavares, denúncia que foi proibida pela polícia do Senado Federal de distribuir a revista Mátria, publicação da Secretaria de Gênero, da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), pela qual ela é responsável, na quinta-feira (23).

A professora sindicalista conta que foi convidada pelo senador Paulo Paim (PT-RS), vice-presidente da Comissão de Direitos Humanos e pela senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), procuradora da Mulher no Senado, para participar de audiência pública sobre o impacto da reforma da previdência na vida das mulheres.

“Na hora que abrimos os pacotes e os seguranças viram que se tratava de revista que trata das questões de gênero, disseram que eu tinha que ir à Polícia do Senado. Então levei um exemplar e fui informada de que só poderia distribuí-la no âmbito da comissão”, relata.

Ela apresentou a denúncia à Comissão de Direitos Humanos e o senador Paim fez o discurso dela constar dos autos do Senado e distribuiu as revistas ele próprio. “Estamos vivendo um sério déficit de democracia no país, estou chocada como fui desrespeitada”.

Pior ainda, reclama, “como não se pode distribuir uma revista de uma entidade sindical de nível nacional dentro da ‘casa do povo’?”, questiona. “É uma violência muito grande contra a classe trabalhadora”.

A audiência pública “As consequências da Reforma da Previdência na vida das mulheres”. De acordo com Tavares, “o Brasil está entrando em um retrocesso civilizatório. Precisamos de muita resistência para construir uma grande unidade. Vamos debater cada vez mais com os pais dos alunos porque essa reforma não atinge só a professora, atinge o futuro do seu filho”.

por MARCOS AURÉLIO RUY no Portal CTB



O Lula não tem medo', diz ex-presidente

March 24, 2017 20:10, von Blog do Arretadinho

"Voltou a predominar o complexo de vira-lata,
o complexo de pequenez",
disse Lula sobre o governo de Michel Temer
RICARDO STUCKERT
'Vou brigar até as últimas consequências. O Lula não tem medo', diz ex-presidente
Seminário promovido pelo PT em São Paulo reúne lideranças, intelectuais e jornalistas, que atacam a Lava Jato e seu papel de destruir o país, o partido e o próprio Lula

por Redação RBA 

São Paulo – No seminário O que a Lava Jato tem feito pelo Brasil, promovido pelo PT, em São Paulo, nesta sexta-feira (24), o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva deu a entender que, sob alguns aspectos, o papel do Judiciário hoje, no país, afronta mais direitos do que durante a ditadura iniciada em 1964. “Não me lembro de momento algum na história do regime militar que a gente teve tanta dificuldade de conhecer o habeas corpus como temos agora”, disse.  “E ninguém consegue. A ponto do TRF 4 (Tribunal Regional Federal da Quarta Região, sediado em Porto Alegre) dizer que a Lava Jato tem direito de agir sem precisar cumprir todos os ritos do processo.”

Em 22 de setembro de 2016, no julgamento de representação contra o juiz federal Sérgio Moro, por ter divulgado conversa entre Lula e a ex-presidente Dilma Rousseff, o TRF 4 decidiu que a Lava Jato tem liberdade de ação, porque seus processos "trazem problemas inéditos e exigem soluções inéditas".

Com essa carta branca, continuou Lula no seminário, a Lava Jato “pode prender, pode investigar, ir a escritório de advogado, pode vazar pra Veja, pra IstoÉ, pra Globo, pode vazar que não tem nenhum problema. Agora, se o Eduardo Guimarães vazou uma matéria que outros já tinham vazado, é crime.” 

Apesar do clima de opressão que invade o país, o ex-presidente avisou: “Eu vou nessa briga até o fim. Vou brigar até as últimas consequências.” No próximo dia 3, ele tem um depoimento marcado, para prestar em Curitiba. “O Lula não tem medo”, declarou. “Eu tenho preocupação com a democracia, com as instituições do país, com a entrega da Petrobras.”

Porém, o ex-presidente vê um clima de tensão e medo no país, a partir da criminalização e judicialização da política, especificamente dos opositores do governo golpista de Michel Temer e do PT. “Quando se trata de denúncia de corrupção, a primeira reação das pessoas é ficarem com medo, sobretudo quando se sabe que o Jornal Nacional, em pouco mais de oito meses, deu 16 horas de acusações. Todo mundo tem medo. O Congresso tem medo, o poder Judiciário está com medo, a sociedade está com medo. Ninguém sabe o que pode acontecer amanhã.”

O ex-presidente deu um puxão de orelha em seu partido, como costuma fazer, ao afirmar que a legenda precisa se empenhar mais, na Câmara e no Senado, contra as arbitrariedades do sistema de Justiça. "O PT tem obrigação de, no Congresso Nacional, brigar um pouco mais por essa causa. A gente não pode deixar de aprovar a lei de abuso de autoridade, porque ninguém está acima da lei."

Lula falou ainda sobre os gigantescos prejuízos causados pela Lava Jato à economia do país e aos trabalhadores. Ele exemplificou com a indústria naval, que na década de 1950 “foi a segunda do mundo, só perdendo para o Japão”, e chegou no ano 2000 com 2 mil trabalhadores. “Conseguimos fazer plataforma, fazer sonda, fazer navio no Brasil e aprovar a lei de conteúdo nacional. A indústria naval chegou a ter 82 mil trabalhadores. Já está com apenas trinta e poucos mil. Porque é preciso encomendar da Coreia, da China, em Singapura, menos no Brasil. Porque voltou a predominar o complexo de vira-lata, o complexo de pequenez.”

O coordenador da Federação Única dos Petroleiros (FUP), José Maria Rangel, afirmou que, com a descoberta do pré-sal, o Brasil tinha futuramente a capacidade ditar o ritmo da produção mundial do petróleo e influenciar diretamente no custo do barril internacionalmente. “Nós só descobrimos o pré-sal porque o governo brasileiro, naquele momento, com o presidente Lula, era um governo que olhava para o desenvolvimento do Estado brasileiro.”

Mas, com o governo Temer e comandada por Pedro Parente, em depreciação de ativos, a Petrobras já atingiu 17 vezes o valor envolvido em propina, que seria, de acordo com a Lava Jato, de R$ 6,5 bilhões. “Eles depreciaram em 112 bilhões de reais o patrimônio da empresa”, disse Rangel. 

“Alavanca do golpe”
O jornalista Mino Carta, diretor da revista CartaCapital, fez um discurso ao mesmo tempo erudito e objetivo. “A Lava Jato é a primeira alavanca do golpe”, disse, parafraseando o pensador Arquimedes (287 a.C.-212 a.C.). Segundo o jornalista, o país atravessa “um momento de Idade Média” e Sérgio Moro é um “narcisista obcecado”. Por isso, a fixação em perseguir Lula. “A prisão ou condenação do Lula vai ter repercussão mundial, vai-se falar de Moro.” Para ele, “o que foi destruído pela Lava Jato até o momento é o próprio país. No caminho, o objetivo era destruir o PT e o próprio Lula”.

Mino Carta acusou o Supremo Tribunal Federal de se omitir “o tempo inteiro” diante das arbitrariedades da Lava Jato. “As delações foram extorquidas à força. A turma da República de Curitiba frequenta muito amiúde a capital dos Estados Unidos. Sérgio Moro está lá uma vez por mês. O (procurador Deltan) Dallagnol também. Fizeram um curso por lá. Passam pelos escritórios do FBI, da CIA e da DEA. Mas o que ofende é o fato de que nosso Supremo Tribunal fica quieto diante dos crimes ao longo da investigação da Lava Jato”, disse Mino Carta.

O economista Luiz Gonzaga Belluzzo declarou que, como filho de magistrado, todo dia acorda “com dor no coração ao ver o protagonismo do Judiciário”. “Na verdade, esse protagonismo significa que o Judiciário se transforma em uma casta que se encarrega de aplicar lições morais”, afirmou. Para Belluzzo, o Judiciário exerce “um poder que não diz seu nome, é o poder dos mercados financeiros, que se esconde por trás desses protagonismos”.

O jurista Pedro Serrano disse que o novo capitalismo, representado pelo capital financeiro, pelo capital tecnológico e capital militar, provoca desigualdade e, para se manter, necessita de mecanismos violentos para se manter. “Desigualdade tem relação com violência. Isso é de certa forma um consenso. A perseguição a Lula, a Lava Jato, o impeachment de Dilma são fatos relacionados na contemporaneidade”, explicou.

Segundo Serrano, a medida de exceção no interior da democracia contemporânea é desencadeada por processos penais como mecanismos políticos de perseguição. “Lula é um exemplo disso. No Brasil é o sistema de justiça que capitaneia o processo.”

O jornalista Fernando Morais falou sobre os efeitos da Lava Jato na liberdade de expressão. “Pode soar como uma luta corporativa, de jornalistas. Não é, é o direito de a sociedade se expressar de maneira pluralista.” De acordo com Morais, “o governo do postiço Michel Temer vem reproduzindo o que fez a ditadura militar: um dos primeiros atos de Temer foi cortar as verbas publicitárias (de veículos de mídia alternativa).”

Ele sugeriu que o PT crie um bureau e aglutine forças democráticas para defender jornalistas perseguidos pela Lava Jato, “um pronto-socorro contra a Lava Jato”. “Se baterem na minha porta eu faço o quê?” Segundo ele, a condução coercitiva de Eduardo Guimarães pode servir como pretexto para acusar Lula de obstruir a Justiça, já que as ofensivas acusatórias contra o ex-presidente não conseguiram obter provas para prendê-lo ou condená-lo.



Centrais se reúnem para marcar greve geral

March 23, 2017 20:04, von Blog do Arretadinho

Centrais sindicais devem articular uma greve geral para abri
FORÇA SINDICAL/DIVULGAÇÃO

RESISTÊNCIA
Centrais se reúnem para marcar greve geral e discutir veto a projeto
Sindicalistas querem definir data de paralisação contra PL da terceirização. Dirigente diz que gestão Temer é "governo Casas Bahia, quer liquidar tudo"

por Vitor Nuzzi, da RBA 

São Paulo – Dirigentes das centrais sindicais se reunirão na próxima segunda-feira (27), na sede da UGT, em São Paulo, para definir os próximos passos contra as reformas trabalhista e da Previdência, com o ingrediente extra do projeto da terceirização aprovado ontem (22) na Câmara. O objetivo é marcar a data de uma greve geral, em abril.

Na primeira avaliação, feita hoje, em Brasília, no escritório da UGT, com a presença de representantes de sete centrais e do diretor técnico do Dieese, Clemente Ganz Lúcio, os sindicalistas concluíram que as mobilizações dos dias 8 e 15 tiveram alguma influência, a ponto de o Projeto de Lei 4.302 ter sido aprovado com uma votação apertada. Eles acreditam que, apesar da maioria governista, isso também terá impacto na discussão das reformas. Sobre o PL da terceirização, os dirigentes vão pedir que o presidente Michel Temer vete o texto, mas também avaliam recorrer à Justiça.

"Ainda não está descartada a possibilidade de uma negociação com o governo", diz o secretário-geral da Força Sindical, João Carlos Gonçalves, o Juruna. Ele lembra que ainda haverá votação, no Senado, do PLC 30, o PL 4.330 aprovado em 2015 na Câmara, que também trata de terceirização. Com os dois projetos aprovados, os sindicalistas poderiam tentar vetos em alguns pontos.

"O presidente tem a caneta na mão. Não podemos descartar essa possibilidade", afirma Juruna, para quem, no entanto, é importante apostar na mobilização. "Precisamos deixar claro à população que as mudanças dependem de cada um."

"A pressão sinaliza que é esse o caminho para barrar o retrocesso", diz o presidente da CTB, Adilson Araújo. "A greve geral é primordial. Mais do que nunca, passa a ser uma realidade", acrescenta. "Se o povo não for pra rua, as consequências dessa medida serão dramáticas", acrescenta, sem apostar, pelo menos neste momento, na estratégia dos vetos presidenciais. "Ambos (os projetos 4.302 e 4.330) são perversos, sintetizam a intenção do governo, que é aumentar a jornada, baixar salário, instituir o trabalho análogo à escravidão", afirma Adilson, chamando a gestão Temer de "governo Casas Bahia": "Quer liquidar tudo".

Para o sindicalista, o governo faz uma política "burra", na medida em que tende a arrecadar menos com a queda na renda do trabalho. E chama de "falacioso" o discurso de que a economia está retomando a rota do crescimento. "Isso não se resolve com liberação de conta inativa e com Refis (perdão de dívidas)", rebate, vendo no Brasil uma situação parecida com a Europa, que enfrentou políticas de austeridade ditadas pela chamada Troika (Fundo Monetário Internacional, Banco Central e União Europeia), com resultados nocivos ao trabalho: "Você viu o que deu".

O secretário-geral da CSB, Álvaro Egea, avalia que o governo, com o PL da terceirização mais as reformas, apresenta um "projeto de poder para o ano que vem", com sinalização ao mercado. "Esse projeto foi tirado da gaveta por iniciativa da CNI (Confederação Nacional da Indústria), que deu a senha para o governo. É extremamente favorável ao empresariado, arrebenta a CLT e impõe uma selvageria nas relações de trabalho." E, ao contrário do anunciado, aumentará o número de ações na Justiça do Trabalho, aponta. 

Ele acredita que a votação de ontem aumentará a pressão e a rejeição aos projetos de reforma. "A terceirização é odiada pelo povo, pelo trabalhador. Todos estão estarrecidos com a votação de ontem, com o nível de descompromisso (dos parlamentares)", afirma Álvaro. "Queremos que o governo abra uma negociação séria e honesta com as centrais sindicais."

A CUT já anunciou um dia de mobilização no próximo dia 31. Os metalúrgicos também planejam protestos para a semana que vem.

As seis centrais reconhecidas formalmente divulgaram uma nota conjunta contra o projeto aprovado ontem na Câmara. Leia a íntegra:

Terceirização aprovada condena o trabalhador à escravidão É inaceitável!

O projeto de terceirização, PL 4302/98, aprovado nesta quarta-feira, dia 22, é um retrocesso e acaba com a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).

Com mais de 12 milhões de desempregados, o trabalhador não pode ser ainda mais penalizado pelo governo para resolver a grave crise político/econômica do País. 

Essa terceirização promove uma reforma trabalhista e sindical. Aumenta a insegurança jurídica, acaba com os direitos trabalhistas, divide as categorias e permite que o setor patronal faça o que bem entender com os sindicatos dos trabalhadores.

O trabalhador ganhará menos, trabalhará mais e ficará exposto a acidentes de trabalho. O governo Temer e o Congresso Nacional atendem somente a interesses da classe empresarial.

As centrais sindicais condenam o projeto da forma que foi aprovado. Seguimos firmes na organização de nossas bases, cobrando a abertura de negociações e a manutenção da proibição de terceirização na atividade fim.

As centrais sindicais reiteram todos os esforços de mobilização dos trabalhadores, mas afirmam estar abertos ao dialogo.

Paulo Pereira da Silva (Paulinho)
Presidente da Força Sindical

Vagner Freitas
Presidente da CUT

Ricardo Patah
Presidente da UGT

Adilson Araújo
Presidente da CTB

José Calixto Ramos
Presidente da Nova Central

Antonio Neto
Presidente da CSB



Menino de 2 anos mata irmão de 9 com pistola da mãe

March 23, 2017 19:42, von Blog do Arretadinho

Cuidado com armas em casa! Menino de 2 anos mata irmão de 9 com pistola da mãe
Um menino de 9 anos foi morto, nos Estados Unidos, após levar um tiro de seu irmão de 2 anos, que atirou com uma arma da mãe. À polícia, a mulher confessou que o filho de 2 anos já havia manuseado armas anteriormente, mas assegurou que nunca com munição.

Landen Lavarnia, de nove anos, foi declarado morto na tarde de terça feira, em um hospital na cidade de Phoenix, no estado do Arizona. A mãe, Wendy Lavarnia, 28, disse às autoridades que colocou a arma na cama e sai para pegar um coldre. Foi quando a criança de 2 anos pegou a arma e atirou no irmão, que esteja jogando videogame a alguns metros.

Wendy disse que já havia permitido "o menino de dois anos a praticar apertar o gatilho desta arma quando ela estava vazia". Ela se apresentou às autoridades enquanto o filho baleado estava no hospital. Ela pediu para ver o menino, mas o juiz exigiu que ela pagasse uma fiança de US$ 25 mil (cerca de R$ 77 mil). O magistrado determinou também que ela se mantesse distante de qualquer criança.

A mãe não tem um advogado acompanhando o caso, e falou pouco durante sua apresentação à polícia. Ela foi presa sob suspeita de abuso a seus quatro filhos. As autoridades estão analisando se o pai será também acusado.

O pai, Kansas Lavarnia, 31, chegou em casa enquanto a polícia investigava o incidente. Ele foi preso pois não poderia ter armas em casa, uma vez que havia sido condenado por roubo anteriormente. Ele passou três anos na prisão, sendo libertado em 2012.

Um levantamento feito pela agência Associated Press e pela rede USA TODAY mostrou que, a cada dois dias, um menor de idade morreu baleado acidentalmente em ambiente familiar no primeiro semestre de 2016.

Fonte: oglobo globo



"Trapalhões" indeniza atriz por danos morais

March 23, 2017 19:22, von Blog do Arretadinho

Após entrar na justiça contra 'Trapalhões', atriz recebe indenização por danos morais
Após entrar na justiça contra Renato Aragão por danos morais, a atriz Fernanda Brasil, que protagonizou o filme “A Filha dos Trapalhões” (1984), conseguiu receber sua indenização. Em 2016, o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro já tinha dado o caso favorável a jovem contra a produtora do ator.

Fernanda pedia indenização pelos relançamentos do filme. "Quando fiz o filme eu tinha 3, 4 anos. Meus pais disseram que o valor do meu cachê foi irrisório. Eles receberam o dinheiro, que deu para comprar um beliche e mais nada", contou a atriz ao site 'UOL'.

Porém, de acordo com informações do colunista Leo Dias, agora Fernanda revelou que a Infoglobo depositou a parte que lhe cabe dos R$ 20 mil corrigidos por danos morais.

Renato Aragão ainda não comentou sobre o caso.

Fonte: noticiasaominuto